Taglançamentos 2020

VF-20

V

Haas de volta às cores originais: precisa melhorar bem RIO (sem sustos) – Ano passado a Haas arrumou um patrocinador master, a tal de Rich Energy, que revelou-se uma picaretagem internacional do ramo de energéticos. Deixou o preto e dourado para trás e voltou às suas cores originais com o VF-20 (de “very first”), também mostrado oficialmente hoje em Barcelona. A temporada de...

C39

C

A nova Alfa: com ela, Kimi deve se tornar o piloto com mais GPs disputados RIO (gostamos) – Está aí a Alfa Romeo para 2020. O carro foi apresentado hoje de manhã em Barcelona, pouco antes do início da pré-temporada. Nome de batismo: C39. Segue a denominação inaugurada pela Sauber anos atrás. Peter Sauber batizava todos seus carros como C-alguma-coisa para homenagear a mulher, Christine...

RP20

R

O último Racing Point: meninos vestirão rosa RIO (tarefa dura) – A Racing Point quer ser a melhor das outras, subir de sétimo para quarto no Mundial e se consolidar como líder do pelotão intermediário neste ano. Não será fácil. Com McLaren, Renault e AlphaTauri tendo terminado à frente em 2019, o time que mais mudou de nome em todos os tempos precisará superar estruturas mais sólidas e/ou...

FW43

F

FW43: pior que no ano passado, impossível RIO (e não sei não…) – Prestem atenção nestas duas sequências de números e digam o que elas representam para vocês: 3 – 3 – 5 – 5 – 10 – 10 320 – 257 – 138 – 83 – 7 – 1 Não é muito difícil assim desvendar o enigma proposto. Trata-se do desempenho da Williams desde 2014, quando assinou...

AT01

A

AT01: primeiro carro da AlphaTauri, novo nome da Toro Rosso RIO (olha…) – A gente nunca gosta quando uma equipe fecha, mas não é o caso da Toro Rosso. Ela continua existindo, pertence aos mesmos donos, está no mesmo lugar, só mudou de nome. AlphaTauri, para quem chegou ontem de Vênus, é marca de roupas da Red Bull. A grife foi lançada em 2016 e agora batiza o time da Faenza —...

W11

W

W11 é o novo carro da Mercedes: invicto desde 2014 RIO (dia cheio) – A Mercedes apresentou de manhã seu W11 (W de Wagen, carro) e já o mandou para a pista fazer o shakedown em Silverstone. É um carro que inicia sua vida com a pesada — mas talvez não tão complicada — missão de entrar para a história da categoria. Com ele Hamilton deve se tornar o maior vencedor de todos os tempos...

MCL35

M

MCL35: o último McLaren com motor Renault RIO (laranja madura) – Só de olhar assim, sem grandes preocupações com falsa erudição técnica, o carro da McLaren apresentado hoje me parece o mais bonito do lote que veio à luz até agora. MCL35 é o nome dele e é o último modelo a usar motor Renault. Mais bonito pelas cores, pelo bico delgado e elegante, e é isso aí. Gostei e pronto. Meta para 2020...

R.S.20

R

Uma das imagens do carro: lançamento ridículo RIO (só pode ser zoeira) – Na boa, ninguém agenda um lançamento de carro para Paris, na Champs-Élysées, chama a imprensa e faz uma apresentação sem carro achando que ficará imune a críticas. Foi o que a Renault fez hoje. Mostrou apenas alguns recortes renderizados, também conhecidas como “imagens de computador“, sem uma foto sequer...

RB16

R

RB16: apresentação discreta e sem pintura especial RIO (aaaahhhhh…) – Poxa, por que nem uma pinturinha especial de testes, dona Red Bull? Bom, vamos lá. O RB16 é o segundo carro oficialmente apresentado para 2020 e já foi para a pista em Silverstone fazer o shakedown regulamentar. Rigorosamente nenhuma novidade na pintura, que para mim sempre foi um enorme desafio em se tratando da...

SF1000

S

A SF1000 por todos os ângulos: elegante, como sempre RIO (vermelho sempre) – Começou a temporada de lançamentos da F-1, com a Ferrari apresentando hoje seu modelo 2020 num espetáculo feérico em um teatro em Reggio Emilia. Teve dança, malabarista e orquestra. Pode ser uma retomada das grandes festas de apresentação de carros novos, que nos anos 90 eram quase um campeonato à parte —...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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