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terça-feira, 3 de junho de 2008 - 14:06Sem categoria

nas asas

SÃO PAULO (belas cores) – Seguindo na hora da saudade aeronáutica, mais duas das fotos enviadas pelo Alfredo Gehre. Trata-se de dois DC4, um da Paraense e outra do Lóide Aéreo (demais, o nome!). Aos blogueiros caberá responder onde entra o DC4 no ranking da aviação e o que foi feito da Paraense e do Lóide Aéreo.


27 comentários

  1. Diniz Botelho disse:

    No meu blog (dinizbotelho.blogspot.com/) voces poderão saber e apreciar + da Paraense Transportes Aereos. Abraços.

  2. Manoel Soares Estrella disse:

    Meu pai trabalho na Paraense por muitos anos e quando a empresa fechou ficou sem receber nada. mas tenho alguma raridades da PTA, como fotos e o pin que era usado por tripulantes. tenho a foto do C46 que caiu no MT, queno em pleno voo caiu uma das asas.

    • André wandemberg disse:

      Caro Estrella, atualmente moro no Rio de Janeiro, mas ja morei em Belém boa parte de minha vida. Conheci a Paraense quando morei em Manaus em 1968 e quando morei em Belém cheguei ser vizinho do antigo prédio da Para ense na 20 de setembro. voce deve lembra.
      Gostaria de saber o que voce ainda tem da empresa e o que poderia enviar tipo fotos, postais, etc.
      Ficaria muito grato.
      André

  3. Ana Prado disse:

    Eu tinha quatro anos quando ocorreu o maior acidente da Paraense, o com o Hirodelle, em 1970. Lembro-me da minha mãe contar que ao que parece o piloto confundiu a calmaria na Baía do Guajará com a pista do aeroporto de Val-de-Cães. Eu gostaria muito de recuperar um pouco a história dessa companhia, desse acidente, bem como o tempo da aviação cívil na Amazônia nas décadas de 50, 60 e 70. Sou jornalista e professora, mas atualmente não moro no Brasil, mas me interesso muito pela história da aviação, principalmente, na região amazônica.
    Fátima, será que poderias me relatar um pouco do que viveste na PTA nessa época? És testemunha dessa história. Infelizmente, as pessoas da minha família que poderiam me falar um pouco mais sobre isso já morreram.
    Agradeço as contribuições por e-mail.
    Parabéns pelo site!
    Abraços

  4. Fátimaa Souza disse:

    Meu primeiro emprego foi na Paraense Transportes Aéreos em 1969 e gostaria de saber se vc sabe o endereço de alguma representação dessa empresa, pois preciso de uma declaração para requerer minha aposentadoria.

    Agradeço a atenção

    Fátima

    RESPOSTA DO FG:

    Fátima, infelizmente não tenho nenhum contato.

  5. Alexandre Armani disse:

    Já faz alguns anos, viajei para os EUA pala Loide Aéreo Boliviano (LAB), dá medo só de lembrar.

  6. Thiago disse:

    Bom, o DC-4 foi o sucessor do DC-3. Não de fato, porque não chegou nem no chinelo da história do DC-3, mas sim porque a Douglas praticamente fez um DC-3 triciclo e com 2 motores a mais.
    A SAS tinha um que fazia a rota lá de Estocolmo e vinha até aqui no RJ, e eles possuem um desses novinho em folha até hoje. Era uma viagem que durava dias e dias.
    A paraense afundou MUITO depois de um acidente com um Fairchild Hirondelle, nas imediações de Belém, em meados dos anos 70.
    E o Lóide Aéreo, senão me engano foi absorvido pela Real, que depois se juntou à Aerovias Brasil, e ambas depois foram absorvidas pela VARIG ( aqueeeela VARIG das letras maiúsculas, não essa varig de hoje)

    E concordo com o Reginaldo, gúgol não vale, tem de ser na raça..ehehe

    Abraço.

  7. Thiago disse:

    Quase esqueci, mas ainda é tempo: Existe um pássaro desse, ainda íntegro e resplandecente em sua forma, ( porém abandonado e ignorado solenemente) na cidade de Bebedouro, no museu de armas e aeronaves Eduardo Matarazzo, a representação mais bem-acabada , ao vivo e em cores, de um crime de lesa-pátria.
    Enquanto a ferrugem não corrói esse bicho ( e vai demorar tempo, a despeito da falta de preservação da história), ele permanece lá, com as cores da VASP, e foi sim, uma das aeronaves do Lóide, primo-irmão desse aí , com a matrícula PP-LFB.

    Se puderem ir lá, vale a pena, Mas pra quem se sensibiliza com essas velhas-águias APODRECENDO ao céu aberto, é de cortar o coração.

    Dureza.

  8. joaquim disse:

    Ferreirovich,

    Ao contrário da Paraense Transportes Aéreos, a manutenção dos EMB110, depois FH227 da TABA era muito boa. Sei disso pois frequentei por anos a oficina de manutenção deles. Era onde preparávamos os nossos karts Mini. Uma grande diferença também era que o Coronel Gibson Jacques era do ramo, ao contrário do pessoal da Paraense. Outra dificuldade era operar, pelo menos no início, naquelas grandes extensões amazõnicas e pistas em estado lastimável com uma aeronave de autonomia limitada como o Bandeirante. Só me lembro de um acidente grave na TABA, mas foi devido a erro do piloto, provocado pela baixa qualidade do controle em terra. Assim, acho que o epíteto não se aplica.

    Abs.

  9. Barba disse:

    Joca,

    Obrigado pelo ¨meu rapaz¨.

    Valeu garoto!

    Abs.

  10. théo do Palavrão disse:

    As outras versões seriam:

    VARIG -> Vários Alemães Reunidos Iludindo os Gaúchos

    VASP -> Vomite Aqui, Seu Porco.

  11. ferreirovich disse:

    Joaquim,
    TABA não seria Transportes Aéreos Bastante Arriscados?

  12. Sergio Stanislauskas disse:

    Alguém lembrou de uma interpretação “carioca” da sigla da PTA e me recordou uma interpretação semelhante que ouví em um show do José de Vasconcelos, comediante fino de piadas cerebrais que ficou renomado também por suas estadas em Portugal onde , é claro, contava piadas envolvendo Portugueses. Ele chegou a ser preso pois na época tinha um tal de Salazar por lá cujo “fair play” devia péssimo.. mas ele tinha um monólogo sobre empresas aéreas que envolvia as tais interpretações das siglas das empresas. Lembrem que esta interpretações eram da década de 60:
    VARIG : Varios Alemães Roubando Ininteruptamente os Gauchos….
    VASP: Você Ajuda o Sr. Pamplona, num alusão ao Brigadeiro Pamplona, presidente da VASP naquela época uma estatal paulista. Parece que o Brig. Pamplona na época era alvo de acusações de administração, digamos pouco éticas das finanças da empresa. Tinha ainda a leitura em ordem inversa das letras da sigla:
    Pamplona Sinceramente Agradece À Você.
    Não sei como ainda me lembro desta bobagem……mas lembrar do José Vasconcelos foi bom….

  13. joaquim disse:

    Barba, meu rapaz…
    O Coronel Marcilio Gibson Jacques chegou a Belém do Pará, ali pelo início dos anos 70, montando a NOTA – Norte Taxi Aéreo, com cinco Beechcraft DS-18, antiquissimos. Cheguei a voar num deles por 28 dias – como já comentei no post sobre os Viscount – quando estávamos estabelecendo os pontos de apoio de terra para a TABA. Com a criação da aviação aérea regional – dizem que para dar saída no EMB110 Bandeirante, pois parece que o equipamento era meio obrigatório nessas companhias – foi aberta a TABA – Transportes Aéreos da Bacia Amazônica. Era muito amigo dos filhos do coronel, Bruno e Alexandre. A turma sacaneava os dois dizendo que a sigla da companhia era Transportes Aéreos Bruno e Alexandre.

    Abs.

  14. Fernando Honda disse:

    Impressionante como o Layout das pinturas de antigamente são todos iguais.

  15. Barba disse:

    Meu pai trabalhou no Lóide, era mecânico, e antes da sua venda para a Vasp, que creio ter sido no final de 64 ou início de 65, comprou a NAB (Navegação Aérea Brasileira).Esta compra deve ter sido por voltade 61/62. Os dirigentes do Lóide eram os Brigadeiros Gibson e Lagares, que junto com o meu pai estiveram, como pilotos, na 2ª Guerra na Itália pelo heróico 1º Grupo de Caça.
    Me lembro de uma história que meu pai contava do Gibson, que certa vez , dia de sol forte, ao olhar pela janela de sua sala viu um avião no pátio para manutençãocom dois mecãnicos debaixo da asa. Como só era possível ver as pernas dos mecânicos, concluiu que estavam conversando e coçando o saco aproveitando a sombra da asa. Desceu para dar esporro e encontrou os dois trabalhando em um dos motores do DC-4.
    Em tempo, os escritórios e area de manutenção eram onde hoje fica o estacionamento do Santos Dumont.

  16. Théo do Palavrão disse:

    A sigla da Paraense – PTA – , segundo meu pai, significava “Pobre também avoa” !!!!

  17. Jayme Fonseca disse:

    Loide Aéreo Nacional (1947-1962)
    O Lóide surgiu em 22 de dezembro de 1947 como Transportes Carga Aérea S.A. Em agosto de 1949 foi reorganizado, adquirindo sua designação definitiva e reiniciando operações com nove Curtiss C-46 Commando. Nos primeiros meses após sua reorganização, o Loide formou um consórcio com a LAP – Linhas Aéreas Paulistas e com a TABA – Transportes Aéreos Bandeirantes (nenhuma relação com a TABA – Transportes Aéreos da Bacia Amazônica). A empresa cresceu rápido e já em 1959, contava com uma frota de 19 C-46, quatro Douglas DC-6A e voava para todos os estados brasileiros, exceto Mato Grosso. Os negócios do Loide começaram a piorar em 1960, obrigando-o a iniciar uma guerra de tarifas. A drástica medida não foi suficiente para salvar a empresa: em 1962, ela foi comprada pela VASP. Paraense Transportes Aéreos (1952-1970)
    A Paraense foi fundada em 22 de fevereiro de 1952 em Belém, PA, e iniciou suas operações com um anfíbio Consolidated PBY-5A Catalina. Até 1957, a empresa só transportou carne em vôos não regulares, mas, com a aquisição de dois Curtiss C-46 naquele ano, começou a transportar passageiros em vôos regulares rumo ao sul. A segurança de vôo da Paraense deixava muito a desejar. Entre 1957 e 1958 foram comprados oito C-46, mas nenhum deles voava no final de 1965, devido principalmente a acidentes. Em 1968, a Paraense recebeu oito Fairchild Hiller FH-227B, chamados na empresa de Hirondelle. Após um ano de uso, alguns dos turboélices já estavam fora de serviço por falta de manutenção. Em 1970, a moderna frota estava reduzida a dois aviões, um deles em revisão nos Estados Unidos. O governo cassou em definitivo o certificado de operação da Paraense em 29 de maio de 1970. Fonte JetSite GB

  18. Fernando Honda disse:

    A paisagem do aeroporto Santos Dumont é uma das mais belas de todo o planeta. E ao fundo, o colégio naval. As Cias aéres ñem me atrevo a dizer o que aconteceu. A não ser se eu der uma pesquisada na Wikipedia…

  19. Eric disse:

    Deixo para os mestres Regi e Joca responderem.
    Não manjo quase nada de avião.
    Só sei que domingo voei em um A-320.

  20. reginaldo nat rock disse:

    Pesquisar não vale.
    Pelo que me lembro ( e era bem molequinho) elas se fundiram para formar a Real Aerovias Brasil, ou Lóide Aereo Brasileiro, algo assim.
    Se não for isso e alguém lembrar, ou for no santo google ou na wikpédia, agradeço a informação.
    Os DC4 substituiram os DC3 em rotas mais procuradas e teve seu peso importante também na ponte aérea, alias, invenção informal dos brazucas, depois imitadas no mundo todo em rotas curtas e muito disput.adas.

  21. Peixe Voador disse:

    o DC-4 revolucionou o transporte aéreo. Não sei muito bem porque, mas revolicionou.
    Agora.., Lóide Aéro.., O melhor nome que eu já vi pra uma companhia aérea.

  22. Lauro Mello disse:

    O que eudescobri de ambas, pesquisando no http://www.jetsite.com.br foi o seguinte:

    Loide Aéreo Nacional (1947-1962)
    O Lóide surgiu em 22 de dezembro de 1947 como Transportes Carga Aérea S.A. Em agosto de 1949 foi reorganizado, adquirindo sua designação definitiva e reiniciando operações com nove Curtiss C-46 Commando. Nos primeiros meses após sua reorganização, o Loide formou um consórcio com a LAP – Linhas Aéreas Paulistas e com a TABA – Transportes Aéreos Bandeirantes (nenhuma relação com a TABA – Transportes Aéreos da Bacia Amazônica). A empresa cresceu rápido e já em 1959, contava com uma frota de 19 C-46, quatro Douglas DC-6A e voava para todos os estados brasileiros, exceto Mato Grosso. Os negócios do Loide começaram a piorar em 1960, obrigando-o a iniciar uma guerra de tarifas. A drástica medida não foi suficiente para salvar a empresa: em 1962, ela foi comprada pela VASP.

    Paraense Transportes Aéreos (1952-1970)
    A Paraense foi fundada em 22 de fevereiro de 1952 em Belém, PA, e iniciou suas operações com um anfíbio Consolidated PBY-5A Catalina. Até 1957, a empresa só transportou carne em vôos não regulares, mas, com a aquisição de dois Curtiss C-46 naquele ano, começou a transportar passageiros em vôos regulares rumo ao sul. A segurança de vôo da Paraense deixava muito a desejar. Entre 1957 e 1958 foram comprados oito C-46, mas nenhum deles voava no final de 1965, devido principalmente a acidentes. Em 1968, a Paraense recebeu oito Fairchild Hiller FH-227B, chamados na empresa de Hirondelle. Após um ano de uso, alguns dos turboélices já estavam fora de serviço por falta de manutenção. Em 1970, a moderna frota estava reduzida a dois aviões, um deles em revisão nos Estados Unidos. O governo cassou em definitivo o certificado de operação da Paraense em 29 de maio de 1970.

  23. Lauro Mello disse:

    E já ia esquecendo: para detalhes da história do DC-4, acessem
    http://www.jetsite.com.br/2006/mostra_aeronave.asp?codi=92

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