Comentários

  • bate um inegável saudosismo, sem dúvida.

    eu adorava a Grid, a revista Oficina Mecânica, a Speedway…
    a mídia impressa vem sendo vorazmente consumida pela digital por algumas razões : portabilidade e atualização. após cada GP eu aguardava pela revista da semana seguinte. agora, em questão de horas, temos o blog do flávio atualizado.

    assino um serviço de revistas digitais da minha operadora de telefonia que traz uma enorme quantidade de revistas por 9.90 por mês.

    olho o videocassete, bate o saudosismo. olho o vinil, bate o saudosismo. olho um motor de fusca, esse inesquecível carro, bate o saudosismo.

    estou ficando velho. as coisas de que gosto também. o smartphone carrega todas essas coisas (exceto o motor do fusca) em um lugar só. sinais dos tempos.

    cordiais saudações.

  • Nos anos 80 e 90 acho que comprei quase de tudo sobre velocidade, gostava mais da Auto Sprint italiana, mas enfim, é triste mas inevitável.

    Como disse uma vez Chico Anísio, já bem idoso, quando lhe perguntaram se tinha medo da morte? ……ele disse: ” Medo não, mas tenho pena de morrer!

  • Na década de 80 eu costumava peregrinar por bancas de revistas antigas que existiam no centro velho de SP em busca de Quatro Rodas do começo da década de 70. Nessa época surgiu a saudosa revista GRID, só sobre automobilismo.
    Hoje, a meu ver, a única saída é migrar para a internet e tentar sair do trivial, colocar games, podcast, sei lá. Ainda assim é muito arriscado. Hoje tudo é extremamente volátil

  • Fui leitor da Racing por muitos anos…A ansiedade de ir à banca saber se tinha chegado era uma delicia. As fotos, os textos, a capa…tudo era incrível.

    Aí virei leitor assíduo do GP e a revista já não fazia mais tanto sentido, embora eu tenha conciliado os dois veiculos por alguns anos…

  • ler estas revistas do automobilismo não era uma mera experiência de leitura…..me lembro quando ainda era moleque das revistas que meu pai levava pra casa “Realidade…Manchete e porque não dizer das revistas playboy que eu comprava na surdina juntando dinheiro da mesada…..ainda hoje lembro do cheiro inconfundível das revistas manchete…..realidade….e mesmo da revista capricho que meu pai comprava para minha irmã…..lembro da sensação de pegar suas folhas bem molinhas…..sentir o cheiro de papel característico de cada uma delas…….de “sonhar” e sentir um baita prazer só de olhar aquelas coelhinhas deliciosas da revista playboy…..velhos e bons tempos que jamais voltarão deixando uma saudade doída em nossos corações………

  • Flávio, depois lê a respeito do crescimento de revistas impressas nos Estados Unidos. É tímido, mas justamente as revistas de nicho ainda encontram um público fiel. Uma das explicações é é a chamada “propriedade psicológica”: é difícil para as pessoas sentirem que possuem algo que não podem tocar fisicamente. Isso também está relacionado ao crescimento forte do mercado de discos de vinil. Tem um pouco desse tema no link: https://whatsnewinpublishing.com/print-continues-to-thrive-highlights-from-fipps-the-future-of-media-whitepaper

  • Uma tristeza….. minha diversão e alegria qdo morando lá… era esperar o reparte da revista com o dono da banca… Maluco pelo Mansell….
    Por aqui assinei por tres anos até o bolso doer… e chegava religiosamente!!!!
    Era estranho ler o Lito… falando de coisas daqui (na época)….
    Lastima!