Arquivoagosto 2020

N’ARDENNES (3)

N

RIO (sol com nuvens, 16° — lá, claro) – Wakanda forever again. Cinco vitórias em sete corridas neste ano, quarta em Spa, 89ª na carreira e contando. Lewis Hamilton não teve nenhuma dificuldade para vencer o GP da Bélgica, assim como a Mercedes não sofreu um minuto sequer para fazer a 50ª dobradinha desde sua volta à F-1, em 2010. Valtteri Bottas, apagadíssimo, foi o segundo colocado...

N’ARDENNES (2)

N

RIO (Rest In Power) – A pole de Hamilton agora há pouco em Spa foi, novamente, cheia de significados. O inglês dedicou o resultado a Chadwick Boseman, ator que morreu ontem aos 43 anos de câncer no cólon. Boseman foi o protagonista de “Pantera Negra”, um super-herói preto num mundo em que super-heróis, no cinema, são invariavelmente brancos. Wakanda forever. E que pole…...

N’ARDENNES (1)

N

RIO (em chamas) – Será que a Ferrari não poderia poupar seus torcedores desses tuítes não? Gente do céu, 15º e 17º hoje na abertura dos treinos para o GP da Bélgica em Spa. Brigando com Williams e tomando pau da Alfa Romeo. Espero que meu amigo Gola Profonda se manifeste até o final do dia. As coisas não andam muito boas pelos lados de Maranello, não. Até a transmissão oficial da F-1 deu...

SEM GLOBO

S

RIO (buemba, buemba!) – Ao que parece, agora não tem volta. A Globo não vai renovar seu contrato com o Liberty Media Group e deixará de transmitir a F-1 no ano que vem. A categoria tem suas provas mostradas pela emissora, ininterruptamente, desde 1981. Ainda estou digerindo a informação e apurando algumas coisas. São muitas as especulações sobre o destino da F-1 no Brasil. Elas passam...

N’ÁSIA

N

RIO (e tá bom) – A F-1 anunciou mais quatro etapas para a temporada 2020 e devem ser as últimas, fechando um calendário com 17 etapas — 13 na Europa e quatro na Ásia. A Turquia volta ao Mundial depois de nove anos — foram sete edições, entre 2005 e 2011. Bahrein, com duas corridas, e Abu Dhabi encerram o campeonato. (Antes que algum “geo-corretor” apareça por aqui...

WILLIAMS NUNCA MAIS

W

RIO (abaixo de zero) – Por € 152 milhões, a Williams foi vendida para um fundo de investimento americano chamado Dorilton Capital. Estima-se que depois de quitadas as dívidas, a família ficará com € 112 milhões, as gavetas serão esvaziadas e a história do time como a conhecemos, iniciada em 1977, chega ao final. Virão novos CEOs, diretores, executivos. A saga de Frank Williams sobreviverá...

BUS STOP

B

Que belezura esse ônibus da McLaren batizado de “Magic Bus”, visitado por Pato O’Ward, Oliver Askew e Fernando Alonso em Indianápolis… Alguém sabe mais sobre ele?

BOA IDEIA

B

RIO (usem, usem!) – O Clebio Jr. me mandou pelo Twitter. Ele desenhou e encomendou as máscaras. Gostei! Se alguém se interessar, é só procurá-lo por lá. Qual vocês curtiram mais?

SOBRE ONTEM DE MANHÃ

S

RIO (haja estante) – Já que o recorde do dia foi o de pódios, que seja do pódio a foto mais marcante do GP da Espanha. São 156 troféus para Lewis Hamilton em 256 GPs disputados, uma incrível taxa de 61% de presenças entre os três primeiros colocados. Mas separei outros números impressionantes do inglês, considerando a ampliação do recorde de 39 corridas seguidas nos pontos. Desde que chegou...

N’ESPANHA (3)

N

RIO (só tempo) – E caiu o primeiro recorde absoluto do ano. Lewis Hamilton venceu o GP da Espanha e chegou ao pódio pela 156ª vez na carreira, superando os 155 troféus de Michael Schumacher. Uma usina de destroçar recordes, este rapaz. E é por isso que já começo com os números, com medo de esquecer algum. Vamos lá: 88 vitórias (com mais três iguala o alemão), quatro neste ano, quarta...

N’ESPANHA (2)

N

RIO (não falta mais nada…) – Hamilton fez agora há pouco a 92ª pole da sua carreira. E pela 150ª vez larga na primeira fila de um GP. E pela 200ª vez um motor Mercedes — motor, gente, não equipe — parte da primeira posição do grid. Como Hamilton nunca guiou um carro com outro motor na vida, conclui-se rapidamente que quase metade das poles mercêdicas na categoria vieram...

LUSA, 100

L

Gosto de te ver em silêncio, quando passo pela Marginal à noite. Indo ou vindo. Gosto da placidez das tuas torres apagadas, das arquibancadas escuras, do vento balançando de leve as copas das árvores em teu redor. Gosto de te ver do alto, do avião, quando ele faz a curva pelo norte. O retângulo verde, o anel de concreto que parece inacabado, as traves adormecidas, as redes recolhidas, o campo de...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

agosto 2020
D S T Q Q S S
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031