Negri cover
SÃO PAULO (se ele soubesse…) – Lembram que ontem contei que usei o macacão do Oswaldo Negri Jr. na minha primeira corrida de DKW? Pois achei a foto, de 28 de maio de 1988, em Interlagos.
Foto de Márcia Zoet, que trabalhava na “Folha”, na época. Vinte anos se passaram. Perdi alguns cabelos. Mas o carrinho continua firme e forte comigo.

ALGUNSS CABELOS??
OU QUASE TUDO??? HAHAHA
Você viu o cabeção por aí…????
Gomes
O capacete era um Nava por acaso?
Ainda existe?
Ótima foto.
O Negri está muito parecido com aquele rapaz calvo que gosta de DKV’S e corre na Classic com o #96.
Se não me engano Fúlvio Gomes….
1988?! Carai, vai ter apetite assim por poeira lá no Canindé…
Sergio o carro encoberto é um JK (Alfa Romeo).
Aquele carro encoberto pela moçoila com um vestido de estampa igual à do Mug, por acaso é um Alfa ou Aero Willys?
Pois é FG e Veloz.
Prefiro nem comentar da minha primeira vez a bordo da saudosa Margarida (deka pretinha) e depois do treino o conselho que o mestre Chico Landi me deu, enterrando minha provavel, espetacular, deslumbrantemente vitoriosa carreira de piloto de competição.
Hoje sou piloto de diversão.
Mas, meu peso e meus cabelos, continuam por aqui. Só mudaram de cor…
Flavio, você continua o mesmo. Mas seus cabelos…
O tempo passa e as lembraças ficam.
22 anos antes dessa sua foto eu me senti também um piloto quando, aos 10 anos de idade, meu avô me levou para a Praia Grande, ( um deserto naquela época ) para aprender a trocar as marchas de um câmbio. Eu já dirigia até que muito bem a 2 anos, mas, só carros automáticos. Por incível coincidência, o carro era um DKW da mesma côr e ano do seu. A única diferênça visual era que o “meu” tinha as rodas pretas cobertas com aquela super calota integral cromada que eu odiava e vivia tirando do carro. O meu avô ria e dizia que aquele não era um carro de corsa e sim para ir ao mercado e à missa. Mas não adiantava, qualquer coisa com rodas e motor para mim virava um bólito de corsa.
Vá benne, vá benne, dizia ele rindo.
Se o Edmundo Bonotti, nosso vizinho e amigo, não tivesse morrido nos treinos dos 500 Km de Interlagos de 1963 e traumatizado a todos da minha família, acho que minha vida automobilística teria sido bem mais movimentada e proveitosa, sem os enormes obstáculos familiares que sempre tive.
E tudo começou a ficar mais sério à bordo da Deka do meu avô lá na Praia Grande, e na volta pela Estrada Velha do Mar.
Tudo nos idos de 1966…
A peruca também foi emprestada do Negri?
Abs.
Precisando de vastas cabeleiras… Faço uma doação perpétua, sem problemas.
As calvas pronunciadas dos amigos Bianchini e FG são tambem marcas do tempo que passa.
Será melhor mesmo cabelos brancos no lugar da calva reluzente?
Esse não é o atual #96.
Esse é o 62 verde e branco, que ainda hoje faz parte do acervo do ex cabeludo piloto/jornalista/colecionador…
Pô, Flávio, quando bati o olho na foto, sem ler o post, assim que abriu a página, a primeira coisa que pensei foi: caramba, esse parente do Negri parece pra caramba com o Gomes!!! A diferença é que tem cabelo. hahahahahaha
Depois esclareceu. Mas aí perdeu a graça da piada…
Flávio, eu que estou apresentando um problema similar ao seu com os cabelos rebeldes (aqueles que fogem de casa e não voltam mais), tenho apenas uma frase para dizer: cabelo ruim não para em cabeça boa! Em último caso, acho que dá para negociar com o Ceregatti a compra de uma parte daquela vasta cobertura capilar…
Mudando de assunto, esse é o carro que deu origem ao #96 ou o de corrida é outro?
Caramba, o banco era interisso na frente mesmo? E branco? E vc cabeludo?
Mas, e se vc precisasse de sangue, o tel é O positivo tb? rsrsrs
Alguns não, MUITOS !!!!!
Flávio, convenhamos, perdeu alguns cabelos e engordou alguns quilos. Diria que apenas o carro manteve a silhueta e as características da foto hehehehehe