VAI DE E

V

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

14 Comentários

  • “É a categoria na qual ele e muitos outros apostam para o futuro.”

    Claro, não conseguem outra categoria para ‘trabalhar’.

    Último passo antes de apelar para a Stock Car.

    • E fraco e fez um trabalho melhor do que o Kobayashi no WEC? E fraco e ganhou no Monaco num GP2? Nao e nenhum fora de serie mas bem aproveitado podia ate ter uma carreira brilhante na F1. O Damon Hill nao era mais talentoso e teve uma carreira brilhante. E tudo uma questao de sorte, estar no lugar certo na hora certa. O Bruno com o Brawn de 2009 tambem ganhava corridas na F1 e nao teria grandes dificuldades em firmar-se por la pelo talento. Entrava no melhor da sua forma e iria desenvolver-se muito mais nos ultimos anos.

      As pessoas tem de perceber que nao e com o Ayrton que o Bruno deve ser comparado mas sim com os adversarios contra os quais se bate nas pistas. Deve ser comparado em condiçoes de igualdade e nao em condiçoes de inferioridade. Sempre que teve condiçoes justas o Bruno ganhou corridas e bateu-se de igual para igual com pilotos muito mais experientes, que tiveram os anos de formaçao normais no karting e ate em formulas menores.

      Quanto a saida do WEC, foi uma opçao dele. Pelo que sei tambem nao estava satisfeito com as condiçoes financeiras que lhe ofereciam. Num contexto de crise economica global as equipas acabam por nao pagar aos pilotos pelo seu justo valor. O ano passado a Aston Martin começou com 3 carros (na GTE Pro) e acabou so com dois, ja devido a problemas financeiros. Para este ano reduziram ainda mais o investimento e acho que nao e por acaso que perderam 4 dos seus melhores pilotos. Makowiecki foi para a Porsche, enquanto Senna, Stanaway e Lamy so correm em Le Mans. Quanto a Formula E, nao e nenhum passo atras. Pode ate vir a revelar-se uma opçao bem melhor do que ir para uma Caterham, como foi o Kobayashi. Alem disso na FE nao estara dependente de outro piloto. Eu recordo que em 2013 o Bruno so nao foi campeao porque o parceiro bateu com o carro em Le Mans.

  • Formula E o tio vai revirar na tumba!!!

    Incrível, o sobrinho não consegue duas temporadas seguidas em nenhuma equipe desde Räikkönen Robertson Racing nas categorias de base.

    Trocar Wec pela Formula E pra mim é um passo para trás…

  • ele tem que parar de ser medrosooooooooooooooo o bruno senna e aceitar o convite do aj foyt que ele ja fez a ele e correr na indy para de ser medroso bruno senna, ter emdod e correr na indy em ovais que é isso, quero bruno senna na indy torço para isso

  • já não quis correr na indy como medo dos ovais. com certeza com bons resultados na indy e pelo nome que tem ficaria muito mais facil dele voltar pra formula 1 numa equipe de ponta para mostrar se ele e bom ou não. ja que indy ele pelo nome que tem ele poderia correr numa equipe de media pra boa

  • Já o vi correndo de Corvete, fiz uma rápida pesquisa no google, esse cara é estranho heim. Uma mistura de nerd com árabe e meio hippie.
    Ainda torço o nariz para esta Fórmula-E. Sei lá, talvez num futuro próximo eu ainda goste.

  • Pode haver outras razoes mas espero que a Formula E seja uma delas. Por um lado e pena sair do WEC mas por outro penso que era o que ele tinha de fazer. No WEC podia construir uma excelente carreira mas o apelo dos formulas foi mais forte. Kobayashi nao resistiu, o Bruno tambem nao. Podem estar a trocar o certo pelo incerto mas e um risco que vale a pena correr.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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