Galpão dos sonhos
SÃO PAULO (se der,vá) – Não, não é nenhuma daquelas histórias de internet. Na Venice, uma revenda Fiat aqui em SP, tem um galpão inacreditável. Pelos meus cálculos, uns 200 clássicos. Um acervo em sua maior parte de carros nacionais, como essa Simca aí embaixo. Mas tem muita coisa importada, também, especialmente Alfa.
A coleção pertence ao dono da concessionária. Nada está á venda. E tudo é restaurado lá mesmo. Fomos em comitiva visitar. Se puder, vá. Se não puder, conheça os carros (e as Lambrettas) neste link aqui.

imagina se o Galvão tivesse a intenção de ser chato !!!!!! hehehehe
critério de quem coleciona vai da cabeça do colecionador.
o santa matilde ….maravilhoso, como sempre.
Galvão,
voce é um chato até quando não deseja parecer chato. Deixe o cara colecionar o que ele quizer. Quem é voce para falar que a coleção não tem qualidade. Tem muita qualidade, com os melhores carros brasileiros produzidos e tambem muitos importados e voce foi gostar justo das lambretas? Tá por fora Galvão.
Ok Lee Chan Bort, meu Pai tentava usar a tal alavanca mas era complicado fazer a posição da dita corresponder a gasolina que havia no tanque, pois gasolina azul nao encontrava em qualquer posto. Estavamos em Campina Grande, na Paraiba que fica a 600m de altura e garantia de gas azul apenas na capital, João Pessoa, que íamos quase sempre pra ‘tomar banho de praia’. No litoral desregualava tudo pois entrava gas azul com nivel do mar, e tome prego no carro. Motor morria direto em marcha lenta, e virar motor de manha cedo só com empurrãozinho básico desde que vos fala, que na época tinha 9 anos. Abraços.
QUERO AQUELA ALFA GTV 2000 VERMELHA!!!!! TO BABANDO ATÉ AGORA NELA….
Eu ficaria com aquela Alfa 2300 Ti. Tenho boas lembranças deste carro; em 86 eu e meu primo lavavamos carros no estacionamento de uma grande indústria. E o Alfa era o carro do principal diretor; nós faziámos sorteio para ver quem lavava o carro, até porque a gorjeta era a melhor. Tinha também um Santana CD, um Opala Diplomata e um Del Rey Guia. Estes eram os carros da Diretoria!!! E nós ganhando uns trocados depois da aula e curtindo os carros. E o Alfa era o meu sonho de consumo.
Carros antigos sempre são bem vindos, mas uma pena que alguns não estejam totalmente originais, talvez por ainda não estarem completamente restaurados. Pelas fotos, posso citar a grade de alguns DKW, que é a grade “paralela”, com um “V” no centro, que não era original do carro. Também notei que o Simca Chambord 62 (azul e creme) está com a grade dos modelos Tufão (64 a 66).
Quanto à alavanca de regulagem do ponto de ignição: era muito útil em algumas situações. Meu primeiro carro foi um Simca Chambord 65 (saudades…), que tinha a tal da alavanca. Lembro-me de utilizar a alavanca para atrasar ou adiantar o ponto quando viajava para cidades que tinham altitudes muito diferentes da de São Paulo (700 m). Em Santos, eu adiantava o ponto, para o carro andar normalmente (caso não houvesse o recurso da alavanca, o motor renderia menos, pois o ponto estaria atrasado). Em Campos do Jordão (1.700 m), eu atrasava o ponto, para que o carro não batesse pinos. Como eu também tinha o hábito de misturar um quarto de tanque de gasolina azul a três quartos de tanque de gasolina comum, quando abastecia, a alavanca servia para regular o ponto de acordo com esta “mistura”.
Abraços
Eu diminuiria a quantidade e melhoraria a qualidade.
Não quero parecer chato, mas só gostei de um alfa GTV e 2 lambretas. Só. Estão bem cuidados, mas é um tal de tapeçaria errada como o Karmann ghia com painel feinho. Também achei uns carros meio fraquinhos, muitos carros repetidos e meio sem critério. Como coleção, não gostei.
Obrigado quem me explicou, mas naquela epoca venderam o Esplanada com essa alavanca que diziam era tecnologia de ponta mas como viviamos e ainda vivemos em total atraso tecnologico, tinhamos que acreditar na afirmativa. Valeu de qualquer forma, Sir.
Coleçãozinha de respeito.
Carros muito bonitos.
Já passei muitas vezes por essa concessionária e não sabia da existencia desse galpão.
Vou ter que fazer um “pit stop” lá, logo logo.
Alguém aqui sabe dizer algo sobre um colecionador de carros da cidade de Louveira. O nome dele é Joaquim Simões. Ele é dono de um laticinio e de frigorificos. Dizem que ele tem mais de 150 carros. Alguém tem fotos, endereço, site, ou qualquer coisa para confirmar essa informação?
Caro Paulo,
A tal da alavanca no painel não tinha ligação com o carburador, mas sim com o distribuidor. E não era nem um pouco revolucionária – muito pelo contrário ! Era uma antiguidade, herança dos Ford-bigode, e servia para avançar ou atrasar o ponto de ignição.
Traquitana altamente dispensável já naquela época, quando a quase totalidade dos carros já contava com distribuidores equipados com avanços a vácuo.
Abraços !
Uma pena nao poder ver ao vivo pois moro em Vancouver, Canada. Sao de encher os olhos. Meu pai tinha um Crysler Esplanada 1968 Azul. Esse carro era lindo e muito luxo, mas uma mecanica medonha, jamais alguem conseguiu deixar o carburador regulado por mais de 1 semana; perto do radio havia uma alvanca que revolucionou o seu tempo, que selecionava qual tipo da gasolina , amarela ou azul ou misturada, mas que era um terror. Encontrar a posicao que o carburador aceitasse e funcionasse sem morrer era uma facanha para poucos. Desgracadamente meu Pai frustousse tanto pelos pregos no meio da rua e consumo de Hummer no Iraque, que pouco depois de 1 ano de uso passou pra frente, semi-novo apesar dos sinais de ferrugem ate nos vidros. Comprou um Dodge Dart 4 portas 1970, carro que me ensinou a dirigir. Esse sim, V8 Saudade nao tem idade. Abracos.
Cadê o Iso Lele ?
Realmente deve ser incrível ver tantos carros antigos de uma vez… lugares assim possuem caracteristicas diferentes e até o cheiro remete a épocas passadas… é como se cada carro contasse uma estória diferente… o maverick e o santa matilda tem minha preferência.
Um espetáculo para os olhos.
Fantástico!
Alguns carros desses sairiam – muito – bem na foto.
abs
belo acervo, aquele maverick e
karmann guia me cairiam bem.
as lambretas sao realmente
demais.