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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

30 Comentários

  • Só pela pobreza da apelação MAIS UMA VEZ com o sobrenome Senna por parte do fabricante, vou ignorar essa oferta e vou comprar a nova Lamborghini Centenário. (Pesquisem, ela é sensacional!)
    Obrigado.

  • Flavio, não é um contrassenso que os modelos superesportivos topo de linha de marcas como Ferrari e Mclaren venham com motores de 8 ou 12 cilindros, enquanto seus “primos” monopostos na F1 estejam limitados aos V6?

    As tecnologias híbridas eu até entendo e me convence a história de que o downsizing pode ser uma realidade para carros de rua (questões climáticas, econômicas etc…), mas na pista – especialmente entre os monopostos e, mais ainda, na F1 – o objetivo deveria ser disputar para ver quem tem o conjunto motriz e aerodinâmico mais rápido, aliado ao piloto mais competente.

    Ou o sentido se perdeu ou eu que nunca entendi. Ou as duas coisas.

  • Achei animal o carro , os carros de rua da Mclaren são espetaculares e raros e existem sim no Brasil e também a quem compre esse tipo de automóvel eu adoraria ter um se meu dinheiro desse… rsrs
    Porém acho o Lamborghini Huracan mais bonito e por ser aspirado é muito mais emocional do que os da mesma categoria.

  • Vendem um monte desse gênero…e agora têm o NSX redivivo, o Ford GT e até o RUF CTR yellow bird trazido novamente a vida em forma de homenagem do original (1987), só para mencionar os super esportivos que bebem de fontes antigas (O honda nem tanto, naturalmente) e primordiais.

    • O McLaren F1 além de ser bem resolvido estilisticamente (Gordon Murray) tinha bom motor BMW (Paul Rosche).
      Uma versão de pista ganhou 24 de Le Mans em 1995.
      Nelson Piquet disse que esta soma de talentos não poderia dar errado. E não deu.

  • A Ferrari bateu recorde mundial de vendas em 2016:
    Ao todo, em 2016, foram vendidos 8.014 desportivos, um crescimento de 4,6 por cento (mais 350 carros) face ao ano anterior.
    Todas essas empresas estão se reinventando e a Porsche foi pioneira nisso criando o Panamera( 4 portas), Cayenne, Macan, etc…
    Então um novo mundo se abriu, aos super esportivos.
    E como o Edu Rodrigues falou muito bem acima, hoje estes carros tem o apelo da alta tecnologia, como fator de vendas e isso vende muito, vejam os Iphones por exemplo, as pessoas trocam de aparelho, somente por ter uma novidade a mais na outra geração.
    Com os carros super esportivos isso também ocorre. Vejam La Ferrari, Porsche 918 Hybrid.
    Então essa pegada híbrida e ou elétrica para estes carros é a nova moda. E com isso, novas marcas no Oriente estão surgindo e vindo bem agressivas.

    Bom até o Emerson Fittipaldi irá lançar com super esportivo………

    • Híbrido são o futuro da indústria automobilística. Será cada vez mais comum esse tipo de propulsão. Por isso as tais unidades de força, apesar de serem traquitanas caras e complexas, são a vanguarda da tecnologia, como sempre foi a F1.

  • Esse é o supercarro pra que não gosta de carro. Alias, atualmente supercarro é para isso mesmo, para quem não gosta de carrro.
    É estranho isso, mas coisas tipo as McLarem, Ferrari, Lamborghini, Bugatti e essas marcas mais novas e feias tb, feito o Pagani vendem bem, mas ninguém usa. É comum ver carros com 3 ou 4 anos ou até mais com menos de 5.000 milhas. Parece que isso virou só investimento mesmo. o cara compra hoje, dá uma ostentada, mostrea o tamanho do pau pros amigos e enfia na garagem, no ano seguinte faz a mesma coisa e depois de pasado um tempo vende por um valor maior do que o pago.

    Esse site tem um monte de carros desses a venda nos EUA
    http://www.dupontregistry.com/

  • Tem que ser otário pra comprar um supercarro no Brasil. Em países desenvolvidos não é muito difícil ver um carro desse naipe andando na rua. Aqui não se vê porque eles custam um absurdo por causa dos impostos (bem como os outros importados, mas como eles já partem de um preço salgado, acabam se tornando inviáveis). Além disso, fico imaginando o cara andando com um Koenigsegg nas nossas ruas e estradas esburacadas. Sem condições.
    Mas eles vendem, sim. Nós aqui em Pindorama é que não os vemos.

  • Esses carros são muito vendidos mundo afora. A McLaren, hoje é uma potência nessa área (desde a 540 até a P1).
    O preço deles é competitivo e, nos modelos maiores (a partir da 650S), são referência em tecnologia, pois tem a suspensão toda eletrônica, que substitui até as barras estabilizadoras por comandos eletrônicos, além de serem muito bonitos. A ferrari hoje faz GTs (exceto a La Ferrari), enquanto McLaren, Lamborghini, Pagani, Koenigsegg e Porsche (com o 918) fazem os verdadeiros supercarros.
    Só não se compra esses monstros no Brasil, onde eles custam o triplo do resto do mundo.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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