CategoriaDiários de viagem

MINHA LONDRES

M

SÃO PAULO (preciso voltar) – Vendo hoje as imagens do casamento de William e Kate, e acho o maior barato essas coisas, lembrei da última vez que estive em Londres, no dia dos atentados de julho de 2005. Aí escrevi umas bobagens. Errei até o número de soldadinhos de chumbo. Fui descobrir quando os tirei da caixa de sapatos. Se interessar a alguém, aí vai… London, London As lembranças...

DIÁRIOS, JAPÃO

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SÃO PAULO (muita saudade deles) – Ôps, tem de publicar diário antigo em semana de corrida, senão a Alessandra Alves manda a chibata. Minha editora atende pelo [email protected] e garante que quando esses textos são republicados, consegue vender 200 livros em meia hora. É só pedir pelo e-mail. E esse texto aqui me traz muitas lembranças. Foi escrito em 1997. Putz, parece que foi noutra...

DIÁRIOS, ITÁLIA

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SÃO PAULO (será mesmo?) – “Vamos, publique seus textos antigos, ajuda a vender livros!”, ordena minha editora Alessandra Alves. “Mas como as pessoas vão comprar, ninguém acha em lugar nenhum”, respondo eu, e ela ordena de novo: “Publique meu e-mail para os pedidos”. O e-mail é [email protected] . Ela não tem 77 anos, é que é corintiana, e parece que em...

DIÁRIOS, BÉLGICA

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SÃO PAULO (não muda nunca) – Putz, achei um texto de 1997. Que poderia ter sido escrito hoje, pelo jeito. Spa é sempre uma grande interrogação climática. Está aí embaixo, sob ordens de minha editora Alessandra Alves, que não se cansa de repetir: “Coloque seus diários no ar nas semanas de corrida, ajuda a vender seus livros!”. O e-mail dela, para comprar os livros, é...

DIÁRIOS, HUNGRIA

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SÃO PAULO (comprem, comprem!) – Ah, chega de dar o e-mail da Alessandra Alves. É a última vez, até a próxima corrida: [email protected] para comprar meu livro, que tem essas crônicas de viagens escritas séculos atrás. Como é semana do GP da Hungria, lá vai um textinho de 2004. Gosto desse, apesar de não gostar de quase nada que escrevo quando releio. MOLEQUES ORELHUDOS Eu gosto de...

DIÁRIOS, ALEMANHA

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GUARUJÁ (fechando o botequim por hoje) – A mando de minha editora Alessandra Alves, em todas as semanas de corrida eu devo publicar algum texto antigo que está no meu livro. O meu livro é ela que vende, por e-mail, [email protected] Alessandra Alves, minha editora, acredita que estes textos estimulam as pessoas a comprarem meu livro. Eu já acho que ninguém mais lê textos desse tamanho...

7 DO 7 DE 2005

7

SÃO PAULO (é…) – Putz, cinco anos, já. Só descobri isso ao ler o blog do Fábio Seixas, que está fazendo a viagem mais louca que qualquer ser humano já realizou. Cinco anos do atentado de Londres. Estávamos lá. Foi o último “Diário de Viagem” que escrevi. Bom, se interessar a alguém, e como foi às vésperas de um GP da Inglaterra, lá vai a bobagem que escrevi. Essa não está...

DIÁRIOS, CANADÁ

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SÃO PAULO (de volta) – Buenas, macacada. Não, não esqueci. Domingo tem GP do Canadá. Então, textinho antigo dos meus Diários de Viagem, 2003, creio. Saindo de Montreal para ir a Indianápolis, uma escapada pelas estradas do meio-oeste americano, uma pequena descoberta. Este texto está em “O Boto do Reno”, meu único livro publicado, que minha editora Alessandra Alves negocia com...

DIÁRIOS, MÔNACO

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SÃO PAULO (antes que me esqueça) – Baita coincidência. Estava catando algum texto da linhagem “Diários de Viagem” com referências a Mônaco e lembrei que o que dá o nome ao meu livro foi escrito por aquelas bandas, nos idos do Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2004. Bom, está aí embaixo. O livro, esse vocês ainda podem comprar com minha editora Alessandra Alves direto...

DIÁRIOS, IMOLA

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SÃO PAULO (é pena) – Não tem mais GP de San Marino. Talvez, por esses dias, em vez de reproduzir algum antigo Diário de Viagem falando de Barcelona, eu devesse recuperar um ou outro texto sobre Imola. “Mais Senna?”, vai perguntar alguém. Não. Até tem, todo ano a gente escrevia sobre Senna, mas eu prefiro outros escritos. Que nem fizeram parte do meu livro, foram rabiscadas...

DIÁRIOS, COMO COMPRAR

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SÃO PAULO (comprem, comprem!) – Nessas de republicar meus Diários de Viagem, notei nos comentários que muita gente quer comprar o livro que reúne os melhores textos, “O Boto do Reno”, e não está achando de jeito nenhum. Nem nas livrarias, nem na internet. Bem, então vai a dica: escrevam direto para a minha editora, Alessandra Alves. O e-mail dela é [email protected] Vejam...

DIÁRIOS, MALÁSIA

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SÃO PAULO (zerando) – Este texto é de 2003. E, com ele, estão republicados quatro Diários de Viagem relativos aos GPs já disputados neste ano: Bahrein, Austrália, Malásia e China. Nas próximas corridas, se me lembrar, vou pingando os demais. E vamos em frente que atrás vem gente. MY MALA E MY PAPER ZUPT! Estou sem minha mala. Essas coisas acontecem em viagens. Uma vez, na primeira corrida...

DIÁRIOS, AUSTRÁLIA

D

SÃO PAULO (hoje, intermitente) – Vamos lá, a tchurma gosta de uns textos enormes, então vamos zerar o calendário. Já publiquei meus Diários de Viagem da China e do Bahrein, agora vai o texto escrito em março de 2004, quando da abertura do Mundial daquela temporada, em Melbourne. Texto revisado segundo as novas normas ortográficas. Argh. Se estiver enchendo o saco, avisem que eu paro. NÃO...

DIÁRIOS, BAHREIN

D

SÃO PAULO (a pedidos) – Parece que o pessoal “gostaram” do texto logo aí embaixo sobre a China, quando eu ainda escrevia meus despretensiosos Diários de Viagem. Então vá lá. Vou pingar hoje o do Bahrein de 2004 e, no começo da semana, algum da Malásia e outro da Austrália, para empatar com o calendário 2010. Aí, nas semanas das próximas corridas, vou resgatando os respectivos...

DIÁRIOS, CHINA

D

SÃO PAULO (só a Iros salva) – Não sei se o pessoal terá algum interesse, mas vá lá… O blogueiro Rodrigo Aquino sugeriu que nos finais de semana de corrida eu republicasse aqui no blog os meus antigos textos dos “Diários de Viagem”, que escrevia anos atrás e acabaram dando origem ao livro “O Boto do Reno”. Esta é a semana do GP da China, pois que seja. Abaixo, o...

TAMBÉM QUERO!

T

SÃO PAULO (quase um sonho) – Foi o blogueiro Luis Mendes que avisou, e é pena que não dá mais tempo… Um rali de antigos na Hungria que vai percorrer antigos países comunistas numa aventura de 6 mil km. O barato é o local que escolheram para a foto. Estive aí, um dia.

AVENTURAS EM 4 ARGOLAS

A

ZWICKAU (próxima parada…) – Meninos e meninas, eu vi. Vi todas as fábricas da Auto Union, vi onde nasceu a Audi, onde eram feitos os Wanderer e os Horch, vi a maior fábrica de motos do mundo, em Zschopau, de onde saiu a minha 72 anos atrás, vi a casa de August Horch, o museu que conta a história do automóvel em Zwickau, vi a Sachsenring, com o enorme S do capô dos Trabant na fachada...

COPACABANA

C

RIO DE JANEIRO (vou pra Porto Alegre, tchau) – Saí pela transversal e peguei a Nossa Senhora de Copacabana à direita. Pelo clima, nem parecia o Rio: 22 graus, sol tímido de outono, brisa fresca, céu azul daqueles de doer os olhos. Tudo como há 35 anos, as calçadas estreitas, gente indo e vindo desordenadamente, lojas coladas umas às outras, botecos nas esquinas, um comércio que já não se vê em...

Vou sentir saudades

V

SÃO PAULO (voltei, e de BRA!) – Acabo de chegar de Brasília, pequena trip sobre a qual falo daqui a pouco. Abro o Grande Prêmio e está lá a notícia: Suzuka será substituída por Fuji em 2007. Como não conheço a pista de Fuji, tenho pouco a falar dela. Mas Suzuka conheço muito bem. Circuito e cidade. Mais do que isso: a vida de Suzuka, onde estive oito vezes, todas elas abrigado na casa de...

Falando em deserto…

F

SÃO PAULO (saudades de Beirute) – Falando em Bahrein, eu só fui à primeira corrida lá, em 2004. Neste Diário de Viagem está o relato daquelas desventuras. Para a macacada nova, que está me conhecendo agora pelo blog, Diários de Viagem são colunas esparsas que fiz ao longo dos anos contando minhas andanças por este asteróide que todos chamam de Terra. Esses textos deram origem ao meu livro...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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