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O último Racing Point: meninos vestirão rosa

RIO (tarefa dura) – A Racing Point quer ser a melhor das outras, subir de sétimo para quarto no Mundial e se consolidar como líder do pelotão intermediário neste ano.

Não será fácil. Com McLaren, Renault e AlphaTauri tendo terminado à frente em 2019, o time que mais mudou de nome em todos os tempos precisará superar estruturas mais sólidas e/ou endinheiradas para dar tal salto — gigantesco, considerando o estado de coisas na F-1.

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É a última temporada com a horrível denominação de Racing Point, que sucedeu a Force India, que por sua vez nasceu de uma costela da Spyker, que tinha comprado uma certa MF1, antes conhecida como Midland, que surgiu depois da venda da Jordan. Em 2021, a alcunha que tem ar de nome provisório será substituída por Aston Martin, já que o pai de Lance Stroll, um de seus pilotos, assumiu o controle acionário de uma boa fatia da montadora inglesa.

O time rosa tem em Pérez um piloto acima da média e em Stroll, um abaixo. Conseguir se manter à frente de Alfa Romeo, Haas e Williams é o único resultado aceitável do ponto de vista técnico e esportivo, mas não se deve descartar uma disputa com a ex-Toro Rosso por um degrauzinho acima. Mais do que isso, difícil.

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