LANDOSTONE (3)

SÃO PAULO (demora, mas é bom demais) – Foram 5.593 dias desde a estreia na Fórmula 1, em 14 de março de 2010, no Bahrein. A Williams decidiu dar uma chance ao alemão de 22 anos que, na temporada anterior, conquistara o título da GP2 pela ART Grand Prix. Nico Hülkenberg, seu nome. Começou bem. Fez lá seus pontinhos, 22, e até uma festejada e inesperada pole-position, no Brasil, num daqueles finais de semana de chove-para-chove de novo. Seu companheiro era Rubens Barrichello.
Depois disso, teve uma carreira que pode ser considerada errática. Em 2011, foi apenas piloto de testes da Force India. Voltou a ser titular na temporada seguinte, pelo mesmo time. Em 2013 foi para a Sauber. Um aninho só. Voltou à Force India para mais três campeonatos, os de 2014 a 2016, e depois correu mais três Mundiais pela Renault, de 2017 a 2019. No ano da pandemia, porém, ficou sem um cockpit. Disputou três GPs pela Racing Point, sucessora da Force India, no lugar de Sergio Pérez, que pegou covid. Num deles, nem largou. Nos outros dois, chegou nos pontos. Em 2021, não correu. Em 2022, a covid o chamou de novo, desta vez para substituir Sebastian Vettel na Aston Martin. Experiente, acabou sendo contratado pela Haas em 2023 e por lá ficou por dois anos.



Àquela altura, Hülkenberg já carregava nos ombros a incômoda condição de piloto com maior número de GPs disputados sem um pódio sequer. É verdade que em 2015 se encheu de orgulho e alegria ao vencer, com a Porsche, as 24 Horas de Le Mans. Mas na F-1, nada. No fim do ano passado, estava a pé de novo.
E então apareceu a Sauber, comprada pela Audi, que precisava de alguém com rodagem para começar o projeto da marca alemã na categoria. Chamem o Hulk, sugeriu alguém. E lá veio o velho Hulk outra vez. Como assim?, perguntaram. O cara está há séculos nesse negócio e nunca ganhou uma tacinha! Vocês estão certos disso?
Estavam certíssimos. Nico disputou a primeira corrida do ano na Austrália e de cara fez um sétimo lugar com o carro de uma equipe que, na temporada anterior, se arrastara nas últimas posições e terminou o ano na lanterna com míseros quatro pontos, obtidos na penúltima etapa do campeonato. Depois passou em branco em sete provas, até a Sauber dar uma melhorada no carro, estreando um pacote de atualizações em Barcelona. Foi quinto. No Canadá, oitavo. Na Áustria, de último no grid para nono. E hoje, em Silverstone, de penúltimo para terceiro.
Um troféu, enfim. No seu 239º GP.

Quem acredita sempre alcança, cantava Renato Russo. É provável que Nicolas Hülkenberg, 37 anos, 15 deles na F-1, ou perto dela, nunca tenha escutado a linda canção do líder da Legião Urbana. Não importa. Alcançou. É uma das lições que o automobilismo ensina. Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Ainda que esteja no fim da fila, rodeado pela desconfiança, desacreditado e longe dos holofotes.
Hülkenberg valeu o domingo no GP da Inglaterra, que marcou o fim da primeira metade da temporada com mais uma dobradinha da McLaren e uma vitória emocionante de Lando Norris diante de seu público. Público considerável, inclusive. De acordo com os organizadores, 500 mil almas passaram pelo clássico autódromo no fim de semana.
E foi uma vitória que, de certa forma, caiu no colo de Landinho por conta de uma punição exagerada e, de certo modo, incompreensível a Oscar Piastri, líder da prova até ser punido por ter enfiado o pé no freio antes da relargada na segunda intervenção do safety-car — o que todo mundo faz desde que o mundo é mundo.
Safety-car que trabalhou bastante num dia em que a chuva foi uma das grandes protagonistas de Silverstone, como de costume. Assim sendo, vamos passar este GP a limpo.

A chuva durante boa parte da manhã na região embaralhou as cartas de uma corrida que prometia fortes emoções mesmo se fosse disputada no seco absoluto. Os ingredientes eram ótimos: Max Verstappen na pole, cercado por carros papaia em segundo e terceiro e, pouco atrás, uma Mercedes valente, a de George Russell, e duas Ferrari sedentas, com Lewis Hamilton e Charles Leclerc completando as três primeiras filas do grid.
A pista estava molhada quando os carros alinharam, mas já não chovia. Antes mesmo da largada, ao fim da volta de apresentação, cinco pilotos abriram mão de suas posições originais no grid e foram aos boxes colocar pneus slicks, apesar de muitos trechos molhados: Russell, Oliver Bearman (ambos optaram pelos pneus duros), Leclerc, Isack Hajdar e Gabriel Bortoleto (estes colocaram os médios). Era uma aposta. O sol apareceu, é verdade, alguns pontos estavam secos, mas os radares apontavam chances de chuva iminente.
As luzes se apagaram, a galerinha dos slicks saiu dos boxes e ao fim da primeira volta eram 18 os carros na pista, com as duas primeiras baixas: Franco Colapinto, último no grid, nem largou; e Liam Lawson foi atingido por Esteban Ocon, abandonando a prova.
Kimi Antonelli veio para os boxes na volta 3 e também colocou pneus duros, como seu companheiro, deixando a Mercedes em situação delicada, com dois carros de slicks que não pegavam temperatura. Isso porque quando Lawson abandonou, o safety-car virtual foi acionado e todos foram obrigados a diminuir o ritmo. Na frente, Verstappen, Piastri, Norris, Hamilton e Pierre Gasly eram os cinco primeiros. Todos com pneus intermediários.
Piastri, antes da largada, dissera ao seu engenheiro que a pista ainda estava muito molhada no trecho final, e seria impossível andar de slicks. Foi só na volta 4 que todos foram liberados para retomar o ritmo normal. O diz-que-diz no rádio era intenso. Ocon avisou que estava tudo seco, menos nas duas últimas curvas. A Ferrari alertou Hamilton, que cogitou colocar slicks: “Fica na sua que vai voltar a chover daqui a dez voltas”.


Na relargada, Bortoleto foi a primeira vítima fatal da condição pneu-seco-para-pista-molhada. Rodou e bateu, quebrando a asa traseira. Conseguiu desatolar o carro da brita, tentou voltar aos boxes, mas não conseguiu e abandonou. O safety-car virtual foi acionado de novo, na quinta volta, para retirar o carro do brasileiro da pista. Gabriel pediu desculpas pelo rádio. O time disse que estava tudo bem. Mais um período de voltas lentas, tragédia para quem estava com pneu para pista seca.
Na sétima volta, Lance Stroll, que tinha largado em 17º, foi para os boxes e colocou pneus macios, para esperar a chuva chegar com uma borracha mais rápida. Era outra aposta, das mais ousadas. A meteorologia indicava que em coisa de dez minutos viria mais água. Primeiro, de leve. Depois, pesada. Na sétima volta, o botão do safety-car virtual foi desligado e toma pé no porão.
Verstappen relargou bem e manteve a ponta, mas Piastri não descolava de seus calcanhares. Norris vinha mais atrás, a 4s de distância. Estava bonito de ver, os dois carros deslizando pela pista, até que na volta 8 o australiano passou o holandês com a segurança de sempre. E foi embora.

Não chovia. Quem estava de pneu slick, finalmente, começou a virar tempos melhores que a multidão que se manteve com os intermediários. Mas ninguém tinha muita convicção do que fazer. Os trechos secos estavam acabando com a borracha dos inters. Qual a melhor escolha? Parar? Colocar novos pneus de chuva? Ficar com slicks? Antonelli tomou uma decisão, parou e jogou os slicks fora para colocar pneus intermediários de novo.
E na volta 11, de fato, começou a chover. A chover forte. Norris chegou em Verstappen e passou, quando o holandês deu uma escapada da pista. E aí não havia muito o que fazer. Foi todo mundo para os boxes. Quem estava de slick, colocou pneu de chuva. Quem estava de intermediários trocou um pelo outro, como o líder Piastri O aguaceiro era considerável.
Max saiu dos boxes na frente de Norris, cuja parada não foi grande coisa. Piastri liderava, com Alexander Albon, da Williams, em segundo. O tailandês não tinha parado ainda e foi ultrapassado com facilidade por Verstappen e Norris, que voltaram a segundo e terceiro.
Na volta 13, com o céu desabando sem dó e a pista encharcada, tinha gente pedindo até pneus de chuva extrema. Hamilton foi um deles. Não se enxergava nada. E a direção de prova, na volta 14, mandou o safety-car para a pista. Estava muito perigoso.

(Não adianta reclamar. A F-1 de hoje é assim, a prioridade é a segurança. São outros tempos. Sim, antigamente corria-se até se Noé estivesse passando por ali com sua arca enfrentando ondas de Nazaré. Mas mudou, e não dá para dizer que está errado. São vidas em jogo. A coisa antigamente era selvagem, a gente gostava, mas não fazia muito sentido.)
Piastri, Verstappen, Norris, Stroll, Hülkenberg, Gasly, Ocon, Hamilton, Russell e Fernando Alonso eram os dez primeiros quando o safety-car assumiu o comando do pelotão. Notam-se entre eles presenças raras, como as de Lance e Nico, que largaram lá atrás. O alemão da Sauber tinha sido o mais esperto de todos. Quando parou nos boxes, sem chuva, mandou colocar intermediários de novo, acreditando na tempestade vindoura. Matou a pau. Já o canadense da Aston Martin fizera dois pit stops, ficou de macio umas duas ou três voltas, ganhou terreno e voltou aos pneus de chuva rapidinho. O único na pista sem pit stop algum, àquela altura, era Ocon. Ele foi ficando, foi ficando, e também se deu bem. Pelo menos até ali.
O resumo da ópera, enquanto o safety-car desfilava dando tempo para todos refletirem sobre suas escolhas, era que a ideia de colocar slicks depois da volta de apresentação não tinha sido das melhores. Leclerc, Antonelli, Hadjar e Bearman ocupavam as quatro últimas posições naquele instante. Bortoleto tinha abandonado. Russell, que era quarto no grid, estava em nono.
A relargada se deu na volta 18. A pista seguia muito molhada, não se via nada à frente, mas o sol estava aparecendo entre as nuvens. Só que não deu tempo nem de terminar a volta. Hadjar bateu na traseira de Antonelli – simplesmente não percebeu o italiano à sua frente –, rodou e foi parar na barreira de pneus, arrebentando o carro. O safety-car teve de ser acionado mais uma vez. Ocon, que não tinha parado ainda, foi para os boxes e finalmente fez sua troca.
É bom, sempre, atualizar as primeiras posições. Na volta 20, atrás do safety-car, Piastri, Verstappen, Norris, Stroll, Hulk, Gasly, Hamilton, Russell, Alonso e Carlos Sainz eram os dez primeiros. Quatro já tinham ido para o vestiário: Hadjar, Bortoleto, Lawson e Colapinto – todos da turma dos novatos desta temporada.

O Mercedão saiu da pista na volta 21 e, surpresa das surpresas, Verstappen rodou na relargada! Não bateu em ninguém, mas caiu para décimo. E, pouco antes, o lance que definiu o resultado da corrida: Piastri praticamente parou o carro no meio da pista antes de “dar pé”, como se diz, e quase foi atingido por Max — que reclamou barbaridade. A freada antes da relargada, porém, é ato comum na F-1. O líder sempre dita o ritmo e meio que faz o que bem entende. A atitude de Oscar, porém, entrou em investigação pelos temidos comissários na torre de controle.
Na volta 23, Antonelli, com o carro danificado pela batida de Hadjar, também abandonou. Cinco dos seis rookies de 2025 estavam fora da corrida. No mesmo momento, a direção de prova informou: Piastri estava punido com 10s por mau comportamento na relargada. Ele estava 3s5 à frente de Norris. Para ganhar a corrida, teria de abrir os tais 10s de diferença para o segundo colocado, caso não fizesse uma nova parada. Virtualmente, naquele momento, Lando era o líder. A prova chegava à metade, 26 voltas, com Piastri, Norris, Stroll, Hulk, Gasly, Russell, Hamilton, Alonso, Sainz e Verstappen na zona de pontos.
A corrida estava ótima. Hamilton e Russell trocavam tinta, um passando o outro, o outro passando o um. A McLaren avisou Piastri da punição. “Oscar, você tomou dez segundos”, disse o engenheiro. “Sim”, respondeu o piloto. “Você brecou na frente do Max mesmo?” “Sim.” “Foi de propósito?” “Sim.” “Mas tu é burro mesmo, não? Percebeu que vai perder a corrida por causa disso?” “Sim.” Nesse momento, o engenheiro se virou para Zak Brown, chefe da McLaren, e perguntou: “Você pretende ficar com esse mala mais alguns anos?” “Sim.”
Hamilton, bom de pista molhada, passou Gasly na volta 30 e assumiu a quinta posição. O francês da Alpine se segurava como dava com um dos piores carros do grid. Um pouco mais à frente, Hülkenberg, zero pódio em 239 corridas, chegou em Stroll para brigar pelo terceiro lugar. Apesar da relevância da luta pela vitória, da perspectiva de nova dobradinha da McLaren, da punição polêmica para Piastri, das dificuldades de Verstappen, de todas as idas e vindas da corrida, aquela era uma disputa épica: Stroll x Hulk. Valia pódio.
O ruim era que Hamilton, em quinto, se aproximava dos dois com um carro melhor, sete títulos nas costas e 15 troféus na estante conquistados em Silverstone. Nico conseguiu passar Lance na volta 35. Hamilton fez o mesmo sobre o canadense e começou a preparar o bote para alcançar o alemão. Uma crueldade, bem que Lewis poderia abrir mão de mais uma taça, com tantas guardadas em casa. Mas que nada… O inglês queria, sim, seu primeiro pódio de Ferrari. Iria buscar.








A pista estava secando. Já não chovia havia algum tempo e na volta 38 Alonso, do alto de seus mais de 20 anos de F-1, parou e colocou pneus slicks médios. Era mais uma aposta, que Russell também queria fazer. “Temos de ser valentes, corajosos, ousados! O que a vida pede da gente é coragem! Já ouviram essa frase antes? João Guimarães Rosa, autor brasileiro de…” “Chama logo esse chato pro box antes que ele comece a declamar aquele poema da pedra no meio do caminho”, pediu Toto Wolff. E, na volta 39, George parou e colocou pneus duros.
Não era a hora exata, pelo jeito. Alonso voltou à pista com slicks fazendo tempos muito altos, cerca de 8s piores que aqueles de quem se mantinha com intermediários. Russell rodou, foi parar na brita, acelerou e conseguiu voltar à pista. Toto tirou o fone de ouvido. “Não tenho mais paciência”, falou.
Mais atrás, Leclerc e Verstappen escalavam o pelotão. Max era sexto e Chaleclé, oitavo. Na volta 42, sem conseguir alcançar o bravo e quase inacreditável Hülkenberg, Hamilton parou e colocou pneus macios. Stroll fez o mesmo. Nico parou na volta seguinte. A pista, agora sim, estava seca em quase toda sua extensão. Piastri entrou na volta 44. Pagou os dez segundos de multa e voltou em segundo, com Norris na liderança. Hulk ainda era o terceiro. No fundão, Ocon e Bearman se tocaram, rodaram e foram em frente. Lando parou na volta 45. Não sobrava mais nenhum carro com pneus intermediários na pista. Mas o asfalto meio úmido em alguns pontos era bem traiçoeiro. Piastri quase rodou. Estava 4s4 atrás de Norris, com o pênalti quitado. Seria muito difícil chegar no parceiro, porém.




Faltando cinco voltas, Norris, Piastri, Hulk, Hamilton, Stroll, Verstappen, Gasly, Alonso, Albon e Russell eram os dez primeiros. Lewis estava mais de 5s atrás de Hulk. O planeta inteiro torcia pelo pódio do alemão. Sua diferença para a Ferrari #44 aumentava volta a volta. O sonho da primeira taça estava muito perto. Lando também abria de Piastri.
O sol já brilhava em Silverstone quando Norris abriu a última volta, para delírio de vários lances de arquibancada pintados de amarelo marca-texto – a cor do capacete do inglês. Piastri, irritadíssimo com a punição e conformado com a impossibilidade de alcançar Lando, era o segundo. E os dois receberam a bandeirada separados por 6s8. Mas ninguém, àquela altura, se importava muito com mais uma dobradinha papaia – a quinta no ano, 54ª da história do time inglês. Os olhos todos estavam voltados para carro verde-alface numeral 27, que estava quase meio minuto atrás.
Nico Hülkenberg terminou o GP da Inglaterra em terceiro.
Esse era o tuíte.

(Norris, Piastri, Hülkenberg, Hamilton, Verstappen, Gasly, Stroll, Albon, Alonso e Russell terminaram a corrida de Silverstone nas dez primeiras posições. Foi a oitava vitória da carreira de Norris, quarta neste ano. O resultado deixa o inglês a apenas oito pontos do companheiro na briga pelo título, 234 x 226. A Sauber não ia ao pódio desde o GP do Japão de 2012, com o terceiro lugar de Kamui Kobayashi. Pulou de nono para sexto na classificação, com 41 pontos. A McLaren chegou a nove vitórias no ano, algo que não acontecia desde 2005 – naquela temporada foram dez, com a dupla Kimi Raikkonen e Juan Pablo Montoya. No pé do pódio, a organização do GP da Inglaterra colocou ao lado do McLaren #4 de Norris a Alfa Romeo de Nino Farina, vencedora do primeiro GP de todos, 75 anos atrás. Lá mesmo, em Silverstone, onde tudo começou.)
Mal tem relação com a postagem, mas já que houve menções nela e em alguns comentários – e uma menção que provavelmente não retornará à baila neste blog tão cedo – deixo aqui uma curiosa descoberta musical recente minha, e que talvez o escriba até já conheça:
https://www.youtube.com/watch?v=sWsKaUIW07E
https://www.youtube.com/watch?v=RYmOQBdw544
Todo o mundo está falando sobre a punição, logo eu também vou falar: só puniram o Piastri com 10 segundos porque quem era o segundo colocado era um piloto inglês. Ponto. Comissários ingleses do GP da Inglaterra em Silverstone aproveitaram da reclamação do Verstappen para unir o inútil com o desgradável, para o Piastri no caso. Deram a vitória de bandeja para Lando Norris.
Ainda sobre a punição, o que me chamou a atenção foi a declaração do Piastri em não falar o que pensa para não acarretar em outra punição… pelo tempo que acompanho a F1, ela nunca foi um grande exemplo de “bons valores” mas creio q a mordaça presente é inédita na categoria.
Para mim esse GP foi um misto de sentimentos, muita torcida e felicidade pela justiça divina em premiar o Hulk com o merecido pódio… e desgosto pelo papelão dos comissários na punição ao Piastri. Não tenho paixões pelo australiano, mas acho uma injustiça dar uma punição inédita para algo que todos fazem… enfim um anticlimax para um GP que foi fantástico. Detalhe, o lance da punição alem de ser inédito não trouxe prejuízo para nenhum competidor e aí simplesmente vc tira a vitoria do cara que dominou a corrida para privilegiar o piloto da casa… lamentável.
Sauber não fazia pódio desde 2012, com o Kobayashi (o verdadeiro) Mito! Que viagem fiz no tempo quando vi essa informação. Uma pena o Koba não ter tido melhores oportunidades, foi o melhor piloto japonês que vi.
De março de 2007, está foi a primeira que torci pro Lewis não chegar. Hülkenberg mereceu demais essa taça. Nico desafia todas as forças naturais da categoria. Gostei de ver.
06.07.25: Dia em que o Hulk pariu a Berg!!
Com o Hülkenberg na Sauber eu já me perguntava se ele disputaria como melhor piloto sem pódio. A vida toda em equipes medianas e nunca beliscou um troféu, logo numa das piores se não a pior – e largando em 19° – conseguiu. No fim virou uma boa história sobre perseverança.
Foi curioso ver o Norris levando o capacete do Hulk pra sala de vídeo, já que ele não fazia ideia que tinha que levar. Gentileza que acabou ali, pois foi patético ver os 2 pilotos da McLaren ignorarem ele no pódio. Na verdade nenhum deles será um campeão de encher os olhos. É pelo carro, mesmo, que é muito acima, mais até do que parece. O Alonso com 50 anos seria campeão contra qualquer um dos 2.
E, pra finalizar, eu achei muito justa a punição do Piastri. Já tá chato esse comportamento em safety car, tira muito a emoção da relargada, mas nunca é punido. Nem a palhaçada do Russell com o Verstappen foi, pra acusar de ultrapassar no safety car. Aquilo foi ridículo. Mas talvez sentar o pé no freio numa reta, reduzindo de 210 pra 50 km/h (com pista molhada!) tenha finalmente ultrapassado o limite do bom senso.
Cara, F1 freia mesmo. É normal abaixar de 300 para 40km/h em par de metros. Piastri tinha de manter o máximo possível de distância para o safety car na relargada. Outra, é prerrogativa do líder frear ou tirar do pé antes de o safety car voltar ao boxes.
F1 freia isso NO MEIO DE UMA RETA? Entendi. Com trenzinho em pista molhada, que ninguém atrás vê você sentando o pé no freio… Super normal.
O ponto que defendi é que, graças a esse comportamento recorrente, as relargadas perderam totalmente a graça. E essa prática nitidamente tá fugindo de controle. Russell usou isso pra tentar suspender o Verstappen, merecia ser punido já. E Piastri finalmente foi, pois passou muito do ponto do “frear ou tirar o pé”. Alguma hora alguém teria que ser o 1°.
DISCIPULOS DO INCRIVEL HULK,
Quando venceu pela 1a vez em casa, nosso Ayrton quase caiu do podio de emocao. Mesma coisa com o “Idiota Veloz” Nigel. Monegato quase pirou.
Ate gente fria como o Professor Prost e o Rei Lewis VII do Mimimi se derreteram em lagrimas.
Ate pilotos de menor expressao – tipo Felipe Massa – se quebraram ao meio depois de vencer em casa.
Os novinhos, da geracao MC Pipokinha e Nikolas, estao perdoados por criticar os “Enzos” da Papaya Invencivel. Nao viram isso.
Landinho Rapidinho ate quebrou o nariz ontem e quase nao sentiu.
Realizou o sonho de toda uma vida: vencer na sagrada pista onde Churchill comandou o massacre sobre os alemaes.
So um bando de “Lorenzos” esperaria que Landinho ia deixar sua propria alegria de lado – alem do prazer de ver Oscarito dar piti – para babar o ovo de Nico Hulk, 239 corridas de jejum.
Agora, sobre Oscarito, depois de dar o piti na pista, no safety car, no radio sagrado de Papa Papaya Zak, no parc ferme, alguem esperava que ele ia dar gargalhadas e banho de champanhe no podio?
KKK…
(mas a brincadeira do Lego na entrevista mostrou que Oscarito fez isso tudo de proposito, entao “Lorenzos”, voces tem 50% de razao).
Beijo no coracao.
#VivaLandinho
#ChupaGabi
Quem não ficou feliz com o pódio do Hulk não entende nada de F1 – e tá morto por dentro.
A maldição do Segundo Carro não larga a Red Bull, dá pena de ver Tsunoda comendo poeira dele mesmo e na chuva. Ele era um bom piloto, até sentar no número 2. Se eu fosse ele, pedido penico e devolvido o carro, pois sou daquela que desiste facilmente.
Os 10 segundo em Oscar foram pura sacanagem, ele é o piloto mais bem educado da pista, não merecia ser punido porque todos os pilotos na frente freiam antes da relargada.
A proximidade dos tempos na classificação é incrível, não lembro de ter visto isso em meu 50 anos de F1.
E o texto é um primor, e a rapidez com que é escrito é postado é de tirar o boné.
ninguem quer a selvageria irresponsavel do passado… mas todo mundo quer corrida… nao entendo como q a Pirelli nao consegue fazer um pneu q simplesmente funcione na chuva… mesmo q com os carros mais lentos… infelizmente como nao tem concorrencia pode se dar ao luxo de ignorar esse ‘detalhe’…. jeito tem, como certeza, basta vontade (e $$$ pra desenvolver)
A questão não se resume a pneu e aderência.
Mas tambem – e principalmente – visibilidade, como comprova a panca do Hadjar em Antonelli.
os pneus de chuva sao eficientes, sim. O problema todo eh a quantidade de spray que o formula gera atualmente, que eh muito maior do que os modelos de 25 – 45 anos atraz, alem de serem muito mais velozes nessas condiçoes
E então sobre ontem….
Federação inglesa de automobilismo em peso na maravilhosa “SILVASTONE”, como comissários para lá de bairristas. Uma Mclaren “Inglesa” na frente…. com um piloto inglês na frente….. comemorando 75 anos de F1….. se fosse acertar na loteria estaria rico hoje!!!!!!
Quando vi o desfecho da prova e o que estava pra acontecer…. logo imaginámos que de fato iam cavar um penalt para o pobre Piastri defender com as mãos amarradas!!!! Lastimável diga-se de passagem.
A questão aqui não é o fato do erro em si…. Há 3 temporadas vejo isso direto!!!! Piloto freia… o outro desvia…. chama o pai e mãe no rádio para choramingar…. e não dá em nada…. e o rapaz Oscar paga 10 segundos!!!!! Lastimável!!!!!
Mas o que fica: Não quis falar muito….. foi simpático com Landinho e no pódio…. estourou champagne e tal…… mas no fim, o gp ficou com aquela cara de bairrista, com produção típica BBB e todos viram quem venceria se não houvesse o turma bairrista para dar aquela força!!!!! Lastimável!!!!
Na moral, Lando não fez nada de errado…. estava lá e aproveitou….. mas se eu fosse o tio Zakarias Brown eu invertia só para matar de ódio esses comissários parciais!!!!!! Mas certamente seria linchado pelos torcedores amarelo marca texto que estavam presentes no santuário.
Vida que segue….. mas que foi feio foi. Lastimável!!!!
Nosso Hulk das apostas brilhou para delírio da filhota dele que é “maisi lindja”!!!!!! Merecido para este batalhador!!!!!! Fico curioso com a comemoração na Sauber…. Se Bortoleto fez pontos na Austria e o Hulk esperou ele de toalha….. agora deve ter rolado polidance e jogatinas kkkkkkkkkkkkkkkkkk Equipe feliz, ambiente sadio e todos focados!!! Uma bela equipe que a a Audi está pegando…. tomara que seja disso para melhor!!!!!!!
No mais, Stroll se manteve na parte cinza da pista, Hamilton andou bem…. Leclerc se imaginou Noé e quis andar na água “com slicks” e fora a turma das rodadas. Prova top!!!!
… me esqueci…. Vertappen sincerão paz e amor que ultimamente tem falado verdades e tem se mostrado compreensivo teve um dia daqueles de operar milagres com uma Draga, que se ele olhar para as Mercedes 1113 carregadas de minério que estavam na pista e ele se pergunta: “Se eu ficar eu perco se eu for para lá perco de novo e não resolvo o problemas deles?” Pensando bem…. vou ver se vou pra Sauber kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Lastimável, tudo isso!!!!
Pela primeira vez torci para Hamilton ficar fora do pódio.
Pula que barril! vai escrever bem assim, la na casa do barbalho… que texto.
Agora, 10s de punicao num grid onde o 13o. colocado esta no mesmo segundo do pole, nao deveria existir, as punicoes deveriam cair para 1s, 2s, e 3s, no maximo e, mesmo assim, ja acabariam com a corrida de muita gente. 10s eh desproporcional com a atual realidade da F1.
O campeonato está bom, o carro da MacLaren é bom. Mas os pilotos papayas são insossos. Um tem cara de bunda e outro se parece com o um.
Acho que hoje até o Magnussen torceu pro Hulckenberg…
Ele apareceu nos boxes aplaudindo. Estava lá.
No caos da corrida , destacou-se o Eng. de pista do Stroll , que o
colocou em terceiro lugar bôa parte da corrida .
Hulk ….espetacular.
Piastri…vacjlão
Bela musica “Mais uma vez” do Renato
Um fato chamou a atenção:
Onde está a coerência da McLaren?
Semana passada, Piastri era muito mais rápido do que Norris. Se ele tivesse parado uma volta depois do inglês, voltaria na frente. A culpa não seria da equipe. Piastri era mais rápido. Não parou na frente porque a prioridade era o primeiro colocado. Porém, não parou na sequência para não prejudicar o menino inglês.
Hoje, Piastri tinha a punição, mas mesmo assim ele quem deveria parar na frente. Mas não. A McLaren parou logo Landinho com medo de um safety car ou alguma mudança climática repentina, o que, por si só, faria ele empacar atrás de Piastri em uma eventual chamada ao box.
Mas já naquela altura eles estavam mais de 20 segundos à frente do 3o.
Tudo bem, não faria sentido, de propósito, deixar Lando parado ali por um erro de Piastri. Porém, por que mandar o inglês antes? Proteção ao segundo colocado (na corrida e no campeonato). A equipe claramente quer colocar o cara no campeonato.
Oscar Piastri errou feio. Verstappen – mesmo sendo Verstappen – não seria páreo hoje. Sua corrida não era contra o holandês. Era pra fazer de tudo para deixar o cara entre ele e Norris.
Opinião impopular: Piastri também não é essa coca-cola toda. Anda ao lado de Norris e, sendo assim, não tem como parecer burro ou ruim.
Embora pareça haver um degrau ou ao menos uma pequena distinção entre Piastri e Norris, fica claro que os dois pilotos da McLaren estão muitos degraus abaixo de Verstappen e dos excelentes Alonso e Hamilton de antigamente – não tenho dúvida de que o espanhol e o inglês dominariam o campeonato estando na McLaren de hoje.
Mais do que isso: acho que um Russel e talvez um Leclerc estivessem melhor posicionados para levar o mundial.
Vai se ensaiando uma briga para sair como vencedor aquele que errar menos. E só. Que dois pilotos sem sal.
Nenhum deles é completo. Nenhum deles dá show em chuva. Nenhum deles tira volta mágica de dentro de uma cartola quando ninguém espera. E, sim, possuem um carro muito acima dos demais. O Verstappen é que faz a gente se questionar se realmente o carro da McLaren é isso tudo.
Mas é isso tudo mesmo. Os dois pilotos é que estão em uma prateleira muito baixa na história da F1. Será um campeão nível Hill, Jacques Villeneuve, etc.
Parabéns ao Hulk. Torci demais. Merecido.
Não gosto dessa palhaçada com piloto brasileiro (o tal do pachequismo). Mas também não gosto da palhaçada da capa da justiça do anti-pachequismo. Ô, coisas chatas. Ambas. Mas a Sauber tem ferrado com Bortoleto. Não faz sentido algum arriscar daquele jeito com o cara que está na frente e é, de longe, o mais inexperiente dos dois. A chance de Bortole estampar o muro era muito maior do que Hulk.
Se a ideia foi da equipe, parabéns pela incompetência.
Se a ideia foi do Bortoleto, parabéns por terem deixado. É que pilotos como Verstappen, Hamilton e Alonso, águias que são, não teriam percebido e feito a mesma coisa.
Nao sei a razao de tanta exaltaxao pelo podio de Hulkenberg, so prova que o grau de exigencia esta invertido.
Precisou de + de 230 GP para um podium? a unica coisa que prova e que e um ( entre varios) que nao devia estar na F1 e devia dar lugar a outros talentos.
Nao e prova de competencia e sim prova de incompetencia, esta tudo invertido.
Quanto a vitoria de Lando foi entregue em bandeja de prata pelos ingleses ao ingles.
Ha muito se percebeu que Piastri e muito mais piloto.
Hulk fez uma pole no primeiro ano de carreira numa Williams meia-boca. E só pegou equipes meia-boca (quando entrou na equipe Renault, esta já não era mais a mesma). Ele tem feito até muito!
Que cara azedo
ngm está dizendo que o Hulk é o melhor piloto da historia. Mas é um acontecimento legal e importante, tem um componente humano muito interessante.
Mas ele tb nunca teve um carro bom o suficiente pra enfileirar um monte de podios. Claro que é bom piloto. Piloto ruim jamais conseguiria essa longevidade na F1, por mais dinheiro e sobrenome que tenha.
Não sei se você acompanha a F1 rotineiramente mas o Hulk sempre foi um piloto que deu muito azar, com certeza ele é melhor doque os resultados que obteve no decorrer dos anos, não comemoramos um campeão injustiçado , só um final digno para a carreira de um bom piloto que não foi agraciado pelos deuses da velocidade.
O grande perdedor do dia foi o Oscar: diria que ele foi injustiçado, se não apenas pelos comissários, com a ridícula punição de 10 segundos, mas também pela sorte.
Vejamos. No primeiro Safety Car Oscar já tinha uma vantagem de cerca de 13 segundos (!!!) sobre o segundo colocado, que foi eliminada pela entrada do Mercedão Laranja. No Safety Car seguinte ele também já tinha 3 segundos de vantagem, vantagem também diluída pela entrada do Mercedão.
Ou seja, o tempo total perdido pelo Piastri, somados os 3 eventos, foi de 13+3+10 = 26 segundos !!!!
No rush final, ele chegou a reduzir a vantagem do Landinho de 6 segundos e qualquer coisa para 4,4 segundos. Dai viu que não iria chegar, se consolou com o segundo lugar e chegou 6.8 segundo atras.
Ou seja, não fossem tais perdas teria vencido fácil (foi sempre o mais rápido na pista) com uma vantagem de mais de 18 segundos.
Parabéns para o Hulk, claro, todos torcemos pelo pódio dele !!!
A punição justa para o Piastri teria sido o Verstappen encher a traseira dele e tirá-lo da corrida. Fazer brake-test, mesmo sob safety-car é um ato criminoso em qualquer circunstância.
Quem bate atrás é sempre culpado, até na F1.
O pódio do Hulkenberg salvou essa corrida de ficar marcada pela vergonhosa punição ao Piastri. Vitória na Inglaterra de presente para o inglês Norris.
Com certeza foi ridículo!!!!! Forjaram uma vitória bairrista mas no fim sempre haverá aquela mancha!!!!!
Feio demais
Comentários aleatórios: a punição de 10 segundos para o Piastri ficou na medida para colocá-lo definitivamente em segundo.
Não torço para ninguém especificamente, mas hoje torci pelo pódio do Hulk, ainda mais depois de ter assistido a filhinha dele falando o nome dos pilotos no YouTube.
O Hulk tem pódio, mas o Palmeiras não tem mundial.
Ha ha ha
Que cara gozado
Parabens ao Hulkenberg. Muito emocionante esse podio dele.
Valeu Nico. A persistencia sera sempre recompensada.
Dez segundo para o Piastri, que nao fez nada de errado? Ridiculo. Quantas vezes nao vimos o Max fazer a mesmissima coisa?
Fazer brake-test é um ato criminoso em qualquer circunstância. A punição justa teria sido o Verstappen encher a traseira do Piatri e tirá-lo da corrida.
Fez exatamente o que Russell fez no Canadá, mas Russell pode.
Todas, exatamente todas as minhas previsões se concretizaram.
Impressionante como os comissários da FIA não cansam de fazer merda e estragar as corridas.
Já desisti…..
Se chove colocam safety e bombeiros e a marinha na pista….
Se alguém deixa o boné cair entre virtual…
Se é na Inglaterra vamos punir quem está na frente para um filho da terra ganhar…
Se xinga o Tio Ben vai lá e dá multa, açoites e mordaças nos pilotos….
Se muda as regras em benefício de quem cria as regras….
..enfim….. essa F1 tá um porre…
Bora pra Indy!
Mais uma corridaça do Nico. Impressionante! E podium mais que merecido. Torci para que ele conseguisse, mas confesso que tambem queria ver o Lewis por lá. Bortoleto tem que aproveitar cada segundo do tempo de aprendizado com ele. Achei muita sacanagem com o Oscar, que tambem fez uma corridaça, dominando a bagaça desde que passou por Max, e merecia ter chegado em primeiro. Essa caiu no colo do Lando, mas é verdade que dá mais folego ao campeonato, o que é ótimo! E achei simplesmente sensacional colocarem o Alfa Romeo de Farina junto ao carro vencedor no podium. Linda homenagem ao carro, ao vencedor e a F1 nos seus 75 anos!
Momento Cultura Inútil…retratado por Arthur Dapieve, que escreveu um livro sobre Renato Russo…Legiao e 14 Bis gravavam discos na Emi Odeon em salas próximas, quando Renato ouviu Flávio Venturini tocando a melodia e correu lá se oferecendo pra compor a letra. A canção foi lançada no disco do 14 Bis e não fez lá grandes estragos. Isso em 1987. Só depois, naquele monte de álbuns póstumos, em homenagem a Renato, é que acharam a versão com a voz dele completa. Ninguém se lembrava direito que existia. E ele gravou a música toda porque não sabia explicar as mudanças que ele fez na melodia, quando mandou de volta pro Flávio Venturini. Então pôs a voz guia na gravação toda pra ele entender. Fim do momento cultural inútil. Quem não torceu pra Nico hoje?
eu ia fazer essa intervenção inutil também, inclusive nao sabia que o renato tinha participado da composição, achei que era só dos caras do 14bis… daí a wikipedia explica que é parceria, e você contou os detalhes… valeu!
Sérgio Maurício fala muita groselha, mas hoje vou ter que usar uma frase dele: vivemos para ver um pódio do Hulkemberg. De sauber. Largando em penúltimo.
Puta que pariu.
Que corrida fora dos padrões, Stroll que vinha apagadissimo no fim de semana fez uma corrida muito boa (para o seu padrão), gasly também foi bem, tirando leite de pedra.
Piastri e Max, quem diria, erraram e deixam a vitória de bandeja para o Norris, que dessa vez não deu mole.
Enfim…. essa corrida foi puro entretenimento. E o campeonato cada vez mais aberto entre os dois pilotos da maclaren.
Ótima corrida
Ótimo texto Flavio!!!
Resumasso !!!! Abraço.
Ótima corrida! Sei que é uma bobeirinha, mas, em nome do rigor jornalístico, nem o Hülkenberg e nem ninguém ouviu a canção do Legião, pois se trata de uma canção solo do Renato Russo, gravada primeiro pelo 14 Bis e depois lançada postumamente na voz do compositor (e tema da novela Mulheres Apaixonadas, que sempre misturo na cabeça com Laços de Família)
Caro Flávio, mais um belo e preciso texto…
Que lindo ver o belíssimo piloto Hülkenberg pontuando hoje. Um piloto vencedor de multicategorias e gente boa!
Parabéns pra ele e pra Sauber!0
Sou Team Hamilton mas hj eu torci pro inglês não chegar!
lindo, emocionante e merecidíssimo, o pódio do hulk. fiquei feliz como se um amigo querido tivesse chegado lá!
Corrida amalucadamente empolgante!
Corrida mais legal do ano, principalmente pelo resultado do Hulk.
Vitória injusta do Lando, por conta da punição exagerada para o Piastri.
Penso o contrario, que ficou ate mesmo barata a punicao. Certo ou errado, Piastri trocou uma vitoria certa por um 2o lugar e se tivesse tido uma cabecinha um pouco melhor na relargada, nao teria feito esse papelao todo inutil e desnecessario que custou sua vitoria
Eu zuei muito o Hulkenberg, ainda que sempre o tivesse considerado um piloto muito bom. E hoje me retrato por isso, o cara fez uma corrida no nível da do Rubinho em Hockenheim-2000. E foi legal vê-lo no pódio, merecia faz tempo.
Rubinho contou com a sorte do maluco que invadiu a pista,caso contrário não teria vencido,Hulk largou em ultimo e praticamente não errou na corrida.
Contou com a chuva e com abandonos.
E o Hulkenberg também não contou? Ambos fizeram corridas inteligentes e aproveitaram as circunstâncias excepcionalmente favoráveis.
BABA-OVOS DOS IRMAOS GALLAGHER,
Hoje a velha Inglaterra viu um epico podio de estreia para Nico Hulk, esmagando o tabu com sua Sauber-Audi verde-limao.
Nosotros tambem vimos o triunfo da cavalaria prateada da Papaya Invencivel.
Confirmando comentario anterior, Papa Papaya Zak comemora a melhor temporada da McLaren desde 1988!
Oscarito quis ser mais esperto que a esperteza. So que Landinho = rapidinho!
E outra dobradinha! AVE PAPAYA VINCIT.
Tambem vimos o Boi Vermelho enlouquecer alem da conta na chuva torrencial.
Mad Max errou mais que Yuki TikTok, mas ele tambem e rapidinho.
Menines, vimos duas Aston Martin nos pontos.
O Rei do Mimimi Lewis VII deu brilharecos para as redes sociais!
Mas outra vez, como na Catalunha, levou #vareio do Incrivel Hulk.
Monegato deu vexame, depois dos palavroes e mimimis. Mais que o Rei Lewis!
O bravo gaules Gasly carregou a bela Briatore Racing nas costas.
Vimos Toto pedir penico em Silverstone, depois do vexame do Mercedon.
Mercedes podia contratar outro austriaco, Herr Marko. Fica de olho Toto!
Vimos outra vez Oconzinho bater num companheiro de equipe, dessa vez a culpa do Ursinho. Pobre MAKE AMERICA GREAT AGAIN, caiu 2 posicoes…
O que nao vimos, menines.
Nao vimos nosso lento Borto, depois de mais erros e desculpas e etc e tal.
Patriotas, hora de fazer romarias para nosso Drugo!
Nao vimos o paydriver portenho, e nem veremos mais, ADIOS MUCHACHO!
Nao vimos o simpatico carro da Que Nome E Esse?, depois das saidas de Slowson e Hadjar.
Nao vimos o sorriso de Oscarito, bastante falante nos radios e nos safety cars.
Menines, tambem nao veremos mais a Maior Banda de Todos os Tempos.
Nem Ozzy Osbourne.
Nem Xi Jinping e o criminoso de guerra Vladimir na cupula dos BRICS.
Contentem-se com o Oasis e a vitoria patriotica de Landinho Rapidinho.
Na sagrada pista do aeroporto onde Churchill comandou os Spitfire para esmagar os alemaes.
(tirando Nico Hulk)
#SabbathBloodySabbath
#ChupaGabi
Sempre que bato os olhos em seu nick, penso que ser analfabeto e incapaz de ler talvez tenha lá suas vantagens.
No pódio, acho que a dupla de “Enzos” da McLaren não entenderam a grandeza e o momento do 3° lugar do Hülkenberg. Tivessem subido no pódio com o Nico o Alonso ou o Hamilton, eles teriam celebrado a façanha do colega e dado o devido banho de champanhe no cara.
Max, que definição. Estava procurando algo que caracterizasse a dupla da McLaren. Uma dupla de Enzos.
Melhor corrida até agora. Silverstone sempre nos brinda com corridas épicas.
Valeu muito, Hulkenberg!
Hoje, era o dia da comemoração estar voltada a Hülkenberg.
Os pilotos gênios saberiam reconhecer isso.
Só que os da McLaren não lhe deram os devidos louros; nem na antessala nem no pódio; até no champagne desprezaram-no.
Duas crianças mimadas.
Não sou fã de Verstappen, mas ele foi o único a ir abraçar Hülkenberg na área aberta, ao descer do carro.
Atitude de homem.
Os grandes da história teriam feito igual. Não por acaso, Verstappen está nessa prateleira, seja para o mal, seja para o bem.
Detalhe: o único que as câmeras mostraram, não dá para afirmar com certeza que não tiveram outros. Mas concordo em relação aos moleques da McLaren, que já teve pilotos com atitudes bem mais elegantes, tipo Hakkinen e Coulthard na Alemanha, em 2000.
O Gabriel tambem foi lá, e o Orcar o cumprimeitou ainda de capacete… é difícil saber se alguem mais foi se as imagens não mostram. Mas achei que haveria mais festa para ele no podium. Há alguns anos, os pilotos mais experientes colocavam os calouros nos ombros para marcar sua primeira comemoração no podium.
A primeira pessoa a comprimentar Hulkenbeg foi Oscar Piastri quando este estava ainda saindo do Sauber.
Falou tudo! Mas isso que você levanta é coisa de piloto raiz,lembro da vitória do Maldonado de Williams,sendo levantado nos braços pelos campeões mundiais Alonso e Raikkonen
Vários foram cumprimenta-lo, inclusive o Verstappen.