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Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

65 Comentários

  • Bom dia Flavio.
    Se o patrão me permite, este post vai – com atraso – para a Danielle e Rafael Travassos.
    Eu dei uma googada e achei o aparelho para vender em vários lugares. Existem vários modelos – o meu parece um celular. Comprei pela internet de uma loja de eletrônicos em BH e como moro em SP recebi em casa após dois dias.Sinceramente, não existe nada melhor para
    eliminar o estresse, do que ver a expressão dos zumbis quando o brinquedinho deles perde o sinal.
    Obrigado, Flavio.
    Abraços.

  • É uma merda mesmo… era pra rir, chorar ou curtir.
    Brincadeira a parte, também sou do tempo que se jogava bola na rua, andava de bicicleta e com 7, 8 anos ia na padaria sozinho.

    Que mundo estamos entregando para nosso filhos?
    Que filhos estamos entregando para o mundo?

  • É não esta fácil conviver com pessoas que trocam um bom bate-papo por curtidas no Facebook.

    No cinema, é insuportável, você fica ilhado de luzes azuis, isso irrita pra caramba. Por quê esses aborrecentes entram em bando, conversam o tempo todo e não param de olhar o maldito celular? Dá vontade de sair distribuindo porrada, pois você paga 20 reais para ver um filme e não consegue, lastimável!

  • Fenômenos como estes dos idiotaphones e das redes anti sociais não devem ser creditados na conta de seus inventores. São apenas catalizadores da infinita imbecilidade fútil impregnada no DNA de quase toda espécie humana. E isto tende a piorar muito e muito rápido.

    PS: não esqueçam de Curtir e responder que a minha opinião é Linda.

  • Adulto/adolescente bobalhão que vive mexendo em celular/smartphone/tablet/gadget/qualquernomeidiotaemoderninho eu já nem ligo mais. Foda é moleque de nove anos de idade que passa o dia inteiro bitolado nessa merda. Não sai na rua, não solta pipa, não joga bola, não enche o saco das meninas, não rala a perna, não faz porcaria alguma, sua vida está reduzida a um trocinho de plástico e silício. Na certa, virará um adulto merda.

    E a culpa é dos pais, é óbvio. Vontade grande de dar um peteleco em pai e mãe que acha bonito que seu filho vire um zumbi.

  • Bom dia Flavio.
    Realmente esse vício dos outros, já me encheu o saco à muito tempo.Além de todos os exemplos que foram mostrados no vídeo e nos comentários. A pior de todas é esse bando de zumbis andando de cabeça baixa pelas ruas segurando a bagaça. Antes eu desviava, tomava cuidado para não esbarrar em ninguém, mas paciência tem limite: agora deixo bater.A minha vantagem é que tenho 1,87mts e 92 kgs. Para ambientes fechados tais como teatro, shows, restaurantes, lanchonetes, cinemas e etc eu comprei um bloqueador de frequencia portátil.
    Pelo menos num raio de 25mts ao meu redor eu crio uma zona de segurança contra as babaquices que são ditas nesses aparelhinhos.
    Já sei que vão falar que poderia estar bloqueando alguma ligação emergencial, a vovózinha que caiu em casa, um médico orientando o seu paciente, o manda chuva lá dos EUA querendo autorizar a invasão da Siria. Papo furado é o que eu escuto, e como o meu ouvido não é penico…..
    Abraços

  • Poderia ser pior. Já imaginou se esses aparelhos registrassem cada movimento seu, cada preferência sua, seus contatos, interesses e pesquisas. Já imaginou a quantidade de empresas interessadas nessas informações – seriam como ter uma pesquisador do ibope ao nosso lado o dia inteiro. Ainda bem que temos o facebook e o google para proteger nossa privacidade.

    • É mais não tá longe não… basta vc fazer uma consulta de um objeto, um óculos, por exemplo. A tela do seu computador se enche de janelinhas de ofertas, vc pode bloquear os cambau, a coisa continua. No face, no youtube, te persegue. E suas compras pelo cartão de crédito, são referências dos seus hábitos, parece que todo mundo sabe mais da sua vida do que você.

  • Eu fui uns dos primeiros usuários de BBS do Brasil, acessava a dita rede através da Embratel. Meu irmão tinha acesso através do Banco onde trabalhava e era responsável pelas comunicações via satellite. A internet era o bicho, vc entrava nos site da JPL da Nasa e era tudo liberado, tempo de inocência sem propagandas e tal. Depois a NET do DARPA se popularizou e virou terreno dos marketeiros, das propagandas e como conseqüência foi se fechando… Isso é uma m… o povão assumiu e hoje virou um caos, ecommerce, facebook, tweeters, instagramas, LinkedIn, um monte de m e r d a social, onde vc se cadastra para mostrar ao outro o que vc pensa ser e acredita que alguém está interessado na sua personalidade vazia. Eu quero me mostrar ao outro… O cumulo da soberba e vaidade humana. É por isso que estou fora e nem adianta me adicionar que eu nego.

  • Outro dia aniversário da filha de um amigo, 6 anos. Ele já havia comentado que a Mãe havia comprado um celular, que as amiguinhas tinham e tal. Dei um presente e na “sacanagem” um pega varetas, aquele brinquedinho de R$ 8,00. No buffet mesmo, a criançada se divertiu com o joguinho. Não conheciam..

  • Show do U2. Gente que viaja 5 dias para chegar ao Morumbi para assistir ao show da, para ele, maior banda de todos os tempos do universo. Abertura do show. Luzes, som, vento, fumaça, espetáculo – tudo isso acontecendo numa telinha de 3,5″ porque a pessoa que investiu dias da sua vida para ver o show da sua vida resolveu filmar no celular para postar no “face”.
    Sou a favor de toda a tecnologia, mas as redes sociais muitas vezes irritam por demais.

  • Por que focar no lado ruim, sendo que há várias vantagens de se ter um smartphone ?
    Todo excesso é ruim!
    Se usado com bom senso, é uma excelente ferramenta.

    Se vocês acham ruim com smartphone, não quero nem pensar o que vocês acham do Google Glass :P

    • Foi o que comentei outro dia com um amigo, quando ele culpou os smartphones e os óculos escuros.

      Disse a ele que a culpa não era dos objetos, e sim, do cidadão mal-educado que está pode detrás deles.

      A educação está em último nível, hoje em dia.

    • Eu não acho ruim, não é esse o foco do vídeo, o problema é as pessoas torná-lo o centro do universo. Você vê alguém sempre olhando a porcaria, mesmo quando esta “conversando” e pensa: fulano deve estar sempre bem informado, mas NÃO, faça ma perguntinha de algum acontecimento relevante, a criatura te diz que não sabia. É o fim!

  • Meu filho tem 21 anos e almoça com o celular ao lado. Fui a uma clinica com a minha esposa na semana passada e na sala de espera apenas eu estava lendo uma revista o restante das pessoas grudados em seus celulares. Fui a uma homenagem do dias dos país e ninguém prestava atenção ao que se falava mas sim preocupados em tirar fotos a todo instante. Fica difícil se comunicar a moda antiga.

    • Nesse caso, talvez não seja tão ruim. Eu tenho um leitor de ebooks em meu smartphone. Quando vou a um lugar em que tenho que aguardar, eu leio um livro, só que na tela do aparelho. Não é a mesma coisa? Mesmo porque, na maioria dos consultórios, temos revistas ou de fofoca, ou pior, a revista Veja. Entre ler a Veja e ficar olhando para a parede, eu prefiro a parede. E se tenho a chance de ler um livro, melhor ainda… Mas certamente eu detesto essa geração zumbi de smartphones e redes sociais. Não estou em nenhuma delas.

  • já se alertava, há algum tempo, que a internet e a ubiquidade dos dispositivos eletrônicos, com o tempo, tolheria nossa capacidade de reflexão. estavam certos: o surgimento dos coxinhas e a profunda decadência intelectual até mesmo na direita (que antes podia contar com um winston churchill, um alain peyrefitte, um ortega y gasset e agora tem de se contentar com leandro narloch, olavo de carvalho e rodrigo constantino) são a maior prova disso.

  • Já virou. Já pensei em viver sem essa merda, mas não consigo. O que fiz foi não habilitar plano de dados. Tenho essa porcaria comigo, para quando preciso telefonar e para quando preciso usar certos aplicativos no trabalho, mas não tenho a internet a disposição e muito, mas muito raramente filmo ou fotografo algo com ele.

  • É a pura realidade, como você diz, o mundo tá ficando idiota.Ficando não, já é. Mas, o meu amigo Nilton define melhor isso: O mundo acabou, a gente é que não enxerga isso. Nunca pensei que o planeta fosse virar o lugar do eu sem ninguém, as pessoas só enxergam o próprio umbigo. Mundinho besta esse.
    Só pra constar….. Já garanti minha passagem no Flecha Azul…. Poltrona 03. Vou fazer um bate volta, mas feliz por participar antes de morrer. Sua dica foi fundamental, parabéns e obrigado.

  • Vejo crianças com 6, 7 anos com smartphones ou tablets e nem brincam mais. Minhas filhas vivem me pedindo para ter um e digo que não vou dar por um bom tempo. Meu filho mais velho parece um idiota com o celular, só msg pra cá e pra lá. Faz tempo que não converso com ele. é uma bosta os dias de hoje. As pessoas tem 1000 “amigos” no face e vivem solitárias. A molecada de hoje não sabe o que é jogar bola na rua, as meninas não brincam de casinha. E todo mundo vive bitolado. Vsf. Essa geração de jovens entre 13 aos 20 anos está perdida. Não sabem o que é fazer um trabalho escolar tendo que ir para a biblioteca, pegar ônibus e contar as moedas com os amigos para tirar xerox dos livros, depois escrever no papel almaço e depois comer um “dogão” e azarar as meninas da escola. Bando de bobão que temos hoje em dia.

  • Uma coisa que a gente tem feito quando estamos num bar, é todo mundo por seu maldito celular no meio da mesa. Quem for o primeiro a mexer, paga a conta, a nao ser que seja alguma emergencia.
    Mas esse tal de smartphone vicia mesmo, quando meu celular nao tinha nem camera eu criticava todo mundo e agora sou parte do grupo de zumbis. Dependencia total

  • Infelizmente essa é a realidade do mundo e das pessoas. Tecnologia é bom, precisamos dela, mas não podemos deixar de lado o “lado humano”, precisamos ver com os olhos, conversar e interagir com o próximo, não através de lentes ou telas.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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