CALORING DA PESTE (3)

A primeira de Piastri: trapalhadas da McLaren não tiram brilho do australiano

SÃO PAULO (mereceu, claro!) – Oscar Piastri ganhou seu primeiro GP num final de corrida em que as chatíssimas ordens de equipe ameaçaram se impor sobre o espetáculo. Sempre digo que elas são aceitáveis quando se trata de uma disputa de título em fases decisivas de campeonato. E olhe lá. Mas inverter posições quando o que está em jogo é uma vitória na metade da temporada é algo que sempre me parece muito, muito ruim. Mesmo que seja para corrigir uma trapalhada interna. É desagradável. Para todos os envolvidos. E para quem está assistindo.

Piastri mereceu vencer na Hungria. O australiano ganhou a posição de seu companheiro Lando Norris, que estava na pole, logo na largada. Depois disso, controlou a prova, mantendo o parceiro sempre a mais de 4s de distância. Ou quase. Porque cometeu um erro pouco antes da segunda parada, permitindo a aproximação do inglês. E a McLaren, nessa segunda parada para troca de pneus, errou e chamou Norris antes. Oscar fez seu segundo pit stop só duas voltas depois. Pela demora e pela escapada pouco antes, perdeu a liderança. OK, foi informado de que as posições seriam trocadas depois – afinal, a estratégia para Lando foi melhor, o que não fazia muito sentido, já que a prioridade é de quem está na frente. Mas a realidade é que Piastri, primeiro, cometeu um erro. Na sequência, não parou antes nos boxes. Tomou o conhecido “undercut”. Equívoco do time, não de Norris. Nem de Oscar. Por isso foi preciso corrigir a bobagem com a velha de boa instrução dos boxes.

As últimas voltas da prova foram tensas, com climão no rádio entre Norris e seu engenheiro. A equipe insistiu na inversão das posições. Lando contestou várias vezes. Oscar ficou calado. É seu estilo. Não reclama, não exige, faz o dele e pronto. No fim, Norris deixou o garoto passar, a três voltas da bandeira quadriculada. E não esticou muito o assunto. Cumprimentou o parceiro, distribuiu alguns sorrisos, reconheceu os méritos do rapaz, e ficou nisso. Incêndio apagado. Menos mal para o time.

Não culpo os pilotos. Nem o vencedor por não se impor nas paradas, pedindo para fazer o pit stop antes, nem o segundo colocado, que ficou bravo por ter de devolver a primeira colocação. A equipe é que poderia ter sido um pouco mais segura em suas decisões, isso sim. Para evitar que a situação constrangedora se tornasse necessária.

São lições, ao fim e ao cabo. A McLaren perdeu o costume de brigar por vitórias e dobradinhas. O último 1-2 aconteceu em 2021 na Itália (Daniel Ricciardo e Norris) e foi casual — resultado de um acidente entre Lewis Hamilton e Max Verstappen, os protagonistas daquele campeonato. Os tempos em que o time lutava lá na frente remontam ao início da década passada. Agora esses tempos voltaram. A equipe papaia, neste momento, tem um carro tão bom ou melhor que a Red Bull, dominante nos últimos dois anos. E até o fim da temporada vai, sim, fazer poles e ganhar corridas. Terá de lidar com tais cenários com mais frequência, entre outros motivos porque tem pilotos muito bons. Evitar atritos será a nova tarefa da chefia do time.

Pódio papaia: cada vez mais frequente em 2024

E dá para pensar, também, em ser campeã. No Mundial de Construtores, o resultado de hoje em Hungaroring levou a McLaren à vice-liderança com 338 pontos. A Red Bull tem 389. A Ferrari, com 322, ficou para trás. Nas últimas seis etapas, a equipe papaia marcou 184 pontos, contra 121 da Red Bull. A Mercedes marcou 162. Tais números indicam uma clara queda de desempenho rubro-taurino. Que tem muito a ver, óbvio, com o desempenho apagado de seu segundo piloto, Sergio Pérez.

O líder do campeonato Verstappen, hoje, lutou até o fim pelo pódio e terminou em quinto, após uma disputa forte com Hamilton – o terceiro colocado. Pérez foi o sétimo. Max segue firme em primeiro na tabela com 265 pontos, contra 189 de Norris. São confortáveis 76 pontos de vantagem. Dá para administrar. Aos que acreditam que o holandês despencou num abismo sem fundo, é sempre bom apresentar alguns dados. Nos últimos cinco GPs, ele foi quem mais subiu na tábua do Mundial: marcou 96 pontos. O segundo foi Hamilton, com 83. Piastri anotou 78 e Norris, 76. Ou seja: apesar de todo os percalços, tropeçando aqui e ali, o tricampeão permanece de pé.

O que parece certo é que a conquista do tetra, que parecia mamão com açúcar no começo do ano, demandará certo esforço do piloto e da equipe. E é preciso pensar bem no que fazer com Pérez, porque se Max vai se segurando na pontuação, “não dá para andar com uma perna só”, como disse ontem o chefe da Red Bull, Christian Horner.

Piastri, Norris e Hamilton formaram o pódio no calorão do domingão em Hungaroring. A corrida foi interessante, melhor do que a média histórica no circuito magiar. Pela 25ª vez em 39 edições da prova o vencedor saiu da primeira fila. Houve boas disputas, embora as ultrapassagens não tenham sido fartas – a natureza do traçado inibe grandes exibições de valentia. Teve drama no fim, com a comunicação frenética da McLaren com Norris, assim como no esforço de Verstappen para, pelo menos, salvar um pódio.

Então, vamos contar tudo que aconteceu, tintim por tintim.

A largada foi muito bonita, porque por alguma razão Norris achou que Piastri estava com um estilingue para atacá-lo, ou algo assim. Partiu mal, foi para cima do companheiro e abriu caminho para Verstappen. O holandês aproveitou, jogou seu carro para o lado de fora, passou Norris pela área de escape e voltou à pista em segundo, com Oscar em primeiro. Lando caiu para terceiro e ficou reclamando pelo rádio que o rival tinha feito a ultrapassagem de forma irregular. “Vejam o regulamento, procurem na página 196, parágrafo 4, alínea 12, item b! Está tudo lá, levem para a torre, tirem uma cópia, mandem um fax, chamem o VAR!”, gritava.

Calmamente, a equipe explicou que estava verificando tudo aquilo, mas que o VAR não estava disponível porque tinha sido muito usado ontem nos jogos do Flamengo e do Palmeiras. E parecia… descalibrado.

Na quarta volta, o engenheiro de Verstappen orientou o piloto a devolver a posição a Norris, enquanto a direção de prova investigava o caso e ameaçava uma punição. Cuspindo marimbondos, o holandês consentiu. “Ele me jogar para fora pode, vão à merda”, reclamou. Tirou o pé, entregou o segundo lugar e segue o jogo.

Os pit stops começaram bem cedo. Dos 20 que largaram, 13 optaram pelos pneus médios. Quatro (Fernando Alonso, Lance Stroll, Alexander Albon e Kevin Magnussen) foram de macios. Outros três (George Russell, Pérez e Pierre Gasly) escolheram os duros. A temperatura, como previsto, era alta: 29°C, com o asfalto variando entre 44 e 48°C, dependendo de onde o sol furasse as nuvens. Na oitava volta, Alonso, Albon e Magnussen foram para os boxes. Outros da turma do fundão também fizeram seus primeiros pit stops, como Guanyu Zhou, Esteban Ocon, Ricciardo e Logan Sargeant.

Verstappen: reclamando a corrida toda

Mas o primeiro pelotão seguia impassível, sem pensar em parar naquele momento. Na décima volta, Piastri, Norris, Verstappen, Hamilton, Charles Leclerc, Carlos Sainz, Stroll, Yuki Tsunoda, Valtteri Bottas e Russell eram os dez primeiros, sem que nenhum ataque fosse insinuado. Pérez vinha em 11º.

Stroll foi o último do grupo dos pneus fofinhos a parar, na 15ª volta. A janela de pit stops dos grandes foi aberta na volta 17, com Hamilton. Colocou pneus duros. Norris veio na volta 18. Também foi para os pneus de faixa branca. Na 19ª, o líder Piastri, estratégia idêntica. Verstappen assumiu a liderança, mas as coisas não estavam bem na Red Bull. Pelo rádio, o líder do campeonato continuava imprecando – agora, o alvo era o carro. A lista de defeitos apontados era bem extensa. “Os freios não funcionam, não consigo fazer curva, o bluetooth não está pegando, o GPS apagou e com 3G o Waze não abre! Nem WhatsApp consigo mandar! Está tudo uma merda!”

Por isso, para arrumar tudo, Verstappen foi aos boxes na volta 21. Gastou 3s, colocou os mesmos pneus duros de todo mundo e voltou atrás de Hamilton, em quinto. Não deu muito certo a história de adiar o pit stop. Perdeu uma posição. Leclerc assumiu a ponta, mas na volta 24 parou. Com 25 voltas, Piastri, Norris, Hamilton, Verstappen, Leclerc e Sainz eram os seis primeiros. Tsunoda, Russell, Pérez e Gasly fechavam o top-10, mas esses quatro ainda não tinham trocado pneus. O que fizeram nas voltas seguintes, com exceção de Russell, que foi esticando a corda até onde desse.

Piastri liderava sem nenhuma preocupação, com a diferença para Norris oscilando entre 3s e 5s. Hamilton também vinha longe, a mais de 4s de seu conterrâneo tiktoker. Verstappen, sim, tentava uma aproximação para recuperar a posição que perdera para Lewis na primeira parada. Na 32ª volta, a diferença entre os dois era de 1s5.

Quando deu metade da corrida, 35 voltas, Russell finalmente foi para os boxes, o último a trocar pneus. Max encostou em Hamilton já com possibilidade de abrir a asa para tentar a ultrapassagem. Ambos trocaram erros: Lewis freou tarde na curva 1 e Verstappen fez o mesmo na curva 2, e o resultado foi que um passou, o outro repassou e nada mudou. No rádio, mais protestos do piloto da Red Bull. “Não freia, não faz curva, inacreditável!”

Sainz: Ferrari discreta, longe do pódio

Era uma briga interessante, porque valia pódio. Graças a ela, Leclerc, o quinto, chegou nos dois. Mais intrigante que ela, porém, era a queda abrupta da vantagem de Piastri para Norris. De quase 5s, caiu para 1s3 na volta 38. A TV recuperou uma imagem que mostrou o australiano dando uma escapada de pista, perdendo tempo. Estava explicado.

Hamilton foi para sua segunda parada na volta 41, com Leclerc junto. Um queria se livrar de Verstappen. O outro, ganhar sua posição. O que acabaria acontecendo quando Max fizesse o segundo pit stop, sempre praguejando. “Incrível nossa capacidade de levar chapéu de todo mundo!” Ele se referia ao famoso “undercut”, quando um piloto que está atrás antecipa a parada, aproveita umas voltas a mais com pneus novos e ganha a posição daquele que faz o pit stop depois.

Norris fez sua segunda troca na volta 46, sem que tivesse esboçado qualquer ação sobre seu companheiro de equipe. Piastri veio na 48ª. Era o momento decisivo da corrida. Se voltasse atrás de Norris, adeus primeira vitória — numa disputa normal, sem blablablá. E foi exatamente o que aconteceu. Verstappen assumiu a ponta ainda tendo de fazer uma parada. Lando era o virtual vencedor.

Segunda parada de Piastri: posição perdida para Norris

Mas a McLaren, muito civilizada depois de sua barafunda, havia informado a Piastri, pouco antes, que ele poderia parar depois de Norris que as posições seriam restabelecidas. Assim que o australiano saiu dos boxes, a mesma informação foi passada ao inglês. Na volta 50, Verstappen parou. Voltou em quinto. Como imaginava, longe de Hamilton, o terceiro, e atrás de Leclerc, o quarto. Tinha agora pneus médios novos e chance de atacar ambos até o fim da corrida. Resmungando, claro.

Restava saber se a troca entre Norris e Piastri aconteceria, mesmo. Porque, na real, Lando tinha ganhado a posição mais pelo erro de Oscar do que exatamente pela parada duas voltas antes. Na volta 56, o inglês já tinha mais de 3s de vantagem sobre o parceirinho do carro #81. Verstappen, em quinto, esbravejava contra “a estratégia de merda que vocês me deram” e tentava, a todo custo, passar Leclerc. Na volta 57, conseguiu. Com pneus mais novos, médios, partiria para cima de Hamilton – que tinha duros.

Foi nessa altura que o clima pesou na McLaren. O engenheiro de Norris avisou que ele teria de trocar de posição com Piastri. “Mas por que vocês não chamaram ele antes?”, contestou o inglês. Ele tinha razão. Se o time tinha antecipado seu pit stop, e não o de Piastri, que culpa tinha? Fizeram aquilo para defendê-lo de Hamilton? Mas precisava? Não, não precisava. Conversinha.

Norris não quis nem saber, num primeiro momento. Seguiu argumentando e acelerando, e abriu 4s de Piastri. Verstappen, em quarto, se aproximava de Hamilton. Depois da segunda parada dos dois pilotos da McLaren, passei a acompanhar a prova no celular pela câmera do australiano. Estava curioso para saber o que seu engenheiro diria, como o piloto reagiria, ansioso pela primeira vitória na carreira. Mas era um monólogo. Só o cara do pitwall falava alguma coisa, dando orientações técnicas. Oscar não pronunciava nenhuma palavra. Em compensação, Norris e seu engenheiro tagarelavam loucamente. A estratégia de convencimento era: “Vocês estão gastando muito os pneus!”. Até que Lando, aparentemente, acedeu: “OK, então mandem ele chegar logo!”.

Verstappen x Hamilton: upa, cavalinho!

Verstappen voltou a atacar Hamilton. Na 63ª volta, a sete do final, mergulhou por dentro na curva 1, retardou a freada e tocou sua roda traseira esquerda na dianteira direita de Lewis. O carro decolou, aterrissou de bico e, por milagre, não quebrou e não bateu em nada. Bufando e amaldiçoando o destino, acabou perdendo a posição para Leclerc, também, caindo para quinto.

Lá na frente, nada de Norris atender às ordens da McLaren. Ao contrário. Faltando cinco voltas para o fim, a vantagem para Piastri era de 6s. Do ponto de vista técnico, não faria mais nenhum sentido entregar a vitória. Mas o engenheiro de Lando apelava para o emocional. “Amiguinho, tudo é trabalho de equipe. Somos um time, uma família. Tomamos café, almoçamos e jantamos juntos. Viajamos o ano todo, somos parceiros. Você ainda terá muitas chances na vida…” Ele evitava berrar, mas estava claramente perdendo a paciência.

Até que, na volta 67, foi duro e assertivo. “Hamilton está mais de 20 segundos atrás. Devolva a posição AGORA!” Foi especialmente eloquente no “agora”. Gritou, mesmo. E Norris, então, tirou o pé no meio da reta e deixou o australiano passar.

Piastri se tornou o 115º ser humano a ganhar um GP de F-1. Pelo rádio, agradeceu calmamente a todos: “Obrigado pela coordenação”. Quem é que agradece a COORDENAÇÃO depois de vencer sua primeira corrida? Oscar é esse tipo de piloto. Assim que estacionou no Parque Fechado, recebeu um aperto de mão de Norris. Tirou o volante, saiu do carro, subiu no cockpit, ergueu os braços timidamente e foi abraçar os mecânicos. De modo contido, sem se atirar de corpo e alma em cima da equipe. É um rapaz recatado e do lar.

Final em Budapeste: dobradinha da McLaren

Na entrevista pós-GP, Piastri disse que vencer na F-1 “era um sonho de criança”, falou que seu carro é “maravilhoso”, que controlou a corrida e que no final o time “fez a coisa certa” ao ordenar a troca de posições. Norris não jogou gasolina na fogueira. “É um dia espetacular para nós, estou muito feliz. Parabéns para o Oscar, me passou na largada, controlou a corrida. Merecia a vitória. A equipe me pediu para devolver a posição e eu devolvi. É isso. Ele já me ajudou muito em várias corridas e guiou melhor que eu, hoje. E com certeza temos como lutar pelo campeonato.”

Hamilton foi o terceiro, tornando-se o primeiro piloto a subir 200 vezes no pódio. Leclerc, Verstappen, Sainz, Pérez, Russell, Tsunoda e Stroll fecharam o grupo dos dez primeiros. Piastri foi o sétimo vencedor do ano. Nos últimos seis GPs, cinco pilotos diferentes ganharam corridas.

Semana que vem tem mais, na Bélgica. Será a 14ª etapa do campeonato, que então fará uma pausa para pilotos, equipes e agregados aproveitarem as férias de verão na Europa. Pode ser que até a corrida de Spa tenhamos algumas novidades no mercado de pilotos, como o anúncio oficial de Ocon na Haas. O futuro de Sainz segue indefinido. Pérez garante que não tem cristão no mundo para interromper seu contrato com a Red Bull.

Tenho dito, e repito: 2024 está se saindo melhor que a encomenda.

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Fábio
1 ano atrás

Fosse nos anos 80 e todo mundo mandava as convenções para o inferno.

Que história é essa de perder 7 ou 8 pontos (ou uma vitória e o campeonato) por causa de uma promessa? Fosse nos anos 80 e mandavam o chefe de equipe catar coquinho – e com razão, isso pode custar caro à McLaren mais tarde.

Hilton Vaz Pezzoni
Hilton Vaz Pezzoni
1 ano atrás

Nesses 52 anos em que acompanho a F1 nunca ouvi alguém chamar um TRI campeão de infantil, inda mais em rádio aberto ao mundo.
PQP !
(Não, não é o piloto português Pedro Queiros Pereira).

Junior
Junior
Reply to  Hilton Vaz Pezzoni
1 ano atrás

Os pilotos da velha época chegavam ao tri com mais de trinta anos. Eis a diferença!

Alexandre Neves
Alexandre Neves
1 ano atrás

Verstappen vai ser campeão “a la” Buton em 2009: na base da vantagem que construiu no inicio do campeonato, no caso dele (Verstappen) ajudado tb pelo fato de que não existe um único piloto ganhando os demias GPs, mas varios, cada corrida um. Para mim o carro da RBR perdeu mais vantagem do que enxergamos, porque o Verstappen compensa no talento.

Clayton Araujo
Clayton Araujo
1 ano atrás

Uma bela corria para um circuito chato! A McLaren quase faz merda de novo com suas estratégias desacertadas, depois tentou corrigir e cagou ainda mais a corrida deles. Piastri merecia a sua primeira vitória, mas não desse jeito. O Max errou como um iniciante na batida em Hamilton Bastava comboiar por mais uma volta e entrar colado na reta que a ultrapassagem era inevitável, penso eu, Errou feio e bateu na Mercedes e por muita sorte não quebrou seu carro zerando na corrida, enfim pontuou. Não creio, mesmo querendo, que a McLaren lutará pelo titulo no final da temporada, pois tem um belo carro mas a Red Bull tem mais consistência e o Max faz algumas mágicas. Talvez assim, não tenha errado tanto em mudar as posições na Hungria. è esperar pra ver

Jader
Jader
1 ano atrás

Hoje, sim, hoje, sim; hoje, não.
kkk

Faltou o Cléber Machado na narração.

Renato
Renato
1 ano atrás

Eo MIMImax continua esbanjando seu caráter…. inconformado em não ter um carro MUITO superior aos demais, começa a culpar tudo e todos como sempre fez. E a tentar jogar os outros pra fora das pistas. Ontem, já de cabeça fria, mandou a equipe se F…. !! E há quem o admire e defenda…..

Junior
Junior
1 ano atrás

Boa corrida, a mclaren está muito forte, o título de pilotos eu acho que não vem, mas o de construtores eu ainda acredito, pela capacidade dos dois pilotos.

Paulo Leite
Paulo Leite
1 ano atrás

Mais um detalhe sobre a diferença de velocidade de alguns carros que poucos a notam. Exceto eu.

Vi hoje de novo aqui de cima, no meu novo aparelho de
TV, a cores, Semp. Quando dois ou mais carros estão próximos, brigando de um
passar o outro, aparece incrível artimanha nos carros.

Vamos lá. Quando Lewis e Max batiam rodas, de repente aparecia um enorme letreiro montado no teto panorâmico dos carros, com as seguintes mensagens: no carro de Lewis, o letreiro mostrava as letras HAM, e no de Max, as letras VER. Fiquei encafifado: qual o significado dessas letras, será o plano de corrida secreto, será a senha do cofre. Afinal, será o quê. Porque se a idéia é colocar o nome do piloto, no carro de Max as letras deveriam ser MAX, e no de Lewis, deveria sere LEW.

Fiquei confuso, porque o espelho retrovisor do carro
de Lewis é muito bom e limpo, o piloto consegue ver tudo de muito longe. Lewis
conseguia ver, claramente, que o carro atrás era o de Max. Da mesma forma, a
viseira do carro de Max é limpa e desobstruída de reflexo. Max conseguia ver
facilmente que é o carro da frente era o de Lewis, sem precisar de olhar no
letreiro do teto da Mercedes.
Depois de muito de bater um no outro em casa, a conclusão que chegamos foi de que o letreiro contém os nomes do piloto sentado abaixo do letreiro. Simples assim.

E que o letreiro do teto é uma artimanha dos engenheiros do time adversário para diminuir a velocidade do carro concorrente, afinal, o letreiro lasca a aerodinâmica dos carros. É um arrasto medonho.
Não sei as TVs do pessoal ai de baixo também mostra essa artimanha.
E a FIA precisa olhar se esses letreiros burlam alguma regra de concorrência ilegal.

Fonseca
Fonseca
Reply to  Paulo Leite
1 ano atrás

Amigo, depois de beber vá dormir. Deixe para escrever quando estiver sóbrio.

André
André
1 ano atrás

Pô Flávio, o melhor diálogo de Verstapen com o engenheiro você não colocou.

Antes de parar de falar com seu piloto depois de tanta encheção – algo raro na F1 – o engenheiro soltou um “cala a boca Max, voce está parecendo criança”.
Risos…

Que moleque chiliquento Verstapen foi hoje.

Adolfo
Adolfo
1 ano atrás

Seria o Piastri o primeiro piloto nascido no século 21 a ganhar uma corrida ?

Adolfo
Adolfo
1 ano atrás

Estava aqui pensando, será que o Piastri foi o primeiro piloto nascido no século 21 a ganhar uma corrida de Fórmula 1 ?

Megas Alexandros
Megas Alexandros
1 ano atrás

Primeira vitória do Antonelli e do Piastri em corrida longa nas suas respectivas categorias.

Um dia para o futuro…

Marcos Bassi
Marcos Bassi
1 ano atrás

Na ante sala…tinha achado o Lando meio ríspido com Hamilton…vi o diálogo agora com legendas…acho que ele tava chateado…Hamilton foi cumprimentar…dizendo que eles estavam super rápidos…ele deu uma resposta meio atravessada..faz parte!

Wbj
Wbj
Reply to  Marcos Bassi
1 ano atrás

Juntem um chatinho de doer o saco (LH) com o Malcriadinho Barrichello, da no que deu

Paulo Dantas Fonseca
Paulo Dantas Fonseca
1 ano atrás

GP DA HUNGRIA 2024. Não foi uma decisão correta de estratégia da equipe Mclaren , que veio adotar estilo FERRARI e obrigar o piloto Nando, a entregar a vitória para Oscar. MAX teve péssimas decisões e falou besteira, o incidente com Lewis é toque por erro de percepção perdendo o tempo de frenagem. O melhor da corrida foi o Pódio de Lewis Hamilton. O Pior da corrida, foi a MARMELADA da Mclaren, Nando esta disputando título com Super- MAX . A equipe Mclaren quer o titulo de Marcas, mas Nando Luta pelo título, quem tudo quer nada tem .

Celio Ferreira
Celio Ferreira
1 ano atrás

1º – Quem está na frente no campeonato tem a preferencia , Maclarem errou.
2º- O tricampeão Max parece que perdeu o jeito de andar no bolo
3º- Hamilton 200 pódios , supercampeão
4º – Será que Perez volta após as ferias?

Alfredo Ramos
Alfredo Ramos
1 ano atrás

Sete pontos. Sete: conta de mentiroso. Pode não fazer falta nessa fartura de pontos em que se tornou a categoria. Mas, pode decidir um título numa disputa acirrada que se aproxima…

junior jr
junior jr
1 ano atrás

lido

Marcelo
Marcelo
1 ano atrás

É que seria a segunda corrida seguida que a McLaren prejudicaria o Piastri nos boxes, quiseram evitar isso eu acho.

Troca de posição valendo o título, ok, mas no meio da temporada assim eu acho indevido. Acho que foi por isso, pra não ferrarem o Piastri dado que já o prejudicaram em Silverstone e prejudicaram feio.

Pode até ter sido ruim pro Norris, eu não descarto ele chegar no Verstappen e termos uma briga pelo campeonato nas últimas etapas. Do jeito que a Red Bull desandou…

Barreto
Barreto
1 ano atrás

Tsunoda sendo o melhor do resto com uma parada conseguiu economizar borracha.
A Aston Martin deve ter contratado algum coach de rede social para ser estrategista. Deve ser o mesmo que aconselhou a Alpine na classificação.

O crítico
O crítico
1 ano atrás

Olhe, estou até agora sem entender a insistência da direção da McLaren na devolução da posição para Oscar por parte de Lando. Justificativas as mais furadas, como “você vai ter outras chances” (ora, Oscar também vai ter, claro – ou a própria equipe acredita que não?), só servem para que a decisão da equipe seja bastante questionada, na minha opinião. Até porque, ainda que pequenas, Lando tem, sim, chances de ser campeão, e sete pontos podem vir a fazer falta lá na frente. Sobre a questão de entregar a posição antes para depois disputá-la na pista, será que a equipe permitiria, já que haveria a possibilidade de um acidente entre os dois companheiros, algo que já vimos antes, mais de uma vez? De qualquer forma, o ponto alto da prova, pra mim, foi o puxão de orelhas do engenheiro no boca de tilápia, quando de seu chororô depois do toque em Lewis, seguinte às recorrentes reclamações sobre a estratégia: “pare com essa criancice!” Imagino que o garoto enxaqueca não gostou nada disso. Deve ter rolado uma DR intensa depois da corrida.

Last edited 1 ano atrás by O crítico
Junior
Junior
Reply to  O crítico
1 ano atrás

Sabe o que essa manobra da McLaren significou na prática? Verstappen, na Hungria, pulou de quinto para quase segundo!
Os integrantes da equipe das latinhas devem ter dado umas boas gargalhadas em off.

Marcio
Marcio
1 ano atrás

Se o campeonato for decidido por esses 7 pontos de diferença, vão ter que dar uma McLaren F1 (aquela de 3 lugares) para o Norris (que já tem um lindíssimo Lamborghini Miura) como pedido de desculpas.

O cara foi o melhor da sexta, o pole do sábado, só cagou na largada. Acho muito exagerada a ordem da equipe.

Na Red Bull, tem um piloto mal educado sentindo a pressão. Não dá mais para abaixar a cabeça para o estrelismo dele.
Há necessidade de um piloto raçudo ao lado.

Aí precisa consultar os advogados para leitura de contratos para rescindir.

Mas vai rolar uma dança das cadeiras aí.

Quem sabe Don Alonso assume esse volante, rescindindo com Aston Martin.

Igor
Igor
Reply to  Marcio
1 ano atrás

“Não dá mais para abaixar a cabeça para o estrelismo dele.”
É normal fazer essa tempestade em copo d’água por causa de reclamação de rádio?
Já viu o choro que fazem alguns outros também? Posso lembrar facilmente do Leclerc, Norris, Russel…

Marcos Bassi
Marcos Bassi
1 ano atrás

Podem falar o que quiser…não existe nada mais emocionante, tenso, divertido e inesperado numa corrida…que o encontro de Lewis e Max numa pista…(claro…se ambos estiverem em condições parecidas…com disparidade de carro não tem nem graça)

Rafael Rego
Rafael Rego
1 ano atrás

A troca foi totalmente justa, confusão totalmente desnecessária da equipe.
Só acho que o Norris deveria ter devolvido a posição logo de cara, e aí teria algumas voltas pra mostrar que tinha mais ritmo e talvez tentar um ataque. Entregou muito tarde, já não tinha tempo pra mais nada.

Alfredo Ramos
Alfredo Ramos
Reply to  Rafael Rego
1 ano atrás

Estão entregando, bovinamente, a chance de disputarem o título.
Ron Dennis está fazendo falta!

Edson
Edson
1 ano atrás

Tem gente que não sabe perder, mas hoje a mclaren não soube ganhar, inacreditável.
Criaram uma crise do nada, era só ter parado o piastri primeiro.
Verstapen quando não tem o melhor carro volta a ser o garoto enxaqueca … reclamou a corrida inteira.

Paulo Leite
Paulo Leite
1 ano atrás

Não foi uma corrida especialmente espetacular mas teve seus bons momentos, dentro da pista e fora dela. O primeiro momento foi fora da pista antes da corrida, com falas de pilotos com P maiúsculo sobre as noticias de Ralph Schumacher.
Falas emocionantes, por sinal.
Quem começou as falas, por sinal sempre ele, foi Lewis, falou sobre o respeito e a coragem de Ralph.
Em seguida, apareceu vídeo de Vettel na Hungria anos passados vestindo a bandeira das notícias de Ralph, na mesma Hungria que massacra pessoas como Ralph, nos Sauditas, Katar, e outros lugares tortos.
Falaram também sobre as notícias de Ralph, Rosberg, Brundle, Naomi, que mulher bonita, Alonso, Ocon, Bottas super charmoso de cabelo loiro, Riccardo, Piastri, Hulkenberg, Gasly, Albon. Parabéns para todos, foi o melhor momento fora da pista.
Dentro da pista, o melhor momento são as rezenhas do blog, são hilárias demais e de ótimo humor.

Tales Bonato
Tales Bonato
1 ano atrás

Norris pilota muito mas não parece muito inteligente.
Hoje poderia ter cedido de imediato a primeira posição para o Piastri. Teria 20 voltas para passar e ganhar a prova. Até porque estão liberados para a disputa de posição. Poderia ter vencido de forma brilhante mas preferiu chegar em segundo dando um show de indisciplina e imaturidade.

Gustavo Lucena
Gustavo Lucena
1 ano atrás

Passando só pra dizer que li seu texto na íntegra. Bem divertido.

Emerson Mossolin
Emerson Mossolin
1 ano atrás

Red Bull vivendo um dia de “Ferrari”… carro meia boca, estratégia ruim, piloto errando… só ganharam da Scuderia no aspecto “segundo pior piloto”

Jonny'O
Jonny'O
1 ano atrás

Na verdade a Mclaren fazia muita papagaiada de troca de pilotos, quando estes eram sem expressão naquele momento, um exemplo clássico disso, as duas primeiras vitorias de Mika Hakkinen na F1 (sim as 2 primeiras!!!!!) , a 1ª em 97 e a segunda em 98 foram um presentinho do sem graça David Couthard, sob as ordens de Ron Denis. Ninguém ficou escandalizado na época.

Egidio
Egidio
1 ano atrás

Vou dar minha humilde opinião nessa celeuma que aconteceu hoje (e que está longe de ter a gravidade que estão vendendo):

– se o Norris fosse consultado se gostaria de ter uma vantagem antecipada sobre o companheiro, mas depois devolvesse a posição ele iria responder “lógico”.
– ele poderia argumentar que a equipe não ajudou ele e sim prejudicou o Piatri. Bem, só dava para parar um por vez e se a equipe deixasse ele mais na pista e ele corresse o risco de ser atacado, essa seria obviamente a pior estratégia para todos e principalmente para ele. Ele não ia gostar.
– nenhum piloto gosta de entregar posições, principalmente na liderança, então é normal o sujeito ficar nervoso. Normal, o estranho seria se ele aceitasse de forma passiva.
– porém, se ele tivesse um pouco mais de experiência, conservaria os pneus, deixaria o Piatri passar e já ficaria colado para atacar de volta. Teria umas 20 voltas para isso e boas chances de ganhar.
– é normal as equipes, em determinado momento, concentrarem as vantagens para um piloto. Mas a McLaren entende que só está disputando o mundial de construtores e não o de pilotos (e é verdade) e quer manter ambos os pilotos satisfeitos, sem favorecer ninguém.
– e, por fim, toda essa situação poderia ter sido evitada com um pulso firme da equipe. Troca de posições não é um pedido, é uma ordem. Estando certo ou errado, é para ser cumprido, sem necessidade de muitas explicações, senão vira bagunça e o resultado costuma ser desastroso.

Enfim, bom entretenimento. É ótimo ver pilotos com personalidade, com brio, que se importam em ganhar (ou perder) uma posição que seja. Isso é a essência da F1, ser a elite dos automobilistas do mundo, mas que só pode ter um campeão. Não deveria ser um espaço para pilotos “água de salsicha” e espero que as disputas, junto com as rivalidades, sejam sempre estimuladas.

Ps: tendo que correr no limite do carro, hoje o Verstappen acabou errando e descontando na equipe de estratégia. Foi injusto, mas depois de vencer um campeonato, um piloto tem liberdade para isso. Se a RB continuar a ser a segunda força, e a Ferrari a terceira ou quarta, ano que vem os comentários que virão de Max e Hamilton serão divertidos.

Ps II: ótima corrida de Tsunoda, fazendo a estratégia de uma parada apenas funcionar.

lagebeer
lagebeer
1 ano atrás

E assim Red Bull vai se transformando em abóbora depois da saída do mago …

Alfredo Ramos
Alfredo Ramos
Reply to  lagebeer
1 ano atrás

A McLaren deu uma ajudinha! A abóbora ainda pode voltar a ser latinha.

Etevaldo
Etevaldo
1 ano atrás

Pode ser o efeito Hungaroring, mas foi uma corrida diferente: a McLaren fez dobradinha, a Red Bull errou a estratégia, Verstappen cometeu uma série de erros e nem no pódio chegou (e até Pérez fez pontos). O futuro desconhecemos, mas será que esses pontinho que o Norris “garoto da firma” abriu mão não vão fazer falta em uma eventual decisão do campeonato contra Verstappen? Hoje é improvável pensar nisso, mas quem sabe?

Renato
Renato
1 ano atrás

A McLaren cometeu um erro ao fazer Norris ceder o primeiro lugar pro Piastri, Norris é o único piloto da equipe com chances de título, se ele vencesse, teria diminuído bastante a diferença pro Verstappen, mas é assim mesmo, a McLaren não está no mesmo nível da Red Bull, por mais que seu carro esteja melhor. Verstappen vai ser campeão mesmo sem o melhor carro, porque tem sorte de campeão, atitude de campeão e é o único dessa nova geração que pode ser comparado a gênios como Senna e Schumacher. Norris nunca vai ser campeão, e não é só porque ele é “legal”, mas porque lhe falta cabeça e ele não sabe se impor, tanto na pista quanto fora dela. E Piastri, com o perdão da palavra, é um “mosca-morta”, pode até ganhar, mas vai ser tão apagado quanto Button. Dentre os jovens pilotos da McLaren, vejo Bortoleto com mais “sangue nozóio”, mas não sei se ele vai ter algum dia a oportunidade de correr na F1, porque a McLaren deve querer ficar com Norris e Piastri por muitos e muitos anos.

Victor
Victor
1 ano atrás

Norris é mto ruim de largada. Precisa melhorar isso se quiser ser levado a sério

Fernando Lopes
Fernando Lopes
1 ano atrás

Uma equipe desacostumada a competir por vitórias e campeonatos;

Um piloto sem tanta fome assim;

Resultado será Verstappen campeão de novo.

Aliás, a Red Bull jamais faria isso.

Verstappen jamais devolveria a posição.

O resultado é que a McLaren, neste momento, atende ao politicamente correto e o Norris é companheiro de equipe legal.

A Red Bull e Verstappen continuam malvadinhos para os padrões atuais, mas ao final comemorarão.

Os grandes, correndo atrás do primeiro título, jamais obedeceriam como Norris obedeceu hoje.

A diferença para Verstappen ficaria abaixo dos 70 pontos.

Um abandono de Verstappen somado a uma vitória de Norris, colocaria fogo no campeonato…

Ainda mais que Ferrari e Mercedes estão sempre figurando por “ali” e 99,9% do grid prefere um Norris campeão.

A McLaren e Norris mostraram que não vão ao limite para vencer.

Jean
Jean
1 ano atrás

“Mais intrigante que ela, porém, era a queda abrupta da vantagem de Piastri para Norris. De quase 5s, caiu para 1s3 na volta 38. A TV recuperou uma imagem que mostrou o australiano dando uma escapada de pista, perdendo tempo. Estava explicado.” — Exatamente. Também percebi. E os comentaristas da Band comendo mosca enquanto isso acontecia. SM só é bom para mandar abraço para o “João, comadre da tia Paula, irmão do Severino” ☠️ Coisa de rádio AM de aldeia.

Marcos Bassi
Marcos Bassi
1 ano atrás

Continuo achando Piastri apático na segunda metade da corrida…essa fleuma toda..calma…falta de açúcar no sangue…sei lá…a equipe errou…ele teve a vitória de volta…mas se tivesse que disputar, a diferença seria uns 8 segundos mesmo…é como se ele estivesse na Fórmula 1 mas sua preparação física fosse de F2…a segunda metade é sempre estranha. Podem falar que Piastri é um mini gênio (segundo o narrador…seu maior fã).