Amém

SÃO PAULO (só com reza brava, mesmo) – Mais uma do Rui Pastor, que encontrou esta BMW conversível (acho mesmo é que capotou e arrancaram a capota) em Interlagos. Se não me engano, quem andou correndo (andou correndo?) com esse carro foi o Jan Balder.

Matuzas, Matuzas, quinta-feira ocupada, esta.

Comentários

  • Joaquim:
    Pelas fotos colocadas aqui alguém errou nos cálculos da carroceria. Este final de semana mesmo estava vendo um Quatro Rodas com uma matéria sobre este F-Jr, mas não sabia que ele havia se transformado no Carcará.

  • César, o chassi do Carcará foi cedido para o Norman Casari que o utilizou no Casari A-1. A carroceria de aluminio foi disponibilizada para a Glaspac, empresa especializada em carrocerias de fibra de vidro e construtora do buggy do mesmo nome. Esta, por sua vez, tendo que desocupar o terreno que ocupava, vendeu a carroceria como sucata de aluminio para um sucateiro, desaparecendo de vez. Essa réplica que está sendo feita pelo Bianco, deve sair igual ao original, uma vez que o chassi do Carcará nada mais era que um chassi de F-Júnior construido pelo Bianco e Chico Landi. Abs.

  • Joaquim:
    Pois é… Se o Casari A1 foi feito do chassi do Carcará, que história é essa rolando aqui, que o Carcará foi desmanchado pela Vemag? Outra coisa: o Casari A1 pegou fogo e há pouco tempo, vi uma reportagem sobre o Museu do Paulo Trevisan, em que ao fundo apareceu o que parecia ser o A1 reconstruído (inclusive com as cores da Equipe Brahma e o Chopnicks no capô). Agora leio, aqui tb, que ele reconstruíu o Carcará. Será que aproveitou o chassi do A1?
    Sobre o Porsche, só um reparo: Acho que ele estreou aqui no Rio, numa etapa do Campeonato Carioca.

  • Ao César Costa.
    César, com relação ao Porsche 910 do olivetti, vc está correto. Esse carro estreou o patrocínio da Hollywood (O Sucesso) em uma prova pelo anel externo do Autódromo de Pinhais, aí por 70. Perdeu a corrida para a carretera do camilo, mas foi a estréia dos grandes patrocinadores no automobilismo brasileiro. Quanto ao Repe 227 era um chassi Royale alargado e reponteciado pelo Renato Peixoto que correu posteriormente pela Equipe Casari. O Casari A-1 era o chassi do Carcará, motor Ford V-8 e carroceria do AC. Estreou em Brasilia nos Mil km de 70, com Bob Sharp ao volante e abandonou a prova com problemas na suspensão. Abs.

  • Caíque & Joaquim:
    Antes de ser dos irmãos Moraes, com aquele amarelo pálido horroroso, este Porsche foi importado pelo Mário Olivetti (alías, foi o primeiro carrão a ser importado. Depois vieram a Lola-T70 dos De Paoli e o GT-40 dos Cardoso) e era patrocinado pelos cigarros Hollywood (com uma pintura prá lá de psicodélica), que depois se bandearam para a Equipe Z, formando a equipe Hollywood.
    O Joaquim falou do Royale, que virou Repe. Este carro não acabou se transformando no Casari A2? O A1 tinha motor V8 e frente de AC, né?

  • Pessoal, andei fora por uma semana e olha só que perdi. Bem, vamos lá, praticamente tudo já foi dito, só gostaria de acrescentar:
    1 – Antonio Castro Prado morreu mesmo em Cascavel, nas circunstâncias já descritas.
    2 – O BMW Esquife, ao contrário do que se acredita, não é o mesmo BMW capotado por Luisinho Pereira Bueno, numa prova do anel externo em Pinhais, aí por 69. Tratava-se de uma 2002, que foi serrada a capota pelo próprio Agnaldo de Góis. Vi esse carro em Brasilia, em 1970 nos Mil km de Brasilia (não me lembrem essa tragédia!!), nas mãos geniais de dois mestres: Ciro Cayres e Jan Balder. O carro abandonou por problemas de água na gasolina. Por aí, já dá prá imaginar a quantidade de água naquela prova.
    3- Os Royale-Ford eram praticamente uns chassis de F-Ford alargados com motor Ford Cortina de 1600 cc. A Equipe Bino trouxe dois para o Brasil, um inclusive correu algum tempo com Sérgio Mattos. Outro, salvo engano, acabou nas mãos de Renato Peixoto, de Petrópolis, que o reponteciou e batizou de Repe 227. O do Luís Estêvão era equipado com motor Opala 2.5 e não sei se era o mesmo que acabou nas mãos do Marcos Troncon (patrocínio Safra-Wansat) que ganhou na categoria Div 4 – 2 litros na inauguração do Autódromo de Goiânia em 1974. Por enquanto, é só, abs, a todos.

  • Caíque,
    Obrigado pelos 2 esclarecimentos.
    Tenho a foto do Simca Carretera, não tenho certeza se do C.Cayres ou Bruno Castilho no pátio fechado daquela corrida, na sede do DER aqui em Curitiba. Quando eu aprender a lidar com fotos enviarei para o FG.

  • A muito tempo eu andava curioso para saber aonde foi parar o Porsche 907 MotoRadio do Angi Munhoz. Alguém sabe do 910-Hollywood? Quanto ao Castro Prado, morreu em Interlagos e não em Cascavel.

  • Falando de corridas em BH…
    E o Nelson Weiss? Onde anda? Tinha um Opala (#38) preparadíssimo, andava muito, fez uma temporada discreta na F-3 Inglesa e sumiu. Trouxe uma mala de revistas de automobilismo que vieram parar na minha mão, mas infelizmente, junta a minhas 4Rodas e Auto Esporte, mofaram e viraram pó.

  • Ao Igor.
    Sobre as corridas no Mineirão, se tiver dúvidas, consulte o Sereno. O cara sabe muito e ainda tem fotos fantásticas.
    Um abraço.
    PS: A BMW c/ capota da CEBEM também foi detonada pelo Paulo Gomes(?). Saldo: 3 BMW`s avariadas.

  • PORSCHE 907
    Não aconteceu nada com este carro em BH !
    O 907pertencia ao Angi Munhoz, de Piracicaba, e corria pela Equipe Motorádio, do Chiquinho Lameirão.
    Quando acabaram com as coridas de Grupo 5 no Brasil, o carro foi vendido para um dos Gracie, e ficou guardado na garagem da academia deles, na Av. Cidade Jardim, em Sampa.
    Até que em um belo dia, ou melhor, noite, a %[email protected]$&@#pegou fogo misteriosamente !
    Entrou em combustão exportânea e não sobrou nada…

  • Cyro Caires também correu com essa BMW da CEBEM que era capotada e por isso teve a capota cortada.Era conhecida como “a BMW spyder da CEBEM” Seu fim foi em Belo Horizonte,na ùltima corrida em volta do MIneirão quando seu piloto deu uma rodada no final da reta e bateu de traseira numa cerca de eucalipto.Aposentaram a barata….Aliás essa corrida de BH acabou com a outra BMW da CEBEM(a vermelha com capota),o Furia Ferrari do Cristófaro que pegou fogo o Porsche 907 amarelinho(maravilhoso)Todo mundo aposentado.A corrida foi os “200 KM Brasileiros” em 1970.

  • Ao Eduardo Sereno,
    Cara, vc entendeu tudo errado, qd disse (fuçar revistas) me referia à rsponsabilidade de escrever um site, não de participar do Blig.
    Para o Blig eu tb fuço revistas, livros e o que mais houver.
    Ao dizer que falo com os ex-pilotos era para dar mais credibilidade ao site.
    Me desculpe, não tinha e não tem nada pessoal.
    Continue postando sim, sua participação é importante.
    Paulo