MENU

sexta-feira, 15 de maio de 2009 - 14:57Automobilismo brasileiro

FALA, BIRD

SÃO PAULO (nunca é demais) – Ótima entrevista com o Bird Clemente pode ser lida no site da Universidade Metodista, feita pela Camila Bevilacqua, estudante de jornalismo. Isso é o que se espera de futuros profissionais da pena e do teclado. Apareceu uma pauta, vai lá e fala com os caras. No caso, o I Fórum de Automobilismo promovido pela FEI, que terminou ontem em São Bernardo do Campo e foi organizado pelo professor Ricardo Bock, um dos grandes caras do mundo acadêmico da engenharia mecânica.

Leitura recomendada por este velho blogueiro. O Bird é demais.

25 comentários

  1. Rodrigo Duarte disse:

    Parabéns ao Bird, excelente entrevista. E só como curiosidade, cheguei a fazer Jornalismo na Metodista, é uma boa universidade. Mas parei na metade e fui fazer História, coisas da vida.

  2. José Luiz disse:

    Parabéns Camila pela reportagem e para quem viu esses grandes pilotos brasileiros, hoje é só saudade e recordação.
    Quanto ao meu padrinho Bock, essa iniciativa somente poderia ser sua idéia.

  3. agenor disse:

    ESSE DEIXAVA OS OPALEIROS…FULO DA VIDA..OS MAVEKA…ANDAVA MAIS ..MSA O BRAÇO DESSE ERA DOIS SEGUNDO POR VOLTA….BONS TEMPOS……DOM GRECO….DEVE ESTAR RINDO………………………………….

  4. Alexandre Magnos disse:

    A última resposta ecoa pelos pits da F1…

  5. disse:

    Takuma, e está sendo feito.
    Por isso que esta galera toda está se reunindo e mostrando aos jovens como se iniciou o Automobilismo no Brasil.

  6. Carlos "Takuma" Sato disse:

    Confesso que não conhecia essa turma tão bem. Foi lá no forum que finalmente descobri a história toda. Enfim, fiquei um viciado no assunto, ja encomendei o livro do Bird, peguei autógrafo no meu capacete, dele (Bird) e do Alex Dias Ribeiro. Animal, nunca imaginei que um dia na minha vida, bateria papo com pilotos tão importantes, foi muito legal.

    2 observações a respeito do assunto:

    1 – Achei muito bacana a presença dos contemporâneos do Bird no evento, uma turma unida, alegre, simples e lotada de histórias e conhecimento. Pilotos, mecânicos, designers, amigos. E uma boa parte da nova gerção também estava lá, o que tb achei muito legal.

    2 – Fiz uma breve pesquisa no meu serviço, com pessoas acima dos 50 anos. Perguntei se eles já tinham ouvido falar em Bird Clemente, Chico Lameirão, Luiz Pereira Bueno, Alex Dias Ribeiro, e por aí vai… o resultado foi decepcionante… Mas ainda dá tempo de se fazer alguma coisa…

    Abraços

  7. Rodrigo disse:

    nada a ver com o Bird….. mas me veio na cabeça o Rubinho nessa idade, imagine a quantidade de pérolas que não terá soltado até essa idade? será se estará reclamando o shumi e o button ainda? Ou reclamando que o filho dele não foi escolhido na ferrari porque foi por causa dele hoje? hehehe

  8. Antonio Seabra disse:

    Ave Bird !
    Quem viu o Bird guiando, viu tudo.
    Quem não viu, tem de, pelo menos ler o “Entre Asese e Reis…”

    Antonio

  9. Cesar Bruno disse:

    Um a empresa como a Ferrari nunca pode blefar,senão…
    Vai cair no ridículo!

  10. Claudio Ceregatti disse:

    Soube do ocorrido no finalzinho da tarde, mãos sujas de solda de alumínio, fechando o cambio protótipo do Formula 500 que está em vias de nascer.
    A Carolina ligou, minha filha que nasceu primeiro.
    Leu pra mim a chamada do Grande Premio. Desabei no ato.
    O coração batia no pescoço, uma alegria louca misturada com emoção, orgulho e surpresa.
    Meu sobrenome não foi citado, só o da Vera. É por esse nome que minha filha, a que nasceu depois, é conhecida.
    Pois foi o Alan “Bandeira Preta” que chutou o balde, lá de Floripa, abrindo pra todo mundo quem é a tal estudante de jornalismo, elogiada por um Profissional de fato como o FG.
    Pois das seis da tarde até agora, encontro-me em estado de graça – e nem poderia ser diferente.
    Se dei uma força? Claro que dei.
    Ligando para o Bird e pedindo “uma exclusiva”, como ela insistiu que fizesse. Missão que cumpri com óbvio prazer.
    E depois dirigindo de São Bernardo até a casa dele, lá na Granja Vianna. E com hora marcada, pois tinha outra pauta às seis da tarde e não tinha carro pra levar…
    E foi só. Nenhum pitaco no texto, que só li depois de publicado. Nenhuma dica ou orientação. Nada.
    Ao Mestre Bird, perguntou o que sempre pergunta a mim e a outros doidos como eu. E por ser a versão on line do jornal, saiu o resumo do resumo, pois foram quarenta minutos de histórias saborosas. Que ela captou com um sexto sentido feminino cada nuance.
    Na volta, disse que “os seus olhos brilham como os de Bird”, entendendo de uma vez por todas essa estranha paixão que nos une a todos, meninos brincando de carrinho, independente da idade e da história.

    Depois disso tudo, FG, o que mais dizer?
    Agradeço de coração, falando de pai para pai. Nós pobres meninos que jamais seremos mães compreendemos. Nós que nunca crescemos, sabemos.
    Não poderia estar mais pleno de felicidade, Flavio.
    O presente que ganhei é maior que o autorama da minha falecida madrinha.
    Maior que o ingresso da primeira prova de F1 em 1972, que meu pai com sacrifício comprou.
    Flavio Gomes, voce hoje apertou meu coração com suas mãos, uniu ainda mais pai e filha, profissão e família, sonho e realidade.

  11. Romeu disse:

    Mais uma bela entrevista do “Ás e Rei de Interlagos”, nosso querido Bird.
    E parabens a Camila que fiquei conhecendo no recente evento da FEI, pela entrevista e por nos dar mais uma oportunidade de ouvir mais um pouco das histórias vindas do Mestre das entortadas.

  12. Tortugo disse:

    Opinião não precisa necessariamente ser ofensiva para ser expressada,certo? Portanto, não me metam o pau por por dizer o que será lido nas linhas abaixo. Não tenho intenção nenhuma em ofender ninguém.

    Achei a entrevista fraca. Se for uma introdução ou mesmo amostra grátis de u’a matéria mais extensa, tudo bem. Se não, então precisa melhorar.
    Para o público leigo, que não tem idéia do que é corrida de automóvel, fica a desejar na medida em que não esclarece bem quem é esse monstro sagrado que é o Bird.
    E para o povo mais iniciado, não contou nada que já não soubese.
    Foi uma entrevista convencional, nada mais que isso.

    Porém, espero sinceramente que essas minhas palavras apenas “provoquem” a Camila e a incentivem a ser cada vez melhor na carreira que escolheu. Forza, Camila!!!

    Um abraço.

    Daniel Michel MARGOTTI

  13. Alexandre Gomes disse:

    Salute Bird!

  14. Cardoso Filho disse:

    O Bird sempre foi um ídolo. Adorava ve-lo correr no limite das derrapagens, e, não usual até hoje, usava óculos. Eu, míope, me sentia realizado em ver um piloto usando óculos e ganhando corridas.
    Abraço a todos e continuem felizes

  15. Luiz Fernando Bocaina - sp disse:

    Flavio baixar 4 segundos para um corvete de DKW não é pra qualquer um…….
    Isso sem falar que Bocaina – sp é a cidade onde mora o irmão do Bird o Nilsom q ja foi companheiro dele na época do Maverick em Interlagos, abração Luiz Fernando Moscardo

  16. Edilson Vieira disse:

    Eita, me emocionei com essa história de “motor alegre”. Quanto carros com ” motor alegre” vc já pilotou? Quem experimentou a sensação, sabe. E quanto a andar de lado nas pistas, me lembrou o filme “Carros”, da Pixar, quando o velho Cadillac ensina como se faz a manobra ao novato Pontiac, Relâmpago McQueen….

  17. disse:

    A Jovem Pan vive mudando o link, não entendo o motivo.
    Entrevista do Bird.
    http://jovempan.uol.com.br/media/online/index.php%3Fview%3D22419&categoria%3D149&page%3D4
    FG, uma pergunta: O direito autoral é do entrevistado, do fotografado, ou dos autores da matéria?
    Exemplo das centenas de fotos do Luizinho que existem na internet, ou dos desenhos comercializados com a imagem dele.

  18. Eric disse:

    Sensacional…ele falou exatamente o que falou ao vivo um dia no farnél….
    “era um motor alegre”…..demais….

    E andar de lado,era praticamente obrigatório com pneus linguiça….mas ele fazia a manobra com maestria.

  19. pedro afonso scucuglia disse:

    Eu sou fã do Bird desde que eu comecei a escrever sobre automobilismo, em 66/67, na Folha de Londrina. Tô comprando uma Berlineta, vou pintar de amarelo e colocar o número 22 em homenagem a ele. Ave Bird!
    Aliás, com um nome desse, o Clemente só podia mesmo voar!

  20. Rogério Magalhães disse:

    É… o Ceregatti tinha lançado umas pegadas por aqui quando falou do auxílio à filhota na entrevista com o Bird… e a herdeira da linhagem do Comendattore mandou bem, entrevista direta ao ponto. E acho que, se fosse deixar o Bird falar e falar e falar, o Rudge Ramos Jornal ia precisar de suplemento especial (aliás, uma boa dica de proposta, de um especial sobre os pilotos das antigas, acho que os professores iriam gostar)…

    Aliás, saudades do RRJ, saudades dos meus tempos de Metodista, de fazer matéria para o jornal, tempos que a Metodista ainda tinha máquina de escrever no laboratório de jornalismo, início da migração para os computadores (parecia um matuzalém quando voltei brevemente ao curso 10 anos depois e contava pra molecada como era aquela sala onde estavam aqueles micros modernosos)… um dia talvez eu volte para lá, para enfim terminar a saga iniciada em 1995, hehehehehe…

  21. Alan Bandeira Preta! disse:

    Bom pessoal! Acabei de avisar a Carolina Ceregatti (filha também) que acabou de falar com a Camila, pra dizer que ninguém sabia existia parentesco! Então ela apareceu aqui por pura competência e não por intermédio do paizão coruja! (que já derramou algumas lagrimas de felicidade e orgulho).

    Abraço a todos!

  22. Antonio Parras disse:

    Gostei da entrevista. Já tinha visto e ouvido o Bird Clemente no Linha de Chegada, do Reginaldo Leme, no Sportv. Lá ele falou também sobre entrar com o carro escorregando nas curvas, como fazia na época. Fantástico. Exige muito “braço” e coragem. Bela lembrança, Flavio.

  23. Alan Bandeira Preta! disse:

    Ual!!
    Quase caí da cadeira! Camila Bevilacqua, que na verdade tem CEREGATTI no nome também!

    Ótima guria! Ótima redatora. Vale todas os parabéns e elegios.

    Dalhe camila!
    Bjão!

  24. eduardo azevedo disse:

    Flavio o Piquet nunca foi companheiro do Bird.

    RESPOSTA DO FG:

    Você entendeu. Companheiro de ofício, foram contemporâneos.

  25. disse:

    O Bird é o cara! Louco geral. Porta Voz dos Ases e Reis de Interlagos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>