ANARFAS

SÃO PAULO (custa?) – Recebo e-mail indignado do Jason Vôngoli sobre o primeiro fascículo da coleção “Carros Inesquecíveis do Brasil”, da editora Altaya. “A iniciativa de fazer os modelos verdeamarelos é ótima, mas os caras poderiam ter um pouquinho mais de cuidado com o texto, né?”, diz o Jason.
De fato, o texto que acompanha a foto do DKW é um primor de desinformação e preguiça para pesquisar. “Posteriormente, também ficou conhecido como Vemaguet, provavelmente por ser produzido pela empresa Vemag”, diz o verbete ao lado de um Belcar 67.
Conhecido como Vemaguet? Puta merda. Vemaguet era o nome da perua, a partir de 1961. O Belcar nunca foi “conhecido como Vemaguet”. De onde tiraram isso? E tem mais. Provavelmente fabricado pela Vemag? Como assim? Os caras escrevem sobre um carro e especulam sobre o nome do fabricante?
Aí falam das portas, que “abriam-se no sentido contrário”. Na foto está desmentida a afirmação. Os DKWs com portas suicidas foram feitos até a primeira série de 1964. Nos quatro últimos anos de produção, as portas abriam-se no sentido mais convencional. Fora as bobagens sobre escape barulhento e fumaça.
Confundir um Belcar com uma Vemaguet, ou classificar como “Vemaguet” todos os carros feitos pela Vemag, é de uma ignorância inaceitável para qualquer um que se meta a escrever sobre automóveis. Pior é que a coisa mais fácil do mundo é encontrar informações precisas sobre a Vemag e os DKWs na internet. Basta saber onde procurar, checar os dados, cruzar os dados básicos.
Esses fascículos acompanham as miniaturas nacionais que pretendo colecionar. Mas dispenso os fascículos. Imagino a quantidade de sandices sobre os outros modelos. Dá até arrepio.
NÃO ACREDITO!!!
Minha preferência é justamente pelas “PERUAS” !..
Fico no risco de assinar a coleção e não receber o que queria?
Na minha lista de preferência estão:
1-Vemaguete
2-Belina II
3-Caravan
4-Panorama
5-Parati
6-Variant
Alguém pode me dizer quais das peruas acima serão REALMENTE “Peruas” como está na listagem?
Obrigada.
Amigos
Essa coleção só saiu por enquanto na cidades pequenas do interior de SP, eu já tenho os 3 modelos que foram lançados Opala, Fusca e Puma GTE . Se fuçarem na internet, encontrarão á venda no Mercado Livre
Pessoal, prestem atenção ao comprar se a miniatura está completa.
Adquiri o Fusca esse fim de semana e ao abrir vi que estava faltando um Pneu!
Mandei um e-mail para a Editora Planeta DeAgostini para ver o que pode ser feito.
Mas fica aí o aviso!
Em Santos também não acho esta coleção. O meu interesse na verdade é pelas minis, mas as informações deveriam fiéis a realidade. Acho que cabe denúncia ao Procon.
Alguém saberia informar aonde encontrar essas miniaturas,sendo que na capital
paulista nenhum jornaleiro ouviu falar dessa coleção e também na home page d`agostini,
representante Altya,não consta essa coleção ainda,somente no Mercado Livre que alguns
que conseguiram começaram a vender o Opala SS.
Telsi,
Você se referiu aos editores do anuário da revista carro, não? Ficou solta, sua informação.
Não consegui checar, mas, certamente Bob Sharp e Fábio Streimbuch, não são os editores da “Carros Inesquecíveis do Brasil”. Nem de longe escreveriam algo assim.
Sávio,
Interessante sua informação. Não sabia que também era corrente chamar o Belcar de Vemaguet.
Pois, sim. O nome popular sempre tem muita força. O caso do Fusca não deixa dúvidas. Mas, na edição citada pelo Flávio, acho que, por obrigação, teriam que apresentar as informações corretas [oficiais] em primeiro lugar. O texto é inconsistente, mais atrapalha que ajuda.
Flavio Gomes,
Sugestão: Não caberia dar uma “chamada” na editora Altaya? Afinal de contas você é uma autoridade no assunto DKW. Tenho convicção que teria efeito.
Abraços
Oi Flávio
Parabéns pelo blog. Muito bom!
Aproveito para esclarecer que os autores da obra Carros Inesquecíveis do Brasil são Fábio Steinbruch e Bob Sharp, com revisão editorial do Raul Machado Carvalho.
A obra foi lançada ontem, completa, no Brasil. Vários sites já falam do tema. O teste virou coleção nacional e já está nas bancas.
Abração,
Karla
Essas edições devem ser apenas uma forma encontrada pelas editoras de venderem outros produtos pagando menos imposto.
Comecei a coleção da Ferrari que está em sua 2ª edição pela Panini. A miniatura é muito bem feita, o fascículo não é lá estas coisas mas não fala bobagens e ainda tem pôster. Mas o preço é de quase 50 paus, cada!
mas o texto não está errado não
aqui em minas o belcar também é chamado de vemaguet. principalmente meu pai. o que me dá nos nervos. os únicos da minha família q chamam esse modelo da foto de Belcar é meu avô e Eu.
Meu tem o “GOOGLE” para o que?
Altaya pesquise neste site aqui:
http://www.dkwvemag.net/site/
Você não viu nada Flavio..Não são só esses caras que cometem esses absurdos…Já leu aquela revista que saiu sobre carros clássicos, da 4 RODAS???? Lamentável…Para eles, o Charger R/T significa “rapid transit”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Flávio, a reporterzinha especializada em culinária ataca novamente!
O besteirol que se publica a respeito de carros antigos no Brasil é monumental! Ninguém merece!
O texto tem alguns erros, mas vc igualmente interpretou erroneamente alguns pontos FG, e tirou outros do contexto para criticar, achei um pouco exagerada sua reação, até por que acho
que a publicação não foi feita para “entendidos”, esses não precisam desse tipo de informação
Informação é informação. Ou é certa, ou é errada. Não interessa para quem é feita a publicação. Tem de informar direito.
corretíssimo, flavio, informação tem que ser repassasa dirieto e não meia boca como essa dupla fez, aliás pelos comentários não são uma dupla e sim uma parelha.
Nesse caso, quadruplica (de R$9,90 para R$39,90)
O que me deixa mais curioso é saber qual a participação de Bob Sharp e Fabio Steinbruch, que estão como responsáveis pelo texto no expediente do volume um…
Ah, sim, tem a foto na página 4 onde um Fusca Zé do Caixão é identificado como sendo um Renault Gordini III de 1967…
Como já disseram, guardam-se as miniaturas reciclam-se os fascículos!
“… Por favor, alguem sabe me dizer se será vendida em SP essa coleç-ao ? …”
Provavelmente vão dizer que o Chevy Opala tem esse nome porque em um dos primeiros test-drive quase atropelaram um chinês que, vendo que iria ser atropelado, gritava desesperadamente: “ÔÔÔ, PÁLA!!!”
A Editora Altaya não é “confiável” … eu comprei duas ou três coleções – jazz, blues e outra de video … só se salvam os “anexos”, porque os fascículos foram todos para o lixo …
O autor (do texto do fascículo) sequer leu a Wikipédia.
Erros q não podem ser cometidos.
Flávio, Não sei se vc viu, mas passou ontem o Speed Channel as Mil Milhas Historicas. Carros com mais de 30 anos. Excelente programa, vale conferir.
Estes fascículos são editados por designers, e não por escritores. O elemento bola uma página bonita e bem diagramada, quando avisa o redator que sobrou espaço em tal coluna, então lá vai o estagiário da turma encher a lingüiça com qualquer coisa, literalmente.
Essa editora é espanhola. Eles pensam que só por causa que tem gente no Brasil que usa a Telefonica e assinao Speedy, os brasileiros vão aceitar qualquer “mercadoria” nas bancas também…
Pessoal
Vejam quem são os redatores: Bob Sharp e Fabio Streimbuch. Alias essa coleção parece ser baseada na coleção real do Fabio.
Telsi
b ob sharp, sempre ele
Publicações impressas geralmente falham muito, aquele anuário de todos os carros do mundo da revista Carro, é um erro atrás do outro.
Aqui em Campinas-SP não consigo sequer achar os fasciulos para poder comentar…
Essa falta de comprometimento com a qualidade do material publicado denuncia que a editora não contratou um jornalista (com o mínimo de conhecimento sobre o assunto) para escrever os textos dos fascículos. E enquanto isso, um jornalista que já trabalhou no setor automotivo e que sempre pesquisou informações para não escrever bobagens permanece sem trabalho. Vai entender.
Não seria preciso um jornalista pois tem montes que falam horrores,o que é preciso é ter uma pessoa que entenda de cada assunto que se queira publicar e um outro que entenda ainda mais para revisar antes da publicação.Mas como o negócio para muita gente(como é o caso desta editora) é simplesmente faturar e como terão desavisados para comprar,tudo vale.Eis o Brasil.
O texto pode ter erros de informação, mas você interpretou muito mal a parte do “provavelmente,,,”.
Flávio, o simpático rabugento, Pode me xingar agora.
Para os ignorantes “Pensar cansa”.
Daqui a pouco vão dizer que Aristocrata e Senador eram nomes de carros nacionais e que têm miniaturas disponíveis. \o/ lol total
Que burros, dá zero pra eles…rs.
Afinal, já está a venda, a coleção?
conheço o advogado da ABIGRAF ( e o presidente da associação também) , e o caso é que para ser considerada publicação de livros e periódicos, isentos de impostos, as editoras contratam um estagiário de criolo doido ( nas palavras do politicamente incorretíssimo Stanilaw Ponte Preta) ” xapado” que escreve qualquer coisa, porque o produto mesmo é a miniatura ( provavelmente importada da China sem pagar imposto, porque é taxada como periódico) . É a distorção da lei que incentiva essas cretinices. Portanto, o texto não precisa ter nenhuma relevância para poder vender a miniatura, é só para enquadramento fiscal sem impostos. Usem para forrar a gaiola do papagaio. Já imaginou quanto custaria para contratar um jornalista como o FG para escrever o texto, considerando o que ele tem que pagar para a Controlar e para os mecanicos que consertam o Lada dele ? ( pode não parecer, mas estou sendo sarcástico com a “editora” , não com o FG) . E la nave vá…..
Flavio, realmente um erro grosseiro, falta de interesse para com a marca, pois era so conversar com Dekavseiros de plantao em quase todos os recantos do Brasil, acharia alguem que tiraria as duvidas do Editor…….Enfim o papel aceita tudo, dizer que Vemaguet fazia, parte da frota deTaxi custo acreditar que alguem publica tamanha asneira……..Vou parar , pois acho estar perdendo um tempo precioso com um assunto que me deixa e deixou revoltado…….
Flávio, por que esse nome: ‘portas suicidas’? Fiquei curioso.
Abs
Tente abrir essas portas, que abrem da frente pra trás, em movimento…
Obrigado, Augusto!
qualquer aluno de 5a serie com acesso ao google escreve melhor sobre carros do que a informação desse fascículo. Vergonha pra altaya!
Desculpem, esqueci “perguntar” ao invés de “publicar”.
Não se preocupe que não é só com carros que isso está acontecendo. Na área de ferrovias está saindo um monte de livros por aí, que dá a impressão que o cara achou um monte de fotos num baú e resolveu escrever um livro sem saber nada. Muitas vezes a informação está na própria foto e o autor nem se dá ao trabalho de analisá-la antes de escrever. Ninguém quer ler, pesquisar, entender, se interessar. O que fazem é pegar um monte de informações na Internet, compilar tudo de qualquer jeito e perguntar.
Será que essa editora não conhece a internet. Até um burro como eu consegue achar informações, como uma editora não o faz.
Dá zero para eles….
Será que essa editora não conhece a internet. Até um burro como eu consegue achar informações, como uma editora não o faz.
Dá zero para eles….
Isso é coisa vagabundo q só visa a $$$$. Uma pena.
tudo bem… jogaremos os encartes fora.
mas alguem sabe como adquirir as miniaturas?
eu também gostaria de adquiri-las, mas não sei onde comprar
Está ficando complicado, uma revista colocar tanta asneira! Mas é mania de brasileiro, essa semana uma senhora que me conhecia desde criança começou a “orar” por mim porque descobriu que sou espírita e logo segundo ela macumbeiro, as pessoas aceitam tudo que vem na tv! Quantas vezes meus clientes falam asneira sobre computadores e sistema operacionais, fora meus alunos de 12 ou 13 anos que falam asneiras mil! e eu não to falando de escrever errado, to falando de estarem desinformados e não procurarem a informação correta aceitarem tudo que veem! Mas fazer o que!
PS: Desculpem os erros de português pois
A Televisão
Me deixou burro
Muito burro demais
Oi! Oi! Oi!
Agora todas coisas
Que eu penso
Me parecem iguais
Oi! Oi! Oi!…
Lamentável.. apenas isso.. outras palavras não demonstrariam o absurdo…
LAMENTÁVEL….
entrarei no site da tal Altaya e perguntarei quem me reembolsará o que gastei
Realmente os estagiários que fazem essas materias não tem a menor noção do valor da historia do automovel brasileiro.
uma vez comprei uma publicação que falava só sobre carros fora de serie nacionais quando os caras escreveram sobre o Farus eles disseram que o carro havia sido projetado por um russo , uma vez que confundiram esse detalhe com o sobrenome do dono da empresa que é Giuseppe Russo.
Flávio, concordo com sua indignação. Não só no mundo dos carros – dos quais sou apenas fã, não especialista, como você -, como em quase qualquer coleção em fascículos, temos absurdos como o presente. Já vi casos sobre música, cinema, literatura. Lembro que desde a minha infância eu notava erros toscos. Os caras simplesmente não checam a informação, fazem nas coxas. É uma falta de respeito com os fãs.
Porém, acho que devemos fazer justiça quanto a esse comentário: “E tem mais. Provavelmente fabricado pela Vemag? Como assim? Os caras escrevem sobre um carro e especulam sobre o nome do fabricante?”
No texto, o trecho “provavelmente por ser produzido pela empresa Vemag.” Não especula sobre o nome do fabricante, isso fica claro pelo contexto e pelo trecho destacado ser um período só. A especulação é sobre a origem do apelido. O autor afirma que o fabricante é a Vemag, mas especula que o apelido seja por esse motivo.
De qualquer jeito, é uma especulação idiota. Se um carro fabricado pela Vemag tem o apelido de Vemaguet – no caso, a perua -, é óbvio de onde o apelido vem!
Os caras não checam informação e ainda têm cagaço de fazer uma afirmação.
Abraços
Via de regra, essas coleções da Altaya são assim mesmo: belas miniaturas a preços módicos, mas material impresso de qualidade lamentável.
Essa está até boa. Precisam ver as que vinham em português de Portugal. Teve uma que se chamou “100 anos de automobilismo de competição” que era assim. Zero de informação. Quem entende um mínimo de carro era capaz de notar a péssima qualidade da informação constante dos fascículos. Mas, fazer o que… ao menos as miniaturas valem o investimento.
Flavio,
Essa imagem é um recorte de uma das fotos que eu tirei e foi publicada no blog T-Hunted. Compreendo a indignação de vocês, mas gostaria de lembrar que esse quadro saiu no folder que fala da coleção e das próximas miniaturas, e não no fascículo em si.
Imagino que nossa expectativa não pode ser muito alta, mas creio que devemos esperar o fascículo que trata do modelo para se tirar uma conclusão adequada.
O que o Jason achou do texto sobre o Opala, que está no primeiro fascículo?
O texto fala “provavelmente” por ser produzido pela Vemag, explicando, associando, o nome Vemaget ao nome da fábrica, está certo, só erraram em não saber que a referencia é à perua. E o lance das portas realmente revela um trabalho feito nas coxas. Tô contigo.
Concordo sobre a edição do Opala.
Devem ter colocado a bicha louca que fecha o horóscopo para escrever sobre carros. O mais incrível é que isso não só denota o total desconhecimento sobre o assunto, mas revela uma preguiça descomunal, para dizer o mínimo, porque após o advento da internet, qualquer idiota vira especialista, sobre qualquer coisa.
Não utilizarei o fascículo nem mesmo como sanitário para o Totó, por receio de emburrecer o animalzinho durante suas atividades lúdicas.
Quanto à miniatura, que ganhei de presente, essa sim, ainda que não seja a perfeição em escala reduzida, merece todos os elogios, pela homenagem aos ícones da indústria nacional e porque ficou uma beleza em minha estante!
Sds,
apesar de ver apenas fotos, já identifiquei dois erros grosseiros naminiatura do opala, os limpadores de parabrisa e o espelho retrovisor, são muito grandes, faltou capricho, tenho miniaturas dessa escala vendidas no camelô que são mais reais, como são baratas vou comprar e substituir, isto é assim que achar em alguma banca o tal faciculo.
O Brasil sofre de falta de capricho.
Flávio, penso que essa é a chamada “geração copia e cola” e existe em todas as áreas profissionais. Acham que isso é um trabalho “elaborado”. E pior, o número dessa “geração copia e cola” é cada vez maior no mercado. Parafraseando Titãs, para essa geração “copia e cola” vale a música “a internet me deixou burro, muito burro demais”.
E o pior de tudo: as coleções da Altaya são uma zona! fascículos desencontrados, não tem constância, são feitos em quantidades irrisórias, chega a a ser uma piada! Ridículos, Fiz outras coleções e são todas uma bagunça, sem contar que a distribuição fica por conta de algum demente que manda 80 fascículos para uma cidade de 10 abitantes e 10 fascículos para outra que tem 600.000 como Juiz de Fora. Chega a ser estressante! Uma briga constante nas bancas tendo que se disputar um exemplar no tapa com outro cliente, constrangedor. estão totalmente na contramão do ideal de atendimento ao consumidor.
E aquela outra editorasinha Italiana? Começaram uma coleção com minis da Ferrari, estavam indo até bem…, eis que chegou o 5º fascículo com um questionário idiota, ridículo, esc…., perguntando qual coleção nós gostaríamos de fazer… LOUCOS! interromperam a coleção da Ferrari para começar outra… Caso de POLÍCIA! Procom e Ministério Público! Total desrespeito ao consimidor! Coisas de Brasil…
Realmente: noto que muitos no interior do Paraná e Rio de Janeiro já tem o Opala, enquanto que aqui em São Pauloi/Capital os jornaleiros sequer sabem do que se trata. Pretendo fazer a coleção, ou melhor, aqueles que a Altaya se dispuser à pôr nas bancas. Duvido muito que irão lançar todos os modelos que aparecem na foto. Chevette ? Espalanada ?? Gurgel ????? Vão sonhando, vão…
Conforme fui informado por telefone (na própria Planeta De Agostini, 11-2171-7100), a coleção por enquanto estará à venda somente em algumas cidades de interior (!!!), devendo ser lançada à nivel Brasil (sic – o atendente falou assim mesmo, fazer o quê) até o final do ano…detalhe: o atendente soube por mim à respeito da coleção…
Imaginem a zona que será isso…
Também comprei o numero 1 e confesso que sequer lí a revista. Apenas curtí a miniatura do Opala SS.
Colegas, as bancas estão cheias dessas publicações “caça níquel”, feitas com fotos baixadas da internet e textos meia boca, feitas para vender na banca e faturar alguns trocados para a editora.
A um tempo atrás comprei um livro de capa dura sobre Fusca e me surpreendí com a quantidade de erros grosseiros que encontrei. Erros do tipo legendar uma foto de Fusca 66 como sendo um modelo 1953!
Mandei um email para a editora e para o afamado escritor, que apareçe sorridente em foto no livro, comentando sobre os erros. Sequer recebí resposta.
Acabei dando o livro para meu filho recortar.
No caso dessa coleção, vou comprar apenas os carros que me interessam e dar a revista para meu filho recortar… E mesmo assim vou avaliar quais comprar, pois a revista vai subir de preço: O numero 1 sai por R$ 9,90 e os demais R$ 39,9.
Amigo onde vc encontrou?? rodei em varios locais de SP e nao achei!!!! eu quero comprar póde me ajudar?
Caro Flávio, hoje, aos 43 anos de idade, tenho o conhecimento que Belcar e Vemaguete se tratam de carros distintos. Até alguns anos atras, não. Como teste, pergunte a algumas pessoas, aleatoriamente, o nome do Belcar. Certamente responderão Vemaguete. Isto não tira a obrigação de uma revista passar conhecimento com correção em suas informações. Porém, acredito que os leitores não “aplicados” em “vemaguetologia”, não identificariam erro nesta página. Abraços.