SOBRE ONTEM DE MANHÃ

Imagem da corrida 1: Verstappen, de canhota, chuta o pneu

SÃO PAULO(haja) – Depois de uma corrida modorrenta em Mônaco, onde foi difícil até encontrar uma imagem legal para que lembrássemos daquele GP para sempre, Baku nos ofereceu fartura. De fatos & fotos. Assim, pouco me lixando para a tradição desta seção de publicar apenas uma foto como “imagem da corrida”, resolvi partir para três logo de uma vez.

A primeira é essa aí em cima: o bico de Verstappen no pneu que tirou dele a terceira vitória no ano e uma liderança mais folgada do Mundial em cima de Hamilton. Chute merecido, embora o pneu, coitado, não tenha tanta culpa assim. Pneus furam. Quem anda de carro sabe. A Pirelli disse que o que causou o furo foram detritos na pista, possivelmente restos da batida de Stroll. E que quando foi dada a bandeira vermelha, encontrou um rasgo no pneu traseiro esquerdo de Hamilton, também. Mas, por sorte, o pneu de Lewis não perdeu pressão.

A segunda está aqui embaixo:

Imagem da corrida 2: Hamilton passa direto na segunda largada

Trata-se da presepada de Hamilton, que arrancou muito bem na segunda largada, mas sem querer — é o que disse — deixou acionado o “botão mágico” que esquenta os freios e joga toda a carga de frenagem para a roda dianteira. É um sistema, como expliquei ontem, usado antes de largadas ou atrás do safety-car. Mas deve ser desativado em ritmo normal de corrida.

O resultado é que ele ficou praticamente sem breque atrás (alguém ainda fala breque?), passou reto, deixou de garantir um segundo lugar tranquilo e viu escaparem entre seus dedos 18 pontos que, no final do campeonato, serão muito lamentados se ele perder o título. Porque duvido que tenhamos mais de 18 pontos separando campeão e vice no fim do ano.

Além disso, Hamilton interrompeu uma inacreditável sequência de 54 GPs nos pontos — claro que não incluímos aqui uma corrida que não disputou, o GP do Sakhir do ano passado por conta da Covid-19. A última vez que Lewis saiu zerado de uma prova em que esteve presente foi no dia 1º de julho de 2018 — abandono na Áustria. A Mercedes, por tabela, também vê essa marca (no caso, de 55 GPs) como equipe descontinuada — já que Bottas terminou a prova de ontem em 12º e também zerou. Aliás, desde o início da era híbrida da F-1, em 2014, foi a primeira vez que a Mercedes, tendo terminado um GP com os dois carros, saiu dele sem pontuar.

E mais: desde o GP da Espanha de 2013 que Hamilton não via uma bandeira quadriculada sem somar pontos numa prova. Naquela ocasião, terminou em 12º. Era seu ano de estreia pela equipe. Depois disso, em todas as corridas que terminou com o carro andando o inglês chegou entre os dez primeiros. Ontem, foi 15º. Atrás do Mazepin.

Imagem da corrida 3: Vettel e Pérez, os mais felizes do dia

Agora, a terceira foto que para mim conta bem a história dessa corrida em Baku: o abraço fraternal de Vettel, segundo colocado, no vencedor Pérez. Bom ver esses não tão meninos assim sorrindo. O mexicano venceu pela segunda vez na carreira. Sebastian deu à Aston Martin o primeiro pódio da história da equipe com este nome.

São dois dos três renegados do pódio no Azerbaijão. Vettel, chutado pela Ferrari; Pérez, pela Racing Point que virou Aston Martin; Gasly, pela Red Bull que o mandou de volta para o time B. E estavam felizes como ninguém mais. Aliás, Tião anda tão engraçado nestes anos em que deixou de ser protagonista do Mundial, que ontem, pelo rádio, ao pedir para quem o entrevistava para dar os parabéns ao colega pela vitória disse “mande felicidades para ele, ou Feliz Navidad, não sei direito o que se diz nessa hora”.

Feliz Navidad é Feliz Natal em espanhol.

Seb para Checo: “Mande um Feliz Navidad pra ele!”

Falando em cumprimentos públicos, não fui só eu que notei o tuíte da Mercedes para Gasly chamando o menino pelo primeiro nome.

OK, a Mercedes também cumprimentou Checo pelo Twitter (mandou um “felicitaciones”) e a Aston Martin pelo segundo lugar de Vettel, já que o alemão não sua redes sociais (no que faz muito bem).

De qualquer maneira, entendi a mensagem para Pierre, como a Mercedes o trata na maior intimidade. E que fique registrado porque se daqui a alguns meses os caras derem um pé no Bottas e trouxerem o garoto, ninguém ficará surpreso:

O NÚMERO DO AZERBAIJÃO

5

…vencedores diferentes registram as corridas de Baku. O circuito foi usado pela primeira vez em 2016, incluído no calendário como GP da Europa (vitória de Nico Rosberg, da Mercedes). A prova passou a se chamar GP do Azerbaijão em 2017 e foi vencida por Daniel Ricciardo, então na Red Bull. Em 2018, foi a vez de Lewis Hamilton, com a Mercedes. No ano seguinte, seu companheiro Valtteri Bottas ganhou. No ano passado a prova não foi realizada, por causa da pandemia. Pérez, ontem, foi o quinto vencedor.

Já escrevi ontem que Vettel não liderava um GP desde a corrida do Brasil de 2019, mas não custa reforçar. Ele não foi ao pódio naquela prova — Leclerc bateu nele –, mas Interlagos guarda uma coincidência com Baku ontem: os três primeiros levavam o carimbo da Red Bull.

No Brasil, o pódio foi de Verstappen e os ex-rubro-taurinos Gasly e Sainz. No Azerbaijão aconteceu a mesma coisa: Pérez, atualmente da Red Bull, Vettel, tetracampeão pela equipe, e o francesinho que o time austríaco mandou para a AlphaTauri. Alíás, Pérez é o primeiro piloto “não-Verstappen” a vencer pela Red Bull desde Daniel Ricciardo em Mônaco/2018.

DNA da Red Bull no pódio: como no Brasil em 2019

Pela primeira vez desde o GP da Espanha de 2016, líder e vice-líder do Mundial não pontuaram numa corrida. Naquela, de Barcelona, Rosberg e Hamilton fizeram o favor à Mercedes de baterem, abrindo caminho para a primeira vitória de Verstappen na F-1. Era a estreia do holandês na Red Bull.

Max fez a gentileza de abraçar Pérez depois da vitória. Que veio sob tensão porque o mexicano tinha problemas hidráulicos no carro e esteve perto de abandonar a prova, segundo a equipe. E por que será que a direção de prova resolveu parar a corrida quando Verstappen furou o pneu e não fez a mesma coisa quando Stroll bateu de forma semelhante?

Stroll bate: bandeira amarela e safety-car, porque havia tempo para limpar a sujeira

A explicação vem de Michael Masi, o diretor da corrida: “Quando Lance bateu, estávamos no meio da prova. Havia tempo para limpar a pista direito. Quando Max bateu, faltavam poucas voltas e não estávamos confiantes de que seria possível tirar todos os detritos em tempo hábil. Então, no melhor interesse do esporte, achei melhor suspender tudo e recomeçar quando a pista estivesse realmente limpa”.

Faz sentido. Claro que ele poderia colocar o safety-car na frente do pelotão e dar a quadriculada com todo mundo em fila indiana atrás dele. Mas seria um anticlímax danado. Ainda bem que diretor tem autonomia para fazer o que é melhor para o espetáculo, sem acrobacias que firam o espírito do esporte. O regulamento é flexível nesses casos, o que acho ótimo.

Abraços a granel: alegria nas ruas de Baku

E acredito que já estou me estendendo neste rescaldão. Ia colocar uma pequena galeria de imagens com abraços pós-corrida, no Parque Fechado, porque achei muito bacana ver todo mundo cumprimentando Vettel, principalmente, pelo segundo lugar. Mas essa pequena montagem aí em cima cumpre a função de registrar amplexos (é muito ridículo usar “amplexo” só para não repetir “abraço”, coisa meio pedante, mas já está feito e não vou apagar).

Ainda faltam algumas coisinhas, porém. Como a…

FRASE DE BAKU

“Sabemos o nível que é necessário para ganhar títulos, e não estamos nesse nível agora. Temos a equipe, o carro e os pilotos para vencer, mas teremos de ser duros e honestos conosco nos próximos dias.”

Andrew Shovlin, engenheiro-chefe da Mercedes

O resultado de Baku levou Pérez ao terceiro lugar na classificação com 69 pontos, que é o que a Red Bull espera dele. Verstappen segue líder com 105, contra 101 de Hamilton. Max faria 26 e Lewis, 15, se a prova terminasse antes da batida do holandês. E ele ampliaria a diferença para 15. O inglês, por sua vez, poderia terminar em segundo se não tivesse passado reto na curva 1, e teria marcado 18, voltando à ponta com 14 de vantagem sobre o jovem rival.

Entre os construtores, a Red Bull abriu: 174 x 148. Ferrari, com 94, e McLaren, com 92, seguem brigando ponto a ponto pelo terceiro lugar. AlphaTauri e Aston Martin lutam pelo quinto: 39 a 37 para a equipe italiana.

E, agora, o famoso…

GOSTAMOS & NÃO GOSTAMOS

Alonso: quem é rei não perde a majestade

GOSTAMOS muito de ver Fernando Alonso (acima) dando um show na “corrida de duas voltas”, como ele chamou o fim da prova. Estava em décimo no grid da segunda largada e terminou em sexto. O espanhol está em forma. O carro não ajuda muito, mas se ele conseguir nos oferecer um ou outro espetáculo parecido nessa volta à F-1, está de bom tamanho.

NÃO GOSTAMOS nadica de nada da performance patética de Valteri Bottas (abaixo), que largou em décimo e chegou em 12º. Considerando que 16 carros terminaram a prova andando, ele só chegou à frente da dupla da Haas (até eu a pé consigo), de Hamilton (que rodou e caiu para último) e de Latifi (vale o mesmo que escrevi sobre a Haas). Seu futuro na Mercedes é incerto. Aliás, corrijo: é certíssimo. Com atuações assim, ele não fica em 2022.

Bottas: futuro na Mercedes em dúvida

AZERBAIJÃO BY MASILI

Para fechar, passamos a régua com a leitura precisa de nosso cartunista oficial Marcelo Masili sobre a sexta etapa do Mundial. Não sei se Bottas vai gostar…

Comentários

  • O pessoal aqui fica malhando o Bottas, dizendo que o finlandês não possui alma de campeão. Fica a pergunta: Vocês acham que a Mercedes iria contratar alguém com talento suficiente para enfrentar Hamilton?
    Antes que alguém cite Rosberguinho, que derrotou duas lendas, digo: ele já se encontrava na equipe, quando o inglês chegou.

  • Quando Bottas surgiu, achei que ele era um potencial campeão. Que decepção. Tudo bem perder para Hamilton ou mesmo para Max. Mas perder para todo mundo, com uma Mercedes, não dá. Sorte dele que a Mercedes não é a Red Bull. Mas dá dó um carro desses desperdiçado nas mãos do Bottas. Ótimo ver os “velhinhos” mandando bem. Gasly, Leclerc e Norris está mandando bem demais.

  • que corrida maneira, flavio! posso dizer que os três pilotos que mais gosto chegaram ao pódio.

    o lance todo é que a pré-temporada é tão curtinha, apenas três dias (um dia e meio pra cada piloto) que os novatos só conseguem pegar a manha do carro durante as corridas, o que é muito ruim.

    sobre o bottas: concordo com você, viu? acho que ele já rodou, mas fica até o final do ano. não me parece o perfil da mercedes trocar tudo no meio do caminho, soaria como desespero.

  • Fórmula 1 tem muito da música do Titãs “a melhor banda de todos os tempos da última semana…”

    Piloto, além de precisar ser ótimo, precisa ter sorte, principalmente nos momentos de negociação para conseguir equipes melhores.

    E mais sorte ainda para que a equipe que ele pilotar tenha um carro competitivo ano que vem.

    Uma cagada de 3milimetros do engenheiro pode interferir na carreira de um piloto.

  • Chegando atrasado aqui no blog , mas não vou deixar de ler e frequentar esse espaço . Essa vez assisti no YouTube antes ( o vídeo dos renegados ) , mas a verdade é que a leitura continua importante pra fazer a mente funcionar melhor e nos ajudar a centrar as idéias . Ainda mais nesse país que mostra sua face mais insana , brutal , violenta , doentia e etc … que a gente não imaginava ( mas desconfiava ) que pudesse existir .
    * desculpa o escrito acima , mas tá difícil!! perdendo amigos pra covid e pro fascismo jeca do brasil

  • Gasly na Mercedes seria sensacional. Um dos melhores pilotos do grid com certeza, mas acho que já tem nível pra encarar o Hamilton, então paradoxalmente por ser tão bom ele não deve ser chamado logo. Talvez o Russell, que é mais leão de treino mas não tem tanto ritmo de corrida (lembra bem o Webber, que era até mais espetacular nos treinos), tenha mais chances. Inclusive pra fazer o que o próprio Webber fazia com o Vettel do segundo título em diante na Red Bull.

  • A hora que o Nikita machucar alguém sério vão pensar em tomar alguma providência.
    E fica claro que o dinheiro tomou conta da equipe a tal ponto que qualquer início de crítica contra o piloto é imediatamente apagada por uma declaração genérica do Steiner ou da área de imprensa dos uralkalianos.
    O Steiner infelizmente atualmente tem papel semelhante ao intérprete de libras do Bolsonaro, traduzir um monte de sandices em algo minimamente compreensível ao público. Ele é um dos poucos caras com quem simpatizei depois de assistir à série da Netflix, me pareceu ser um cara do bem, mas que, como não é o dono, no final tem que fazer só o que lhe é mandado. Essa mesma série me fez decepcionar, por exemplo, com o Ricciardo. Um cara que parece ser boa praça e divertido, mas se mostrou um babaquinha não muito diferente do Verstappen (esse é o que é mesmo, e não tem jeito).
    É bem provável que o acidente do Stroll já tenha ocorrido por algum detrito de pista anterior. E o do Verstappen também. É uma pista ondulada, um caquinho de carro que seja é suficiente pra dar ruim. E com certeza ficou algum caquinho do carro do Stroll por aí.
    Verstappen mostrou pra mim mais uma vez que é um péssimo perdedor. Assim como é um péssimo vencedor. Ah, uma vitória certa perdida a três voltas por algo que não foi culpa dele é realmente frustrante. Ainda mais pra ele pilhado com a possibilidade de disparar na liderança e consolidar o tão sonhado primeiro título. Até aí beleza. Mas chutar o pneu mostra claramente que tem que colocar a culpa em alguém se algo der errado. Não é atitude de esportista, ainda mais alguém de tão alto nível.
    Se acontecesse com ele algo parecido com o que aconteceu com Massa x Hamilton, é possível que o Verstappen, no lugar do Massa, teria partido pros boxes da Toyota entrar na porrada com o Glock colocando a culpa dele na perda do título.

  • Esperei um pouco mais para ver se o pontinho do meu gatão iria ou não para o lixo. É tanta punição por qualquer bobagem, que a gente se acostuma com as mudanças, injustas ou não.
    É apenas um pontinho, mas com aquele carro, valeu demais!
    Eu amo o meu gatão!

    #IceKiss

  • Num rádio entre FIA e Red Bull logo depois da interrupção da prova, Michael Masi fala que viu uma oportunidade das equipes trocarem de pneus, justificando a bandeira vermelha. Pensou rápido. E no meu ver, decisão acertada tanto no quesito segurança quanto no quesito espetáculo.

  • Essa galeria de fotos está show!!!
    Acrescentaria no Não Gostamos, a atitude do Mazepin para cima do Schumacher. Ok, pelotão do fundo, não valia nada, mas o russo é uma mal caráter sem tamanho!

  • Acho que estão pegando um pouco pesado com o Sapattos. Em Mônaco ele classificou em segundo, Hamilton foi o sexto, e estava e terminaria em segundo se a Mercedes não fizesse cagada do pit. Perez fez um monte de barbeiragem esse ano, mas o que vale somente é a última corrida? Vamos ser menos imediatistas…

  • Não é a primeira vez que o Hamilton aperta o botão errado, na decisão de 2007 no Brasil ele estava em oitavo com sua McLaren quando apertou um botão errado causando pane no seu carro, com isso o Hamilton caia para décimo oitavo, se recuperou chegando em sétimo, mas perdia o Título para o Haikkonen da Ferrari por um ponto que ainda venceu a corrida.
    Faltavam as vitórias para colocar o Sergio Pérez como maior piloto mexicano da História da F-1, agora ele iguala o compatriota Pedro Rodriguez com duas, mais uma o Pérez fica como número um absoluto entre os mexicanos. Schumacher e Mazepin na Haas estão longe de lutar por uma vitória, mas já tem nessa corrida uma faísca amiga na pista entre os dois.
    A imagem do frustrado Verstappen dando um chute no seu pneu furado foi a imagem dessa corrida.
    Gostamos: Da vitória do Pérez, do segundo lugar do Vettel, e do terceiro lugar do Gasly, além do sexto lugar de Alonso que acaba de fazer nessa corrida a sua melhor do ano até aqui.
    Não Gostamos: Realmente o Bottas entra numa fase negra na Mercedes em que até pontuar ficou difícil, na Década de 80 já ia correr o risco de deixar a Mercedes no meio do Campeonato.

    Schumacher e Mazepin

  • “GP BAKU 2021– Divulgado o escândalo que todo mundo suspeitava!

    Talvez, isso explique a razão do piloto Mick Schumacher ter declarado a seguinte frase via rádio para Gunther Steiner: “Estou enojado da Formula 1”
    Todos os Holandeses ficaram chocados e tristes por terem assistido Max Verstappen ter perdido o GP de Baku. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Azerbaijão, Bélgica e mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve ser publicado em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
    Fato comprovado: Max Verstappen vendeu sua posição (P1) para Sergio Perez. Os pilotos titulares foram avisados, às 13:00 (horário de Baku), em uma reunião envolvendo o Sr. Totó Wolf, Sr. Otmar Szafnauer, o empresario do Piloto Sérgio Perez, o pai e sogro de Max Verstappen (Verstappen sênior e Nelson Piquet) e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Pirelli. Os pilotos reservas permaneceram em isolamento, em seus motorhomes. A princípio muito contrariados, os pilotos se recusaram a facilitar esse esquema para beneficiar Sérgio Perez. O convencimento veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000.000,00 para cada piloto, em espécie por meio da empresa de Lawrence Stroll. Além disso, os pilotos que aceitassem tal “compensação”teriam um patrocínio vitalício do Banco Nacional, com as mesmas bases que tiveram Ayrton Senna, Nick Lauda, Ronie Peterson e Victório Brambilla.
    Mesmo assim, Lewis Hamilton informou que não compactuaria caso Max Verstappen cedesse a posição e daria um jeito de não pontuar, prejudicando assim a Mercedes, além disso, Lance Stroll, George Russel e Esteban Ocon informaram que também não participariam desse ato repugnante e informaram que iriam abandonar a corrida. Isso forçou a Pirelli a calçar o carro de Verstapem com um pneu defeituoso, colocando, inclusive, a vida do jovem piloto Belga (sim ele é Belga) em risco, tudo isso para tentar maquiar essa tramóia.. Fernando Alonso, Kimi Haikkonen e Vettel receberam um Bônus de US$90.000.000,00 por serem campeões mundiais, pagos pela empresa estatal aérea, patrocinadora oculta da F1, Air Koryo.
    Assim, combinou-se que o Max seria derrotado durante o ‘Golden Goal’ de Perez. O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da FISA, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe RBR, uma vez que o campeonato mundial de F1 trouxe equilíbrio ao mundo, num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registradas naquele, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única européia) e o mercado comum europeu (ECC).
    Por gentileza passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, para que todos possam conhecer a sujeira que ronda a F1 e antes que a Nasa e a indústria cinematográfica de Hollywood apague esse texto da WWW (word wide web).

    Karol Wojtla – Correspondente CBS

  • Acho q não custaria muito para a Merça mandar instalar nos carros uma campainha igual ao do microondas daqui de casa q faz “plim” aí ele seria avisado q já estava no ponto e saberia q teria q desligar. Abraços!!

  • Se olharem o replay da corrida no site F1 TV. Em 02:29::36 até 02:29:41 dá pra ver o Perez indo até pessoal da Aston Martin no cercadinho abraçando e sendo muito abraçado pelos membros da ex-equipe. Achei super legal.
    Tsunoda dando ataques de estrelinha novamente e mandando calar a boca, o engenheiro que está tentando ajudar ele, foi de cair o cu da bunda. Um merdinha da poha querendo chegar agora e já sentar na janelinha. Eu acho que ele esqueceu que a Honda tá saindo da F1 e a fila na academia Red Bull é bem longa. Tem que chutar esse bostinha de volta pra formula Honda, bundão.
    Louco pra saber de quem o “Relmuto” Marco vai falar mal dessa vez. “Ui se fosse o Verstappen nessa Alpha Tauri do Gasly teria ganho a corrida com uma volta a menos” outro bundão da poha.
    Até tenho simpatia pelo Sainz. Mas só no mundo do mafioso da Ferrari o Biruto consegue convencer que esse guri é melhor que o Vettel. Só que nós conhecemos a Ferrari. O Espanhol não foi pra lá pra ganhar corridas e sim pra ser o Rabichello e o Massa do Leclerc.

  • Hamilton espanando deste jeito dá alguma razão à provocação do Rosberg. Sobre ele não suportar bem a pressão.

    Sobre a Mariana Becker: só eu tenho vergonha alheia? Ele não perdeu a veia da bobeira global. Na falta de assunto ou de conhecimento ela tem feito perguntas tão sem sentido que os pilotos ou nem entendem ou então não sabem como responder. Tipo perguntar para o Stroll se o carro com 3 pneus ficou difícil de controlar…