INTERLAGOS, 1991

RIO (isolados) – Para quem assistiu ao VT do GP do Brasil de 1991 hoje na Globo, uma releitura daquela corrida.

Comentários

  • Que tal encerrar as matérias a respeito do Senna.? Virou obsessão por aqui e no GP.
    Stewart, Moreno… Daqui a pouco até a Angela Merkel vai dar um depoimento a respeito daquelas inesquecíveis manhãs de domingo. Afinal não custa nada mais um para falar mal do Senna e reforçar que o Alemão era muito melhor que o braço duro de São Paulo.

    Como se, nesta era do Circo do Bozo, estivesse faltando assunto.

  • não sei se pela situação em que vivemos no mundo, com esse virus e em pais louco, onde em um cha-de-bebe se revela o sexo da criança com um tiro de carabina, mas isso não vem ao caso mas é medonho.
    fiquei emocionado seja pelas lembraças de um tem bom que não volta nunca mais, mas cara que corrida cinematografica!

  • Os caras falam que Senna correu contra fracos naquela época. Mas tinham Mansel, Prost, Piquet e Schumacher.
    E naquela época as equipes pegavam os melhores pilotos possíveis, ou seja, sempre tinha dois pilotos fortes na mesma equipe. Agora não, Toda equipe grante tem um principal e outro coadjuvante. Acabaram as brigas internas. Então, se o cara tem o melhor carro, ganha o campeonato.

    • Piquet já estava em fim de carreira quando Senna foi para a McLaren. Senna morreu quando Schumacher pegou um carro vencedor. Mansell errava mais do que acertava. Prost foi o único adversário que estava no auge da carreira, quando Senna duelou com ele.

      • Ok, mas se for assim, comparando com Hamilton, Schumacher seria o Verstapen, Mansel o Lecleck, Piquet seria o Vettel. E ainda tem o Bottas que não poderia ser comparado com o Prost.

        Depois, Senna foi campeão em 1988, só que Piquet foi em 1987. Prost foi em 1989, Mansel em 1992, ou seja muito mais disputado.

        Durante a era Hamilton, só Rosberg foi campeão.