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FOTO DO DIA

F

A novidade em Barcelona a partir de amanhã: por determinação da FIA (está na cara que a Liberty pediu), números grandes e nomes dos pilotos identificados com as três primeiras letras em todos os carros. Finalmente essas barbatanas vão servir para algo, além de enfeiar os carros.

MORDAÇA

M

SÃO PAULO (soltem a língua) – Vettel xingou o diretor de prova. Depois pediu desculpas. A FIA decidiu não levá-lo ao tribunal. Mas avisou que quem xingar de novo pode ser duramente punido. Sebastian quase tomou uma corrida de gancho e, se reincidir, leva pena pesada.
Quanta babaquice.

MENOS RÁDIO

M

SÃO PAULO (olá) – A FIA está baixando o cacete nas regras para 2016, e as equipes têm cada vez menos tempo para entender tudo. A última é restringir as comunicações de rádio. Acho que a coisa está deslizando perigosamente para minúcias difíceis de controlar. Tem rádio? Libera tudo. Ou, então, proíbe o rádio de vez. É o que penso. Mas faz algum sentido, quando se proíbem instruções de...

O HALO

O

SÃO PAULO (daqui a pouco: o que é o GRANDE PREMIUM) – Bem, esse troço virou realidade. Pela primeira vez na história da humanidade um dispositivo para proteger a cabeça de um piloto num carro de F-1 foi testado. A aberração estética foi batizada de “Halo”, palavra que tem equivalência na idêntica “halo”, em português — e significa “auréola”...

OLHA…

O

SÃO PAULO (que saco, isso) – Dias e dias falando de motores alternativos, edital de concorrência lançado, estudos técnicos, empresas envolvidas e interessadas, propostas apresentadas e… não vai ter motor alternativo nenhum na F-1 em 2017.
O Grupo de Estratégia, formado por representantes das equipes, vetou.

ILMOR X AER

I

SÃO PAULO (apostem) – Vale registrar que duas empresas, a Ilmor e a AER, se candidataram na licitação da FIA para escolher um motor alternativo para a F-1. A nova configuração, se as intenções de Ecclestone e Todt forem adiante, estará nas melhores casas do ramo em 2017. A Ilmor todo mundo conhece. Pertence a Mario Illien, que está ajudando a Red Bull e faz os motores Chevrolet da Indy. A...

MOTOR NOVO NA ÁREA

M

SÃO PAULO (jogo pesado) – A FIA prometeu e cumpriu. Até o dia 23 de novembro (prazo exíguo, que dá a entender que algo já foi fechado com alguém), os candidatos a produzir motores ditos alternativos para a categoria terão de apresentar suas propostas. Uma única marca será escolhida. Esses motores estarão disponíveis para quem quiser a partir da temporada de 2017. [bannergoogle] Desta forma...

PARA 2017

P

SÃO PAULO (coisa feia) – A FIA tentou empurrar ao Grupo de Estratégia da F-1 um limite de orçamento para as equipes e um valor máximo para a venda de motores a equipes clientes. A Ferrari, que tem poder de veto para qualquer decisão nesse sentido, vetou. A entidade, então, decidiu não derrubar o veto legalmente — algo que seria possível, dada a antiguidade dessa cláusula na papelada...

ONE COMMENT

O

Proposta que a Mercedes teria feito à FIA para proteção da cabeça dos pilotos, em traço de Giorgio Piola. Confesso que ainda não sei o que pensar. Lincon Sousa mandou pelo Twitter.

BOLA PRETA

B

SÃO PAULO (quanto rigor…) – A FIA recebeu duas inscrições no processo de inscrição de novas equipes para a F-1, mas ambas foram recusadas. Tipo bola preta do Clube Harmonia. Não foram informados os nomes dos grupos que se aventuraram a cometer a extrema ousadia de querer disputar o Mundial. A entidade apenas diz que elas não atenderam aos requisitos necessários. Assim, apenas a Haas...

MUDANÇAS À VISTA

M

SÃO PAULO (vamos ver) – Volta do reabastecimento, escolha livre de dois compostos de pneus entre os quatro existentes para todas as corridas, pneus mais largos, aerodinâmica mais “agressiva” (que merda é isso?), motores mais barulhentos e potentes — mas ainda V6 híbridos, essas unidades de força —, carros 5s mais rápidos por volta do que hoje, possibilidade de equipes comprarem...

NO NEPAL

N

SÃO PAULO (sofrimento infinito) – Não há palavra para descrever a dor pela qual passa o Nepal. São quase quatro mil mortos já, depois dos terremotos do fim de semana. E lá, em Katmandu, estava uma delegação da FIA chefiada por Jean Todt para um congresso regional. Ninguém do grupo se feriu, apesar dos danos ao hotel onde acontecia o evento.

PRA LER (4)

P

SÃO PAULO (não muda nada) – O regulamento da F-1 em 2016 será igual ao de 2015. Mudanças radicais (se possível com o fim desses motores sem sentido), só para 2017. É o que foi decidido hoje em reunião em Genebra. Claro que pesou o investimento maluco que foi feito nas novas unidades motrizes. Seria uma loucura jogá-las no lixo depois de tão pouco tempo. Estrearam no ano passado, podem durar...

FUSO DE SEGURANÇA

F

SÃO PAULO (muito bem) – Bianchi bateu no ano passado em Suzuka, entre outras coisas, porque estava escuro. Um GP da Malásia também já foi encerrado por falta de luz natural associada a chuva. Por conta disso, a FOM e a FIA acordaram em antecipar em uma hora cinco GPs que acontecem do outro lado do mundo: Austrália, Malásia, China, Japão e Rússia. Eles não devem começar menos de quatro horas...

SACANAGEM

S

SÃO PAULO (tudo errado) – Uma brecha num regulamento mal escrito vai permitir que Ferrari, Renault e Mercedes desenvolvam seus motores (OK, unidades de força, saco) ao longo da temporada em alguns componentes, que representam 48% dos conjuntos formados pelos motores turbo V6 e seus dois auxiliares elétricos. A Mercedes ficou puta, mas vá lá. Terá as mesmas possibilidades. Só que a Honda...

NÚMEROS & DÚVIDAS

N

MACEIÓ (porque deu fome) – Felipe Nasr tinha escolhido o #40, agora mudou para #12. Não sei as razões, e só espero que ninguém comece a fazer referências ao #12 de Senna em seu primeiro título mundial. E espero que ele, principalmente, não venha com esse papo. Espero, realmente, que seja só coincidência. A lista de inscritos para o próximo Mundial que a FIA divulgou tem três times, dos 11...

DE MAIOR

D

SÃO PAULO (é o mínimo…) – A partir de 2016, para entrar num carro de F-1 o moleque tem de ter pelo menos 18 anos. E pelo menos duas temporadas completas em alguma categoria de fórmula no lombo. A decisão foi anunciada ontem pela FIA, que deve ter ficado assustada com a precocidade de Max Verstappen, 17, titular da Toro Rosso no ano que vem. Realmente, é o fim da picada um garoto que...

A CULPA É DA VÍTIMA

A

SÃO PAULO (sei) – Relatório da comissão da FIA que investigou o acidente de Bianchi em Suzuka concluiu que o culpado foi o piloto. Ele não teria tirado o pé como deveria, apesar das bandeiras amarelas. O relatório não contempla o fato de que estava escuro, fim de tarde, que os bandeirinhas se atrapalharam (tem um com bandeira verde no ponto em que o trator retirava o carro de Sutil), que um...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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