N’UOL
No portentoso portal, a tese desenvolvida na coluna de hoje é: desde a morte de Senna, Barrichello é o principal nome do automobilismo brasileiro. Até hoje. E contando. Para ler, é só clicar aqui.

No portentoso portal, a tese desenvolvida na coluna de hoje é: desde a morte de Senna, Barrichello é o principal nome do automobilismo brasileiro. Até hoje. E contando. Para ler, é só clicar aqui.

O Felipe teve um auge maior Na Formula 1, era um piloto mais rápido, brigou por título.
O Rubinho nunca terminou uma corrida na liderança do campeonato, não era um grande vencedor nas pistas, mas era mais regular. Acredito que seja um nome maior que o Massa hoje, mesmo, mas estão em pé de igualdade, e acima de Kanaan e Castroneves.
Aguardo a ocasião do GP da Espanha para uma coluna sobre a vitória do Maldonado, naquele mágico ano de 2012. Foi a quinta corrida da temporada, quinta vitória de piloto diferente, todas por equipes diferentes, sendo que a sequência de pilotos diferentes em sequência terminaria com 7. Primeiro ano sem Rubinho na Formula 1, último ano com Michael Schumacher. Raikkonen surgindo do nada depois de dois anos correndo Rali, vai pra uma Lotus, vence corrida no final e termina em terceiro. Mas o ápice mesmo foi a vitória do venezuelano pela Williams-Renault (parceria que foi uma das mais imbatíveis da categoria e havia sido encerrada em 1997).
Boa noite,
Show
Continue escrevendo Flávio.
👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽
Achei excelente a sua sacada quando diz que ele Barrichello mudou a stock…”civilizou” aquele bando de playboy’$. Seu texto… ótimo, como sempre.
Sei que torci muito por ele. Ele me fazia ainda levantar para torcer por um brasileiro. Depois aprendi a ver corrida pra torcer pelos pilotos que eu considero melhores, em vários quesitos. Sou fã de Hamilton, Vettel e George agora. Desde os anos 70 vejo corridas. Perdi poucas. Talvez seja um exagero meu mas não me lembro de ter me emocionado igual ao GP da Alemanha de 2000 e sua primeira vitória. Por todos os componentes e por uma pilotagem impecável naquele dia.
Estava eu em Spa em 2013, na arquibancada “geral” pouco antes das Les Combes, quando Barrichello, cobrindo o grid pela Globo, apareceu no telão sendo entrevistado na transmissão do circuito. O público no autódromo até então pouco interessado no que se passava no telão, começa a aplaudir de maneira calorosa e respeitosa o ex-piloto brasileiro.
Confesso, talvez com certa síndrome de vira-latas e vício dos tempos do pé-de-chinelo, que fiquei surpreso com a reação do povão. Na Italia até esperaria mas em SPA, foi reconhecimento sincero de quem ama a F1 e vê nele de fato um dos grandes nomes do esporte.
Em tempo: Sim, aplausos e interação da galera com o telão são normais enquanto esperam a corrida começar, mas duvido que qualquer outro nome citado no texto ganharia do RB no “aplaudômetro”.
Excelente texto Flávio. Rubinho claramente mostra que tem prazer no que faz. Não precisaria estar correndo com a idade que tem e, com a grana que juntou na vida mas, gosta disto e está lá competindo em alto nível. Me sinto feliz por ter torcido tanto na vida por ele em corridas.
Concordo com absolutamente tudo! Certeiro.
Tartaruga não é lenta.
Lento é o jabuti.
Lembro quando contou essa história do dia da tartaruga, e de ter ligado para a fundação, em uma de suas lives… hahahahahaha
Tento explicar para meus amigos “Sennistas” o que o Rubinho representa, acho que vou guardar o link da coluna para enviar quando a discussão surgir. Belo texto, como de costume.
O Massa chegou a ser campeão mundial por alguns segundos, até o Timo Glock deixar o Hamilton passar, porém o Rubinho é mais completo. É um excelente acertador de carros e em muito contribuiu para os carros vencedores da Ferrari entre 2000 e 2004.
Quanto aos brasileiros na F-1, tem que esperar algum com o nome terminado em “on” chegar lá pra ser campeão (o que pra mim não faz diferença, a não ser que ele esteja ao volante de uma Ferrari).
Justíssima homenagem, Flávio. Rubinho é um pilotaço! Deu vários azares na vida, mas soube dar a volta por cima e trilhar seu caminho com brilho.
Bom saber que pessoas de peso concordam com minha opinião popular.
Eu tenho a opinião mais popular ainda de que Barrichello foi na F1 mais piloto do que Massa. Não tirando crédito nenhum do Felipe, mas Barrichello foi um dos componentes para o domínio da Ferrari em 2000-2004
Concordo. Barrichello sempre foi o número 2 do Schumi, enquanto o Massa teve igualdade de condições de 2007 até a chegada do Alonso.
E se comparar a carreira dos dois fora da Ferrari, o Rubinho leva vantagem (2 vitórias com a Brawn e pole e pódios com Jordan, Stewart e até com a chaleira da Honda).
Um belo texto Flávio, parabéns.
O Rubinho é um grande piloto. Acho que esta se divertindo para valer nos últimos anos. Se tivesse 21 anos muito provavelmente estaria na F-1, num dos quatro carros mais rápidos. Seria pior que o Leclerc, Lando Norris, Tcheco, Russel, Sainz ou Ricciardo???? Que ele continue curtindo a vida e se divertindo a beça.
Rubinho é o último brasileiro com vitória na F-1.
Tem o mesmo número de vitórias do Massa: 11, mesmo tendo sido claramente tratado como segundo piloto na sua fase Ferrarista.
Já o Massa, tratado pelo menos com igualdade em parceria com o Kimi, também não conseguiu ser campeão e teve que ajudar o Finlandes ser campeão.
E depois foi ajudado pelo Kimi em 2008, quando deu muito calor no Hamilton.
Show de texto. Viva o Rubinho!
Justo e belo ! Parabéns pelo texto e , principalmente , parabéns pro Rubens Barrichelo !!
Considerando que foi quem manteve o interesse geral do país na F1 depois que o Senna morreu – ainda que com uma cobertura cretina da imprensa incensando-o como “sucessor” – foi mesmo o principal nome, e merece um reconhecimento que não tem. Mas o melhor foi Massa.
Boa tarde,
Show!!!!