CategoriaOne question

AMÉM

A

RIO (faz falta) – Recebi por e-mail as fotos acima, com a mensagem do blogueiro Paulo Leite, que coloca algumas perguntas. Espero que vocês respondam! Eis o que nosso amigo quer saber: “Recebi de meu amigo Miguel Soares, de Campina Grande, cujo lazer é colecionar peças antigas. Diz a legenda das fotos: 14-07-1966 – Na inauguração da primeira fábrica da Willys do Nordeste, em...

ONE QUESTION

O

Será que todos esses carros exibidos no II Salão do Automóvel Antigo de 1985, na Bienal, ainda estão vivos por aí? Tem uma segunda parte aqui, preciosa. Agradecimentos ao João, filho do saudoso Romeu Siciliano, que recuperou as fotos e postou os vídeos.

MANY QUESTIONS

M

RIO (de volta) – Gente do céu, quem lembra dessa promoção? Foram 20 carros! Será que existe algum desse jeitinho aí? Eles eram entregues com essa pintura? Há registros das frases vencedoras? Alguém que trabalhou na Adam’s por aqui? Grande lembrança do Anderson Grzesiuk!

ONE QUESTION

O

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Vocês sabiam que a Lamborghini nasceu fazendo tratores em 1948? E que só em 1963 começou a fabricar carros porque seu fundador teve uma treta com Enzo Ferrari? Gostei do tratorzinho. Dos carros, menos.

ONE QUESTION

O

RIO (eu queria) – Um empresário argentino do ramo editorial, lá atrás, no fim de 1989, teve a ideia de comprar do governo da Alemanha Oriental um pedaço do Muro de Berlim — o 30º aniversário da queda acontece no dia 9 de novembro. O transporte de uma seção do Muro de 20 metros levou 500 dias. E, de brinde, os alemães mandaram um Trabant. Esse verdadeiro memorial está na sede da...

ONE QUESTION

O

O que é que vocês veem nessa foto? Se chegarmos a 200 respostas nos comentários, vou escolher duas delas para mandar de presente à autora/autor meus dois livros — um exemplar de “O Boto do Reno” (LetraDelta, 2005) e um de “Dois cigarros” (Gulliver, 2018). Portanto, caprichem nas respostas.

ONE QUESTION

O

O Touring existe ainda? Não sei por quê, mas esses guinchos (amarelos) e o emblema do Touring nos carros e em alguns restaurantes e hotéis nas estradas exerciam em mim um enorme fascínio quando era garoto. Não tinha uma rede de hotéis do Touring, e postos de gasolina, e um monte de outras coisas? Refresquem minha memória. E ignorem o machismo do anúncio. O mundo era meio ridículo no passado, em...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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