CategoriaCaminhões

BOM SERIA

B

RIO (e esperemos) – Muita gente me mandou, e para estancar o fluxo de e-mails (o último foi enviado pelo Diego Ximenes, a quem agradeço em nome de todos), vou publicar para cumprir tabela. Corre a notícia de que dois irmãos, empresários, obtiveram os direitos sobre o uso da marca FNM e que pretendem construir caminhões retrô, por assim dizer. Mas elétricos, com componentes importados dos...

RELÍQUIA

R

RIO (de volta, sem troféu) – O vídeo que o Felipe Scavone mandou é muito interessante. Uma reportagem sobre a primeira corrida de caminhões do Brasil, realizada em 1987 em Cascavel com enorme público. E uma morte. Me surpreendi ao ver, entre os entrevistados, meu amigo Francisco Santos. Não sabia que ele estava por trás da criação daquilo que, depois, virou Fórmula Truck — e, hoje, é...

BACK TO LIFE

B

SÃO PAULO (palmas) – Olhem que legal isso… A Penske restaurou o caminhão que a equipe usava quando venceu pela primeira vez as 500 Milhas de Indianápolis, em 1972 — foram 16 no total. O piloto, na ocasião, era Mark Donohue, a bordo do #66 Sunoco McLaren Offy — americano adora colocar os patrocinadores no nome do carro. O caminhão era um Fleetstar azul conhecido como...

APAIXONEI

A

SÃO PAULO (Gurgel, Gurgel…) – Putz, não lembro quem mandou a dica, aí nos comentários. Mas assim que abri a página indicada, fui atrás de mais informações. E encontrei mais um ótimo texto no “Top Gear”. Estamos falando do pequeno OX. Não sei bem como defini-lo. Um caminhão? Uma picape? Um mini-caminhão? Uma super-picape? Fiquemos com caminhãozinho. [bannergoogle]Esse troço...

DICA DO DIA

D

Certeza que publiquei isso anos atrás, mas como não achei, vamos repetir, uai! O Oscar Moraes sugere este passeio por um galpão cheio de caminhões de bombeiros desativados na França. Não sei direito onde é, nem se esse lugar ainda existe. Se sim, deveria virar um museu imediatamente.

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (ah, a estrada…) – O Ivan Bento mandou. Trata-se do anúncio de lançamento de um livro do ano passado. Sem problemas. Importante é conhecer o livro. Os autores são os fotógrafos Ita Kirsch e Simone Blauth, que em 2014 percorreram 21 mil km em caminhões pelo Brasil. No link acima vocês podem ver parte desse trabalho. Selecionei a foto abaixo porque nunca imaginei ver isso no...

DESAFIO DO DIA

D

SÃO PAULO (vai ser tranquilo) – Recebo simpaticíssimo e-mail da Iara Novelli, que reproduzo para que vocês desvendem o mistério: Olá Flavio Gomes, meu nome é Iara. Meu marido acompanha muito suas reportagens e postagens, e acabou me influenciando também e tenho gostado do quê e como escreve. Ele é um fã e sempre fala de você. Bom, eu não entendo nada de carro e outro dia achei uma foto...

LEGIÃO URBANA

L

SÃO PAULO (coisa mais linda) – Quando você vê um caminhão Puma na rua, faz o quê? Para e fotografa. Depois, vai falar com o dono. Ano 1993 (talvez a última série), tirou zero. Lá do Sul, pela placa. Roberto, o dono, conta que é tudo original — chassi VW, alguns componentes mecânicos (como suspensões) Ford, motor MWM de 4 cilindros a diesel, como na época. Não conheço em detalhes, mas...

DUAS EM UMA

D

SÃO PAULO (coisa estranha…) – A Truck abriu a temporada hoje em Caruaru com uma novidade no regulamento. Uma corrida vale duas. É meio esquisito, mas é assim: a primeira parte da prova tem resultado independente, mas a corrida não acaba, os brutos seguem na pista e uma nova corrida começa, e a segunda parte da prova tem outro resultado independente. Seria mais fácil, talvez, fazer...

LÁ VEM…

L

SÃO PAULO (sigamos) – Correndo o risco de em 3… 2… 1… alguém chegar aqui e dizer “é montagem”, “é feito em computador”, “sério que você acreditou nisso?”, aí vai um vídeo impressionante que o Rossini Miranda mandou pelo Twitter. Eu pelo menos me impressionei.

COMO ASSIM?

C

SÃO PAULO (gente…) – A prova de arrancada de caminhão na praia que matou o piloto Edson Beber no último domingo tinha “supervisão” da Federação de Automobilismo de Santa Catarina, a Fauesc. Essa federação é filiada à CBA. O presidente da entidade, Almir Petris, é quem usa o termo “supervisão”. Mas, nesta entrevista aqui, diz que o regulamento e a organização...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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