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Monday, 28 de April de 2014 - 16:28Automobilismo brasileiro

ÁGUA E AR

fveeaguaSÃO PAULO (não rachem, meninos) – A Fórmula Vee teve sua primeira temporada em 2011, criada pelo Roberto Zullino e pelo Joaquim Lopes. Cresceu e se multiplicou, mas algo aconteceu nesses três anos que acabou levando a uma divisão da categoria entre F-Vee e F-1600, que são praticamente a mesma coisa — mas que começaram o ano com dois grids diferentes, o que achei, sinceramente, meio ridículo.

Sábado elas se juntaram de novo, não sei bem em quais termos, mas achei muito bonito ver um gridão com mais de 30 formulinhas largando em Interlagos. Sei que Zullino e Mestre Joca brigaram, e cada um levou uma turma junto, mas juro que até agora não entendi picas do que aconteceu, e nem quero. Não quero sequer que me expliquem, porque é assunto que não me interessa. Gosto de ambos. E gosto de um monte de gente que corre e/ou participa de alguma forma. Sendo assim, que se entendam. Terminar amizade por causa de corrida, sinceramente, não dá.

Fiz este enorme preâmbulo para informar que a F-Vee, que desde o início usa motores VW 1.600 cc refrigerados a ar, pode mudar em breve sua motorização. Um carro com um motorzinho interessante refrigerado a água, VW também, o 1.4 do Fox e da Kombi, foi testado no fim de semana.

Claro que compreendo perfeitamente a origem da F-Vee: recriar a antiga Fórmula Vê, que tanta história fez no Brasil nos anos 70. O romantismo dos motores VW a ar é inigualável.

Mas há uma realidade em 2014 e é preciso conviver com ela. Esses motores não são mais fabricados, salvo engano, desde o fim de 2006. O grid cresceu. Tem demanda para fórmula em São Paulo. Os VW a ar se tornaram caros, são difíceis de preparar, nem todo mundo mexe neles e quebram muito — justamente porque não há mais nada novo para eles.

E quando quebram, lavam a pista de óleo de uma forma tão eloquente que atrapalham todo mundo que vai andar depois, nas outras categorias. É triste, mas é assim.

Por isso, talvez seja mesmo a hora de redesenhar a F-Vee, modernizá-la para que não morra. Esse carro “a água” que andou no fim de semana foi desenvolvido pela equipe Competikar e pelo piloto Kenner Garcia em Uberlândia. Parece que foi tudo muito bem, a adaptação é simples, dá para usar o mesmo câmbio, o mesmo motor de arranque, a mesma embreagem etc. A médio prazo, mesmo que todo mundo tenha de trocar os 1.6 a ar por esses 1.4 a água, a economia será maior. São motores mais modernos, que não vão quebrar à toa. E quando quebrarem, tem tudo para vender no mercado.

Garcia completou 83 voltas com esse motor em quatro dias. Segundo ele, os motores atuais correriam o risco de abrir o bico depois de 20 ou 30 voltas, e é assim mesmo. Zullino (que continua à frente da F-Vee, ou da 1600, ou de ambas, ou de nenhuma) declarou em press-release que o teste foi “maravilhoso”. “Agora cabe ao Fórmula Vee Clube e aos pilotos decidirem sobre a troca dos carros pelo motor refrigerado a água. Pelo que eu percebi, as vozes são bem positivas para esse novo formato”, disse o cartola-fundador da bagaça toda.

De novo: entendam-se, e sigam em frente. A F-Vee é bonita, vocês criaram algo, o que é muito difícil (sei bem…), não deixem morrer por bobagem.

53 comentários

  1. Algumas explicações sobre a nova motorização. Ninguém adotou o EA111 1,4, esse motor foi retirado de uma Kombi acidentada que estava em um ferro velho e tem 32.000 kms, ainda é uma experiência. Nada foi feito, apenas trocado o óleo. Na família EA111 não há diferença externa entre o 1,4 da Kombi e o 1,6 do Gol. Apenas mudam o virabrequim e as bielas, o 1,6 por ter curso mais longo e portanto mais torque não pode ser adotado na Kombi por moer o cambio de um veículo utilitário que pesa duas toneladas com carga plena. A vantagem da família EA111 é que a troca é simplificada, o acoplamento entre o motor e o cambio é por uma flange original VW vendida nas Concessionárias. O restante como apoios é irrelevante, são muito pequenas as modificações.
    A fila anda, a Formula Vee da África do Sul corre com motores à água há anos com apoio total da VW, mas usam carburadores e já estão conversando conosco para adotarem nossa injeção. A Formula Vee por ser a maior categoria de monopostos do mundo mantém permanente contato entre os países. Nós nos inspiramos nos carros ingleses, apenas tivemos que aumentar o carro na largura dos ombros para deixá-lo confortável e comercial. Mas isso não significa que não invejemos de maneira branca os GACs ingleses que são mais leves e esguios. Pois bem, os ingleses nos invejam porque tem pilotos parrudos que chegam a bater o carro por não conseguir virar o volante ou trocar uma marcha. A grama do vizinho é sempre mais verde. Agora querem informações sobre o uso do motor a água e querem adotá-lo apesar de que os motores a ar deles não darem muito problema e são 1300 mais envenenados que os nossos. A explicação é simples, usam peças de altíssima qualidade e nem por isso caras e são montados não por mecânicos, mas sim por parentes ou amigos que foram treinados na Royal Air Force, British Navy e British Army, a mesma coisa nos USA onde que monta é o tio que foi mecânico da USAF ou da Navy. Esse pessoal, apesar de terem tido um treinamento técnico também tiveram um treinamento militar onde o método, os procedimentos e a disciplina imperam, ficam dias na internet em foruns procurando aprender, não tem muito a fazer na vida a não ser fazer o motor do garoto do vizinho ou do sobrinho. Montam os motores seguindo todas as especificações, procedimentos e receitas dos “livrinhos”, o chamado by the book. Para nós não deixa de ser uma vergonha, acho que o único Fusca da Inglaterra era aquele da capa do Abbey Road e dão banho em quem foi o segundo fabricante desse motor no mundo, nós. Simplesmente, se perdeu a memória.
    Aqui, com exceção da Rima que é a única fabricante de Blocos de Motor da marca VW-Audi, ela nos fornece em comodato os Blocos de Motor, quebrou recebe um novo, nenhum Formula Vee corre com carcaça retificada. O resto é lixo, todas sem exceção fabricam lixo, bronzinas lixo, virabrequins lixo, comandos lixo que gastam tanto que fundem o motor de tanta limalha no óleo e cabeçotes que são crimes. Ao se importar um cabeçote americano e vê que é da mesma marca de um fabricante brasileiro que manda coisa boa para lá e deixa o lixo aqui. Se alguma dessas autopeças conhecidíssimas quiser me processar pode pedir meus dados que forneço e usarei advogado dativo, não preciso de advogado pago para me defender de proxenetas travestidos de industriais, alguns multinacionais, são gangsters e nos roubam e não retiro a afirmação a menos que se emendem, não queremos as peças dele de graça. Nos roubam não no preço apenas, mas no esporte e no lazer, é duro perder uma corrida ou mesmo ter um motor estourado e todo quebrado por uma bronzina de R$ 24,00. Quando um motor desse quebra, quebra tudo, não sobra nada.
    Tentamos resolver o problema permitindo o uso de peças importadas nas partes internas e tivemos a surpresa de não serem mais caras de maneira significativa. Um virabrequim nacional fundidos custa uns R$ 1.000,00 e se uma Kombi do pasteleiro passar em cima de uns tachões na rua o virabrequim quebra em 3 pedaços. Um Empi forjado, balanceado e nitritado custa R$ 1.150,00 entreguem casa até com a graxa especial para ser montado. Achamos que resolvemos, lêdo engano. Resta a mão de obra que não está à altura desse motor e não faz como os tios da USAF, não sabe ler direito, não sabe medir e também é propensa a receber pressão de piloto para aumentar a taxa. O carro é injetado com um módulo totalmente programável, coloca-se um IPhone no módulo transmitindo em 3G e um LapTop no box e alguém faz o mapa, inclusive vendo onde o carro está. E vendo também todos os parâmetros do motor identificando o local. Cometem-se erros primários na programação, o carro começa a grilar e a maioria dos pilotos não consegue ouvir e a usina explode por erro de programação. Quem vence e não quebra motor na Formula Vee é piloto que faz a programação da injeção, nesse caso usando um Android que armazena ou Datalog. Nem todo mundo tem esse saco todo para um mero lazer amador. Quem tem ganha, basta saber guiar.e acertar o carro, quem faz isso são os pilotos de sucesso que não ficam perdendo tempo com motor. O mesmo foi bem montado com peças importadas não é motivo de preocupação, muitos tem que tirar o pé no meio da disputa por medo que o motor não aguente, se bem que na última corrida não tivemos uma única quebra e nem abandono sequer por acidente. Só que essa situação é insustentável e desanimadora para muitos, é muito trabalho e sem diversão. A Formula Vee não existe para isso.
    O novo modelo de negócios a ser adotado é muito simples, por recomendação do fabricante será adotado o EA111 1600 na versão standard e LACRADO, não se regula nem válvula, tira o motor e coloca outro, ou chama alguém que tenha poder de lacrar, abre a tampa regula as válvulas e é lacrado novamente. Quebrou, troca por um que estará à disposição, o que pode ser feito em meia hora. Os problemas de cambio poderão existir, mas face ao baixo peso do carro o cambio não será muito solicitado, além de ser um conjunto razoavelmente barato, a maioria tem dois completos hoje em dia. Resta a regulagem da injeção programável já dominada por muitos, mas a injeção no caso da refrigeração à água protege mais o motor de erros, há mais equilíbrio de temperatura, no limite pára o carro.e não deixa o motor quebrar. A escolha da marca é dogma, Formula Vee é sempre VW, se escolhêssemos outra perderíamos todas as conexões internacionais, qualquer piloto de Formula Vee Brasil tem a sua participação garantida em circuitos ingleses independente de treino ou tomada de tempo, em Brands Hatch só saem 28 de 60 que disputam nos treinos, se chegarem seis dos nossos, serão seis ingleses que se mataram para fazer tempo que ficarão de fora. A recíproca é verdadeira, se um piloto de outra Formula Vee chegar aqui com os papéis em ordem senta no carro cinco minutos antes da largada e anda. Somos uma família internacional, os parentes visitantes recebem o melhor bife.
    Ninguém é mais fanático que eu de motor a ar, mas me desculpem, o dia que precisar de um mando um dos tios da USAF fazerem para mim nos USA e vou buscar. Sai muito mais barato e melhor, aqui conheço poucos que não enchem os dedos de uma mão.
    O melhor preparador de motores a ar todos conhecem, pois bem, nunca foi mecânico, era projetista da Figueiredo Ferraz, a mesma que fez o Masp, com a substituição pelos computadores teve que fazer o que gostava. O sucesso dele não vem do fato de ser mecânico, ele tem muito mais educação formal do que mostra, tem método, anota todos os erros, aprende com eles e como todo profissional treinado tecnicamente tem enorme atenção e capricho na montagem, fora a disciplina. Cobra caro e vale cada centavo. É um entre muitos. A única coisa que consegue é ganhar corridas, uma andorinha não faz verão.
    Não dá para dar certo quando temos 3,5 anos de educação formal mal feita contra 12 anos da Alemanha e 13 da Coréia, nos USA e Inglaterra são 10 anos, mas complementados pelas Forças Militares.
    Vamos para o motor à água? Não tenho a menor idéia, me afastei completamente da Formula Vee Brasil, não sou acionista, não sou diretor, tenho um carro e por isso tenho que ser sócio do FVee Clube do Brasil que é formado por pilotos donos de carro e preparadores e é quem manda no operacional de regulamentos e relacionamento com a Federação. Afastei-me, porque a empresa e a categoria precisam crescer, isso cabe aos mais jovens.

  2. Allan Robert Pscheidt says:

    Grande FG, aqui em Santa Catarina temos os estadual de Velocidade na terra e junto com ele temos provas de uma categoria chamada Turismo Clássico Catarinense (com a mesma idéia da Classic Cup que todos conhecem). O regulamento dela funciona da seguinte forma, temos 2 classes, A e B. Na “A” andam veículos fabricados até 1993 – todos com motores VW AP1600 (sempre na preparação original do modelo – carburados) – Gol, Passat, Voyage, Escort, Apollo, Verona, etc). Já na “B” estão inclusos os demais modelos VW a AR (Fusca, Brasilia, Zé do Caixão, TL, etc), Uno, 147, Chevette, Escort c/ motor CHT. Também na sua maioria com preparação original com abertura de alguns ítens como comando para os VW ar, para que o grid fique “equalizado”. Ela é supervisionada pela FAUESC e é um sucesso desde que iniciou suas atividades com 6 carros no grid. Já tivemos etapas com 28 carros largando nas pistas de terra aqui do estado. Acho que a questão da motorização na F-Vee atual, realmente é um negócio a ser discutido… Acredito que não da pra agradar a todos, mas seria possível dividir o grid em AR e Água, inicialmente. Sendo assim, a categoria não perde o prestígio dos “malucos” pelos antigos boxters e também não deixa de evoluir. Para a categoria a água, eu permitiria o uso de motores 1.6 VW, GM, FORD, FIAT, RENAULT, PEUGEOT…, equalizando-os para dar um maior equilíbrio, como é feito nas categorias de Marcas no Brasil e na Argentina. Creio que os conservadores continuariam felizes andando com seus “xodós” (não podemos esquecer que foram esses motores que permitiram o rápido crescimento da categoria) e também o pessoal que quer algo mais moderno já conseguiria ter mais opções de escolha, deixando seu F-Vee do seu jeito – criando uma identidade de cada equipe/piloto. Lógico que isso dependeria de alterações drásticas no chassi, p/ acomodação do motor e transmissão. Acredito que temos ótimos engenheiros no país p/ desenvolverem uma solução. Depois da construção do chassi, não tenho ideia de quanto custaria um carro desses… qualquer pessoa que acompanha diretamente a F-Vee pode me ajudar… Hoje para correr no Catarinense de Terra (o maior campeonato de terra do país, que conta também com os melhores pilotos da modalidade) com carro de ponta, gasta-se em torno de R$30/35Mil (Gol 1.6 Injetado Fueltech – similar M&P Paulista)…Já um carro carburado p/ correr na Turismo Clássico, custa metade disso. Vejam um pouco mais sobre esses campeonatos aqui (http://poeiranaveia.blogspot.com e http://www.fauesc.org.br).

    Abraços!

  3. Marcelo says:

    Só acho desnecessário a primeira resposta que o Sr. Carlos deu ali em cima! cada um tem sua opinião e respeitar! não corro na formula! mais veja que lá fora a evolução dos Aircooled continua com força total! Nos EUA existe arrancadas de fuscas e derivados só com aircooleds e na Europa também! será porque?! será que lá na Europa e EUA lugares de primeiro mundo param no tempo?! E nós aqui terceiro mundo pobre que somos os primeiro?!
    Infelizmente que falta a realidade crua e nua são “Preparadores” disponível e com boa vontade!

  4. Gus says:

    Com o fim da exportação dos Fox 1.4 para a Europa (eles têm o Up, Fox é jurássico), e o descarte da Kombi, acho que o próprio 1400cm3 têm vida ameaçada.

    O novo 1.6 que fará volume na Volks é totalmente novo e multiválvulas….quem sabe o velho VHT 1.6 que ainda vai sobreviver por mais um ou dois anos em versões mais simples da linha volks.

    A solução talvez não precise passar pela volks, a Fiat já assumiu a bronca nos anos 80 em relação a fórmula V, mas…pelas matérias antigas que li na Motor 3, não deu em nada.

    • Formula Vee sempre é VW a água como na Africa do Sul ou a ar como em outros lugares. Não se pode jogar no lixo pertencer à maior categoria de monopostos do mundo e trocar informações e facilidades de se correr lá fora por razões técnicas que não passam de filigranas. Marca se constrói em décadas. O que tem a ver com a VW? Tirando a Africa do Sul onde a VW paga muita coisa, as Formulas Vees do mundo não recebem nada e nem tem relação com a VW, que no entanto tem a maior boa vontade e ajuda no que pode. As Formulas Vees não precisam de dinheiro, só não podem é gastar muito dinheiro, tem que manter os custos acessíveis e baixos e a igualdade, ou seja, tem que ser esporte e lazer. Formação de pilotos? É a melhor por não usar slicks e aerofólios, mais barata e rápida na decisão, kartista que não é bom na Formula Vee pode ir para casa jogar peteca que não dá para a coisa. Pelo menos econimiza muito de “paitrocínio”.

  5. Augusto says:

    É de se saber o seguinte: a Fórmula Vee é uma categoria mundial, ainda hoje muito desenvolvida na Austrália, por exemplo, onde se corre de 1200 e 1600. Como no Brasil nada se faz corretamente, sempre no tradicional jeitinho brasileiro, culpam os motores de ultrapassados, vazam muito óleo, mas ache um “preparador” que saiba corretamente as técnicas de qualquer motor sem os tradicionais macetes nacionais. A maioria se quer tem formação seja em engenharia ou mecânica mesmo. Agora como garantir qualquer motor o funcionamento correto sem conhecimento técnico del tal. Então é comodo mudar para algo recente. Mas quem garante se esses “preparadores” ao começarem com suas peripécias não começará a acontecer quebras. E como já acontece hoje a culpa são dos periféricos (módulo de injeção, distribuidor,etc) menos a montagem de forma correta sem os macetes já citados (que cada um tem os seus). Se voltar no tempo quantos desses motores completaram uma Mil Milhas, 500 Km? Agora não se ter capacidade de montar um motor para aguentar em torno de 70 voltas por mês, e ainda culpar o motor???? Olha, não generalizando, mas muitos se quer sabe como funciona um motor, e mesmo com um esquema na mão não conseguiram instalar um módulo de injeção, e ainda se julgam “preparadores”???? Este é o nosso BRASIL, onde a seriedade em vários âmbitos foi ralo abaixo.

  6. Luc Monteiro says:

    O espírito é esse. Essas categorias do Paulista são das coisas mais interessantes que há – automobilismo em estado puro, diria o outro -, e a Fórmula Vee ganha destaque na lista de xodós do evento. Que não a deixem à mercê de destino igual ao que experimenta a Spyder Race, tão simpática e atraente pra quem corre e pra quem vê.

  7. Cláudio Ceregatti says:

    Sorriso no capacete, FG.
    Se é ar, se é água, se é hidrogênio, se é elétrico ou movido a vento, não faz a menor diferença.
    Tudo mais é resto.
    Mas porém e como sempre, todo o resto só atrapalha.

  8. Ted de Gros says:

    Li o “maravilhoso” cartolístico com a voz do Juvenal Juvêncio!

    • Rafael Luiz says:

      Depois de ler o seu comentário, eu tive que ler o texto de novo, mas dessa vez imaginando o Juvenal Juvêncio em entrevista coletiva contando “o causo”, e achei hilário. o texto tem a cara dele.

  9. Eduardo says:

    Não entendi porque meu conterraneo optou pelo EA-111 1.4. É um motor que não teve tantas unidades vendidas em relação a própria vertente 1.6, 1.6 esse que em breve será descontinuado (já estão o substituindo pelo EA 211 1.6 16v). Será que é só pra ficar na Volks? Por mais que não seja fã, as unidades 1.4 da Fiat e da Chevrolet tem muito mais giro,produção, portanto manutenção mais barata pela alta oferta.

    • Isso é um teste, a conselho do fabricante vão usar o 1,6 standard, não há diferença alguma entre eles, apenas o virabrequim e bielas, o 1,6 tem o curso mais longo. A facilidade desses motores é que usam o mesmo bloco e eram usados no cambio da Kombi, não requerem adaptações de embreagem, motor de arranque, volante etc. O 1,6 ou 1,4 de 16 válvulas nada mais são que a colocação do cabeçote de 16 válvulas do motor 1000, mas acho que os motores terão que ser standards e lacrados, não tem preparação e não serão do piloto que só poderá regular a injeção programável. O EA211 é mais moderno por ser de alumínio, mas não tem muita coisa diferente no acoplamento, poderá ser usado quando estiver disponível. Um Formula Vee atualmente dá 191 km/h usando vácuo e 185 km/h andando sózinho e vira em menos de 2 minutos. Já é desempenho demais, não há a menor necessidade de aumentar potência e todos tem que ser iguais..

  10. Alan says:

    Triste ver o fim dos motores VW a ar. Existem sim peças novas. Blocos, cabeçotes, kit de cilindros/pistões, ignição. Tudo, absolutamente tudo se encontra novo.

    Problema está na mão de obra para montar esses motores, e na qualidade de algumas peças.

  11. Ulisses says:

    Acho que a Fórmula Truck deu certo porque tinha só um “criador” no comando a categoria.
    Aqui no Brasil, quando tem dois (ou mais), a coisa não vai para frente, é apenas questão de tempo para os dois se desentenderem e acabar por prejudicar os outros 500!

  12. Filipe Aguiar says:

    Primeiro, gostaria de te parabenizar (em parte) pela matéria: muito bem escrita! Contudo, acho que faltou um pouco mais de pesquisa e conhecimento acerca dos VW a ar.
    Como a maioria e o senso comum dizem: vw a ar só quebra. Mentira! A questão é que a maioria dos fuscas que encontramos hoje, não tiveram seus motores montados de maneira correta, tão pouco com as devidas peças. Contamos com adaptações brutais, erros de montagem, desrespeito às tolerâncias especificadas pela fábrica…enfim, uma infinidade de estupros ao pobre motor.
    Quanto às peças, é sim possível achá-las, inclusive no brasil, vide o site http://www.nafil.com.br (quero minha “comi$ão”). Nele, vc encontra peças ORIGINAIS VOLKSWAGEN, excelência em qualidade. Para peças de preparação (como carburadores e afins) é possível utilizar o http://www.motors.ebay.com ou sites internacionais, como o Cip1, já citado acima, ou o http://www.piersideparts.net.

    Em suma, se você dissesse que os motores a ar não estão prontos para a maioria dos tipos de óleo que temos no mercado, bem como nossa gasolina COMUM, eu até aceitava. Contudo, procure engenheiros (olá! _o/ ) apaixonados por vw a ar que eles te dirão que óleo para motores a diesel (que contém mais enxofre) com um pouco de aditivo de zinco é a melhor opção! Eles também dirão que, aumentando a taxa de compressão, se faz possível o uso da gasolina Podium. Dentre outras dicas, que farão com que o seu motor se adeque aos tempos atuais.

    Concluindo, não ofenda (sim, parte da sua matéria foi uma verdadeira ofensa) aos motores vw a ar dessa maneira. Pesquise (fuja dos fóruns nacionais – tem muita coisa boa, mas também há muito conteúdo inútil) busque fóruns como o http://www.TheSamba.com e procure pesquisar mais sobre algo que deseja falar.

    • Zé Maria says:

      Perfeito!
      A usina “pega” a fama injustamente, tudo,por culpa do “usineiro”!
      Zé Maria

    • Você não mentiu em nada, mas o blogueiro analisou os resultados e não mentiu ou ofendeu os motores a ar.
      A VW tirou esse motor de linha dando a razão de que poluem, mas todos os Formula Vee passariam no controlar sem problema algum mesmo usando carburadores ao invés da injeção que usamos. Teve que tirar porque a montagem é difícil e trabalhosa e não pode ser automatizada. Além de tudo é lenta para uma linha de produção de carros do povo e não de Ferraris. Eu tenho um 550 Spyder com mais de 100 HP na roda, foi montado em 2001, campeão em 2003, retirado das pistas, injetado e tem mais de 40 corridas e 10 mil km de rua em uso pesado. Mesmo usando um engle 120, a injeção o transforma em motor de limusine, mas isso são exceções, foi montado por um dos melhores preparadores da época e com peças nacionais a menos do comando. De 2001 até agora as autopeças e a mão de obra foram ladeira abaixo. Sou um ferrenho defensor desses motores, mas nas condições atuais não passam de lixo caro aqui. Como faz para mudar isso? Não será a Formula Vee que vai fazer, Sempre colaboramos com todos dando informações, mas esse não é o objetivo da empresa e muito menos da categoria. O dia que tiver que reformar o motor do meu spyder vou comprar um motor montado nos USA ou na Inglaterra. Só não coloco um a água porque o Spyder é uma cadeira elétrica e vira uma bosta dinâmicamente e todos perderam do meu na pista, já guiei um e devolvi rapidinho.
      Produto que quem sabe fazer cobra o que quer tem vida curta ou tem que mudar de público. Daqui a pouco correr para ganhar de Formula Vee estará custando a mesma coisa que correr de F3. Isso vai contra os princípios da empresa e da categoria. É proibido gastar. Os pilotos que pagam as contas que escolham, nossa obrigação é dar as opções técnicas para eles.
      Não há compromisso com performance, mas sim com igualdade entre os competidores, não faz a menor diferença o tempo absoluto, tudo tem que ser igual. Tenho a impressão de que se adotarem o a água será standard e lacrado de fábrica, só mexe na injeção, quebrou, o que é raro, tira e coloca novo lacrado também. Formula Vee tem que ter apenas diferença de braço e não de talão de cheque. A conferir o que vai acontecer, não está mais nas minhas mãos, pois me afastei da Formula Vee.

  13. Claudio says:

    Acompanho sempre a F-Vee e como eu não sou um agraciado financeiramente nem moro em SP para poder pilotar essas jóias, estou muito feliz que agora poderei pilota-los no simulador. A próxima atualização do Stock Car Extreme vai adicionar a F-Vee.

  14. Luis Henrique Marcondes says:

    achei as baratinhas bem bonitinhas! mas não encontrei infos das próximas etapas no site :(

  15. Tiago Oliveira says:

    Essas formulas sao muito interessantes, pq até o Kart hoje é infestado de almofadinhas que estao lá apenas por dinheiro, e gostaria de ver esses campeonatos se modernizando, o que nao quer dizer que tenham que ser caros. Pra grande parte do automobilismo mundial a internet (essa modernidade…) éum paradigma. Gostaria muito de ver provas transmitidas ela internet (esquecam por favor os canais de televisao, até mesmo os “grandes canais do esporte” que só se dedicam à monocultura futebolística. Se essas categorias fzessem videos sobre a corrida, editadas, e disponibilizassem na internet, teriam muito mais exposicao, e muito mais retorno pros pilotos, equipes e patrocinadores. Todo mundo hoje corre com uma Go Pro pendurada em algum lugar.

  16. Jonny'O says:

    Beleza Flávio….tá 100% com a razão!

  17. Renato B . Santiago says:

    Realmente é algo pra se ter orgulho! Por mais bizarro que possa parecer, é a principal categoria de monopostos no Brasil!!

  18. Fernando says:

    Os motores 1.6 da VW tb são excelentes… E fortes

  19. Rafinha Gimenez says:

    perfeito Flavinho! impecavel o texto.infelizmente tem de haver a modernização pra categoria não morrer…..abs

  20. Andre Mello says:

    Assisti uma parte da corrida de sabado na cabine da Radio Autodromo, fui convidado a participar da transmissão e confesso que fiquei encantado com o grid de quase 30 carros, disputas intensas, uma puta corrida!!

    Eu tive a oportunidade de fazer uma etapa no primeiro ano da Formula Vee, é uma categoria bacana, de custo atrativo e que tinha tudo pra crescer rapido e ser um dos maiores grids do campeonato paulista, mas por brigas bobas e vaidades pessoais acabou atrasando a eminente evolução e crescimento da categoria.

    Nesta etapa os grids só se juntaram por imposição da Fasp, pois realmente não tinha o menor cabimento continuarem com dois horarios para uma categoria de carros identicos.

    Espero que o sensacional grid de sabado tenha servido pra abrir os olhos de todos e acabar de vez com essa bobagem, a categoria é muito legal e tem tudo pra crescer, basta que as pessoas que comandam não coloquem a vaidade pessoal e o orgulho em primeiro lugar.

  21. antonio stricagnolo says:

    Não devia nem ter começado usando essa tranqueira de motor a ar,mania de ter saudades principalmente daquilo que não presta, com tanto motor bom para usar,supondo que exista uma infima possibilidade de conseguir patrocinio de montadora,qual delas vai botar dinheiro num produto pra lá de ultrapassado?
    Sera que é muito complicado pensar em maximo desempenho e minimo custo?Qual a graça de ir para Interlagos ver as mesmas coisas andando na mesma velocidade do passado?

    • gilberto v. de sousa says:

      ESSE DEVE SER PUXA SACO DA FIAT.

    • Virar em Interlagos em 1:58 é ser ultrapassado? Quem vira isso?Carro de corrida é bem mais que apenas motor. Em categorias de motores iguais o que importa é a igualdade, o motor pode ser a vapor que está bom demais. Tem que ser barato e não encher o saco
      Já dirigi longamente um Fitti V 1200 de 40 HP, um carburador, pneus finos e freios a tambor e sou o autor do Naja01 Formula Vee que teve a colaboração de várias pessoas competentes e é um carro bem nascido como provam os resultados. O Fitti V dá muito mais emoção que o Formula Vee atual que requer duas bolas, o Fitti V requer 3 bolas e não porque seja desequilibrado, é porque anda bem e o piloto se sente o Jim Clark nele com os ombros para fora. Corrida é disputa e emoção, o resto é procissão de Formula 1, a melhor tecnologia do mundo e fazem uma merda de espetáculo..

  22. Flavio Bragatto says:

    Gomes,

    Estes formulinhas usavam motores VW, porquê eram os mais baratos e únicos na configuração (boxer refrigerado à ar). Acho que este argumento serve.

    Passando à 1.4L em linha, a categoria não tem mais que ficar dependendo da VW!!!

    Acaba logo esta putaria de VW!!! Porra! A Fiat tem 1.4! A GM tem 1.4! A Peugeot/Citroen tem 1.4!!! E porquê tem que ser motor VW???? É mais barato?

    Legal seria um grid destes, com 3 ou 4 marcas de motores que atendem ao regulamento. Isto sim, seria legal!

    Se fosse assim, minha torcida iria para os italianos… mas o motorzinho francês também é muito bom!

    • Robertom says:

      Andei pesquisando uns preços de peças de motores e constatei que tudo está muito caro, desde VW à ar e também para refrigerados á água 1,4 e 1.6 de diversas marcas.
      É insanidade trocar também os câmbios, portanto os 1,4L são uma escolha melhor devido aos 1,6L preparados fornecerem um torque próximo ao limite aceitável para as transmissões.
      Se é para mudar a opção de um 1,4L 2 válvulas/cilindro multimarcas, com comando original e somente liberados pistões para aumento de taxa mostra-se interessantíssima.
      Resta descobrir se este investimento na troca de motor vai realmente se pagar com uma redução de custo de manutenção.
      Também merece ser analisada com carinho a alternativa de manter os VW à ar 1,6L, fidelidade total ao conceito da categoria e também considerando minha desconfiança que a troca de motores vai no final elevar seu custo.

    • A Formula Vee foi, é e sempre será VW. Não é a maior categoria de monopostos do mundo de graça, foram anos de muito sacrifício e trabalho desde 1960 quando um grupo de americanos mandou fazer o primeiro Formula Vee na Itália, o primeiro é italiano e foi depois levado para os USA e copiado,.
      O que a VW dá para as Formulas Vees? Na Africa do Sul, onde usam motores a água, paga algumas contas imagino, para as outras boa vontade e ajuda como pode, mas não com dinheiro ou peças, eles nem tem, a Formula Vee nasceu independente da VW e por isso continua ligada à VW. Fora pertencer à uma comunidade internacional, piloto da Formula Vee pode correr na Inglaterra ou em outros lugares chegando meia hora antes da largada, mesmo que não tenha vaga, tiram um inglês que se matou para se classificar, a recíproca é verdadeira, parente que visita tem a melhor cama.
      Não se joga uma marca no lixo por causa de filigranas técnicas que são irrelevantes, tanto faz o desempenho absoluto, o que importa é a igualdade entre os competidores, igualdade de oportunidade e igualdade de desempenho, que façam a diferença no braço. Isso é esporte e lazer, alguns pilotos da Formula Vee não estão nem aí para que lugar chegam, só o prazer de pilotar um monoposto em Interlagos já os satisfaz e só puderam fazer isso por ser acessível e simples. Tem piloto de 15 anos correndo com senhores de 60 anos.
      Basta ver as corridas de Formula Vee, em duas, a vitória foi decidida por 1 milésimo de segundo entre 5 competidores, ganhou o que estava atrás dos outros carros porque foi mais esperto e “pedalou” a embreagem para o motor subir de giro estragando-a, mas estragou uma disco de 50 reais que pode ser comprado no bar e ganhou a corrida. Não lembro de nenhuma corrida de F1 decidida por 5 e por 1 milésimo de segundo.

  23. JOSÉ CARLOS says:

    Eu acompanhei as disputas da Super V nos anos de 75 e 76 e foram maravilhosos. Mas eu sou a favor de que sejam adotados motores a água e permitir que a categoria sobreviva. Faço parte do Fusca Clube do Brasil e de um grupo de amigos aficionados pelo modelo e sabemos dos elevados custos dos componentes de preparação para obter alguns cavalos a mais. Quem sabe um motorzinho 1.4 munido de um turbinho não deixaria menos vazia a arquibancada do nosso templo sagrado.

  24. Fernando Carvalho says:

    Sei que estamos em outra “Time lap” mas saudade dos Heve, Polar, Avallone, Kaiman…..

  25. João Pedro Marchina says:

    Sou um p… saudosista, ainda ando com motor a ar 1500 num Fuscão por aí, estrada e tudo o mais! Adoro tudo que é antigo e, tirando a Internet, resistente a mudanças, mas… contra fatos não há argumento, tudo passa tudo passará, como dizia alguém, essa fórmula realmente é uma grande façanha! Como sobrevivem em outros países, já que não se fabrica muita coisa desses motores a ar? Foram para a água? Talvez seja a hora, mesmo porque até o #69 vai ter que mudar, não?

  26. Flavio, apenas para esclarecer. Motores VW a ar continuam a ser fabricados sim, inclusive blocos em magnesio no Brasil (www.sportsystem.com.br). Dizer que peças de motores VW a ar não existem não é uma verdade. Existe tudo de motores VW a ar, ou melhor, cada vez existem mais alternativas. Compre uma revista “Fusca” e voce vai ver um pouco do que existe, isto falando apenas em termos de Brasil. Se voce falar em trazer peças dos USA então a coisa se torna um absurdo em termos de opções, de peças originais de motores 1.100 cc (sim 1100, não 1200…) até motores de 2.500cc, com até 300 HP (folheie uma revista “Hot VWs” em uma banca, ou de uma olhada no site http://www.cip1.com). Abraço.

    • Ulysses says:

      Mas o problema também é o custo disso.
      Eu vendi meu fusca a alguns meses atras e sei bem.
      Preparar e manter um motor a ar está bem caro, não tem muito profissional que trabalhe com isso ou que entenda.
      E a durabilidade do motor também não ajuda muito.

    • Meu caro Mario, os Blocos de Motor que usamos são fornecidos pela Rima que é a única fabricante mundial OEM e vem com a marca VW Audi, não existem aqui, são aqueles mexicanos com dois by passes de óleo e dutos maiores. Coisa de primeiro mundo, mesmo nos USA não se encontra fácil.
      Usamos tudo Empi, Clevite, Silverline e Engle. As bronzinas Clevite podem ser compradas escolhendo-se entre 199, 200, 300 e 400 HP, mas não servem, pois são para arrancada e são mais estreitas para menor atrito, não aguentam da saída do box até o lago. Compramos as normais que devem ser para uns 150 HP. Nada disso é caro demais. Enquanto um motor na Inglaterra e USA dura 20 corridas aqui dura 10, mas os de ponta com taxa maior duram no máximo 5. Algo está errado e sabemos o que é, mas não tem solução, a Formula Vee não tem como objetivo principal a formação de mão de obra, é lazer e custo baixo.
      Os motores a ar saíram dos carros e são muito usados em avionetas com grande sucesso e confiabilidade, mas avião gira no máximo 1800 giros, mais que isso cavita a hélice. Se serve para avião deveria servir para nós. Não contamos com vários fatores como a pressão de pilotos para se aumentar taxa. Medir taxa nesses motores não é muito fácil nas condições de uma vistoria, fixar é difícil, só daria briga. Tudo que vc falou é verdade e faz o maior sentido, mas tem que mudar para os USA e arrumar um tio que foi da Navy ou da USAF para montar o motor.
      Tem gente que gasta R$ 18 mil em um motor desses e vale a pena, mas isso vai contra os interesses da Formula Vee onde o custo tem que ser baixo, é uma questão de modelo de negócios da empresa e não de técnica. O 1,4 a água comprado no ferro velho custou um mil e foi instalado direto, tem o mesmo desempenho e fez duas corridas sem sequer medir o óleo ou água. Os pilotos de ponta chegaram a virar em 1:58 com o motor a ar e o a água virou 2:05 com os mesmos pilotos, mas o carro não era deles e nem estava acertado para eles. Foram unânimes em julgar o a água melhor, mesmo virando tempo mais alto, acham que chegam no mesmo tempo depois de treinar. Pensaram no bolso e no pé direto no fundo sem ter que se preocupar.
      Eu me afastei da Formula Vee e só dou palpites, eles que decidam o que acharem melhor, conheço todos e sei que tem competência muito maior que a minha para julgar e decidir, afinal, quem paga é quem manda e quem paga são os pilotos.

  27. Matheus says:

    No sábado, durante a corrida estava conversando com uma dona de oficina e que tinha um carro correndo lá (infelizmente não me lembro o nome dela ou da oficina) e ela me disse que tem gente testando o zetec também.

    Fica um motor bem mais forte, dá para preparar mais e esperam maior resistência que esse 1.4 da Kombi, porém parece que a adaptação é maior.

    Evolução sempre!

  28. askjao says:

    Acho que esta na hora dos campeonatos se multiplicarem por todo o Brasil, nas cidades que possuem um autódromo. Pensem nisso, também!!!!

  29. says:

    Associação dos Pilotos da F1600, que possui 80% do grid, está desenvolvendo uma solução a água e mais interessante, com baixo custo e motores zero, além de alterações de segurança no chassis. O legal do pessoal da F1600, é que o interesse comercial e de lucro é ZERO, ou seja, são donos de carros e equipes, e querem fazer automobilismo como esporte, lógico que buscando patrocinadores e tal, mas com transparência total.

    • ZeDuardo says:

      KKKKKKKKKKKKKKKK, lucro zero de quem tá fazendo a adaptação do f1600 ?
      Acorda Dú Cardim…a f1600 é composta basicamente por 3 equipes que vivem disso

      • says:

        ZeDuardo. Me referi a lucro ZERO, no respeito a criarem regulamentos de última hora como troca de escapamentos de 5ª feira e outras coisas mais, que ajudaram a acabar com o conceito inicial da FVee. Creio que não preciso desenhar como a coisa chegou neste ponto. Quem sabe a tal ação na Justiça, se for levada adiante, não mostre fatos que muitos nem imaginam.

      • Stefan Bellof says:

        Dú…eu gostaria de ver o desenho para tentar entender esses fatos…desenha para mim?

    • Robertom says:

      Não é 80% não !
      Formula 1600 66,666% x Formula Vee 33,333%.
      Fórmula Vee – 1600 / Prova – 4ª Etapa
      1) 19-Rodrigo Rosset (Formula Vee), (12 voltas) 26:17,224
      2) 3-Alaor Esposito (Formula 1600), à 1,548
      3) 7-Emilio Padron (Formula 1600), à 4,812
      4) 15-Igor Fraga (Formula 1600), à 8,229
      5) 78-Bruno Leme (Formula Vee), à 13,008
      6) 55-Heitor Nogueira Filho (Formula Vee), à 13,066
      7) 27-Matheus Muniz (Formula 1600), à 28,430
      8) 32-Jose Ebel (Formula 1600), à 31,460
      9) 88-Thiago Felippe (Formula 1600), à 35,184
      10) 30-Alexandre Ramos (Formula Vee), à 39,817
      11) 95-Luiz Menezes Jr (Formula 1600), à 40,090
      12) 5-Humberto Guerra Jr. (Formula Vee), à 41,852
      13) 44-Sandro Freitas (Formula 1600), à 49,350
      14) 4-Tarquinio Pimentel (Formula 1600), à 1:08,967
      15) 70-Alexandre Bonilha (Formula 1600), à 1:09,004
      16) 12-Kenner Garcia (Formula Vee), à 1:39,519
      17) 45-Jose Oliveira (Formula Vee), à 2:33,570
      18) 96-Flavio Menezes (Formula Vee), à 1 volta
      19) 6-Thomaz Soubihe (Formula 1600), à 1 volta
      20) 71-Willian Daulisio (Formula 1600), à 1 volta
      21) 8-Eduardo Dias (Formula 1600), à 3 voltas
      22) 82-Eduardo Rodrigues (Formula Vee), à 6 voltas
      23) 63-Luiz dos Reis (Formula Vee), à 7 voltas
      24) 25-Davi Plutarcho (Formula 1600), à 8 voltas
      25) 11-Luan Giraldi (Formula 1600), à 8 voltas
      26) 29-Luciano Righi (Formula 1600), à 8 voltas
      27) 666-Erick Galassi (Formula 1600), à 9 voltas
      28) 36-Flavio Santos (Formula 1600), à 10 voltas
      29) 89-Glaucio Doreto (Formula 1600), à 10 voltas
      30) 23-Willian Dausilio Jr (Formula 1600), à 10 voltas
      Melhor volta: Igor Fraga (15), 1:59,771 (média 129,517 km/h), 9ª volta
      Fonte: RACING CRONO
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    • Lucca Paulinelli says:

      Virou disputa fora das pistas agora? F-1600 e F-vee… Putz… Copiar de quem projetou, montou, testou, criou e “botou a cara a tapas” inciando com 7 carros no grid e terminando o ano de estréia com 23 no grid, fica fácil né… Só mudar o nome e boa! Por isso que o automobilismo brasileiro ta capengando… E a FASP ainda autoriza uma babaquisse destas… E se fosse só pelo esporte, aluguéis destes Fórmulinhas estariam quase a metade do preço… Se tratando do motor 1.4 a água, este é o caminho… mais performance, menor custo e bem menos quebras!

  30. Caipira says:

    Que carrinho legal, que ideia boa, nao conhecia. Da vontade de ter um, quanto sera que custa?

    • Anselmo Coyote says:

      R$27.000,00, em 2013.

    • Edu Dias says:

      Olá Caipira…

      Se consegue um carro por volta de 28 a 30 mil reais.

      O carro é pura diversão pra guiar, os gastos aumentaram muito em razão do motor ( ou de quem não sabe prepara-los ) e decidiram que o motor a água é a solução… a F. Vee, na verdade o Kenner Garcia, fez um carro a água experimental, e alguns pilotos e preparadores da F. 1600 estão preparando um carro com um motor Ford Rocam 1.6, acreditamos que com isso alguns inconvenientes podem ser minimizados… preço é um deles, e parar de “estragar” a pista com o óleo que vaza dos carros são os principais

      Ah… antes que alguém pergunte sobre tempo… os carros viram um tempo muito bom em Interlagos… o recorde é 1.59s…

      Abçs

      Edu

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