Quebrou tudo
SÃO PAULO (não se fazem omeletes…) – Delícia de história nos conta Joaquim Lopes na última coluna Retrovisor, no Grande Prêmio.
O tema é corrida de rua. Leiam, comentem, elogiem nosso JL, que inexplicavelmente estará ausente do farnel de sábado em Interlagos…
Em tempo :
Joaquim estará em terras sulistas adquirindo mais um imóvel para incorporar a seu Patrimônio. Próximo passo : Trump Tower!
Grande Joaquim, beleza de texto e história.
Realmente corridas de rua eram trágicas às vezes e cômicas em outras.
Se considerarmos racha de rua como corrida, então comigo aconteceu uma tragicômica, prá variar.
Noite de Natal, chuva, 16 anos de idade, sáio com o Corcel GT da minha tia para aprimorar meus dotes de Emerson Fittipaldi e acabo em cima do teto desabado de uma sorveteria no bairro da Penha às 2:00 hs da manhã.
Qualquer dia conto em detalhes pois essa daria um filme.
De Fellini, certamente…
História ótima,de um tempo que já se foi….A ultima corrida em ruas assim que eu vi foi 93,perto de Campinas,mas eram com Karts e não carros…
Vi que essa eh a parte um de muitas sobre as corridas de ruas dos áureos tempos do automobilismo brasileiro.
Texto excelente, alias.
Eu deixo no ar um desafio: alguem teria uma boa história sobre uma corrida de rua aqui em curitiba em 1970? Meu sogro que era piazote naquela época vive me falando que ia assistir às corridas que passavam inclusive la na frente do (hoje) meio estádio e mais algumas ruas do bairro água verde. Gostaria de ver uma histrória contada pelos Matuzas pra que eu mostre pra ele!
Abraços!
Essa foi ótima!!!
Caro Rodm:
O primeiro livro de histórias do automobiismo brasileiro já está sendo escrito, por pessoas da categoria do Joaquim, Caíque Pereira, Luís Salomão e a colaboração de muitos outros, dentre os quais o FG.
O do próximo ano estará mais focado nos carros.
Já, para 2008, vem aí Retrovisor – O Livro.
Aguardem, vai ser MUITO BOM.
Quanto ao texto do Joaquim, mais uma maravilha.
Vovô já dizia que Deus proteje crianças, BEBADOS, quilibristas e homens da terceira base(essa parte eu vi num filme e achei engraçado o cara falar como minha avô). Coisas de boteco mesmo!!!
Fantástico! Merece estar em um livro com a história do automobilismo brasileiro, não acham?