Arquivosábado, 31 de março de 2012

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SÃO PAULO (caramba) – Tem uns caras que se adaptam rápido a esse negócio de correr de caminhão. Felipe Giaffone foi um deles. Agora, é Christian Fittipaldi, que na segunda corrida já crava uma pole.
Será que encontrou seu destino, a boleia? Muito legal. Gosto do Christian, um cara simpático, dedicado, que não fez feio, não, na F-1. Vamos ver essa corrida de jacarepaguá amanhã com atenção.

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SÃO PAULO (calvário) – Helinho na pole, Rubinho em 14°. Foi o resultado da classificação hoje em Barber. E Tony em sexto. A cobertura está aqui.
E reproduzo aqui pergunta que faremos na próxima Revista WARM UP: a primeira vitória de Barrichello na Indy vai demorar mais do que se imaginava?

 

GERALDO BACKER, 58

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SÃO PAULO – O dono do autódromo Mestre Álvaro, na Serra (ES), Geraldo Backer, morreu hoje treinando em sua própria pista. Idealizador da Fómula BKR, uma categoria que em 2010 passou a usar monopostos que, aparentemente, vieram da extinta F-Ford de SP, o que me lembro de Geraldo é que ele era dono de um posto de gasolina apaixonado por corridas e construiu um autódromo. Até onde sei, o...

LÁ E CÁ

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SÃO PAULO (sem sono) – A Volkswagen tem uma divisão chamada VW Commercial Vehicles, responsável pela produção dos utilitários da marca. Em 2007, criou-se um departamento apenas para cuidar da restauração de Kombis, a VW Commercial Vehicles Oldtimers, em Hannover, onde fica uma das fábricas da montadora. Em cinco anos, este departamento comprou e restaurou cerca de 100 Velhas Senhoras. Nesta...

WARM UP, 30 DO 3 DE 2012

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Antes de mais nada, se faz necessária uma explicação. Troquei de leitores. Quer dizer, perdi alguns. Os daqui, acho que continuam. Os dos jornais impressos, não mais. Pela primeira vez desde 1993, quando estreei minha coluna Warm Up na ‘Folha de S.Paulo’, nunca deixei de escrever para jornais impressos. Depois da ‘Folha’, montei minha agência e no primeiro ano, 1995, minha...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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