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SÃO PAULO (novidades daqui a pouco) – Blogar do restaurante é mesmo o fim dos tempos, mas vamos lá. Importante a confirmação da Sauber para a vaga da Toyota no Mundial, definida agora há pouco pela FIA. Acho que vai parar por aí, 13 equipes, as oito remanescentes deste ano, mais cinco novatas, Sauber inclusive. A Toyota saiu tão às pressas que não houve tempo para negociar a venda da equipe com alguém. Vaga morta, resta saber o que será feito da enorme estrutura do time em Colônia, na Alemanha. Um fim melancólico para os japoneses.

Acabamos de almoçar com Bruno Senna, Adrián Campos e mais alguns representantes da Campos Meta. Mais tarde faço um resuminho desse bom encontro aqui no blog. Agora preciso sair para gravar para o “Limite”. Mas deixo apenas uma frase de Campos, o dono do time: “Se Max Mosley não tivesse aberto a porta para as equipes novas, a F-1 teria hoje oito equipes. Ou menos. Está começando uma nova geração de equipes na F-1”. É fato. E o “ou menos” de Adrián fica por conta da iminente deserção da Renault.

Mais tarde eu volto.

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J. Alves
J. Alves
12 anos atrás

Hm… Eu suspeito que Max Mosley já sabia que a galera iria bater em debandada no fim desse campeonato, e por isso abriu as inscrições naquela época… Nem digo que ele suspeitava, não. Deve ter recebido o alerta das equipes, “ó, se vira aí que a gente não passa dessa temporada”. Lembro que tinha gente falando que tava uma loucura, possibilidade de 14 ou 15 equipes, muito carro. Eu mesmo não estava pensando que uma penca de equipes abandonaria (a Renault está passando a vaselina já faz um tempo…), mas no fim aquilo deu nisso.

Rodrigo Meira - Niterói RJ
Rodrigo Meira - Niterói RJ
12 anos atrás

É a volta do Carro número 27.

Show

Clezio Soares da Fonseca
Clezio Soares da Fonseca
12 anos atrás

No meu ponto de vista (míope e estrábico), esse novo ano de 2010 pode ser como nos filmes hollywoodianos, eu explico: essa fase talvez seja o 1º ponto de virada do enredo após a apresentação e início da trama, que começou com a era do Max Mosley. Agora é só aguardar o desenrolar da história onde haverá muitos conflitos e quem sabe com a era Jean Todt comece o 2º ponto de virada. Só espero que não tenha o mordomo que será o assassino da categoria, mas que tenha uma Campos que vença no final e o público um a um comece batendo palmas e todos fiquem felizes até o próximo episódio na sessão da tarde.

CESAR FLORINDO
CESAR FLORINDO
12 anos atrás

Amigo, esse almoço é o mesmo do Fabio Seixas? Gostaria da sua opinião sob a fala do Campos sob Alonso e Massa.

www.blog-do-tiozao.blogspot.com
12 anos atrás

Acho que a F1 será melhor assim.
Só temo que essas novatas fiquem muito longe e não haja competitividade.

Paulo Franco
12 anos atrás

Para ficar bom mesmo, eu sonharia com a volta da Jordan.
Aquela equipe tinha a cara da verdadeira F1.
A mesma cara das equipes do Ken Tyrrell, da Ligier, da Lotus do Chapman, etc…
Deles só ficou a Williams, mas quem sabe se as coisas não voltam ao normal agora.
O envolvimento das fábricas deveria ser com campeonatos como o extinto Mundial de Marcas.
Ali cabiam estratégias de corridas visando dobradinhas, com pouca importância ao desempenho dos pilotos, por exemplo.
A F1 tem que ser um campeonato de construtores, algo mais artesanal, perfeccionista, sem grandes preocupações com imensos hospitality centers, declarações de R.P.s; aonde não cabem interferencias de deptos de Marketing, retorno de budgets anuais, etc e tal..
Essas coisas são pertinentes às grandes fábricas, conglomerados industriais de grande escala que devem mesmo cuidar dos seus acionistas, dar empregos, lucros, investir em tecnologias ligadas ao consumo, segurança, uso de novas fontes de energia, blablabla….
Acho que no máximo elas deveriam fornecer motores, e só!

Kamen Rider Den-O
Kamen Rider Den-O
12 anos atrás

“Aí sim, fomos surpreendidos novamente”

ZAGALLO, Mário Joge Lobo.

Olegário
Olegário
12 anos atrás

Isso por que das remanescentes, Mclaren, Willians, Red Bull, Toro Rosso e Force India não são montadoras (ou seja, de montadora mesmo só Ferrari-Fiat e Mercedes… Ponto pro chicotinho)

Eu sei que isso não tem a MENOR relevância… mas: A Prodrive (ou quem quer que entre no lugar) correrá com o 11 e 12?

e pra onde vai o Robert K. nessa história? (PS: é bom o Di Grassi não perder a vaga pro Carroll agora…)

Fabiano Lacerda
Fabiano Lacerda
12 anos atrás

Alguns meses atrás a F1 estava dividida,fadada ao ostracismo. Uma bagunça total,uma tremenda politicalha.Um campeonato com 13 equipes,excluindo essas pragas que defecam pro esporte em si,com tantos bons pilotos em carros competitivos,( até a página 2 ),significa que a categoria saiu realmente no lucro.

E para quem não vive sem esse circo,é muito bom….

Alex Martins
Alex Martins
12 anos atrás

Flavio, é muito legal esses garagistas todos entrarem e tocarem os projetos. Mas acho que poderá haver um abismo de desempenho entre Ferrari, Mclaren, Mercedes e o resto. E isso aumentará ainda mais outro abismo, o financeiro. Acho que seria uma analise valida a ser feita, uma vez que o teto orçamentário não passou.

Alexey Karpov - Novo Hamburgo
Alexey Karpov - Novo Hamburgo
12 anos atrás

Eu só quero saber é de como vão ficar a pintura das baratas!
McLaren vai de laranja? Sauber volta ao azul com amarelo? E as novatas? Sou do tempo em que os carros eram coloridos, tinham números vizíveis e com muitos patrocínios e em função disso, os carros eram multicoloridos. lembram da primeira jordan de Barrichello? Das Bennetons amarelas de Piquet e Schumacher e depois a verde com muitas cores de 94.
Espero que as novatas sejam mais ousadas com seus patrocinadores.