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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

121 Comentários

  • Interessante destacar q ninguem q largou atras do Barrica (14) terminou a prova na frente dele.

    Muitos ainda dscontam suas frustacoes nas costas do Barrica. Ele nao corre p agradar quem o detesta e defenestra, ele corre p ele mesmo e p quem torce por ele.

  • Caramba, basta ter Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone que o carro se monta sozinho e se auto acerta e ganha corridas?? Pior comentário de todos os tempos; superou os 20 secs batiquebra!!! Congrats!!

  • Bem dito Thiago,

    Complementando: olhando os resultados de 2011, percebi que das 16 corridas válidas, os três grandes times levaram 14. Caso esse domínio continue, é necessário superar 8 carros em particular para Rubens vencer uma etapa.

    Pode-se dizer que Tony, com a mesma equipe, quase ganhou a última etapa de 2011. Eu não assisti a corrida, mas ainda acho que deve-se contar com uma boa dose de sorte para superar as três grandes da Indy.

    • Para quem não entendeu ainda, imaginem a Force India brigando por vitórias contra a McLaren, Ferrari e Red Bull. Com a KV seria o mesmo. Entenderam? Nesse ano o Rubens não precisa vencer. Precisa convencer e sei que disso ele é capaz. Ninguém fica 19 anos na F1 sem méritos. PelamordeDeus

  • Corrida verdadeiramente sacal, assim como houvera sido a primeira. Batiquebra se aproveitou de uma bandeira amarela igualmente sacal para ganhar umas posiçõezinhas e amenizar o vexame, depois de andar a corrida toda entre 19º e 14º. Mas, o que realmente impressiona é a disposição das Barriquetes em defender a nossa eterna promessa. Olha só:

    Vencedor da Primeira Prova: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone
    Vencedor da Segunda Prova: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone
    Carro do Rubinhozinho: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone.

    Quer dizer então que o pica-das-galáxias dos acertos, o melhor desenvolvedor de setups da face da Terra, copiados inclusive pelo Schumacher e verdadeiro responsável pelo fim da fila da Ferrari em 2000 está tendo problemas com o “equipamento”, Barriquetes?

    Vão lamber sabão!

    • “Vencedor da Primeira Prova: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone
      Vencedor da Segunda Prova: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone
      Carro do Rubinhozinho: Chassis Dallara, Motor Chevrolet, Pneus Firestone.”

      Da próxima vez, por favor, procura um comentário menos ignorante e infeliz. Quem gosta de criticar (ou tirar sarro), precisa, ao menos ter uma pequena ideia do que está dizendo. Senão fica feio pra caramba.

      • esse burrinho batiquebra é o suprasumo da ignorância em materia de criticar o barrica, vai secar o cupadre do teu padrinho ô geladeira.
        não dá para ignorar os comentários, (aliás comotários; comentários de otario) desse cara, ele é uma figura que só quer aparecer, ter seus momentos de fama.
        aposto que nunca sentou a bunda em um carro de corridas, e fica pagando de entendedor, vai lá e faz melhor batiquebra, aliás; quem consertou esse cara, se ele bateu e quebrou?

      • E você é o supra-sumo da ignorância em todas as matérias. Em que colégio você fez o pré-primário? Sua professora devia ser processada por permitir que você retirasse seu diplominha de alfabetização.

      • fernando fn.
        procure se informar melhor antes de comentar sobre um dos maiores pilotos que este país já teve.
        luiz pereira bueno guiou tudo o que se pode imaginar, e na equipe hollywood foi imbatível, em 73 com um march alugado correu o gp brasil e mesmo sem conhecer o carro, chegou em 6°.
        mais respeito para com quem voce não sabe a história, se informe primeiro antes de comentar bobagem.

    • Calma pessoal!!!!
      Temos mais DEZENOVE anos para ver se ocorre algo positivo,afinal somos barriquetes e não desistimos nunca!
      Um dia quem sabe,haverá uma conjunção astral e ele afinal venha a ser um campeão em categoria top.

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Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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