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Como o Grande Prêmio antecipou no último dia 7, Felipe Drugovich foi anunciado hoje como piloto reserva e de desenvolvimento da Aston Martin para 2023. Ele deve estrear com um carro de F-1 no primeiro treino livre para o GP de Abu Dhabi, em novembro. Minha coluna no brasileiríssimo portal, hoje, fala sobre o insuportável pachequismo que cercou o ano do piloto na F-2. Para ler, é só clicar aqui.

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Rafael
Rafael
3 anos atrás

Sinceramente não entendo o que acontece no site.
A página abre, aparece o texto claramente dizendo que é gratuito, que a newsletter completa, exclusiva para assinantes, está no endereço X, e quando a gte começa a ler a versão que teoricamente é gratuita surge um paywall. Doidera.

Paulo
Paulo
3 anos atrás

Daqui a pouco o povo vai dizer que o Drugovich é descendente do conde Drácula.

Luiz Paes
Luiz Paes
3 anos atrás

Um mérito a mais do Drugovich foi ser campeão por uma equipe média, que nunca tinha passado do sétimo lugar.
Uma coisa curiosa na F2 é a diferença de performance entre companheiros de equipe: Na MP, Charouz, Campos, Virtuosi. um piloto sempre na frente e o outro nas últimas colocações.

Carlos Jose Pimenta Franco
Carlos Jose Pimenta Franco
3 anos atrás

Esse rapaz foi campeão na terceira temporada. Ou seja, não é um novato, portanto foi campeão mais pela experiencia que pelo talento excepcional. Não pode defender o título na F2. Acho que não vinga.

Antonio Seabra
Antonio Seabra
3 anos atrás

Mais uma vez me impressiono por ver que alguém (voce) pensa igual a mim. Foi uma temporada fraca, muito se esperava de Lawson/Hauger/Vips/Pourchaire/Sargent….mas eles foram muito inconstantes e Drugovich foi comendo pelas beiradas. Sem performances exuberantes, mas com inteligencia e foco.
O ruim do pachequismo como vc descreveu eh que se coloca peso demais nos ombros de um bom piloto, que se não vier a se tornar um fora de série (o que eh normal), passa a ser execrado
e achincalhado.
Alguns pilotos destacaram-se e venceram na F2 (Latifi, Mazepin, Giovinazi por.ex) e depois não andam nada na F1.
Pode acontecer com Drugo.
Já aconteceu com outros brasileiros: Max Wilson, Bernoldi, de Ferran, Ricardinho nao brilharam ou nao tiveram sorte. Tinham capacidade mas não brilharam.
F1 demanda algo.mais do que ser bom piloto: além de sorte, de ter quem invista em vc, precisa ser especial. E ser especial é muito raro.

Celio Ferreira
Celio Ferreira
3 anos atrás

Pachequismo de brasileiros e fichinha perto dos holandeses e italianos,
as vaias no domingo em Monza é prova disso…

SulIvan
SulIvan
3 anos atrás

Pachequismo é um fenomeno humano e geralmente incomoda, reserva da Aston é proda…. tomara que o Alonso abra o bico pra ele assumir.

Alexandre Neves
Alexandre Neves
3 anos atrás

Belo texto, como de costume. Muito pe no chao, mas o que vai chover de haters na pagina do UOL… Nao quero nem imaginar.

João Luiz Marques
João Luiz Marques
3 anos atrás

Parabéns pelo texto.

Eu acho que o único mérito mesmo dele foi ganhar por uma equipe que não costuma ganhar.

Por esse campeonato da F2 de 2022 eu acredito que o Sette Câmara deu azar de competir na mesma época de Norris e Russell…

Maurício Sérgio
Maurício Sérgio
3 anos atrás

Deve ser o que tem pra hoje, mas reserva na Aston Martin é difícil, já que a vaga do Lance só abre quando ele se aposentar, daqui uns 10 anos
E a do Alonso TB não deve abrir tão cedo

Fabio Ribeiro
Fabio Ribeiro
Reply to  Maurício Sérgio
3 anos atrás

Eu acho que é pior que isso, porque a Stroll Martin nunca vai querer pegar um piloto novato que arrisque ser melhor que o Lance, ia ficar muito feio. Então a tendência deles deve ser essa, de tentar pegar gente em final de carreira pra desenvolver o carro e, se tiver resultados melhores que o Lance, ninguém vai machucar o ego do garoto.

Marcus
Marcus
Reply to  Fabio Ribeiro
3 anos atrás

É verdade. Por mais que talvez a Stroll Martin fosse a única opção, é bem ruim.