Declaração de amor

SÃO PAULO (paixão não se explica) – No ar a última coluna Retrovisor no Grande Prêmio, hoje de autoria do blogueiro Joaquim Lopes, verdadeira declaração de amor às pistas, às corridas e à vida.

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Edison Guerra
Edison Guerra
19 anos atrás

Esse é o nosso Joaquim.
Nosso matuza-mor,destila seu texto de forma magistral.Ao ler,sinto-me na sua presença,quando estamos no farnel #96 em Interlagos,nos transportando numa viagem que
emociona a quem viveu estes tempos mágicos.Tempos heróicos,que despertam um sentimento interessante nos Matuza-Boys,pois sempre temos comentários do tipo “que pena,nasci na época errada”.
Vida longa ,Joaquim.
Abraço.

Bianchini
Bianchini
19 anos atrás

Grande Joaquim;
ler seu texto me deu uma raiva enorme. Raiva enorme de não ter nascido alguns anos antes! Como fruto da safra 1970, quando tinha idade para fazer essas coisas já era do meio para o fim da década de 80, quando a coisa já não era tão legal assim… de qualquer maneira, MEUS PARABÉNS (assim mesmo, tudo em maiúsculas) pela incrível destreza de seu texto, pela emoção que ele provoca ao ler.
Abração!

joaquim
joaquim
19 anos atrás

Pessoal, obrigado pelos comments. A intenção é contar ao pessoal mais novo a paixão que nos movia e como a gente fazia naqueles tempos para ver corridas. Grato a todos e abs.

Petrus Portilho
Petrus Portilho
19 anos atrás

O inveja, seria bom ver tudo isso ao vivo, geração fraquinha dessas aventuras a minha, parabens Joaquim, isso é que é adolecencia feliz !

Marcelo Foresti
Marcelo Foresti
19 anos atrás

Grande Joaquim,
Que viagem no tempo….. Que saudades….
Faço minhas as palavras do Comendatore, só fui descobrir que não era o único “louco” muitos anos depois!!!
Um grande abraço,
Marcelo Foresti

jonny'O
jonny'O
19 anos atrás

Que viagem no tempo!
Parabéns Joaquim!

Roberto Brandão
Roberto Brandão
19 anos atrás

MARAVILHA, Joaquim!
Apesar de não ser de cidade de interior, à época, você descreveu boa parte de minha adolescência.
fazia mais o circuito Rio-SP, com as respectivas provas no interior de SP.
Era igualzinho!
Uma pequena diferença na vestimenta – trocava o poncho por um casacão ou japona – e no sanduíche – o meu, só de queijo, sem mortadela.
No mais, olhei, vi e me reconheci… no seu retrovisor…

Claudio Ceregatti
Claudio Ceregatti
19 anos atrás

Sen-sa-cio-nal Joaquim.
Muitos de nós se vêem nesse texto.
Assim como voce fiz muito disso.
Mas, diferentemente de voce, nem tão ousado, nem tão distante.
No máximo Rio de Janeiro.
Mas Interlagos ahhhh… Essa sim.
Fiz de tudo, zilhões de vezes.
E sempre só.
Nunca na vida encontrei loucos assim como eu, apenas depois de 50 anos, quando tive o imenso prazer de conhecê-lo e ao Brandão…
Depois, muitos outros, tão loucos quanto.
Um abraço, Joaquim.

Zuquim
Zuquim
19 anos atrás

Grande Mestre Joaquim.
Tive a honra de conhecê-lo, ouvir algumas das suas estórias e conversar com esse Arquivo sensacional do nosso autombilismo.

Cesar Costa
Cesar Costa
19 anos atrás

E eu achando que só eu era maluco nessa época… Embora morasse no Rio, o autódromo era longe pra chuchu (expressão da época). Por várias vezes meu pai me deixou lá de carro e eu voltei, não me lembro de que, mas voltei. Bons tempos mesmo…

Speed Arosi
Speed Arosi
19 anos atrás

Grande Joaquim.
Estava eu no Grande Premio quando entra a coluna Retrovisor e posso me deleitar com as aventuras dos apaixonados por carros e corridas desse interior do Brasil.
Melhor que ler isso, é poder ouvir pessoalmente, você durante um Farnel #96 em Interlagos, eu tenho esse prazer, graças ao nosso bom Deus.