Fala Burti

SÃO PAULO (fala tanto, que será em duas partes!) – No ar na seção Grandes Entrevistas do Grande Prêmio o papo de Marcelo Freire com Luciano Burti. Entrevista longa, esclarecedora, que será publicada em duas partes, hoje e quinta-feira.

Leiam e comentem, uai.

Comentários

  • Hehehe… o Flávio não pode nem mais ‘adjetivar’ nada no próprio blog. Carro é carro, apenas. Não pode chamar de bonito nem feio, apenas carro. Entrevista, não pode ser longa nem curta, apenas entrevista. Eu acho é graça…
    Fui!

  • Garanto que se falasse pouco você também pegaria no pé, ta virando infantilidade sua!!!

    Burti deve saber que você desce a lenha nele aqui, e teve a humildade de aceitar essa LONGA ENTREVISTA que você mencionou…

    Meu, larga mão de ser xarope…

    abraço

  • Muito boa a primeira parte da entrevista, a segundo como já disse aqui um amigo leitor, deverá ser melhor ainda, principalmente pelo fato de abordar o tempo em que o Luciano Burti esteve na Ferrari… O LB está de parabéns pela participação nas transmissões das corridas pela Globo… trouxe um teor técnico muito bom nos domingos…. (puxadinha de saco básica ao Flavio Gomes) a série grandes entrevistas está ótima… não poderia ser diferente estando no grande premio… mas um ponto pro FG

  • Burti realmente é um bom piloto, e uma boa figura humana. Lembra-me um pouco o Cristiano da Matta, embora este seja um pouco mais agressivo nas pistas.

    Melhor do que a entrevista ( a segunda parte deve ser melhor ainda, mais esclarecedora em alguns aspectos ) foi o que aconteceu hoje com o Flávio no Bate-Bola do meio-dia. Ele estava ao lado do PVC, que falava de forma brilhante sobre algum assunto ( como sempre ), e a câmera aberta nos dois. Eis que o Flávio percebe alguma coisa errada: a falta do seu microfone. Meio sem jeito, uma vez que o foco estava nos dois, ele tenta, disfarçadamente encontrar o dito cujo, que provavelmente estava sob a camisa. Passa a mão daqui, passa a mão dali, e ele meio agoniado com a situação. A salvação foi que o apresentador Paulo Andrade ( muito ruim, por sinal ) não perguntou nada ao Flávio e em seguida chamou alguns gols da rodada. Na volta já estava lá o microfone na gola da camisa. Mas por via das dúvidas, ele ainda passou a mão para ver se estava no lugar mesmo. Até que foi interessante.

    Abraços Flávio.

  • Excelente a entrevista, daqui uns 5 anos vou pedir um emprego pro FG lá, adoro esse site e com 14 anos já estou engatinhando como repórter. É legal que o LB mostra o como ele é, ele dosa bem as palavras, é sempre educadíssimo, e entende muito de automobilismo.

    Um abraço blogaiada