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sábado, 31 de março de 2012 - 1:52Colunas Warm Up

WARM UP, 30 DO 3 DE 2012

Antes de mais nada, se faz necessária uma explicação. Troquei de leitores. Quer dizer, perdi alguns. Os daqui, acho que continuam. Os dos jornais impressos, não mais. Pela primeira vez desde 1993, quando estreei minha coluna Warm Up na ‘Folha de S.Paulo’, nunca deixei de escrever para jornais impressos. Depois da ‘Folha’, montei minha agência e no primeiro ano, 1995, minha cobertura (e esta coluninha) passou a ser distribuída para 55 jornais brasileiros. No auge da brincadeira, em 1996 e 1997, foram 62, se não me equivoco.

E assim foi por muito tempo, a rede aumentava aqui, diminuía ali, mas sei que naquela segunda metade da década de 90 eu me divertia vendo placas de carros de cidades longínquas nas ruas para dizer “escrevo pra um jornal dessa cidade aí”. E eram quase todas. Me sentia uma espécie de Assis Chateaubriand. O primeiro a fechar contrato com a agência foi o ‘Diário de Votuporanga’. Depois vieram dezenas, e não vou citar todos os nomes aqui, até porque não lembro de todos. Mas sei que tinha um mapa do Brasil enorme aqui na parede, com alfinetes espetados em todas as cidades onde minha cobertura de F1 chegava.

Para continuar lendo a coluna Warm Up desta semana, clique aqui.

25 comentários

  1. Pois é, querido amigo Flávio, sinto uma falta monstruosa da minha antiga rotina de fazer jornais e revistas. Sou do tempo que a “revisão” final do caderno de esportes da Folha era feita à base do estilete (Século passado, década de 80 heheeh). Hoje, dividindo meu tempo entre a assessoria de imprensa do meu querido Helinho e o Diário Motorsport, quase sempre me perco diante de tanta tecnologia. De cada 100 ferramentas disponíveis, devo usar duas ou três. As demais, desconheço por completo. Gente do século passado tem dessas coisas. Mas fique tranquilo, você já é uma “marca” de qualidade na Internet. É só deixar o barco rolar.

    Forte abraço!

  2. Michel disse:

    Bom dia Flavio,

    Caramba… tambem tive essa fase de comprar jornal por causa da coluna Warm Up. Deve ser legal saber de pessoas que compravam jornal por sua causa.
    Lembro de uma na comparacao da Ferrari com caipirinha em janeiro de 2006, se nao me engano.
    Fico triste, pois te acompanho ha muito tempo e outra coisa que nao tenho mais sao seus debates no Pole Position com Fabio Seixas. Voce aparenta estar muito mais satisfeito hoje, mas foi uma epoca em que eu adorava as comparacoes entre pilotos que voces faziam, por exemplo.

    Forte abraco!!

    Michel

  3. Luc Monteiro disse:

    Caceta, se citasse os dois primeiros jornais da sua lista eu teria o que mostrar pro povo de Cascavel quando voltar pra lá. Enquanto isso, o assunto na cidade vai ser a confirmação do segundo turno das eleições, um orgulho de todos que me envergonha.

  4. Pedro Leonardo disse:

    FG,

    Comecei a ler sua coluna no Lance!, em 1997. Lembro que sempre comprava o jornal às quintas, quando era publicada a “Warm Up”. Era a melhor e mais divertida coluna do jornal.

  5. Flavio, a decadência da F1 está te afetando. Simples assim, não adianta agente falar que o Galvão é chato, é chato mesmo e sem palavrões, ok?. Mas se agente ficar só batendo, batendo e batendo… tudo diminui… estamos numa nova era, o povo mudou, daqui a alguns anos quando eu falar para o meu filho que eu ia na Selct no posto de gasolina, ele vai dizer “Posto? posto de gasolina? o que é isso, vc tá velho heim, hoje agente só troca as baterias do carros no Pit Stop… e não tem posto nenhum…” Entaum, agente vai ficar aqui defendendo o que vem por ai, estamos ferrados. Abre a mente, vamos sim torcer por carros de F1 elétricos, ou movios a água, ou energia solar…. Tudo o que a tecnologia nos troucer, agente aceita. Eu resido numa chácara em Itupeva na frente da chácar do Padre Marcelo Rossi… eu pago meu IPTU R$ 4000,00 por ano… e preservo muito mais árvores do que qualquer paulista, tenho um pomar que ninguem imagina, arvode re Pau-Brasil (com ifen ou sem?) eu tenho… e pago pelo que vcs falam. Água? melhor que o paulista economize mesmo, pois assim sobre para eu regar minhas plantas… E modernidade, resiclagem e Brasil é o que está na Moda… e Vamos olhar para o futuro sem fumaça, sem queima de petróleo… sei lá… tenho 41 anos… mas acredito que o que faço é pouco… Mas que vc vai perder seu público daqui para frente vai… Grande Abraço

    • Flavio Gomes disse:

      Não entendi uma palavra.

    • Fernando Duque disse:

      Flavio Gomes, minha Nossa Senhora, será que o tal de Jeferson Orsolon tomou um litro de cachaça antes de “escrever” esse monte de palavras desconexas, sem elo, sem lógica, sem sentido ? O cara não é capaz de desenvolver um mínimo raciocínio lógico, linear, com começo, meio e fim ! Tô desconfiado que no pomar da chácara do cidadão tem algo mais do que somente frutas ! Acho que tem aquele matinho que o Bob Marley adorava queimar ! Só pode ser isso ! Não é possível alguém ser tão DESCONEXO como esse cidadão !!!

    • Roberto Antonio disse:

      Cara, você precisa deixar de cuidar um pouco da chácara e se dedicar a aprender a escrever melhor. Além de uma linguagem à margem de qualquer norma, você escreveu muito e não conseguiu dizer o que queria.

  6. Seja na internet ou no jornal impresso, sempre lerei as colunas Warm Up. A vida é assim mesmo. Antes, papéis. Hoje, telas. Antes, enciclopédias. Hoje, wikipédia e google. Gira mondo.

  7. Fernando Duque disse:

    É Flavio Gomes, aonde vamos parar ? O Brasil está ficando INSUPORTÁVEL, vivemos a DITADURA do politicamente correto, os últimos Heróis da Resistência estão morrendo – Chico Anysio e Millor Fernandes, em apenas uma semana – tudo está virando uma chatice só ! O Brasil virou uma grande RÁDIO-PATRULHA ! É patrulha dos ecochatos, é patrulha dos gays, é patrulha das lésbicas, é patrulha dos índios, é patrulha dos negros, é patrulha dos vegetarianos, é patrulha doa ateus, é patrulha dos ciclistas, é patrulha dos excluídos disso, dos excluídos daquilo ! Não dá mais, aos 50 anos de idade, não tenho mais saco pra tudo isso ! E pra completar, PASME, o BAR DO LÉO, na Rua Aurora, um dos ícones dos botequins de São Paulo, foi flagrado vendendo o vagabundo chopp Ashby no lugar do chopp Brahma, e devidamente fechado e lacrado pela polícia ! Espero que vá à falência, que é o que merecem esses pilantras estelionatários ! Também, brasileiro é tão idiota que engole chopp de uma marca sem preceber que é de outra ! Precisou um freguês com um mínimo de paladar apurado para desmascarar a FRAUDE !!! Depois dessa, só tenho a dizer: PÁRA O MUNDO, QUE EU QUERO DESCER !!!

  8. Wanderley Augusto disse:

    Flávio, perderam eles, perdemos nós. Embora sempre tenha a opção de ler na Internet nada substitui abir um jornal na porta de casa de manhã e ler enquanto tomamos o café da manhã.

    Rápido, prático, sem ter que ligar nada na tomada, carregar programas, contar com a velocidade do seu provedor.

    Nada vai substituir o papel. Seja para jornal, seja para livros.

  9. Daniel disse:

    Pois é, as vezes leio sua coluna no glorioso JI, o Jornal de Itatiba, cidade na qual o Barrichello tem uma casa…

  10. PAULO AFONSO TREVISAN disse:

    O jornal “O Nacional”de Passo Fundo foi um dos que publicou por alguns anos tua coluna,que eu lia sempre.Só para registro de fidelidade de leitura,tá bom FG?

  11. Eduardo Britto disse:

    FG, sobre o fim da mídia impressa… Ok, vai ser chato não ter mais o Estadão de Domingo pra ler, sempre com matérias dignas de um grande e secular veículo. No tablet com certeza não lerei nem um terço delas. Se fico triste com isso? Fico não: todos os livros que ainda poderei ler na vida já foram impressos, estão aí nas livrarias, nos sebos e nas bibliotecas circulantes. Que kindle que nada! A vida, como você disse, segue. Salve os livros!!

  12. Rodrigo disse:

    Escreve, imprime num A4, escaneia e publica aqui… todo mundo vai ficar feliz…

    Brincadeiras idiotas a parte, eu já não encontrava sua coluna no Correio Popular, de Campinas. Era leitura obrigatória, ainda mais depois que o Renatinho Otranto disse que fez a ponte entre você e o jornal (esse cara gosta muito de você, falava das suas histórias com um carinho fora do comum). Mas é isso… a fila anda… que continue o sucesso e, mais ainda, que aumente! []s

  13. Aliandro Miranda disse:

    Flavio,

    Sobre o jornal impresso, ele não vai acabar assim tão rápido.

    Eu, pelo menos, ainda não me acostumei a levar um iPad para o banheiro.

  14. Marcio Haddad disse:

    Flávio,

    Acho que esta altura do campeonato você já sabe que sou um fã do seu blog. Acho você um profissional competentíssimo! Independente que é, vive nos surpreendendo! Inclusive agora com os comentários: “tecla SAP”. rsrs…

    Mas hoje você posta istodaqui, mas lembre-se que você já previu o futuro um dia:
    Em meados de 2005 o seu título num livro do Sergio Vilas Boas foi o seguinte:

    “De máquinas e homens”
    – A Internet se tornou um dos principais meios de comunicação sobre formula1

  15. Paulo Z disse:

    É Mr. Gomes…a vida vai passando, as coisas acontecendo! E por mais que a gente tente planejar, achando que tudo será do jeitinho que queremos, as coisas mudam. Boa sorte nessa nova fase da sua vida e saúde tbm…pq o resto a gente corre atrás!
    Obs: No iPad o novo site do Grande Premio não abre de forma correta. A imagem da notícia principal aparece “esticada”…..tem que ver issâeeeee..rsrsrsrs!

  16. O futuro chegou e nos deu um presente de grego. Não sou avesso à tecnologia. Sou avesso à banalidade, à falta de bom senso, à imposição de costumes e valores que veio com o atual milênio.

  17. Carlos Trivellato disse:

    É, caro Flávio, são as mudanças a que estamos sujeitos. Não estamos juntos na mesma idade nem no gosto pelo automobilismo, mas em certas “agruras” também. Que Deus nos ajude a encarar e se moldar a tudo isso. Grande coluna, um grande abraço e boa sorte!

  18. Rogerio M.S. disse:

    O mundo muda, criam-se tecnologias (ou aprimoram-se), um monte de possibilidades e bla, bla, bla. Existem “tuítis”, “facebuquis”, portais de informação, atualizações em tempo real e mais tanta coisa que nem me lembro. Mas uma coisa realmente me incomoda: Quando era assinante de jornais eu não tinha essa dor chata no pescoço. A nhaca do monitor detonou minha postura. E quando eu ficar cego de tanto olhar para essa merda, restarão as lembranças da sensação tátil e auditiva de se folhear um belo jornal.

  19. Ronald Wolff disse:

    Correio Popular – Campinas, tinha sua coluna!

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