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Dire Straits não existe mais. Faz tempo. Mas existe outra, com “legacy” no nome, e segue tocando por aí. E dizem que é das coisas mais lindas. Será que voltam neste ano? Algum de vocês viu no ano passado?
Dire Straits não existe mais. Faz tempo. Mas existe outra, com “legacy” no nome, e segue tocando por aí. E dizem que é das coisas mais lindas. Será que voltam neste ano? Algum de vocês viu no ano passado?
“Why worry? ” é uma das baladas mais lindas já escritas.
Eu penso ser válido toda o esforço de manter vivo e ao vivo o legado de músicos e bandas icônicas, tipo a Dire Straits, com integrantes originais ou não, nesse último caso desde que tão talentosos quanto os que representam. Porque, hoje, só assim para podermos apreciar, por exemplo, músicas da Genesis da época de Peter Gabriel, os clássicos da Grand Funk Railroad, Deep Purple da fase Coverdale/Hughes, as músicas da Scorpions dos anos 1970s, além da All-Starr Band, do Ringo, que toca clássicos de seus integrantes, diferentes a cada turnê. Assisti a todos esses e me emocionei imensamente na presença de Steve Hackett, Mark Farner, Glenn Hughes, Uli Jon Roth e do Ringo, respectivamente, todos músicos maravilhosos e grandes ídolos meus, acompanhados por gente de mesmo nível que seus antigos companheiros (destaque para Ned Sylvan, vocalista que acompanhou Hackett. O camarada é fenomenal, reproduz com perfeição as músicas cantadas tanto por Peter quanto por Phil. E é a cara do Dee Snider!).
Bicho, e não é que me esqueci da maravilhosa Call The Police, formada pelo gigante (em talento e técnica) guitarrista Andy Summers e pelos brasileiríssimos baixista e vocalista Rodrigo Santos e baterista João Barone, que reproduzem as músicas da The Police pra Sting, Stewart Copeland e plateias nenhuns botarem defeito? Que show espetacular foi aquele, especialmente pra mim, fãzaço da banda original e que deixei passar as oportunidades de assistí-la quando esteve no país em 1982 (era menor de idade e morava longe do Rio) e 2007 (por pura burrice, mesmo).
Tive oportunidade de ver um show do Legacy em 2022, no Somos Rock. Afinadissimos, foi um baita show. E o vocalista ainda fala português.
Eddie Jordan se foi. Garagista raíz. RIP!
Do álbum “Brothers in Arms” eu destaco (entre tantas) uma que não ficou muito conhecida mas que é magnífica : “The Man’s Too Strong”. Ouçam.
Dire Straits na minha opinião é uma das mais importantes e influentes bandas da sua época, a qualidade sonora é algo ímpar, eu sempre que ouço uma música deles fico impressionado com o talento, Your latest trick é a minha favorita deles.
Putz!
Sultans of Swing sempre esteva na minha lista das “dez mais”. Adoro a versão gravada em estúdio e essa ficou sensacional.
Valeu, Flávio!
Beothers in Arms…a canção…não o disco…continua a ser minha predileta até hoje. Me traz um catatau de memórias…eita anos 80 do car…alho…
O álbum Alchemy é simplesmente magnífico
Melhor álbum e melhor versão de Telegraph Road.
Dire Straits sem Mark Knopfler é igual ao Queem sem Freedy Mercury: apenas uma banda cover.
Legiao sem Renato
Creedence sem John Fogerty.
Grande momento do Dire Straits … além da técnica e dos ensaios, claramente estão se divertindo … que no final é o q importa! Como diria outro baterista que vimos no passado, q se não foi uma sumidade, se divertia em tudo q fazia.
RIP Eddie Jordan!
Não conheço a Legacy, mas assisti duas vezes a Dire Straits Experience. Foi uma jogada esperta de um dos ex-saxofonistas da banda que conseguiu um acordo pra fazer as turnês tocando Dire Straits com o nome. Arranjaram um guitarrista/vocalista que consegue emular bem o MK, o que não é fácil. Vale conferir.
Não temos o Mark Knopfler na banda, mas vale bastante ouvir
Enfim, sempre muito bom ouvir Dire Straits