Todas as cores

SÃO PAULO (meu pai comprou um carro) – O blogueiro Marcos Momesso me mandou um caminhão de fotos da Simca, mas não dá para colocar tudo aqui. Aos poucos, aos poucos… Por enquanto, três apenas, para mostrar como nossas ruas eram mais coloridas anos atrás. Já toquei no assunto, a ditadura do prata-preto de hoje em dia.

Além de coloridos, os carros eram belíssimos. Talvez os mais belos da década de 60.

Comentários

  • Bom dia, Flávio !
    Vc conhece alguém que fabrique a frente de um Simca Chambord em fibra ?
    Meu tio tinha um carro desses quando eu era criança e eu gosto tanto desse carro que gostaria de ter uma réplica em fibra da frente desse carro enfeitando na minha casa.
    O dele era idêntico ao carro da primeira foto… Duas cores, bonitão !
    Caso possa me indicar alguém, por favor, envie um e-mail.
    Desde já, agradeço pela atenção.

  • Meu pai teve uma igualzinha a do primeiro poster. Ele comprou de segunda mão mas ainda assim representou uma época de prosperidade lá em casa. Tenho muitas saudades do carro. Eu e minha irmã, entre seis e oito anos na época, gostávamos de andar de pé no enorme e confortável banco trazeiro, olhando a paisagem que meu pai deixava para tráz ao acelerar com vigor aquele Simca 63.

  • o sinca 61, tinha uma andurinha de metal na ponta do paralama, o 62 saiu com treis andurinha nas portas, o 63 com treis andurinhas e na ponta do paralama a indicação de treis machas singronizadas, em 64 saiu o tufão, melhorando muito em 65,suas portas, fechavam como geladeira, e toda parte eletrica de fabricação bosch, uma maravilha, HO QUE SAUDADE!!!!!!!!!!!!!!!!

  • realmente quem não tinha dinheiro comprava DKW, fuscas e outras porcarias mais, macaco quando não conseque pegar a fruta fala que ela esta podre. Era um carro p/ quem tinha dinheiro na epoca e mantinha um padrão de consertos e regulagem dentro das concessionárias, tais como o nosso fiat 147, não era qualquer mecanico que consertava, todo mundo tinha medo da tal correia dentada, dai vem a simca com varias modificações que tambem não era p/ qualquer mecanico. Tais provas vem com as revistas da epoca onde o simca realmente era um carro p/ poucos.

  • Que cena inesperada!!!! Essa foto da Simca azul e prata era de um quebra cabeça que eu tinha quando ainda nao sabia ler!! Eram quatro carros nacionais ´para montar com 100 peças cada. Quando me mudei na adolescencia fizeram o favor de perder o jogo junto com meus posters de carros da época( inclusive um calendario da Ipiranga com as melhores fotos que eu ja vi. Tinha um Ford GT40 numa curva inclinada que eu tenho vontade de matar o sujeito que a perdeu ate hoje).Depois um vizinho meu comprou uma Rallye dourada com o rabo vermelho e assombrava todos com a sinfonia numero 8 para cilindros com o cano reto. Quando tirava o pé era uma loucura. O tempo foi passando e eu ficando mais maluco e a Simca não saia da lembrança, até o dia em que uma 65 caiu na minha mão. Verde Menta por fora (do Opala 73) e toda branca por dentro!!!!! Não sobrou uma gatinha da rua pelo menos! A vida nos separou depois de um curto circuito geral que por muito pouco não me mandou mais cedo pro ceu!! (o curto foi na fiação do tanque e estava cheio). Me separei da Simca mas fiquei na marca pois troquei por uma Esplanada com motor de Charger!!! Quando colocarem uma ai eu conto.

  • recomendo o livro Sinca do Brasil.
    conta a historia da marca e tem um capitulo especial, para mim pelo menos, das corridas que a Sinca participou, inclusive com maquinas tazidas de fora. sensacional. O Flavio vai gostar, com certeza

  • Ô Jonny O’, que pecado! Nem uma voltinha?
    Por outro lado, você tem razão : Sou um dos tifosi ferraristas e dos DKWs. Fazer o quê? Vem de criança, é paixão. Nem por isso deixo de reconhecer os demais. Apaixonado, mas não cego!
    Só para contrariar a todos, vou ver se apareço, no dia 15 com um Willys Interlagos Conversível. Basta tentar convencer o dono (que eu não conheço) a me emprestá-lo. Fácil, né?

  • Grande Brandão, pode contestar à vontade.
    Vivemos e cultuamos a democracia e acho muito bom que alguém do seu nivel destoe da maioria pois assim a conversa se enriquece e todos os lados são colocados em pauta.
    Destoe a vontade, irmão.

  • Xiiiii… Vou destoar. Nunca gostei do Simca. Sempre cahei um carro pretensioso, prometendo ser o que não era. Na época, curtia mesmo os DKWs e, no âmbito internacional, os carros americanos e europeus, que vinham se superando a cada ano e a cada modelo.

  • Zé Maria, o Simca atualmente é um dos mais valorizados carros nacionais.
    Infelizmente a grande maioria perdeu a sua originalidade com alterações, principlamente de motores, sendo possivel encontrar carros com motores de Opala 4 cil, 6 cil. e outras invenções.
    No site de classificados Mercado Livre existem atualmente 8 Simcas a venda, mas apenas 3 carros em condições semelhantes aos das fotos.
    Dois carros (Tufão 66) na faixa de 45 mil e um Simca Jangada (Station, Perua) 66, mais rara (apenas 2705 unidades produzidas) por 57 mil.

  • Os anos 60 eram mesmo belos. Não que eu me lembre, pois só fui encarnar em fins dos anos 70, mas enfim…. Alguém reparou no piso por baixo do Simca azul? Pedras vermelhas de tamanhos irregulares! Isso também é lindo!

  • Pois é Joaquim, quando o carro ficoui bom, teve a produção descontinuada, com a chegada da Chrysler…
    Primeiro “retalharam” as linhas maravilhosas do Simca pra fazer o Esplanada e o Regente e pouco tempo depois encerraram a produção.

  • O Simca Chambord, o modelo básico da linha Simca, foi derivado do Vedette francês de 1955, por sua vez um projeto da Ford que herdava a configuração do motor V-8 de 2.351 cc e válvulas laterais de 80 hp, teve sua primeira unidade montada no Brasil já em março de 1959.
    Foi produzido de 59 a 66. De início, seu motor V-8 desenvolvia 84 hp (há controvérsias, há quem fale em 82 e 84 hp) e seu peso estimado em 1215 kg, lhe valeu oapelido de “o belo Antonio”, personagem de Marcelo Mastroianni.
    Em 61/62, com a segunda série, o motor passou a desenvolver 90 hp, com um aumento de torque de 15% nas baixas e média rotações, com a adoção de nova redução de engrenagens do diferencial, passando de 10:39 para 10:43.
    Em 63/64, com o modelo “3 andorinhas”, a potência pularia para 92 hp, incluindo significativas melhorias no acabamento interno, além de apresentar câmbio todo sincronizado.
    Em 1965, foi apresentada a série Tufão com motor de 100 hp a 4.800 rpm, com avanço manual no painel para ajuste de altitude e combustível, tanque de 85 litros, escapamento com duas saídas e pneus cinturato opcionais.
    Em 66/67, o modelo Emi-Sul destacava o primeiro motor V-8 com câmara hemisférica construido no hemisfério sul (daí o Emi-Sul), série esta lançada em maio de 66. Foram lançadas duas versões, com 130 e 140 hp, com o eixo comando de válvulas transferido para o cabeçote, mudança de carburador e já apresentando alternador de 10 amperes, substituindo o antigo .gerador. Nessa última geração, de acordo com testes da revista QR da época atingiu 160,0 Km/H de máxima e acelerou 14,3 segundos de ) a 100 km/h. Um assombro para a época que redimiu de vez o antigo Belo Antonio.

  • Mon ami Veloz HP:

    Não diga “numa outra oportunidade”, por favor diga “contarei mais no próximo 15 de Julho, com a blogaiada em Interlagos”.

    Historinha de Simca:
    Quando garoto, lá por 63 ou 64, ficava na Av Caminho do Mar, em São Bernardo, na esquina da casa da minha mãe, contando quantos Simca passavam pela avenida…

    Como meu pai não tinha carro, sonhava com o dia em que dirigiria um daqueles, e me imaginava de escapamento aberto… Que ronco maravilhoso, encorpado, forte, coisa linda…

    Quando alguem levantava o pé, era fantástico…

    Realmente o “Belo Antonio” fazia muito mais barulho do que andava, mas o som…. Era demais. V8 é insuperável, o design perfeito para produzir aquele som que chamamos de música….

    Quando vi as Simca correndo, era de ficar com o queixo caído.

    Quem sabe não realizo este meu sonho, em companhia do FG e amigos pelo circuito de Interlagos na Superclassic.

    Com certeza seria um dos carros que ia dar show… Já pensaram, andar no mesmo ritmo da Deka, e aqueles dois sons da nossa infancia se misturando?

    O público ia vibrar…. Quem sabe, quem sabe…

    E já que sonhar não custa nada, quem sabe no circuito original recuperado… Ia dar pra ouvir a tirada de pé na Curva 3 lá dos boxes, fora a reduzida pra entrada da Ferradura….

  • Lembram quando o presidente da França (aquele,,,,que disse que o Brasil não é um país sério), esteve no Brasil? Pois bem. A Simca colocou a disposição uma frota de Simcas (Chambord, Presidence) e, depois da visita esses carros foram vendidos. A empresa em que meu pai trabalhava arrematou um lote (não sei se todos).Eram de cor preta e estofamento de couro de cor vermelha.
    Pois bem, meu pai comprou justamente o que esse presidente encostou o bum bum. Era lindo, confortável. Aprendi a dirigir nele. Quando meu pai viajava eu (que tinha feito cópia das chaves às escondidas) pedia ao manobrista do estacionamento me ensinar a arrancar sem “dar tranco”.
    Estas e, tenho certeza, que muitas outras, marcaram épocas .Saudades.

  • Os carros eram mais coloridos e as linhas bem mais belas!

    Há uns 10 ou 15 anos atrás havia na garagem de uma casa um Simca inteiro, porém imundo (nunca saía de lá), amarelo e branco. Eu achava a coisa mais linda do mundo. Depois o carro sumiu, ficou só um Tempra e uma estante cheia de caixas (até bem pouco tempo atrás), que eu sempre tive curiosidade de saber se não havia uma peça de Simca ali pra eu ficar de recordação.

    Até hoje quando passo em frente a essa casa dou uma olhada pra garagem vazia, na esperança de ver o Simca novamente por lá.

  • Grande VELOZ-HP!
    Impressionante a sua narrativa,fez-me viajar no tempo,ao relembrar momentos de sonho desta criança aqui.
    Minha paixão pelos V-8 nasceu do ronco dos Simcas do bairro em que eu morava.Coisa de criança,apelidar o modelo Tufão de “Bufão”,devido ao vizinho abrir o escape do seu carro,e nas reduções de marcha ouvir a s explosões características.
    VELOZ-HP que bom que vc voltou com seus “causos” e com texto primoroso.Até dia 15 em Interlagos.
    Abraços…

  • Esse carro marcou o início da minha paixão por alguns carros brasileiros.
    Tenho muitas histórias para contar sobre os Sincas na minha vida, mas 2 delas, uma engraçada outra emocionante, talvêz mereçam ser contadas.
    A engraçada foi uma noite em que literalmente parei uma parte do bairro da Penha em São Paulo por causa da chegada de um Sinca.
    Eu tinha um tio em segundo grau (primo da minha mãe) que era engenheiro mecânico e trabalhava na Sinca do Brasil no departamento de desenvolvimento de produtos.
    Para tanto, ele tinha a “infeliz” missão de pilotar diariamente os carros da fábrica, tanto para uso particular, como em viagem-teste, onde anotava em planilhas todas as observações técnicas em várias solicitações diferentes do carro.
    Eu, é claro, no fogo dos meus 10 anos de idade, já sabendo dirigir e aprendendo cada dia mais sobre mecânica, não saia da cola dele, além do que, nossas residências eram bem próximas, então, toda a noite ficava esperando ele chegar com a “máquina do dia”, e encher o saco dele com um monte de perguntas as quais, respondia com toda a paciência.
    O meu Sinca preferido sempre foi o Rallye, sendo a versão Tufão Rallye com motor Emy-Sul a melhor de todas mas, numa tarde tocou o telefone em casa e do outro lado da linha meu tio, lá na fábrica da Sinca, me falou que essa noite ele chegaria com um Sinca Presidente na côr preto Cadilac, interior vermelho, vidros verdes, estepe saliente na traseira, pneus faixa branca, motor Emy-Sul e farois de neblina.
    Disse ainda que à noite iria passar na casa da minha avó, que morava perto também, e lá veríamos a nova caranga, com direito até a umas voltas pelo bairro, e eu dirigindo.
    Pois bem, passei o resto da tarde avisando os meus amigos da escola e da rua do grande acontecimento daquela noite, e devo ter sido tão convincente que lá pelas 19:00 hs havia uma pequena multidão em frente a casa da minha avó, composta por todos os meus amigos acompanhados das irmãs, pais e vizinhos, todos à espera do carro brasileiro mais caro e desejado à época.
    Quando meu tio chegou foi um delírio, todos bateram palmas e rodearam o carro em plena rua, o trânsito parou, pela óbvia curiosidade de quem passava por alí, os vizinhos sairam para vêr o que estava acontecendo, a multidão aumentou mais ainda e eu abrindo porta malas para vêr o estiloso estepe externo, as quatro portas abertas e todo mundo querendo entrar para apreciar o conforto dos bancos vermelhos com apoios de braços, o capô aberto pava vêr o poderoso V8 acelerando sua sinfonia, e eu, todo orgulhoso e conhecedor dos detalhes técnicos da máquina, dava verdadeiras aulas para dezenas de pessoas que escutavam tudo com toda a atenção acompanhado do meu tio, que a meu lado confirmava tudo e acrescentava mais dados técnicos ainda.
    Em seguida saimos para dar uma volta e aí a briga foi enorme pois todos queriam ir no carro também e então tivemos que organizar uma espécie de fila, para contentar a todos.
    Imaginem só, a minha avó morava numa rua paralela a av. principal do bairro, eu morava na paralela oposta distante apenas um quarteirão e o meu tio morava numa transversal a essas ruas distante apenas outro quarteirão, então, o roteiro dessas voltas passava por essas ruas cruzando sempre a av. principal.
    Lá pela terceira ou quarta volta começou a parar tudo, pois todos queriam ver o Sinca Presidente cheio de gente dirigido por um garoto metido a Jim Clark acompanhado do seu irresponsavel tio ao lado e morrendo de rir com toda aquela bagunça.
    É lógico que lá pelas tantas chegou a Rádio Patrulha com seu medíocre Fusca 1200 branco e preto e dois “tiras” invocados e nervosos por termos interrompido o seu tranquilo jantar.
    Conversa vai, converça vem, e quem chega depois é o delegado, que ao vêr o Sinca ficou maravilhado e quis dar uma volta nele também.
    É claro que dessa vêz quem foi dirigindo a caranga foi o meu tio, o delegado ao lado e eu no banco de tráz, fingindo que seria preso.
    Após umas voltas pelo bairro, o já menos nervoso delegado, amolecido pelo prazer de andar num ótimo carro, disse ao meu tio para encerrar aquela festa e irmos todos para casa e dispersar a multidão.
    Assim fizemos, para tristeza de quem não pôde dar uma volta no Sinca.
    Assim acabou uma noite hilária no bairro da Penha em São Paulo em meados dos anos 60, quando o automóvel, qualquer um, era um bem preciosíssimo, muito dificil de se obter pela maioria da população, que vivia o nascimento da indústria automobilística brasileira e sonhava com duas coisas na vida : uma casa com um carro na garagem.
    Imagiem então, nesse cenário, a chegada de um Sinca Presidente, 0 Km e reluzente, com o moleque doido da turma dirigindo-o pelas ruas em plena noite. Só podia dar nisso.
    Porém, até hoje não sei se eu e meu tio não fomos presos pelo delegado por causa do Sinca Presidente ou por causa da minha tia, irmã da minha mãe, que foi a paixão eterna e não correspondida do apaixonado delegado…

    Desculpem-me, prá variar me alonguei na narrativa e numa próxima ocasião contarei a outra história dos Sincas, a emocionante.

  • Foi realmente o mais bonito carro nacional dos anos 60.
    Apesar de ter um motor de 2.600 cc eram apenas 84 HP a empurrá-lo
    E ganhou o apelido de “O belo Antonio”.
    Lindo, lindo, mas um tanto “impotente”.
    O mesmo “problema” enfrentado por Marcello Mastroiani, no filme homonimo da época.

  • Meu pai teve um , modelo Emi-Sul, azul e branco, flutuava nas nuvens, que trocou por um JK. Não reclamei muito da troca…Minha primeira prova de estreantes e novatos foi com um, com motor GTX e câmbio embaixo, pertencia ao namorado da minha irmã e consegui a proeza de detonar o motor do carro em meia hora. Creio que perdi o futuro cunhado nesse dia. Boas lembranças…

  • Sensacional lembrança, adoro essa música.
    A letra, do fantástico Marcelo Nova, da sua banda Camisa de Vênus:

    Simca Chambord

    “Um dia me pai chegou em casa,
    nos idos de 63
    E da porta ele gritou orgulhoso,
    Agora chegou a nossa vez
    Eu vou ser o maior, comprei um
    Simca Chambord
    O inverno veio impedir o meu namoro no jardim
    Mas a gente fugia de noite
    Nuna fissura que não tinha fim
    Na garagem da vovó;
    Tinha o banco do Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Meu pai comprou um carro,
    Ele se chama Simca Chambord
    E no caminho da escola eu ia tão contente
    Pois não tinha nenhum carro
    Que fosse na minha frente
    Nem Gordini nem Ford
    O bom era o Simca Chambord
    O presidente João Goulart, um
    dia falou na TV
    Que a gente ia ter muita grana
    Para fazer o que bem entender
    Eu vi um futuro melhor,
    no painel do meu Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Fazendo Simca Chambord
    Meu pai comprou um carro,
    Ele se chama Simca Chambord
    Mas eis que de repente, foi dado um alerta
    Ninguém saía de casa e as ruas
    ficaram desertas
    Eu me senti tão só, dentro do
    Simca Chambord
    Tudo isso aconteceu há mais de vinte anos
    Vieram jipes e tanques que
    mudaram os nossos planos
    Eles fizeram pior
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Eles fizeram pior
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Acabaram com o Simca Chambord
    Eles fizeram pior”

  • FG:
    Meu sonho de consumo desde o Vigilante Rodoviário… A música era “De noite ou de dia, firme no volante, ….. pela estrada, bravo vigilante….”

    Vi essas obras de arte acelerando em Interlagos nas mãos do Ciro Cayres, a quem tive a felicidade de conhecer na GM…

    Um dia falo disso e da voltinha que dei com ele pilotando meu Opala 84 (em homenagem ao Pedro Victor de Lamare) que depois troquei para 44, adivinhe por que…

    Saiba do seguinte: Nem que eu tenha 80 anos, ainda vou montar um Simca 44 pra andar na Superclassic. E o rosto pintado na lateral será o do genial e já falecido Ciro Cayres…

    Falta pouco – apenas o dinheiro, que é um detalhe… O duro vai ser convencer minha mulher.

  • Olá Gomes!
    Os tempos eram outros,a diversidade de modelos enchiam os olhos.Como bom saudosista,adoro assistir filmes antigos,onde os carros coadjuvantes nas cenas, eram completamente diferentes uns dos outros.Os estilistas tinham liberdade de criação,diferente de hoje,onde um determinado modelo é sucesso de vendas e a concorrência copia descaradamente,tornando difícil a identificação.Basta olhar na TV a imagem de um congestionamento e verificar a mesmice,além,é claro,da ditadura do preto-prata.
    Abraços…