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quarta-feira, 29 de junho de 2011 - 16:02F-1

1.6, V6, TURBO, 15.000 RPM

SÃO PAULO (definiu) - Essa será a configuração dos motores da F-1 a partir de 2014. As fábricas terão dois anos e pouco para desenvolver novos V6 de 1,6 litro, turbo, com regime de RPM aparentemente limitado a 15.000 (menos do dobro do que vira o Meianov). O projeto inicial, para 2013, de motores de 4 cilindros em linha foi para o espaço. Valeram as pressões da Ferrari e da Mercedes. Os detalhes estão aqui.

20 comentários

  1. Thiago Henrique de Carvalho disse:

    L4 1.6T vai dar uma levantada na F1, sair um pouco do “mais do mesmo”, mal da Indy, pra inovar um pouco na tecnologia, as equipes vão ter menos margem como tinham no V8, com certeza novas tecnologias sairão desse mudança, mudança bem pensada…

  2. Luiz disse:

    Esses motores terão 2000cv porra! Terão que ser teleguiados.Sou a favor do 1.6 sem turbo. A F1 já andou de 1.5 V8, e era o melhor ronco do mundo.Alguns como eu, acreditam que era a melhor fase da categoria.

  3. Evandro Garcia disse:

    Penso que na F-1 o ultimo pensamento deve ser a economia,o ecologicamente correto,senão daqui a pouco vão fazer motor de bambu,discos de freio em argila,pneus com sola de sapatos reciclada,chassis em litrão reciclado ou caixa de leite reciclada,a formula 1 é o top do esporte a motor,algumas economias como a duração dos motores são boas idéias,mas se tudo que for feito na F-1, for feito pensando só no ecologicamente correto o esporte vai acabar sendo completamente desfigurado,vai perder toda a caracteristica,que voltem os motores V6 turbo e também o efeito solo,para que os carros voltem a fazer curvas lado a lado ou colados na caixa câmbio sem perder a frente,isso sim é o que a maioria quer!

  4. leandro 440 magnum disse:

    Acabei de ver o fim do reinado da Audi em Le Mans ,Porsche confirma o desenvolvimento de um LMP1 para 2014…

  5. leandro 440 magnum disse:

    Indy com 2.4V6 turbo e F1 com 1.6L4 turbo?Até parece…
    Do jeito que a F1 gosta de demonstrar que é melhor que outras categorias,reduzir para um motor que a colocaria atras da categoria com a qual ela tem preferencia de se comparar(ninguem na Indy se importa com a F1),seria um antimarketing contra si .
    Agora um V6 seria bom para a Fiat que poderia lançar um motor Dodge para Indy em 2012 ou 2013 e com isso ganhar alguma experiencia para desenvolver um Ferrari para a F1 em 2014.
    Igual ao que a propria Mercedes-Benz fez com os Ilmor na decada de 90.

  6. Marcelo disse:

    Abandonos por quebras, ou perda drástica de rendimento durante a corrida voltarão. Com turbo não tem essa “coisa” de ter que durar 2,3 corridas, mas e os custos, não aumentarão?

    Gomes o que vc acha disso?

    http://colunistas.ig.com.br/victormartins/2011/06/28/dos-campos-para-as-pistas/

    Jogador Denilson vai correr de moto em categoria 1000 cc, vc que é do meio sabe dos riscos, acha bom ou ruim?

  7. Maurício MV. disse:

    Enfim as maravilhas turbo voltarão à F1. Nunca deveriam ter saído.

  8. samuel disse:

    Eu só achei que eles poderiam ter escolhido o motor de 1.8 em vez de 1.6. Qualquer motor de golf gti 1.8 bate estes da F1 .

  9. Luciano Martinelli disse:

    Isso tudo é para economizar combustível, diminuir os custos, tornar a F1 ecologicamente correta e o cacete…só que ninguém está preocupado com essa gastança de pneus, em cada corrida, os pilotos fazem tres, quatro ou mais trocas, se repararem bem, as curvas ficam cobertas de borracha, por que não varrem a pista toda e reciclam todo esse material ?

    • Sassá Mutema II disse:

      Olha só: Estima-se que CADA pneu farofa da Pirelli deixa, em média, 1,5 Kg de borracha na pista durante seu ciclo.

      Em um GP em que cada piloto faça, também na média, três pits, chegaremos ao fantástico número de 432 Kg de borracha largados na pista. 432 Kg de um material poluente, não bio-degradável, com pouco uso em reciclagem. Um produto que pode ser levado pela enxorrada para cursos de água (GP do Canadá) ou mesmo comprometer a fertilidade do solo.

      Isso sem falar na mão de obra e custo para limpar – se é que se limpa – os circuitos depois de cada GP.

      Só pra dar uma idéia do tamanho do absurdo, o peso de um pneu desses, novo, é de mais ou menos oito quilos. A quantidade de borracha na pista é equivalente a 54 pneus novos, o que na nova lógica da F1, daria pra calçar cinco carros por um GP.

      Kers? Ótimo.
      Motores menores? lindo.
      Preocupação com o meio ambiente? Faz-me rir.

  10. alex disse:

    Engraçado: se voltarmos ao final de 1986, quando se decidiu pelo fim dos motores turbo o panorama era o seguinte: alguns turbo já atingiam mais de 1000HP de potência, o que foi considerado um fator de risco para os pilotos, devido ao consequente aumento da velocidade.
    O desenvolvimento de motores turbo atingira um custo altíssimo, dezenas de vezes maior do que se gastava no inicio da década de 80, quando os motores aspirados Cosworth V8 3.0L dominavam. Então, para redução de custos, aumento da segurança e aumento da competitividade, decidiu-se banir os motores turbo a partir de 1989.

    E, agora, em uma situação de crise mundial onde o problema dos custos é infinitamente pior, eles vão voltar aos turbo???
    Com uma evolução tecnológia de 25 anos que vai trazer certamente motores muito mais potentes que em 1986 (portanto maiores riscos) a decisão é voltar aos turbo???? Definitivamente querem acabar com a F-1.

    • Luiz Morais disse:

      Acontece que na década de 80 os motores passavam fácil de 1000cv e duravam um treino ou uma corrida no máximo! Hj as regras definem que o moor deve durar no mínimo dois eventos, contando treinos e corrida. Só isso já faz com que tenham que diminuir a potência, a pressão do turbo e consequentemente os custos. Os custos absurdos da década de 80 eram gerados somente pelo uso de tantos motores na temporada e não pq a configuração era mais cara. O Senna mesmo, dizem, faliu a Toleman pq usava 5 motores num fim de semana, multiplica-se por 20 corridas, são 100 motores na temporada, hj usam-se 8.
      Vem em bom tempo a decisão de usarem esses motores.

  11. Flavio Bragatto disse:

    Imagino um V6 1.6 litros… deve ser super-compacto e leve! Imagino isto no futuro também.

    Acho que é uma boa para a Renault que tem dominio com motores pequenos de alto desempenho entre os fabricantes atuais.

    Agora… será um prato cheio para a VW entrar no bolo e posteriormente, o retorno da Honda, Toyota e também Nissan… os japoneses são os melhores com motores turbo pequenos.

    Eles deveriam liberar as configurações boxer. Ja pensou? Porsche e Subaru???? Acho que vai ser ótimo. Melhor do que 4cc.

  12. Antonio disse:

    Sendo para a bagaça deixar de ser chata do jeito que tá, dependendo de engenheiros mágicos que tiram milésimos sabe Deus de onde, tou dentraço. F1 tá chata pra caralho, só dá alemão ganhando pô.

  13. Sassá Mutema II disse:

    Flávio, o que eu acho engraçado nessa história é que nos anos de ouro da f1, aqueles que todo mundo relembra, com Senna, Piquet, Mansell e o caralho, qual era a configuração dos motores vencedores, senão turbo com 4 cilindros em linha, com 1.400 cc? Tudo bem, esse era o BMW. Mas e o Renault do Prost não era V6, 1.500 cc? E o honda de Prost e Senna 1500 cc, configuração V6?

    Feio pra mim é o barulho desses motores V8, não têm aquele agudão clássico.

  14. Saulo Caridade disse:

    Ola FG,

    Não vi nenhum comentario sobre a participação da Mclaren nesse assunto dos motores. Desde o inicio da polemica, para mim pelo menos, estava claro que os V6 seriam os vencedores, já que a Mclaren já tem o seu motor V6 instalado no seu novo carro de rua, o 12C, o Martin Whitmarsh é o responsavel técnico deste assunto junto aos construtores. Pode esperar a Mclaren anunciando em breve que correrá com motor proprio.

    • Maxwell B. Medeiros disse:

      Mas eles tem contrato com a Mercedes até 2016. Não faz sentido trocar de motor agora.

    • Elizandro disse:

      O motor da Mclaren 12C é V8 3.8 Biturbo projetado por ela e fabricado pela Ricardo.

      E motores de rua não tem nada, absolutamente nada a ver com motores de F1, um motor Mercedes de F1, não traz nada em comum com os motores que chegam a F1 exceto os amplos estudos de materiais e tecnologias de forja destes.

      Acho que a F1 perdeu a chance de voltar a trazer algo de novo para as ruas, motores de 4 cilindros em linha poderia desenvolver mais o downsizing.

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