Que mal vos pergunte…

SÃO PAULO (estranho pacas) – …que diabos é isso?

Comentários

  • Me lembro do Koisistranha !
    Era a estrutura de um Galaxie completamente modificado para ter uma aparencia off-road. Ele chegou a ser terminado ? Me lembro de ter visto umas fotos numa Motor 3 da estrutura tubular dele, feita a partir do arco do parabrisas, parecia que a intenção era deixá-lo com a configuração de perua mantendo as 4 portas…

    • Sim, o Koizyztraña (Era assim que se escrevia) foi terminado, e a revista chegou a fazer um teste com ele. O carro até foi exposto no Salão do Automóvel (Não me pergunte o ano, não tenho as revistas). Segundo o pessoal da revista, tinha um bom desempenho, apesar de meio pesado.

  • Se não estou equivocado o pessoal da Andreas Matheis, ainda no tempo do Xandy Negrão, andou testando um carro da Stock um pouco diferente, pra testar os novos pneus italianos, isso deu o maior quiprocó na época.

  • Alias – avisa o pessoal da Stock. É só cortar os paralamas dizer que é um protótipo e treinar até ´não poder mais. Mas acho que já fazem isso – tem tantos lugares perdidos nesse Brasil. Inclusive pistar particulares. Vai saber!

  • Nelsinho Piquet utilizou o mesmo “truque” para treinar de F3 para o sul-americano, quando treinos eram proibidos. Maquearam um F3 com paralamas e outros apêndices. Afinal, regulamentos deve ser interpretados no seu limite.

  • Para o “.”

    A Can Am iniciou sua decadencia em 1974 quando, devido a crise do petroleo, normas de consumo foram impostas aos carros. Como os motores eram verdadeiros monstros beberroes, a serie perdeu seu proposito, pois o foco nao era mais a velocidade pura mas sim regularidade. Com a saída da equipe oficial da Porsche e apos a vitoria esmagadora da Shadow no campeonato, a serie só decaiu nos anos seguintes.

    Com referencia aos carros correrem em uma configuracao semelhante ao Avallone que foi mostrado no post, fvr consulte o link:
    http://racingsportscars.com/photo/Mosport-1977-08-21c-photo.html ou a pagina central http://www.racingsportscars.com e na galeria vá até a opção da can am. Voce encontrará varios Lolas ex formula 5000 monopostos (especialmente a T 333) travestidos. Basta olhar o cockpit destes carros e observar que trata-se de um monopost o (apenas 1 lugar )e nao esporte prototipo(dois lugares). E esta configuração seguiu pelos anos seguintes, creio que até o final desta categoria.

    Com relacao a Interserie, por fvr acesse o mesmo link e veja:
    http://racingsportscars.com/photo/1993/Donington-1993-09-26-004.jpg.Trata-se de um penske da indy, somente com as rodas cobertas. TEm tb a Lola
    http://racingsportscars.com/photo/1993/Donington-1993-09-26-006.jpg.

    Isto em 1993, para citar alguns exemplos. A pagina é
    http://racingsportscars.com/photo/Donington-1993-09-26-photo.html.
    Tinha inclusive, um tal de “Frederico Careca” que corria com este pseudonimo para que nao soubessem seu nome verdadeiro , e tem até uma historia que quem sugeriu este nome para ele foi o Ayrton Senna de gozação em uma ocasiao que conversaram.

    Espero ter ajudado.

    Um abraço
    Ricardo

  • Ainda respondendo à rapaziada, o que sobrou do acervo original do Avallone, incluindo uma Lola que jamais correu, hoje está nas mãos de um blogueiro que aqui comenta com uma certa frequëncia. Ele, portanto, que se manifeste…
    Virgo, o F5000 na sua genese, era um F-1de aço e chassis tubular. Usavam um motor de bloco de ferro de 5 litros, daí o 5000, caixa Hewland (creio que a DG300), e suspensões e freios praticamente os mesmos da F-1 de então. O grande nome da categoria foi Peter Gethin e seu Chevron e em algumas provas na Inglaterra costumavam completar o grid da F-1 com carros da F5000, lá por 69, 70. O brasileiro Luisinho Pereira Bueno tentou participar deste campeonato em 1970, não o fazendo por falta de patrocínio. Ingo Hoffmann andou fazendo umas provas de F5000 na Inglaterra, logo que deixou a F-3, com o intuito de pegar a mão antes de se sentar no Copersucar. Abs.

  • Para o Virgo:
    Se andava bem ????
    Mas que pergunta !!!!
    Em 1967 e 1968, em algumas provas, os F5000 corriam junto com os F1, e dependendo do circuito, até andavam na frente !
    O “pobrema” nesta invenção do Ava, é que o motor Chrysler 318 c.i. não empurrava tanto quanto o GM 302 original, preparado pela Vegantune.

  • Post Scriptum:
    Blogaiada: o Desafio das Estrelas em Floripa está bem legal. Mandei material para o piloto-jornalista e ele ainda não deu sinal de vida. Deve ter sido o tal churrasco acompanhado de caipirinha. Mas vocês poderão conferir a galera da pesada que está lá no site
    http://www.clicrbs.com.br
    Basta ir à seção de Santa Catarina, clicar em jornais e escolher o Diário Catarinense, que está cobrindo legal este evento. Tá cheio de pilotos e ex-pilotos de F-1, brasileiros e estrangeiros. Pena que o Gomes está babando no travesseiro. Confiram.

  • Dá-lhe, Joaquim !
    Complementando:
    Este carro tem um belo pedigree, e está novamente na configuração original.
    Foi o primeiro Formula 5000 construido pelo Eric Broadley.
    Venceu várias provas na Inglaterra, Africa do Sul e Tasmânia.
    Lola T142-1 1967, ex Works Team.

    Caroline Pettitt on 04/12/2000 09:28:11 AM

    To:
    cc:
    Subject: T142-1

    Thank you for your email relating to the Lola T142-1. We can confirm That this chassis had the gearbox number L/600/98 and was built as a prototype in November 1967, tested by David Hobbs and raced by Mike Hailwood in 1968 as works car. It was sold 10-4-70 to Carlos Avallone.
    I hope this information is of use to you.
    Regards

    Caroline Pettitt
    Sales & Marketing Executive

    http://www.lolacars.com

  • O ano é 1974 e AC Avallone estreou este F5000 travestido de Div-4 na inauguração do Autódromo de Goiânia, tirando um segundo lugar, atrás de Antonio Castro Prado, com um Avallone-Ford “regulamentar” da equipe Mercantil Finasa – o mesmo que está no Museu do Trevisan.
    Avallone, quando retornou da Europa no final de 1969, arrematou todo o work team da Lola e para cá trouxe dois chassis completos de Lolas F5000 (um inclusive que havia pertencido a Mike Hailwood) e o seu próprio, sendo que este alargado de fábrica, mais duas carenagens de Lola T-163 Can Am e uma T-222, além de uma porção de peças, cubos, caixas de direção, freios, rodas, etc. Aqui montou o primeiro A-11 (aquele do filme Roberto carlos a 300 Km por Hora) e que andou emm 71 nas mãos do J.P.Chateaubriand. Como a carenagem foi destruida num treino, passou a ser usada a da T-222, modelo este pelo qual o Avallone é mais conhecido. No Brasil, quem construia as carenagens para o velho Ava era a Glaspac. Acho que é isso.

  • O que eu não entendo, é tipo: Quanto custaria um jogo destes pneus hoje? A Scorro que fazia as rodas? Para montar um PROTÔTIPO desses, afinal nem protótipo era, quanto custaria? E os grids quando a indústria automobilística engatinhava eram cheios. Hj………

  • Oi pessoal!

    Este carro era a ultima evolução do Avallone Divisao 4. Na realidade era o Lola de Formula 5000 que o Avallone acrescentou algo parecido com para-lamas para que o carro ficasse enquadrado na categoria. Ele acreditava que esta seria a evolucao natural da categoria até que se conseguisse chegar a construcao de um formula 1 nacional acessivel a todos. A coisa nao deu certo…

    Um detalhe:
    Na European Interserie e Can AM, mais especificamente na European Interserie, durante a Decada de 90, varios EX formula 1, ex-f Indy/CArt, corriam contra prototipos nas mesmas configuracoes, ou seja, os formula tinham somente as rodas cobertas e corriam desta forma.
    Pelo visto o Avallone teve a ideia duas decadas antes…(mas que era feio era…)

    Um abraço!!

  • Esse Avallone passou a vida inteira, aquela parte útl da vida, trapaceando. Sempre se achou acima do bem e do mal. Certa vez numa corrida de Stock foi proibido de largar por falta de carteira renovada. Pois saiu do box e foi alinhar de atravessado na frente do grid em Interlagos. Com muita conversa foi convencido a desistir e voltou ao box. Dada a largada partiu em disparada do box no meio da turma até que um piloto já cheio da história deu-lhe um chega-pra-lá na saída do “sargento” e ali o otário ficou.

  • O Johnny ‘O já disse tudo.O Antonio Carlos Avallone tentou uma brecha no regulamento,colocando adereços para deixar o carro com característica da Div 4,participando da etapa de Goiânia.Os demais concorrentes reclamaram e a trapizonga foi aposentada.
    Diz mais aí,ó Matuza-mor Joaquim.

  • Ora ora,este é um Lola de F5000 que o Avallone trouxe e colocou esse monte de recortes para parecer um prototipo ,e o mais gosado é o aerofolio traseiro tipo carro de arrancadas.Feio que dói!!