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sexta-feira, 14 de novembro de 2008 - 14:38Automobilismo brasileiro

QUEM SE LEMBRA?

SÃO PAULO (puxem pela memória!) – Lá em Londrina, num dos nossos jantares, o Alfredo Gehre, piloto de Dodginho (pobre Dodginho, Meianov vem aí!) e apaixonado por DKWs, contou a história das “Mil Milhas Mirins”. Tratava-se de uma corrida de carrinho de rolimã descendo a avenida Rebouças, a molecada alucinada, e ele participou. Tinha algo a ver com as Mil Milhas de verdade, promoção, algo assim. Só que o Alfredo não encontra registro algum em lugar nenhum.

O pessoal que mora pelos lados dos Jardins, Pinheiros, Consolação, Pacaembu, Cerqueira César, Sumaré talvez se lembre. E se alguém lembrar, ou tiver algum recorte, foto, qualquer coisa, está convocado a contar aqui!

9 comentários

  1. disse:

    Antonio, e quem foi jogado Rebouças abaixo com o Patrocinio da prh9- radio bandeirantes? Belos bonés vcs usavam!!!
    Eric, matusa é seu fusca.

  2. Antonio José disse:

    No início era chamada “corrida de carros de caixote”, porque os moleques daquela época faziam muitos com caixas de madeira de feira para descer ladeiras. Depois a prova evoluiu um pouco e permitiu carros um pouco mais caprichados.

    Participei de uma delas com um bem preparado, era um carro que meu pai ajudou a construir em madeira leve num formato que se assemelhava a um foguete (com bico e tudo) e que acabou ficando muito parecido com os F1 atuais.
    A “máquina” foi pintada de amarelo e azul com o logo da Gincana Kibon, antigo programa da TV Record aos domingos, que patrocinou o carro. É mole? (Já parecia um Copersucar).

    O bicho tinha rodas de madeira torneadas com aros externos de aço (em lugar de pneus) e buchas metálicas ajustadas sobre os eixos. Isso permitia uma rolagem muito mais solta e o resto dependia muito do embalo que a gente dava movimentando o corpo para frente e para trás.

    A largada era dada com os carros colocados numa grande rampa de madeira para facilitar a “arrancada” e ganhar velocidade nos 1.000 metros Rebouças abaixo tipo – ’seja o que Deus quiser’. E a prova era composta por duas baterias.

    Larguei bem na primeira e venci legal, cheguei lá embaixo bem à frente do segundo colocado. Mas, na segunda bateria me enrosquei com um cara na metade da ladeira e ‘fui prá galera’ no canteiro central da Rebouças. Acidente digno das melhores pistas Européias, coisas do esporte, fazer o que?

    Ganhei uma medalha por ter vencido uma das baterias e tenho fotos em algum baú do arco da velha.

    Agora, antes que alguém diga, Matusa é a mãe!

  3. Saulo Agostinho disse:

    Flávio,

    Eu me lembro de corridas de velotrol no Kartódromo…

  4. disse:

    Resumo da ópera.
    Alfredo, temos um problema!
    Estamos na mão do Hugo Chaves, para vc. ter em mãos recortes e fotos de quando era pequenininho………
    Pode acreditar hahaah, estava este material em Londrina, o Bepe autografou parte e certo blogueiro levou para casa a fins de ler.
    Só que liguei agora para o dito cujo, e ele todo feliz: Dú, vc. é o primeiro que me liga aqui em Caracas, acabei de chegar!
    Só terça……… Isso se não grampearam o telefone, sabe como é o Chaves.

  5. disse:

    Tá brincando que o Alfredo tá nas fotos?
    RR, Mais um fio da meada.
    Alfredo, eram charutinhos………….

  6. Rodrigo Ruiz disse:

    Já vi com um amigo alguma coisa sobre Mil Milhas Mirins, mas não lembro onde eram.. vou ver com ele se era isso mesmo….

  7. Gustavo disse:

    Flávio,

    Nesse sábado vai ter mais uma edição do GP Poli de Rolimã, na rua do Matão dentro da Cidade Universitária.
    Se estiver livre apareça por lá.

    Abs

  8. Arthur Cerri disse:

    Esse lance de Mil Milhas mirins, uma vez eu li algo sobre isso, se não em engano o Emerson tinha corrido e ganhando.Onde li falava de rodinhas de madeira nos carrinhos!

  9. Eric disse:

    Essa eu espero os mais velhos para ler…..devia ser um show….

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