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FOTO DO DIA

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RIO (outro patamar) – Hoje faz 30 anos da última dobradinha brasileira na F-1 com a participação dos dois maiores pilotos da história do país, Ayrton Senna e Nelson Piquet. Foi no GP do Canadá em Montreal, no dia 10 de junho de 1990. Ayrton defendia a McLaren; Nelson, a Benetton. Mansell foi o terceiro colocado. A história da corrida, que teve Berger com grande atuação por conta de uma...

FOTO DO DIA

F

RIO (já vou falar da Williams, calma!) – O Carlos Tavares mandou — acho até que já saiu aqui. Mandei pro Nelson perguntando o que era pior, a bolsinha pendurada ou a calça boca-de-sino. Ele já visualizou e ainda não respondeu, mas provavelmente vai me xingar.

FOTO DO DIA

F

RIO (figura rara) – Todos os aplausos do mundo para Nelson Piquet, cuja primeira vitória na F-1, nos EUA em 1980, completou hoje 40 anos. Falarei mais dela no próximo GP às 10. Escreverei, também. Hoje, apesar do isolamento, o dia foi cheio. Essa corrida de Long Beach também foi marcada pelo último pódio de Emerson Fittipaldi na categoria, depois de largar em último. Fez uma prova...

OS GANHADORES

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RIO (faremos outras) – Um monte de gente mandou respostas nos comentários do post aí embaixo e assim que batemos nas 200 escolhi as duas que vão levar meus livros. Os dois ganhadores serão contatados por e-mail para eu pegar os endereços e tal. Muita gente teve a leitura — corretíssima — de que a foto da turma da Benetton no final de 1991, quando o time demitiu Moreno para...

ONE QUESTION

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O que é que vocês veem nessa foto? Se chegarmos a 200 respostas nos comentários, vou escolher duas delas para mandar de presente à autora/autor meus dois livros — um exemplar de “O Boto do Reno” (LetraDelta, 2005) e um de “Dois cigarros” (Gulliver, 2018). Portanto, caprichem nas respostas.

FOTO DO DIA

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RIO (lembranças…) – Foi numa sexta-feira, primeiro treino classificatório para o GP do Japão — naquela época, valiam os tempos de sexta e sábado para formar o grid. Mansell bateu forte na sequência de “S” de Suzuka e, por conta do acidente, foi vetado pelos médicos para a corrida. Com 12 pontos de vantagem na classificação, Nelson Piquet, seu companheiro de Williams...

CARS & GIRLS

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RIO (esses jovens…) – O Alexandre Neves, garimpeiro de fotos na internet, achou essa aí embaixo e ficou intrigadíssimo: Não consigo identificar a foto: parece um F-3, mas não da época do Nelson. O capacete é o dele, mas será ele mesmo? Boné da Arisco? Esse não patrocinava o Rubens? De todo modo: como os tempos mudaram… Bom, nem precisa ser tão velho assim para saber um pouquinho...

FOTO DO DIA

F

Estou guardando esta foto faz tempo, e ainda não tinha encontrado um gancho para publicar. Continuo sem o gancho, mas a foto é tão bacana que não vou guardar mais. Vocês aí: onde, quando? A foto é de Antonio Parramón, para a revista “Manchete”.

UM OUTRO NELSON

U

SÃO PAULO (aplausos) – Muita gente não tem ideia de quem é Nelson Piquet. Assistir a este vídeo enviado pelo Felipe Scavone ajuda bastante. É uma palestra, aparentemente de 2013, que ele deu a alunos adolescentes do Colégio Dom Pedro II, em Brasília. Aquele tipo de evento que ninguém fica sabendo que vai acontecer, sem mídia, simples, autêntico. Vale ouvir tudo, claro. Mas acho legal se...

PIQUET, 25

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SÃO PAULO (não, não é preguiça) – Hoje o acidente de Piquet em Indianápolis faz 25 anos. Aconteceu num 7 de maio, em 1992, e para quem não lembra, o relato está aqui. [bannergoogle]Pensei em escrever, claro, sobre o assunto. Mas como este blog já é um decano da internet, é óbvio que na passagem dos 20 anos da batida eu também escrevi. É possível que tenha feito o mesmo nos 15 anos, em 2007...

PIQUET, 35

P

SÃO PAULO (gênio da raça) – Hoje faz 35 anos do primeiro título de Piquet, conquistado em Las Vegas no dia 17 de outubro de 1981, um sábado. O “Na Garagem” de hoje lembra o feito de Nelson, que bateu Reutemann por um mísero ponto. Quem quiser ver a corrida inteira, graças ao YouTube é possível. Está aí embaixo. Foi uma das conquistas mais emocionantes ente as oito que pilotos...

DEU PIQUET

D

SÃO PAULO (ufa) – Acho que o resultado acaba sendo surpreendente, tamanha a popularidade de Senna. Mas ele tem rejeição, também. Por isso, dá para entender a preferência da blogaiada que votou por Piquet, como o melhor daquela famosa foto dos quatro gigantes no Estoril, em 1986. Foram computados 714 votos até a hora em que comecei a contar. A margem de erro da apuração é de 0,001% para cima...

VAI TER RESULTADO

V

SÃO PAULO (teremos surpresas?) – No embate dos quatro daquela foto, Mansell, Piquet, Senna e Prost, foram mais de 700 comentários e votos para se saber quem a blogaiada acha que foi o melhor. Aviso que ficarei uma meia hora fora do ar contando os votos. Daqui a pouco, o resultado.

FOTO DO DIA

F

Ela (a foto) faz 30 anos hoje. Tornou-se uma das mais famosas da história da F-1, embora nenhum carro apareça nela. Mas aparece uma geração genial. A história do retrato, de 21 de setembro de 1986 no Estoril, está aqui. Pra vocês, seco: qual dos quatro foi o melhor? Ao final, se chegarmos a 500 comentários, fazemos a conta e damos o resultado desta enquete informal.

ONE QUESTION

O

O que é que vocês estão esperando para comprar o livro do Américo, com suas histórias cobrindo de perto as carreiras de Emerson, Piquet e Senna? Tirem o escorpião do bolso, estimulem o bom jornalismo e a boa literatura, e comprem aqui. Ele autografa, inclusive. E se disserem que viram aqui, dá desconto, também. De R$ 0,17.

A MAIOR, 30

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SÃO PAULO (e melhor) – Foi num dia 10 de agosto, exatos 30 anos atrás. A maior ultrapassagem da história da F-1. Piquet sobre Senna, para vencer o primeiro GP da Hungria da história. É imagem conhecidíssima. De fato, linda. É possível, provável, que outras ultrapassagens tenham sido mais difíceis, bonitas, dramáticas. São milhões ao longo dos anos. Como saber? [bannergoogle]Mas essa aí é...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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