MAGIARES (3)

SÃO PAULO (quem segura?) – Não choveu, e deu a lógica no GP da Hungria. Os dois pilotos da McLaren tiveram um pouco mais de trabalho do que teriam se, ontem, houvessem feito a primeira fila do grid. Como perderam a pole para Charles Leclerc, tiveram de suar um pouco para, no final, chegar ao resultado esperado: nova dobradinha, com Lando Norris em primeiro e Oscar Piastri em segundo. O inglês fez apenas uma parada nos boxes para troca de pneus. O australiano, duas. A diferença de estratégia, circunstancial – Lando largou mal e por isso teve de mudar seus planos ao longo da corrida –, fez com que os dois recebessem a bandeirada separados por meros 0s698.
George Russell, da Mercedes, foi o terceiro colocado. Gabriel Bortoleto, em sexto com a Sauber, conseguiu seu melhor resultado na categoria e o melhor de um piloto brasileiro desde 2017, quando Felipe Massa terminou o GP do Brasil, em Interlagos, em sétimo — foi seu ano de despedida da F-1, correndo pela Williams. Gabriel ganhou também o prêmio de “Piloto do Dia” concedido pelo amigo internauta. E recebeu um enorme elogio de seu empresário Fernando Alonso: “É o melhor estreante dessa geração. Se fosse um inglês terminando em sexto com um carro da Sauber, amanhã estaria em todas as primeiras páginas dos jornais”.
A prova de Hungaroring foi a 14ª da temporada, que agora dá um tempo de três domingos para que pilotos, mecânicos & agregados aproveitem as férias de verão no Hemisfério Norte. Norris, com sua quinta vitória no ano – nona na carreira –, descontou sete pontos de Piastri na classificação. Agora tem 275, contra 284 de seu companheiro de equipe. A McLaren venceu 11 vezes em 2025 e já tem a terceira melhor campanha de sua história, considerando o número de vitórias. Foram 15 em 1988 e 12 em 1984. E ainda faltam dez corridas para o fim do Mundial. O time papaia caminha para fechar seu ano mais glorioso.

A tarefa de Norris foi difícil hoje porque, para variar, ele largou mal. Caiu de terceiro no grid para quinto nos primeiros metros – foi almoçado por Russell e Alonso. Bortoleto, por sua vez, partiu bem, superando Lance Stroll e se colocando logo de cara na sexta posição. Leclerc, na pole, não deu chance a ninguém e se manteve em primeiro, abrindo mais de 1s sobre Piastri já na segunda volta.
Norris passou Alonso na volta 3, deixando o espanhol tendo de lidar com seu pupilo brasileiro, colado nele. Max Verstappen, mais atrás, começava uma tentativa tímida de escalar o pelotão. Passou Liam Lawson e Stroll e foi para cima do brasileiro em busca da sexta posição. Mas ali empacou.
Naquele momento, apareceu nas telas dos computadores um preocupante aviso da direção de prova: Bortoleto estava sob investigação por uma possível irregularidade na largada, assim como seu companheiro Nico Hülkenberg, que estava lá na rabeira do grid. Durou pouco o inquérito na torre de controle. As imagens foram revistas e o brasileiro não tinha feito nada de errado antes de as luzes vermelhas se apagarem. Mas o alemão, sim: deixou o carro se mover poucos centímetros e tomou 5s de pênalti.


Leclerc seguia absoluto na ponta no começo da corrida. Com oito voltas, tinha quase 3s de vantagem sobre Piastri. Russell, Norris, Alonso, Bortoleto, Verstappen, Stroll, Lawson e Oliver Bearman ocupavam as dez primeiras posições. Era aquela fase de estudos da corrida, com todos tentando entender como se comportariam os pneus – médios para a maioria; Lewis Hamilton largou de duros e Carlos Sainz, Alexander Albon e Hulk, de macios. “Dá para ir até o final com uma parada só, Oscar?”, perguntou o engenheiro da McLaren. “Sim.” “Mas ainda falta muita coisa para o fim, rapaz, você tem certeza?” “Sim.” “Então beleza, você troca na volta 69, é bom pra você?” “Sim.” “Oscar, você está nos confundindo. O melhor é parar duas vezes, né?” “Sim.”
A ideia de parar apenas uma vez era tentadora para alguns, porque ninguém gosta de perder tempo nos boxes e os compostos médios estavam se virando bem – não fazia muito calor, 21°C, e o asfalto estava longe de ameaçar a borracha dos incautos. Mesmo assim, parte da turma do fundão – Hulk, Franco Colapinto, Albon, Esteban Ocon e Sainz –, com 16 voltas, já tinha feito uma troca. Nenhum deles mudaria a cotação do forint, porém. A questão era saber o que faria o pessoal lá na frente.
A resposta começou a ser dada na volta 18, quando Verstappen parou e colocou pneus duros. Na 19, Piastri fez o mesmo. A equipe avisou: “Pit stop para passar Leclerc!”. “Sim”, respondeu o australiano. Leclerc, o líder, foi então chamado pela Ferrari para reagir à ação da McLaren. Parou na volta 20, junto com Russell. Ali começou sua desgraça, como veríamos adiante. Talvez não precisasse, talvez pudesse ficar na pista, o carro estava andando bem. Talvez, talvez…
Norris, assim, assumiu a liderança, com Alonso em segundo. Os dois com os mesmos pneus da largada.


Chaleclé voltou dos boxes bufando, irritado com alguma coisa que descobriríamos depois. Ainda estava à frente de Piastri, que não conseguiu o conhecido “undercut” na volta extra que teve com pneus novos. Norris, sem pit stop, liderava na volta 23. Pouco antes, reclamara de seus pneus. Era jogo de cena. A equipe, pelo rádio, administrava a situação. Pelo andar da carruagem papaia, o inglês faria apenas uma parada, já que seus rivais diretos, tendo trocado pneus muito cedo, certamente fariam duas.
“Certamente”, claro, é por minha conta. Era uma grande possibilidade, claro, mas não necessariamente uma certeza. Talvez os pneus duros de quem já tinha parado durassem até o fim. Talvez não. A própria McLaren tinha suas dúvidas. Por isso consultava Piastri a cada volta, pelo rádio. “Vai dar, Oscar?”, perguntava o engenheiro. “Sim.” “Mas você disse agora há pouco que não ia dar!” “Sim.” “Dá ou não dá, cão?” “Sim.” O engenheiro, então, pediu demissão pela décima vez no ano.
Quem não estava nada contente com o rumo daquela prosa era Leclerc. Em segundo, começou a discutir com a Ferrari pelo rádio. “Vamos perder essa corrida”, vaticinou. Sua queixa, soubemos depois, tinha relação com uma mudança de regulagem na asa dianteira durante o pit stop — parada que também não o convenceu pela precocidade, já que o time italiano o chamou uma volta depois de Piastri e o monegasco achou que poderia ficar mais tempo na pista com seus pneus médios, que se comportavam com dignidade. Seu temor: que a McLaren conseguisse fazer a corrida toda com apenas um pit stop. E ele sabia que não conseguiria. Tinha ainda o negócio da asa, que ele supunha ter sido ajustada de modo equivocado. O moço estava uma pilha de nervos. “Vocês precisam me ouvir mais”, choramingou.



Na volta 30, Norris, Leclerc, Piastri, Russell, Alonso, Bortoleto, Stroll, Lawson, Bearman e Verstappen eram os dez primeiros. Desses, Leclerc, Piastri e Russell já tinham trocado pneus. Os demais, não. Lando parou, finalmente, na volta 32. Não visitaria mais os boxes nem por decreto. Era aquela parada e ponto final. Que se virasse até o fim. Voltou em quarto atrás de Russell. Leclerc retomou a liderança com 1s4 de vantagem sobre Piastri. Landinho, então, ficou torcendo para que os três à sua frente torrassem sua borracha, sendo obrigados a uma segunda troca.
Um pouco mais atrás, Bortoleto se mantinha tranquilo em sexto e, como Norris, faria apenas uma parada. O mesmo valia para toda a turma que ainda rodava com os mesmos pneus da largada. Sua corrida era contra os pilotos da Aston Martin: Alonso à frente, Stroll atrás. Se ficasse entre os dois, terminaria onde estava, uma posição à frente da que tinha conseguido no grid. Estava bom demais.
A galera da parada única – Norris à parte — só foi começar a trocar pneus na volta 37. O primeiro foi justamente Stroll. Caiu de sétimo para 12º. Alonso veio para os boxes na 40ª. Norris, naquele momento, acelerou forte e passou a fazer ótimos tempos, para se aproximar dos três primeiros e deles se defender quando assumisse a ponta — todos estariam com sangue nos olhos atrás dele, famintos e com pneus novos. A execução de sua corrida era perfeita, tanto por parte de seu engenheiro quanto, claro, de sua parte, pelo que fazia na pista.



Leclerc foi o primeiro dos “two-stoppers” a parar, na volta 41. Colocou um novo jogo de pneus duros, cuspindo marimbondos pela balaclava. Bortoleto fez seu pit stop nesse momento e voltou logo à frente de Stroll. A estratégia da Sauber foi muito boa. Devolveu seu piloto à pista perto de Alonso, em sétimo, e sem ter de se preocupar muito com o canadense, mantido a uma distância segura.
Piastri parou pela segunda vez na volta 46. Voltou em terceiro com pneus duros novos, é verdade, mas a 12s do novo líder, Norris. Teria de remar bastante, e rápido. Leclerc era o segundo e sua profecia – “vamos perder essa corrida” – se confirmava. O ferrarista, na volta 50, estava 8s atrás de Lando e 1s5 à frente de Piastri, que se aproximava rapidamente. Na 51ª, Oscar chegou e passou o vermelho #16 no fim da reta dos boxes, relegando Leclerc à terceira posição. Pelo rádio, inconformado, Charlinho fez longo discurso. Falou que seria um milagre se chegasse no pódio. Maldisse seus estrategistas, a borracha da Pirelli, o asfalto de Budapeste, a comida do motorhome e a máquina de café da Ferrari. (Depois da prova, registre-se, Leclerc se acalmou ao ser informado de que seu chassi apresentou algum problema — não especificado, mas estamos apurando — que o fez perder muito rendimento a partir da volta 40, depois da segunda parada. Ele chegou a perder 2s por volta. “Tenho de retirar tudo que eu disse no rádio, não dava para saber exatamente o que estava acontecendo”, reconheceu. “É que a frustração é muito grande de saber que pela primeira vez em um ano poderíamos vencer uma corrida e não conseguimos.”)

Naquela altura, Bortoleto voltara à sexta posição graças à segunda parada de Verstappen, que caiu para nono. Na ponta, Norris administrava sua borracha com 4s de vantagem sobre Piastri. Mas Oscar, com pneus bem mais novos, tentava chegar no companheiro. A situação era tensa para o inglês. Na 60ª volta, a dez do final, Norris, Piastri, Leclerc, Russell, Alonso, Bortoleto, Stroll, Lawson, Verstappen e Kimi Antonelli eram os dez primeiros. Hamilton, se alguém ainda se lembrava dele, seguia em 12º — exatamente onde largou.
Na briga pelo último troféu do dia, Russell colou em Leclerc. Passou na volta 62, apesar da defesa duríssima – para não dizer desleal – do monegasco, que mudou a trajetória de seu carro na freada. George, pelo rádio, reclamou aos montes. O ferrarista acabaria tomando um pênalti de 5s, que não mudaria em nada o resultado.


O terceiro lugar estava resolvido. Restava a disputa pela vitória, que não era pouca coisa e ganhou contornos dramáticos nas últimas cinco voltas. Norris perdeu muito tempo com retardatários e Piastri se achegou babando na fronha, como diz meu amigo Edgard Mello Filho. A diferença caíra para 0s7 na volta 65. Oscar tinha pneus melhores, carro na mão e uma pista complicada para ultrapassar pela frente. Mas nenhum pudor para tentar.
O autódromo ficou de pé. Norris se defendia acelerando, sabendo que em algum momento o escorpião em cima do sapo poderia dar uma ferroada e os dois morreriam afogados no brejo. Piastri, com sua proverbial frieza, preparava o bote. Na abertura da volta 69 mergulhou sobre o parceiro na curva 1, fritou os pneus e, como se diz, “mostrou o carro”. Quase bateu, o que causaria um terremoto na equipe. O sinistro não ocorreu por centímetros. Nos boxes da McLaren foram registrados cinco princípios de infarto.


Só que aí era tarde. A chance que Piastri teve foi perdida ali e, na última volta, o carro de Norris ficou da largura da pista. Ninguém passaria o inglês. E ele venceu a corrida com autoridade, pela terceira vez nas últimas quatro etapas do Mundial. Russell foi o terceiro, seguido por Leclerc, Alonso, Bortoleto, Stroll, Lawson, Verstappen e Antonelli na zona de pontos.
“Tô morto”, disse Norris. “A gente não planejou uma parada no começo, mas acabou sendo a única opção para voltar à corrida. É uma aposta, não se pode errar nada, e foi o que aconteceu hoje, um resultado perfeito. É uma briga muito difícil com Oscar, mas vamos tentar continuar assim.” A McLaren chegou à sétima dobradinha no ano, quarta seguida – o que não acontecia desde 1988 com Ayrton Senna e Alain Prost. Nas estatísticas, o time inglês bateu nas 200 vitórias, número redondo, histórico e impressionante — só perde para a Ferrari, que tem 248.




Agora vão todos descansar e esperar pelas notícias da semana. Como Verstappen descartou qualquer possibilidade de sair da Red Bull, esse assunto está encerrado. A Mercedes deve oficializar a manutenção de Russell e Antonelli por mais algum tempo. A Cadillac pode anunciar pelo menos um piloto nos próximos dias.
E tem muita gente esperando que Hamilton diga alguma coisa sobre seu futuro depois das fortes declarações de ontem. Nas casas de apostas da Inglaterra, já é possível jogar umas libras em “odds” que apresentam a opção de aposentadoria precoce do heptacampeão. “Quero ir embora logo daqui”, foi a única coisa que ele falou ao final do GP da Hungria. Nunca se viu Lewis tão para baixo na carreira quanto neste fim de semana.
A Ferrari me parece não ouvir seus dois pilotos. As conversas entre pilotos e engenheiros pelo rádio chega a ser irritante. O histórico da equipe mostra que sempre a equipe prioriza o título de construtores, afinal de contas, é a Ferrari. Então vem a tona a frase, “o piloto que se ajusta ao carro”. Mas parece que o corpo de engenharia e de estratégia não dá ouvidos aos seus pilotos. Na era do Schumacher, depois de uns anos isso mudou, mas a chefia da equipe era outra…tinha o Jean Todt e o Ross Brawn. Leclerc, igual ao Hamilton, já falou que não se sente um inútil também em outras ocasiões. Creio que a bronca seja interna, porque depois de Schumacher, fora o Räikkönen, já pilotaram pela equipe o Vettel e o Alonso…e as trapalhadas eram gritantes as vezes por parte da equipe. Vamos ver o que vai acontecer depois das férias…muita água vai rolar debaixo dessa ponte e se nada mudar, bem capaz dessa água levar o cavallino rampante junto.
Por isso que a Scuderia venceu 19 corridas nos ultimos 8 anos Champs e so nos ultimos 12 meses a Papaya Racing venceu 17…
Essa mentalidade de que FERRARI E SAGRADA sabe tudo de F1 desde Ascari bla bla bla.
Papa Zak veio com seu mindset yankee e passou o rodo no cavalinho pilantra.
E a Scuderia ainda desvalorizou o hepta-campeao do Mimimi e o Monegato eterna promessa…
Nossa, que sabão. Conhece demais!
Após um início de temporada claudicante, Bortoleto se encontrou. Considerando as últimas 5 corridas, me parece ser o melhor dos novatos. Mas ao mesmo tempo – e sem desmerecer os resultados do brasileiro – a Sauber já não é o pior carro do grid. Haas e Alpine estão brigando aos socos e pontapés por esse destaque.
Considerando as 14 corridas Champs o melhor rookie…ninguem sabe.
Nenhum fez uma temporada ate agora boa do inicio ao fim, todos tiveram brilharecos.
Borto esta melhor que Kimi de mentira, mas sera que foi melhor que Hadjar?
Não basta ser chato sozinho, tem de dar palpite errado nos comentários alheios.
Entendi que a declaração dele, de ser inútil, pode ter a ver com ele ter feito relatórios, tentado explicar os problemas que ele tem tido com o carro, e no fim das contas, não terem mudado nada que ele falou.
Pode ter ouvido um ” O piloto que tem que se adaptar ao carro, e não a Ferrari ao piloto!”.
Aí ele, 7 vezes campeão do mundo, “não sabe de nada”, então, deve ser inútil mesmo…
Pode ter rolado um sarcasmo dele.
O Leclerc consegue fazer a pole aqui e ali, mas resultados mesmo, estão fracos. Carro instável, imprevisível…
Ou seja, os pilotos são ínúteis, a Ferrari que entende da coisa. Não precisa escutar o que os pilotos estão falando sobre o carro.
Só devem pilotar.
Deve ter muita coisa nos bastidores lá em Maranello…
Acho que Lewis nunca mais foi o mesmo depois de Abu Dhabi.
Sou fã de carteirinha do Hamilton. Desde que ele mostrou a que veio embolsando o então “Super Alonso” já na temporada de estreia. O resto é história.
Mas, também como no caso do Alonso, a idade chega para todos.
Quando falei aqui antes do início da temporada que a disputa interna com o bom mediano Leclerc seria complicada para ele, com 40, muitos discordaram. Taí.
Não “ornou” Lewis de Ferrari.
Comentários aleatórios: As largadas de Russell estão cada vez melhores. Bortoleto foi o melhor novato na prova pela primeira vez. Os lamentos de Hamilton já começam a ficar meio exagerados. Os carros da F1 estão gigantescos para o lento traçado magiar.
AMIGOS DA REDE BAND,
Em meio a euforia da vitoria maiuscula de Landinho, vitoria numero 200 das Papaya Invenciveis, um detalhe passou despercebido.
Nos ultimos 12 meses, Landinho e seu colega menos rapidinho Oscarito venceram 17 Grand Prix. Uma dupla de “Enzos”, apenas.
Enquanto isso, nos ultimos 8 anos a Scuderia Enzo venceu…19 GPs.
Isso com gente como Vettel, KIMI de verdade, Sainz, Monegato…e Hamilton.
O marketing de Maranello e melhor. Nao se falou de outra coisa senao dos MEGAMIMIMIs de Lewis “useless” e dos improperios de Monegato no radio.
Mas a competencia, essa esta longe, muito longe do estabulo dos cavalinhos.
Menos merchan, mais trabalho e vamos que vamos rumo a mais 1-2!
PAPAYA INVICTUS VINCIT
#MakeCommendattoreGrandeNovamente
Vamos por partes, achismos meu:
1- A McLaren dá um show separando os 2 lados da garagem, estratégias diferentes e um lado escondendo as cartas pro companheiro de equipe. Um negócio que enriquece o espetáculo e não dá aquela sensação Ferrarista de marmelada faster than you.
2- A Ferrari não teve problemas de chassis. Baixaram o carro do Leclerc até o talo no qualy e na primeira parte da corrida. Mas tiveram que levantar no pit-stop porque senão o desgaste de prancha iria desclassificar o carro. Russel, que estava atrás do Monegasco, disse que ficou espantado com o quanto o carro da Ferrari voltou mais alto depois do pit-stop. Hamilton não foi pelo mesmo caminho e ficou onde ficou. Esse carro é uma merda e a Ferrari começou a jogar com “jeitinho” que pode até ser ilegal porque podem ter usado recursos mecânicos pra mudar a altura do carro durante a corrida e até jogado com a pressão dos pneus, tudo proibido pela FIA.
3- Pode ser por isso que Hamilton disse que a Ferrari deveria escolher outro piloto, porque ele não vai jogar a história dele no automobilismo no ralo pela Ferrari e ele falou também que “coisas não muito certas vem acontecendo nas entranhas da equipe”.
Aqui a declaração do Russel*:
“Well, I saw how slow he was, so I presumed something was not right,” the Briton explained.
“The only thing we can think of is they were running the car too low to the ground, and they had to increase the tyre pressures for the last stint because they were using an engine mode that was making the engine slower at the end of the straight, which is where you have the most amount of plank wear.”
When told that Leclerc had said that it was related to the chassis, Russell added: “He’s not going to tell you that they’re close to being illegal. That’s the only thing we can think of based upon the lap times and the engine mode they were running and stuff like that, but nevertheless, really pleased with the result.
“Bem, eu vi como ele estava lento, então presumi que algo não estava certo”.
“A única coisa que podemos pensar é que eles estavam com o carro muito baixo em relação ao solo e tiveram que aumentar a pressão dos pneus no último trecho porque estavam usando um modo de motor que estava deixando o motor mais lento no final da reta, que é onde há o maior desgaste das pranchas.”
Quando informado de que Leclerc havia dito que a situação estava relacionada ao chassi, Russell acrescentou: “Ele não vai dizer que eles estão perto de serem ilegais. Essa é a única coisa que podemos pensar com base nos tempos de volta, no modo de motor que eles estavam usando e coisas do tipo, mas, mesmo assim, estou muito satisfeito com o resultado.”
*Credito: Motorsportpontocom
Seria possível mexerem na última do carro em um pit stop de 2 segundos? Acho improvável
É possível sim, por exemplo eu conseguia em menos de 5 minutos abastecer o lubrimat de óleo 2T da Vemaguet de Papai, em Campina Grande.
Champs, de acordo com o Andrea Stella (e ouvimos isso no radio do Landinho e do Oscarito), a Papaya Racing tinha a mesma estrategia para ambos.
So que um se lascou na largada e o outro ficou na moita, esperando o Monegato.
Papaya mostrou capacidade de adaptacao e reacao rapida as condicoes da corrida. O contrario do que a Scuderia costuma fazer, para azar de Monegato…
Ferrari fala em “tradicao” mas Papaya tem 200 vitorias nos ultimos 58 anos…Ta bom ou precisa +?
PAPAYA INVICTUS VINCIT
O que não precisamos + é de suas asnices.
Norris não mereceu vencer hoje.
Em momentos chave, bundou:
– pipocou como sempre na largada
– não foi capaz de passar Russell (o engenheiro estava a ponto de entrar na pista)
Ok, ele conseguiu ser muito rápido quando teve pista livre, mas ainda assim deu uma espanada que podia lhe ter custado um abandono.
Me parece que, dentre os atributos que um piloto diferenciado precisa ter, ele só tem velocidade.
Não…. O principal atributo é que ele é um inglês numa equipa inglesa . Muito semelhante ao que aconteceu na época do Mansell / Frank Willians / Patrick Head x Piquet (pai). Inclusive tem alguns fatos interessantes contados pelo Piquet, de como ele teve de convencer os mecânicos do seu carro a guardar segredo de acertos do seu carro. Como $$$erá que ele conseguiu??
Diversos mecânicos da Williams já desmentiram essas histórias do Piquet, o pobre brasileirinho contra o resto do mundo e os ingleses malvadões.
Pode até ser verdadeiro o discurso e a intenção da Mclaren em não privilegiar um piloto em detrimento do outro, mas não foi o que aconteceu hoje. Piastri classificou melhor, largou melhor, não cometeu nenhum erro, não teve nenhuma situação de SC e chegou atrás. Para realmente não influenciar na disputa dos dois a estratégia deveria ser idêntica… “ah mas aí o Norris seria prejudicado podendo chegar atrás do Leclerc e do Russel” pode dizer alguns… porém o resultado seria consequência da classificação e da largada dele, ou seja, o que ele plantou. Ele guiou direito e não cometeu erros, porém o Piastri também não e a inversão das posições aconteceu apenas em razão das decisões da equipe. O caldo lá só não transbordou pq o Piastri é daquele jeito esquisito…
Concordo 100%. Piastri foi prejudicado
Adoro essa palavra magiar, sabe Deus porque. Me lembra um conto/cronica qualquer do Luís Fernando Veríssimo, onde uma moça casada ouve um nome de um goleiro qualquer Vandercleisson, se apaixona pelo nome, e sai correndo atrás feito uma maluca. Hahaha. Quem sabe um dia vou correndo pra Budapeste. Aliás, recomendo LFV pra quem quiser, arte é arte e os contos são curtíssimos, feito tirinhas! Viva o povo e a arte brasileiros!
A maclaren, involuntariamente, prejudicou o Piastri. A estratégia de uma parada se mostrou mais acertada. A vitória caiu no colo do dando molis. Mais uma largada patética para o currículo.
A disputa entre dois caras da mesma equipe ocorre também nos bastidores, e Norris é mais rápido e tá a mais tempo na equipe, então se foi, não foi involuntariamente, aliás tenho essa leve impressão em alguns casos esse ano, mas bem de leve e nem posso afirmar. Mas acho que talvez não hoje, rapaz, quinto é muito longe pra “prejudicarem o Piastri”. Foi dar undercut no Leclerc e se deu mal, ponto!!
Quando uma pista, as taticas prevalecem para alguem vencer ,
é porque a pista está ruim para a F1 atual . Hungria e Mônaco
estão ultrapassadas, o que acham ?
Acho que você e seu professor de Português não eram grandes amigos.
Ok, Mr. Pasquale Xburguer, Phd.
Com certeza. Hungria vez ou outra ainda se salva, mas Mônaco só com reza. Uma mudancinha de traçado na Hungria quem sabe, agora como faz com Mônaco que é um santuário do automobilismo? Mesmo assim, aquela ultrapassada do Bortoleto esse ano na Loews me faz acreditar que é possível. Pena que ele se empolgou e o George parecia aquelas lombadas que quando são ultrapassadas na BR ficam enraivecidas, jogou em cima. Parte disso são os pilotos sim, que são menos porra louca que antigamente. De que adianta largar em 15 e terminar em 15…se o carro não vai, beleza, mas numa pista daquelas? Eu acharia a brecha ou o muro, foda-se, rsrs. E não seria demitido, num circuito normal, correria normal. Mas aquilo ali é um convite.
Em grande parte, ter caído pra 5o na largada foi o que possibilitou a vitória ao Dando Mole, hoje. Fez a equipe trabalhar por uma estratégia um pouco mais arriscada pra ele.
Tivesse ficado em 3o após as primeiras curvas, no máximo ia tentar cobrir Leclerc. E em 2o, ia perder a preferência das paradas para o Oscar.
De alguma forma, penso que essa ‘depressão’ do hamilton é apenas, como falaram os amigos na transmissão da Bandeirantes/Rádio de manhã, uma forma de ter os focos dos equívocos todos em si, preservando assim totalmente a equipe e focando, nos bastidores, 100% em 2026. Realmente prefiro acreditar nisso, pq senão… Cabou-se a fagulha do homem, como aconteceu com Schumacher (e acontece com todos, vide Raikkonen, Hakkinen, Villeneuve, Vettel, etc, etc, etc.).
O próprio Alonso estava desacreditado nos momentos finals de Alpine, e do nada era um menino feliz no pódio em toda corrida. Então… a esperar.
E Bortoletto vai se virando. Corridas muito decentes ultimamente, bacana!
A Ferrari 2025 sendo a Ferrari 2025
Resumão completo!
Parabéns e obrigado Flávio!
A título de curiosidade, se Hamilton resolvesse pendurar o chapéu e ir curtir a vida ano que vem, quem seriam os principais candidatos à sua vaga? Bearman = principal candidato? Beganovic? Parece muito cedo ainda para o Câmara. Alguém “externo” à equipe? Não parece ter nenhum grande destaque no grid para subir para a Ferrari.
Bortoleto
Eu acho muito triste quando um grande de campeão, de qualquer esporte, se aposentar de forma tão melancólica. É triste ver a “depressão” de Hamilton. A essa altura, não sei o que seria pior, ele se aposentar agora nas férias, tristemente, saindo de finho; ou seguir até o fim do ano, arriscando a ter fins de semana cada vez piores. E o caso do Hamilton é daqueles que é mais triste porque não houveram sinais claros de euma decadência. Tudo bem que em 2024 ele as vezes perdia pro Russel, mostrando que já não era mais o mesmo piloto confiante de anos anteriores. Mas a queda para esse ano foi abissal.
Hamilton é, para mim, o maior piloto que a F1 teve até aqui. Ele merecia uma baita despedida, uma festa gigante, uma corrida inteira dedicada a memória desse piloto fantástico.
Complicado. Ainda me parece que o seu calcanhar de Aquiles são os sábados, domingo ele se vira. Mas de tanto apanhar pra si mesmo nas classificações, tá desanimando geral e hoje foi reflexo disso. Bem, todo fim é melancólico. Ele deveria ter dado uma de Alonso, Kimi, isso lá em 21. Teria voltado com a cabeça no lugar, mas, cada qual com seu James Brown.
É uma pena mesmo. Sempre gostei demais dele.
Parece que não há mais motivação.
O Alonso claramente sonha com mais um mundial, pois o mundo da F1 – e ele próprio – sabe que ele não é piloto para “apenas” 2 títulos mundiais.
Verstappen tem 4 campeonatos na prateleira e mesmo com um carro distante das Mclarens luta muito em todas as corridas.
Hamilton perdeu muito daquela agressividade, vontade ou sei lá o quê.
Massa esses dias disse que acha que Hamilton não é uma pessoa feliz.
Vai saber.
2025 acabou de acabar !
Equipe campeã será a Mclarren, e um dos seus pilotos será o campeão dos “drivers”… .e tão ajeitando os pauzinhos pro Norris , um vexame e uma pena..
Max Verstappen??? Talvez em 26… mas pra mim ele errou como o Hamiltom (que hoje tomou uma volta sem ter tidos problemas sérios….???) Max também escolheu mal, vai correr de RedBulls/Fordeco…..
E o resto será o resto, teremos alguns fazendo boas corridas, será o banquete dos mendigos!
POR MIM, QUE SE INICIE JA 2026! PRA QUE PERDER TEMPO!!!
Prezado missivista, aqui não cabe gritaria, nem o uso exagerado de sinais de pontuação. É um acinte com a língua pátria e uma deselegância com o Blogueiro e com os demais leitores, que não somos obrigados a suportar os seus arroubos chiliquentos. Comporte-se e porte-se com dignidade e respeito.
Ah reginato…. não amola
Mole, não! Só jogo duro, do mesmo jeito que nosso presidente imbrochável, imorrível, inocente e preso injustamente, porque nunca roubou nada que é dele e nunca tentou dar um golpe. Por isso, lanço aqui uma campanha, em inglês, direcionada a nosso senhor trump: Free bozo!
Saudades do Edgard Mello Filho. Além de esperar ansiosamente pelos seus textos nas segundas ou terças no Warm Up, não contente eu ainda fazia questão de imprimir sua coluna para reler depois. ” Veja bem, não estou dizendo que Rubinho é melhor que Schumacher mas.. ” era a tônica das crônicas. Espero e desejo que ele esteja bem de saúde.
Registre-se a boa intervenção do Reginaldo Leme na transmissão, falando sobre o sistema antigo de pontuação, no qual era preciso que pilotos de meio e fim do grid fossem verdadeiramente heróicos pra conquistar pontos.
E o Bortoleto conseguiu isso. Fez uma excelente corrida dentro do universo da Sauber, segurando bem o Verstappen no começo, mantendo-se livre de ameaças, fora sua largada limpa e sem se envolver em bagunça. Somando suas várias idas ao Q3 nos sábados, ele começa a demonstrar que tem qualidade pra continuar na categoria.
Antigamente, era comum metade do grid não completar a prova… Hoje, o normal são uns 2, 3 abandonos, e olhe lá…
Chegar em 10º hoje é tão difícil quanto era chegar em 6º 40 anos atrás ou em 8º 20 anos atrás…
Reginato, filhadaputa!
Quer dizer.
Hoje o Reginato tá quietinho!!!😂
AMIGOS DA REDE BAND,
Que belo GP da Hungria!
Landinho rapidinho deu show e venceu com maturidade, para nossa alegria!
Oscarito falante tambem deu show, maior que seu sorriso no podio hungaro!
PAPAYA INVICTUS VINCIT
Stroll Racing deu show com Don Alonso guiando Nepo-Baby ao 6o lugar nos Construtores.
Nosso lento Borto, na lenta Hungaroring, fez uma corrida devagar, devagar, devagarinho, poupando os pneus ate a 99a geracao. Bom menino!
No boizinho branco, Slowson fez igual. E ainda segurou Mad Max!
Na Scuderia, Monegato transformou o hepta-campeao do Mimimi em Tsunoda.
E nem assim o cavalinho chegou ao podio. Ta feia a coisa Mon Ami…
Na Totoland, Sir George dando show de coragem e Kimi de mentira…mentira.
No Boi Vermelho, nem toda a furia do Holandes Voador faz a porcaria andar. Depois de dar show, encheu o saco. Disputar com Slowson? Prefiro E-Racing.
Ultimo Tango na Briatore Racing…Acabaram as empanadas!
Make America Great Again…nao deu certo na antiga Cortina de Ferro.
Ah sim, a Williams, que venceu os dois primeiros GPs na Hungria e 3 dos 5 primeiros. Deviam trazer Frank de volta atraves de uma IA.
Beijo no coracao de quem prefere Stock Car ou Netflix!
Você é chato hein cara? vai se tratar
Adianta, não. O ego dele não deixa. É produto das redes sociais. Nâo tem cura, infelizmente pra nós.
O cara usa o Blog do Flavio pra fazer o blog dele…
O melhor a fazer é ignorar.
Sr. Blogueiro, “tanto por parte de seu engenheiro, QUANDO…”? Meu trump! bananinha, micheque e bozo! O horror, o horror!
Os engenheiros ganharam um protagonismo que não faz sentido. Até o “lorde” Russell mandou o engenheiro deixar ele em paz. Sim, eles tem os dados todos à frente, mas várias vezes soam como pilotos frustrados, enchendo o saco de quem tá correndo com comentários desnecessários. E os estrategistas também, sei que precisa ter, é bem importante, mas cansam de cagalhar a estratégia, e muitas vezes parece que o piloto não tem voz na própria corrida. Hulkenberg só conseguiu seu pódio por contrariar tudo o que a equipe pediu ou sugeriu. O feeling do piloto deveria ter um peso muito maior do que tem hoje.
Dito isso, foi uma corrida legal até, pros padrões da Hungria. Hamilton parece que desistiu de dar certo na Ferrari. E parabéns ao Bortoleto. Cada vez mais constante, bem em classificações e controlando os pneus. Tá garantindo uma longa carreira na F1.
Bortoleto parece ter encontrado o caminho depois que a Sauber entregou um carro bem melhor para seus pilotos: bons desempenhos nas classificações e regularidade com consistência nas corridas. Que continue assim.
Não gosto de teoria da conspiração – e nem tem, nesse caso -, mas o que a McLaren está fazendo em prol de Norris em um campeonato tão apertado é digno de nota.
Segunda corrida em que Piastri é prejudicado mesmo estando na frente.
Quando Norris não andou bem no Red Bull Ring, estando na frente e com Piastri tendo ritmo muito bom, a McLaren deu jeito de deixar Piastri mais tempo na pista e manter, assim, o australiano longe do inglês. Evitou brigas. Se tivessem parado Piastri logo na sequência do inglês, fatalmente o australiano teria levado a posição do inglês.
Em Silverstone nem se comenta aquela punição completamente desproporcional.
E hoje?
Que avacalhação.
Como “erram” assim na estratégia de um que está à frente e beneficiam outro que está atrás?
Aliás, não fosse o “erro” (entre aspas mesmo) com Piastri, dificilmente a Ferrari teria caído no “dibre” e a corrida de Leclerc seria outra.
Piastri que abra os olhos, pois até Alonso, já vi-campeão mundial, foi prejudicado em prol de um inglês.
Flávio Gomes poderia muito bem criar mais um dos seus quadros entre linhas para a babá inglesa em que se transformou a equipe McLaren para Norris. “Se tiver safety car, qual pneu você quer?”
E o outro se matando para remar aquilo que era dele…
Hoje só faltou perguntar: quanto de açúcar em seu chá quando terminar a corrida? A qual temperatura você quer? E o leite ninho na mamadeira, quantas colheres?
Excelente corrida de Gabriel. Vai ganhando confiança. Já começou a fazer classificações boas constantemente. Agora falta um pouco mais de agressividade durante a corrida.
Foi muito bem. Parabéns.
Acho que nem com toda a ajuda o norris leva esse campeonato. Piastri tem mais culhoes.
Eu acho que você tá vendo pelo em ovo. Norris ganhou porque estava muito atrás e pra ele valia a pena arriscar. Graças aos deuses do esporte, a McLaren não é Ferrari e deixa os 2 lados da garagem disputarem entre si. É o que eu vejo.
Um abraço.
O ponto mais forte da corrida do Bortoleto não ficou evidente para a maioria. Foi a capacidade que ele teve de gerenciar o ritmo de corrida e os pneus. Andou perto do Alonso (muito mais experiente) o tempo todo e esteve sempre a mais de um segundo (sem DRS, portanto) à frente dos que estavam atrás dele: ora Stroll, ora Max ou Lawson. Essa capacidade de ter um bom ritmo e cuidar das borrachas é fundamental na F1 de hoje. Se ele atacasse o Alonso, poderia até passar, mas certamente ficaria sem borracha e eventualmente perderia posições ao longo da corrida. O Lando tem demonstrado mais força mental do que muita gente gostaria e (mais uma vez) renasce no campeonato. Piastri foi à caça e valorizou a vitória de Lando com as fungadas no cangote nas últimas voltas. Perda enorme para a Ferrari, que em algum momento da corrida acreditou na vitória de Leclerc. Agora é esperar quase um mês para a próxima corrida.
Para completar: Ainda acho Piastri o favorito (e, secretamente, torço por ele, simplesmente porque o acho com mais ‘cara’ de multicampeão que o Lando). Apesar de o Norris ter revertido uma boa vantagem, nas últimas corridas o Piastri tem se mostrado mais constante. Mesmo quando não ganha, está em segundo, coisa que não aconteceu com o Lando.
Legal ! Estes resultados da Sauber se fossem já com o nome Audi já seriam dignos de um 1.o ano
Se alguém pretende trocar seu Audi para um modelo 2026, que seja agora. Na hora que a Audi começar a emplacar bons resultados na F-1 no ano que vem, o preço do carro dispara como aconteceu com os Mercedões. Não vão mais querer vender carro para pobre como eu…rsrs