Categoria#69

ANATOMIA DE UMA BATIDA

A

RIO (ô dificuldade que é editar vídeo!) – Muito bem. Faltou um relato sobre o fim de semana em Interlagos, a reestreia do Meianov agora pela Super Liga Desportiva de Velocidade na categoria Hot Classics. Antes de mais nada, um elogio aos organizadores e participantes. Reencontrei, depois de anos, um ambiente de enorme camaradagem, alegria e entusiasmo. De todos. Ganhei uma família, e...

BACK TO THE OFFICE

B

RIO (agora, acertos) – Não tenho falado muito das corridas de clássicos ultimamente, pelo simples fato de que minha promissora carreira de piloto entrou num ciclo errático desde a mudança para o Rio, há dois anos. Mas a quem interessar possa, o Meianov voltou às pistas no último fim de semana para os primeiros testes com motor AP. O Luiz Finotti, Nenê, meu chefe de equipe e um dos melhores...

FOTO DO DIA

F

A cópia do Meianov que será pilotado por Sérgio Sette Câmara, da MP Motorsport, no Bahrein. A pré-temporada terminou hoje e o campeonato da F-2 (antiga GP2) começa daqui a duas semanas na mesma pista. Sette Câmara é o único brasileiro na categoria. Ainda estamos em tratativas com nossos advogados soviéticos para saber se vamos processar a equipe por plagiar a pintura do bravo Lada.

P22, E TEM NOVO CONCURSO

P

SÃO PAULO (valeu muito a pena) – Bem, macacada, ontem corremos pela última vez no ano, a primeira em Interlagos com a nova estrutura de boxes e paddock. Estava todo mundo na seca para correr. Os grids foram enormes na Old Stock, na F-Vee, na F-1.600, na Clássicos de Competição, na Sprint, na Força Livre, no Marcas e na Classic Cup — o maior de todos, com 46 inscritos. Teve também a...

LITTLE LONDON (2)

L

SÃO PAULO (acelerando sempre, kamarada) – Semana retrasada, sexta-feira, peguei um avião para Londrina. Era nosso décimo GP do Café, jamais poderia faltar — apesar da falta de grana, da temporada errática do Bon Voyage, das dificuldades todas. É preciso agradecer de público o Nenê Finotti, seu pai Luiz, o Marcônio e nossa equipe toda. A LF faz de tudo para que eu corra, mesmo sabendo...

LITTLE LONDON (1)

L

LONDRINA (será cedo…) – Já estamos no décimo GP do Café. Que coisa. Começamos com essa história de correr fora de São Paulo em 2007, e desde então todos os anos viemos para Londrina. Quanta coisa aconteceu na vida de cada um de nós nesse tempo… Não é demais? Já vim de DKW, o inesquecível #96, de Lada, o intrépido Meianov, e no ano passado o Bon Voyage #69 estreou aqui —...

VOYAGE, 35

V

SÃO PAULO (parabéns pra você) – Tive um verde em 1990. Belo carro. Desse, perdi a pista. Tenho um agora. De corrida, puro-sangue. Estamos nos conhecendo, ainda. Alguns bons resultados, algumas decepções, uma certa evolução recente. Falo do Voyage, que está completando 35 anos como informa o site da Volkswagen. Foi fabricado de 1981 a 1996 — vou desconsiderar o novo, que não tem nada a...

NÃO VEIO TEMPO…

N

SÃO PAULO (blergh) – P4 na categoria, P13 na geral entre 20 carros, depois de largar em P18. Longe, bem longe de impressionar. Fui bem na classificação, mas os carros da Turismo N ainda são mais de 2s mais rápidos, e assim não tem disputa. O pessoal de trás também está 2 ou 3s mais lento do que o Bon Voyage, e assim corri sozinho, sem tentar nada de especial porque não havia muita motivação...

E VEIO TEMPO…

E

SÃO PAULO (enfim) – É preciso treinar. Tudo que aconteceu de ruim com o Bon Voyage neste ano, exceção feita à vitória em Curitiba, foi culpa minha. Não fui treinar nunca, por um motivo ou outro, chegava a poucos minutos da classificação — teve um dia que nem classificação fiz, porque perdi a hora miseravelmente –, queria que tudo desse certo na corrida. Claro que não é assim que...

FOTO DO DIA

F

Assim acabou minha prova da Classic Cup sábado, depois de uma batalha bem divertida contra um Karmann-Ghia, um Fusca e outro Voyage. No fim, fiquei em quarto na minha categoria. Estou guiando muito mal, não sei bem o que está acontecendo. Mas não tive culpa nesse para-choque quebrado… O KG quis arrancá-lo! Coisa de corrida, culpa nenhuma dele, apenas um toque de leve.

QUEBROU…

Q

SÃO PAULO (quase lá) – Demorou um pouco, mas aí está o vídeo da terceira etapa do Paulista, no começo do mês. A corrida foi divertida por algumas voltas, fiz várias cagadas, o motor acabou quebrando. Na verdade, quebrou o filtro de óleo, comecei a sentir cheiro de queimado, saiu fumaça, parei.
Vejam em HD e com legendas!

FOTO DO DIA

F

Assim terminou minha corrida hoje em Interlagos. Sem uma roda. Larguei em último porque na classificação estourou o burrinho de freio e não consegui dar nenhuma volta cronometrada. Na corrida, na terceira volta comecei a sentir uma vibração estranha na roda dianteira esquerda e na volta seguinte, quando já tinha decidido recolher aos boxes, ela caiu. Dois prisioneiros quebrados. Não sabemos ainda...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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