CategoriaDica do dia

FOTO DO DIA

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Este é o novo produto da F-1, uma revista mensal que para quem não está na Inglaterra pode ser comprada aqui pela internet. Revista é um treco que tem capa, fotos e textos, tudo isso impresso num negócio chamado papel, acho que vocês vão gostar.

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DICA DO DIA

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RIO (que charlatão!) – Antes de mais nada, perdoem um ou outro probleminha no blog por estes dias. Como se nota, mudamos um pouco o layout e a navegação e temos alguns ajustes a fazer. Na internet é tudo assim. No começo a gente estranha, fica com raiva, mas depois se acostuma. A dica de hoje é do Jean Tosetto, que escreve:

Antes de ser escalado para o papel de James Bond, no começo dos anos de 1970, o ator Roger Moore foi o astro da série de TV “The Saint”. Num episódio que foi ao ar em 1965, o protagonista financia um construtor de carros de corridas, seguidamente prejudicado por um concorrente suspeito. Para descobrir o real culpado pelas sabotagens, que incluem um incêndio na garagem do time, o “Santo” resolve pilotar, ele mesmo, um Fórmula 1.

As imagens utilizadas para o episódio foram captadas durante o Grande Prêmio da Inglaterra de 1964, em Brands Hatch. Em algumas cenas, é possível ver Jack Brabham em ação, com seu Brabham-Climax nº 5 saindo do pit lane, observando o carro nº 6, do companheiro de equipe Dan Gurney. John Surtees, em sua Ferrari nº 7, também aparece. Na corrida real, Jim Clark ficou em primeiro, com Graham Hill em segundo.

Para quem não entende inglês e quer ir direto para o clímax da história, a ação decisiva na pista começa em 40min50, mas há várias passagens interessantes sobre o ambiente da Fórmula 1, ao longo de toda a narrativa – um interessante registro do esporte, anterior ao filme “Grand Prix”, de 1966.

DICA DO DIA

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O tom é triunfalista, patriótico, meio infantiloide, bem anos 40 mesmo. Mas vale pelas imagens e pelo carrinho, também. Eu adoro jipes. O da Vemag, principalmente, mas reconheço o valor de um bom Willys.

DICA DO DIA

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RIO (ainda bem que sou pobre) – Isso aqui vai deixar muita gente maluca. O JR Duran, amigo meu que tem uma pequena loja de tirar fotos para documentos na Liberdade (para RG, passaporte e carteirinha de estudante; digam que viram aqui no blog que ele dá desconto), mandou o link da “MemorabiliaExperience“, um site que vende algumas relíquias inacreditáveis de F-1.

Dei uma passeada pelos itens disponíveis e encontrei, por exemplo, o capacete da estreia de Schumacher na Bélgica em 1991 (que segundo a descrição foi dado de presente a Eddie Jordan), o macacão de sua primeira vitória (em Spa, 1992), capacetes usados por Senna, Mansell, Moreno, Alonso, credenciais originais de alguns pilotos, um incrível macacão de Barrichello de 2001 todo vermelho usado no GP da Itália daquele ano, poucos dias depois do atentado de 11 de setembro nos EUA (a equipe correu sem inscrições e com o bico do carro pintado de preto), a bandeira do Brasil que Senna levou ao pódio em Donington, suas sapatilhas do GP de Portugal de 1985 (da primeira vitória)… Enfim, muita coisa histórica, um acervo suficiente para abrir um museu.

Vale a pena um passeio, embora os preços só sejam informados se o interessado solicitar. Mesmo se não for comprar nada, é legal ver o que tem de coisa rara correndo o mundo por aí. E é incrível saber que objetos tão valiosos são colocados à venda por seus donos. Se eu tivesse a sapatilha da primeira vitória de Senna, estaria num cofre. O capacete da estreia de Schumacher, idem. Mas deve ter gente por aí precisando de dinheiro. E que pratica o desapego sem nenhum remorso.

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DICA DO DIA

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RIO (só termina quando acaba) – O Danilo Candido mandou este breve vídeo do Antti Kalhola contando a história do mais dramático final de um Mundial de Rali em todos os tempos, o de 1998. A 300 metros da linha de chegada, o motor do Corolla de Sainz, o pai, pifou. Mäkinen, da Mitsubishi, que tinha abandonado o rali da Grã-Bretanha no primeiro dia, foi saber que havia sido campeão no hotel, pelo telefone. O desespero de Moya, o navegador de Carlos, é comovente.

Como se vê, a Toyota é mestre em perder competições no fim. Não dá para esquecer Le Mans/2016…

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DICA DO DIA

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Do Alex Jimenez, um delicioso vídeo sobre carros que só foram fabricados na Argentina. Tem até um Karmann-Ghia plagiado! Mas a gente devia olhar mais para os vizinhos. A relação deles com automóveis é riquíssima!

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SÃO PAULO (aumente o volume!) – Preciosa a indicação do Guilherme Costa. O GP de Mônaco de 1975 apenas com SOM AMBIENTE! Sem narração, comentários, nada. É de chorar. Você se sente na varanda de um prédio do Boulevard Albert 1er. Lauda venceu a prova, com Emerson em segundo e Pace em terceiro. Pena que não tem o pódio.

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RIO (obra de arte) – Maravilhoso o curta de animação “Le Mans 1955”, do cineasta belga Quentin Baillieux. Conta a história do maior acidente da história do automobilismo, nas 24 Horas daquele ano. Para quem não lembra, a Mercedes 300 SLR de Pierre Levegh voou sobre o público depois de bater no Austin-Healey de Lance Macklin. Oficialmente, 83 pessoas morreram. Mas a corrida continuou. A Mercedes, que liderava a prova, acabou se retirando da prova e ficou fora das pistas por décadas.

É um trabalho delicado e sensível, esteticamente impecável, com personagens fortes e diálogos, embora curtos, muito comoventes.

DICA DO DIA

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RIO (novinho, novinho…) – O Romeo Nogueira, de Itajaí, mandou o vídeo. É um míni-documentário sobre as últimas horas de vida de Ayrton Senna. Não vi inteiro, porque estou meio apertado de tempo. Mas verei mais tarde. Detalhe pouco relevante, mas curioso. Eu apareço a 1min12s e 1min21s. São imagens da quinta-feira de Imola, quando Senna sempre dava uma entrevista à imprensa brasileira.

Já descrevi essa cena em vários textos. Lembrava bem da calça branca e do prato de macarrão com molho de tomate. Fiquei com aflição a entrevista toda, achando que Ayrton ia derrubar o molho na calça. Nas imagens pode-se ver também meu famoso gravadorzinho, que encontrei anos depois com algumas entrevistas de Senna daquele ano preservadas.

Assistam e me digam se o documentário é legal.

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DICA DO DIA

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porscheratz

RIO (grande cara) – Rapaz, o blogueiro deu a dica nos comentários, mas acabei não anotando o nome dele. Apareça! Porque essa matéria do “Petrolicious” é uma das mais bacanas que já li. E é antiga, de 2017.

Conta a história do Porsche 911 que foi de Roland Ratzenberger, e que hoje pertence a um de seus melhores amigos. A parte em que o autor relata que Roland sonhava em chegar a Le Mans de Porsche, como Steve McQueen, é comovente. Leiam, vale muito a pena.

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trophyJá votaram no seu blogueiro favorito para o Prêmio Comunique-se 2019? Pois é, estou entre os três finalistas na categoria Imprensa Escrita/Esportes. Votem lá!

DICA DO DIA

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Enviada pelo Jean Tosetto, uma entrevista com Nelson Piquet feita pelo canal de um banco (possivelmente patrocinada; mas em nada diminui o conteúdo) no YouTube. Gravada no galpão de Brasília. A coleção do Nelson… Um dia, quem sabe, vou lá ver. Mas precisa convite. Sim, estou me convidando.

DICA DO DIA

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O jovem Jovino mandou este mini-documentário sobre os dez anos de Brasília. As primeiras imagens da corrida comemorativa da data, de 1.000 Km, são incríveis — todo o resto, também. Alguém sabe detalhes dessa prova? Detalhe: o Patinho Feio aparece correndo e rodando pela cidade no meio do trânsito. Espetacular.

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DICA DO DIA

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RIO (lindo, lindo) – O Thiago Bosco mandou esta história encantadora, da descoberta do furgão que o Aerosmith usou na primeira turnê da banda, há meio século. A pequena e simpaticíssima van International Harverster Metro foi encontrada num matagal e o dono do terreno desconfiou que aquela pintura na lateral poderia ser algo importante. Entrou em contato com os Caçadores de Relíquias do History Channel e o resto…

Bem, o resto vocês leem (e veem, porque tem um vídeo delicioso do reencontro banda-furgão) aqui.

Nem preciso dizer como os caras ficaram emocionados. E eu junto.

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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