PICAPES EM LIVRO

P

RIO (sempre no apoio) – Repasso o convite, porque adoro o trabalho da Alaúde e do Rogério e do Pagotto.

No próximo dia 6, a Chevrolet e os autores Rogério de Simone e Fábio C. Pagotto receberão o público para o lançamento do livro Picapes Chevrolet, obra que comemora o centenário da marca. O lançamento será às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

O livro Picapes Chevrolet apresenta detalhes sobre as picapes da marca, símbolo de robustez, praticidade e confiança, que circularam no país desde a fundação da General Motors do Brasil até os dias de hoje. Embora a comercialização dos primeiros modelos seja da década de 1930, a primeira picape da marca foi desenvolvida em 1917, com o intuito de transportar peças na linha de montagem da fábrica.

A obra reuniu fotografias atuais e de época, retiradas do arquivo histórico da GMB, e depoimentos reais de proprietários apaixonados, tornando-se o primeiro registro da trajetória desses modelos no Brasil.

livropicapes

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

1 Comentário

  • Pick ups são uma legitima invenção americana certo? Mais ou menos, desde que foi inventado o automóvel a idéia era transportar coisas como em carroças e assim surgiram os caminhoes, caminhoes pequenos, medios , grandes, etc…. e os americanos na verdade estabeleceram um padrao de tamanho para pequenos caminhoes de uma tonelada, uma tonelada e meia e que começaram a serem chamadas de pick-up, ou de/para carga numa tradução livre…. e passaram a serem usadas no trabalho mas tambem no passeio, etc…. e assim surgiu um icone americano. Engraçado que em outros paises nao surgiu esse padrao, veja que na europa esse conceito só foi copiado tardiamente o mesmo no Japan
    Com certeza as pick ups mais famosas sao os forde F-150, mas eu até acho que as chevys são melhores viu FG. No Brasil pick up virou um desbunde, são usadas quase que exclusivamente para exibicionismo, e elas são cheias de lata e badulaques mas na verdade sao fracas e quase inuteis, alias se voce colocar uma delas no trabalho mesmo elas não duram um ano e já estarao no bagaço. A tendencia é eliminar o chassi para cargas até 2000 kg e adotar monobloco, veja o Honda Hidgeline que maravilha, Mas voltando aos chevys pick ups , acho sim que eles sao melhores que os fordecos, aqui no brasil como eu disse é uma bagunça não da pra se falar nada , mas no mercado americano voce pode observar que quem comopra uma chevy geralmente é uma pessoa mais conciente, inteligente, ponderada e quem compra forde pickup é mais pro lado dos porraloucas,
    Só pra constar minha opiniao acho que toda pickup que queira ser uma pickup mesmo deve ser 4×4………

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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