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DTM NO FIM

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René Rast, atual campeão: Audi ajuda a enterrar de vez o DTM RIO (e o mundo, realmente, acabando) – A Audi informou ontem que ano que vem está fora do DTM. A montadora vai concentrar seus esforços na Fórmula E. Na verdade, na eletricidade como forma de propulsão. Não quer mais saber de motores a combustão. Não quer mais saber de corridas. Já tinha deixado o WEC, já tinha esquecido Le Mans...

SAVE THE WAGONS

S

RIO (tô de olho numas coisinhas…) – O Thiago Silva mandou o vídeo pelos comentários, e como é DKW, indico com tranquilidade. DKW? Sim, DKW. Leiam, meus filhos, leiam. Quatro argolas serão sempre DKW. O filmete da nova RS6 Avant é bem bacana, feito especialmente para exibição no YouTube, e devo confessar que de todas as peruas que aparecem, se eu tivesse de escolher uma, ficaria fácil...

FOTO DO DIA

F

Pietro Fittipaldi (na foto, em teste em Lausitzring), assinou com uma equipe-cliente da Audi para correr no DTM nesta temporada. Ótima notícia para o rapaz, que também tem feito alguns testes com a Haas. É fundamental se manter em atividade. E, de quebra, abre outra porta caso as coisas na F-1 enrosquem. Porta excelente, por sinal, ainda que o DTM tenha perdido a Mercedes. Serão seis BMW, oito...

ONE COMMENT

O

Se a chefia da Audi na Fórmula E tivesse o Crispim em vez desses alemães atrapalhados, Abt não seria desclassificado e não perderia a vitória que obteve na pista hoje em Hong Kong. Aliás, a terceira vitória retirada de seus pilotos por bobeadas do time (Di Grassi em Berlim e no México, em temporadas passadas). A turma de Ingolstadt vai recorrer. Rosenqvist herdou a primeira posição. Ah, Crispim...

CARS & GIRLS

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Leandro Guimarães mandou a foto dessa gracinha que é um dos primeiros Audi pós-VW, inspirado no DKW F102. Eu mataria uma população inteira de micos-leões dourados por um carro desses, fácil!

FOTO DO DIA

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RIO (sai da frente) – Eis o Audi e-tron FE04, primeiro carro 100% assinado pela montadora de Ingolstadt para a Fórmula E. Os testes para a temporada #4 começam na semana que vem em Valência. O campeonato, no dia 2 de dezembro em Honk Kong. Em março a categoria passa por São Paulo, que terá uma etapa no Sambódromo do Anhembi. O novo trem de força da Audi (que não tem mais Abt no nome) é bem...

O GRANDE CAMPEÃO

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BUDAPESTE (partindo) – Antes de qualquer coisa, que fique claro: não tenho nada a ver com o título, com o campeonato, com o sucesso de piloto e equipe, não estou me apropriando de nada. Mas quero só contar uma historinha para justificar minha alegria com o título que Lucas di Grassi conquistou agora há pouco em Montreal, na Fórmula E. Alegria que também não tem nada a ver com patriotismo...

DESCULPAS É POUCO

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RIO (temos de dormir!) – Agora, horror por horror, nada pode ser pior que um comercial da Audi veiculado na China — e, segundo a montadora, produzido por representantes locais. A propaganda compara mulheres com carros usados, com a sutileza tradicional dos chineses. A Audi pediu desculpas. Devia era descredenciar os responsáveis. Não achei o vídeo, e nem vou procurar. A China é foda...

AÍ TEM

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SÃO PAULO (quero só ver) – Sexta-feira, na FIA, vão começar as discussões sobre uma possível mudança de motores a partir de 2021 na F-1. Honda, Mercedes, Ferrari e Renault, claro, vão participar. Mas a novidade: a Audi também estará na reunião. Assim como uma montadora japonesa e um fornecedor privado (McLaren?) cujos nomes estão em sigilo. F-1 totalmente elétrica? Não descartem. Não...

FOTO DO DIA

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A Audi se despediu do WEC domingo com dobradinha nas 6 Horas do Bahrein, que fechou a temporada da categoria — o título ficou com a Porsche. Lucas di Grassi fez parte do trio vencedor, com Oliver Jarvis e Loïc Duval. Chave de ouro para encerrar uma trajetória gloriosa das quatro argolas. Que pena que acabou.

LUTO NO WEC

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SÃO PAULO (não acredito) – O Rodrigo Mattar já tinha antecipado no seu blog que a Audi estava pensando em deixar o WEC no final de 2017. Hoje saiu a decisão. E ela sai. No final de 2016. É uma tragédia, para mim. Como imaginar Le Mans sem as quatro argolas? Que ideia é essa de abandonar o barco das corridas de longa duração? Vão deixar tudo para Toyota e Porsche? Como desprezar a história...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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