Assustador

SÃO PAULO (buraco total) – Apavorante este ângulo do acidente de Gualter Salles em Buenos Aires na prova da Stock do ano passado.

Dica do Edison Guerra dos Seis Dias.

Comentários

  • Foi dispendendo energia cinética a partir do salto no “morrinho artilheiro”.
    É esse um dos componentes que salvou sua vida, além de uma penca de anjos da guarda de plantão, porque só o dele não daria conta não…
    Toda a energia foi dispersada a partir daí, desmanchando, girando violentamente até cair no fundo do vale, e ainda entre as cercas – fora o fato de não ter caído em cima de ninguém, e pra finalizar com as quatro rodas pra cima, não ficando pendurado pelo cinto até o retirarem do que sobrou do carro…
    Caso o tal morrote não estivesse no caminho, ia dar com tudo no muro, meio de lado e a energia cinética residual seria despejada no muro, instantaneamente.
    Poderia ter morrido ali.
    Justamente o contrário do nosso amigo Simocelli, que deu aquela panca sêca debaixo do posto 2 em Interlagos, do jeito que vinha. E por pouquíssimo não faleceu ali, bem diante dos olhos da blogaiada que assistia ao treino no nosso Salão Williams.
    Caso semelhante ao do Salles ocorreu com o Totó Porto de Porsche, ano passado.
    É, moçada…
    Carro de corrida não é brinquedo não. Quando pega de jeito, detona.
    Mérito tambem da gaiola?
    Sinceramente penso que não.
    Não é mérito, é obrigação. Na Nascar tambem decolam, desmancham, moem tudo e sobrevivem, na imensa maioria das vezes. Nas exceções, adeus.

  • Impressionante !!!
    Eu não tinha visto o acidente antes pq tinham dito que foi horrível ! Concordo com o que me disseram !! O carro “pulou” o alambrado e caiu num túnel de acesso ?

  • Lembro até de ter dito pra minha esposa parar de assistir, porque tinha CERTEZA que ele já estava morto, ou que o resgate do carro seria complicadíssimo.

    Eu, mesmo, tratei de sair da sala e ir ver outra coisa. Fiquei até emocionado qdo disseram que tava vivo e aparentemente OK.