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RIO (país estragado) – Conta o Jason Vôngoli, no Facebook: “O mais perfeito símbolo da desindustrialização do Brasil: o último veículo produzido em Xerém, pela Marcopolo, nas históricas instalações da Fábrica Nacional de Motores. A mesma FNM criada por Getúlio Vargas nos anos 40 para servir como modelo de industrialização ao país, transformando agricultores e padeiros em operários. Não faz muito tempo, essa unidade da Marcopolo era a maior fábrica de ônibus urbanos da América do Sul”.

Nem sei o que dizer. Ah, a Marcopolo não fechou, continua fazendo ônibus em outras fábricas.

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Que belezura esse ônibus da McLaren batizado de “Magic Bus”, visitado por Pato O’Ward, Oliver Askew e Fernando Alonso em Indianápolis… Alguém sabe mais sobre ele?

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RIO (a vida imita) – Se você assistiu a “Into the Wild” (no Brasil, “Na natureza selvagem”), a história do rapaz que se perdeu no Alasca e se refugiou num ônibus abandonado até morrer, vai se lembrar dele — do ônibus; e do rapaz, também. Pois as autoridades locais resolveram removê-lo de onde estava, porque muita gente se arriscava na região e acabava se dando mal, tendo de recorrer a resgates complicados e traumáticos. Uma mulher chegou a morrer no local ao tentar visitar o ônibus famoso. O aventureiro original deixou um diário do tempo em que passou refugiado no ônibus, que acabou virando livro (em 1996) e filme (em 2007).

As autoridades não revelaram ainda o que será feito do ônibus.

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RIO (zerado) – O Adriano Andreoli mandou as fotos e a mensagem: “Nestes tempos de confinamento, que limpamos até dentro de baús, reencontrei esse modelo da Matchbox. É um Airport Coach da Lufthansa da coleção Matchbox 1977, made in England!!! Está em ótima forma para um ônibus de 43 anos e você escolhe se é “Nas Asas”, “Bus Stop” ou “Miniaturas”, ou uma nova categoria 3 em 1″.

Escolhemos a segunda. Mas poderia ser qualquer uma delas!

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RIO (ói o trem) – O Allan da Cunha Luz mandou pelo Twitter. Trata-se do cruzamento entre as avenidas Cruzeiro do Sul e Ataliba Leonel em Santana, zona norte de São Paulo. A foto mais antiga é de 1957. A outra, de 2016. Acho incríveis essas comparações, e ver como algumas construções sobreviveram no tempo. O predinho da esquina perdeu algumas janelas, mas no geral é o mesmo. Já o trem atravessando a rua é imagem que parece de mentira. Mas tinha disso, sim. E o busão, bom… Precisa falar como eram lindos esses ônibus da CMTC com a pintura bege e vermelha?

A montagem foi publicada originalmente no “São Paulo Antiga” e tem várias informações interessantes lá!

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RIO (uma hora acaba) – Escreve o blogueiro Paulo Leite, que está no Canadá:

Flavio, encontrei num envelope perdido essa imagem maravilhosa provavelmente obtida por meu pai — mas há discordância na família. Na década de 40/50, o super bus operava a fabulosa linha Guarabira-Campina Grande, na Paraíba. Meu pai, Wilson Leite, na época era ávido fotógrafo amador. Inclusive tinha quarto escuro em casa onde revelava as fotos. Não reconheço nenhum ator na foto nem o nome da empresa nem o modelo do ônibus, mas quem sabe alguém pode ajudar na identificação, caso prefira publicar. Abraços do Paulo Leite, aquele que dirige uma Belina 2003 em Vancouver, Canadá.

Gosto muito dessas fotos de época, de como as pessoas posavam para a câmera, de como esses momentos eram tratados com solenidade, por mais simples que fossem. E não gosto muito de selfies.

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E esse bonitão aí foi enviado pelo Luis Felipe Ziriba. Fazia a linha Brasília-Goiânia-Anápolis. Os busólogos saberão dizer quem fazia a carroceria e qual a motorização. A empresa existe ainda?

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O Guilherme Costa tomou um susto na hora, mas depois descobriu que este ônibus de Christchurch, Nova Zelândia, pendurava os carrinhos de bebê na frente nos anos 50 para facilitar o transporte das mamães.

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RIO (maravilhoso) – O Fábio Amparo mandou o e-mail com a foto sexta-feira. Às explicações, pois:

Trabalho na Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo e hoje, sexta-feira, colocaram o lindo O321 HH — parte do acervo da fábrica, para tomar um ar em frente ao prédio principal. E a vontade de pedir a chave para um passeio, como fica?

Receio que pouca gente tenha notado na última sexta, Fabio, porque a cidade estava se preparando para coisa mais importante, não é mesmo? Mas o busão é lindo de morrer! Obrigado pela foto.

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cmetaroromocaRIO (eu não…) – Quem na imensa multidão que frequenta este blog teve a alegria de andar num Cometão com rodomoças nos anos 60? Salvo engano, apenas os ônibus leito que faziam longos trajetos ofereciam este luxo aos passageiros. Mas posso estar enganado. Aguardo testemunhos!

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Esse negócio foi feito pela Citroën e se chama U55 Cityrama, para passeios em Paris. O ano: 1959. A conclusão: o mundo era mais divertido. E a pergunta: será que sobrou algum? Contem tudo que descobrirem.

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RIO (ficou grande) – Já imaginaram se essa coisa linda tivesse sobrevivido? Britto, da Vila Mariana, mandou a foto. Nem preciso dizer que o DKW ali me encheu os olhos. Provavelmente 1961, talvez 1962 primeira série — pelo para-choque e pelo emblema no capô; mas de pintura rara, por não ser saia-e-blusa como era comum nesses dois anos.

Alguém sabe a marca desse ônibus? Ah, quem estranhar o canal 3 para a Tupi (todos se lembram dela como canal 4 em São Paulo, onde foi tirada a foto) saiba que, até 1960, era no 3 que se sintonizava a emissora. Mas quando surgiu a Cultura, canal 2, começou a haver uma interferência na sintonia, daí a mudança para o canal 4. No Rio era 6.

A foto é de Noel Edmar Samways, como ele mesmo informa nos comentários. E ele diz que é de 1959, e que o sujeito na foto é ele mesmo — tirou com uma espécie de controle remoto. Estranho apenas o para-choque do DKW, porque os “poleiros” foram introduzidos em 1961. Mas talvez sejam hastes não originais, também tinha isso na época. E se o autor da foto diz que foi em 1959, quem somos nós para duvidar?

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RIO (que coisa mais linda!) – Seis anos atrás, este blog postou uma foto de Adélia, a Princesinha do Agreste, um micro-ônibus da Universidade Estadual Santa Cruz — de Ilhéus, na Bahia. Álvaro Vinicius Coêlho tinha enviado, com um apelo: vamos ajudar a restaurar este patrimônio histórico e afetivo da UESC, não deixem que ela morra no tempo!

Pois bem. Acabo de receber, pelo Twitter, estas fotos enviadas pelo Elvis Barbosa. Vejam que demais! Dodge 1977, carroceria Caio, novinha em folha!

Parabéns aos responsáveis. Sejam quem forem, essas coisas me fazem ganhar um dia.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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