E ACABOU (2)

Max na pole: oitava no ano, 48ª na carreira

SÃO PAULO (o cara é uma coisa…) – Max Verstappen larga na pole na decisão da F-1 em 2025 em Abu Dhabi. O holandês da Red Bull busca o quinto título mundial tendo como adversários os dois que estarão atrás dele no grid. Lando Norris, líder do campeonato, larga em segundo. Oscar Piastri, companheiro dele na McLaren, em terceiro.

Verstappen é muito favorito à vitória amanhã. Há uma estatística interessante nos GPs disputados no circuito de Yas Marina, que entrou no calendário em 2009. Foram 16 edições, 11 delas vencidas pelo pole-position, o que dá um índice de aproveitamento altíssimo de 68,75% para os que largam na posição de honra. E desde 2015, direto, o pole ganha – são dez seguidas.

Claro que não é só a estatística que faz do tetracampeão o maior candidato ao derradeiro triunfo da temporada. Há outros dados na mesa. Max ganhou cinco das últimas oito corridas. Tirou, nesse mesmo período, 92 pontos que tinha de diferença em relação ao líder na tabela. Chegou a estar 104 pontos atrás de Piastri. Hoje, está 12 atrás de Norris. É o melhor piloto do mundo. Está no auge da carreira. Não se incomoda se tiver de ficar duas horas com alguém fungando em seu cangote.

Norris, Verstappen e Piastri: quem leva o título?

Max ser favorito à vitória não significa, porém, que seja favorito ao título. Norris tem uma posição segura na primeira fila que pode, tranquilamente, levá-lo ao pódio ao final das 58 voltas da corrida que começa, amanhã, às 10h da Papuda. E um pódio é tudo que ele precisa para ser campeão. Verstappen fez sua oitava pole no ano, 48ª na carreira. Fecha o campeonato com o maior número de poles, seguido por Norris (sete), Piastri (seis), George Russell (duas) e Charles Leclerc (uma).

A prova marca várias despedidas na F-1. A primeira delas, da geração de carros que estreou em 2022, com prioridade para o efeito-solo como principal gerador de pressão aerodinâmica. Depois, dos atuais motores usados desde 2014, unidades com três elementos de produção de potência – dois motores elétricos e um de combustão interna. Sai de cena uma marca, a Renault, que continua sendo dona da Alpine, mas vai comprar motores da Mercedes em 2026. A F-1 também dá adeus à gasolina convencional, derivada do petróleo. A partir do ano que vem, os combustíveis terão de ser renováveis. O etanol deverá ser a escolha de todo mundo, derivado de cana de açúcar, milho, mandioca, beterraba, o que for.

(A propósito, neste tema, não sei por que a Petrobras não entrou de sola nessa história, sendo o Brasil pioneiro no uso de álcool como combustível. Poderia capitalizar procurando todas as equipes, oferecendo contratos vantajosos, tinha de aproveitar a onda. Agora é tarde. A Petrobras esteve com a Williams entre 1998 e 2008 como fornecedora de combustíveis, um período muito profícuo para a empresa do ponto de vista tecnológico. Depois, voltou em 2014 na mesma equipe, mas como patrocinadora – acompanhando Felipe Massa, que, por sinal, costuma fazer coro nas suas redes sociais aos defensores de políticos de direita, “liberais” e “privatistas”; mas não negou patrocínio estatal, imagina… Na sequência, a Petrobras passou a patrocinar a McLaren, em 2018, num projeto que envolvia futura parceria técnica. Mas o contrato foi encerrado no final de 2019 pela besta do presidente eleito no Brasil. Cancelou do nada. Imagina convencer os energúmenos daquele governo da importância de estar na F-1 nos campos de pesquisa e tecnologia de combustíveis… Falar em pesquisa para aquela gente causava arrepios – exceto pesquisas eleitorais fajutas feitas no Paraná.)

Outras despedidas: a Sauber faz sua última corrida e deixa a F-1. No ano que vem, a equipe passa a se chamar Audi. Assim, encerra-se a trajetória iniciada em 1993 que teve períodos de associação com outras marcas, como BMW e Alfa Romeo. Entre os 20 pilotos que largam amanhã, apenas um não estará no grid da primeira prova de 2026, o japonês Yuki Tsunoda, da Red Bull. Será substituído por Isack Hadjar, que por sua vez cede a vaga na Pode Dividir? ao britânico Arvid Lindblad. Outro adeus: ao grid de apenas 20 carros. Serão 11 equipes no ano que vem, com a chegada da Cadillac. E voltam à lida os veteranos Valtteri Bottas e Sergio Pérez.

Será a 30ª vez que um título se decide na última corrida do ano. Em Abu Dhabi, isso aconteceu em 2010 (Sebastian Vettel), 2014 (Hamilton), 2016 (Nico Rosberg) e 2021 (Verstappen). A McLaren já conquistou a taça dos construtores desta temporada, como no ano passado. Mas a última vez em que ganhou um Mundial de Pilotos foi no distante 2008 com Hamilton. Desde 2010, portanto nos últimos 15 campeonatos, apenas pilotos de Red Bull e Mercedes foram campeões — Vettel (quatro vezes), Hamilton (seis), Rosberg (uma) e Verstappen (quatro).

O grid do GP de Abu Dhabi terá, como destaque inesperado entre os dez primeiros, o brasileiro Gabriel Bortoleto, em sétimo. Oito equipes diferentes colocaram carros no top-10. Será um bonito fim de campeonato. E para se chegar a esse grid, as coisas começaram no Q1 com a Haas como grande surpresa, repetindo o bom desempenho da última sessão preparatória – Esteban Ocon e Oliver Bearman tinham ficado em sexto e sétimo no treino livre de horas antes. Bearman chegou a ocupar a primeira posição por alguns instantes, ele que ontem disse, depois de, sei lá, meia volta: “Cara, o carro tá insano de bom! O que fizeram nele?”.

Bortoleto: mais uma vez no Q3

Faltando oito minutos para o fim da primeira parte da classificação, 0s197 separavam o líder, Russell, do oitavo, Liam Lawson. Um equilíbrio considerável. Nos instantes finais, porém, tudo mudou. Faltavam menos de quatro minutos quando todos voltaram à pista e os tempos começaram a despencar. E a classificação, a mudar. Norris e Piastri se revezaram na ponta. Mas, aí, Verstappen, Kimi Antonelli, Fernando Alonso e Leclerc subiram bem, colocando-se entre o australiano e o inglês. O tempo de Oscar, 1min22s605, parecia inalcançável. Bortoleto, já nos acréscimos, conseguiu se salvar e foi ao Q2 em 14º, tirando tempo no último setor depois de um início de volta claudicante.

E Hamilton ficou fora de novo no Q1. O inglês, que tinha batido no último treino livre, terminou em 16º. Juntaram-se a ele, a caminho do vestiário para tomar banho mais cedo, Alexander Albon, Nico Hülkenberg, Pierre Gasly e Franco Colapinto. “Toda hora… Desculpe”, disse Lewis pelo rádio ao seu engenheiro. Foi a terceira vez seguida em que Hamilton não passou da primeira fase da classificação. Isso nunca tinha acontecido antes com um piloto da Ferrari. E a Renault, em seu último grid, vai ocupar a última fila, num adeus melancólico à categoria.

Verstappen abriu os trabalhos no Q2 com 1min22s912, tempo batido logo depois por Russell com 1min22s730. O inglês tinha sido o mais rápido no último treino livre, ainda com dia claro. Depois da primeira bateria de voltas rápidas, os 15 sobreviventes estavam separados por 0s823, apenas – de Russell a Lawson. Então foi todo mundo de novo para a pista.

Nessa segunda rodada, Bortoleto foi muito bem, subindo para quarto e, depois, fechando o Q2 em quinto. Seu tempo foi apenas 0s144 pior que o de Russell. Bearman, que vinha bem desde as primeiras aceleradas do dia, acabou abrindo a fila dos eliminados em 11º. Carlos Sainz, Lawson, Antonelli e Lance Stroll foram embora junto com ele. Avançaram, pela ordem, Russell, Verstappen, Norris, Alonso, Bortoleto, Leclerc, Hadjar, Piastri, Ocon e Tsunoda. Oito equipes diferentes entre os dez primeiros, sete diferentes nas sete primeiras posições. Apenas McLaren e Red Bull passaram com suas duplas. E equilíbrio ainda maior entre todos que fizeram o Q2: ao final, meros 0s367 separando Russell, o líder, de Stroll, o 15º. Nunca antes na história dessa categoria se viu algo parecido.

A primeira leva de voltas voadoras do Q3 teve Verstappen com a precisão de sempre. Cravou o melhor tempo do fim de semana até então, 1min22s295, fechando o cronômetro com confortáveis 0s327 de vantagem para o segundo colocado, Piastri. Norris não fez uma volta boa e ficou em quarto a 0s456. Bortoleto, em sexto.

O grid em Abu Dhabi: Bortoleto num ótimo sétimo lugar

Verstappen e Russell foram os últimos que deixaram a garagem para a definição do grid em suas segundas tentativas. Max nem precisava. Melhorou sua volta, 1min22s207. Mas o que já tinha era o bastante. Pode-se dizer que fez a primeira fila inteira, com os dois melhores tempos da noite. Norris ficou em segundo a 0s201 do holandês. Piastri, o terceiro, terminou 0s230 atrás. Depois vieram Russell, Leclerc, Alonso, Bortoleto, Ocon, Hadjar e Tsunoda. Gabriel igualou suas melhores posições de largada, sétimo em Monza e Hungaroring. Nas duas, pontuou.

Max teve um auxílio providencial de Tsunoda em suas voltas rápidas. O japonês foi para a pista apenas para dar um vácuo ao companheiro, e assim o #1 ganhou alguma coisinha nas retas. Mas, amanhã, Yuki não vai poder ajudar muito. É Verstappen contra rapa. Rapa, no caso, os dois da McLaren. O time terá de se esforçar bastante para perder o campeonato. Em condições normais, coloca sua dupla no pódio e volta para casa com o campeão. O que pesa a favor do holandês é algo bastante subjetivo: o estado emocional de todos na equipe papaia. Eles têm pesadelos com Verstappen. O jeito amanhã, então, é deixar o monstrinho ir embora.

É o que eu faria.

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Carlos Frederico Pereira da Silva Gama
5 meses atrás

E acabou.

CHORA MAX!
CHORA MARKO!
CHORA HORNER!

Chupez Alonso
Chupez Alonso
5 meses atrás

Abu Dhabi 2025 x Abu Dhabi 2021:

In Hamilton we trust.

IMG_5241.jpeg
lagerbeer
lagerbeer
5 meses atrás

Ultima corrida Max – Honda, o maior vencedor com o motor japones

Antonio Fernando
Antonio Fernando
5 meses atrás

Se LN conseguir se manter ali entre os 3 primeiros desde a largada, a tendência será termos uma corrida tipo jogo de xadrez…mais do que nunca estudada e até com certa cautela (especialmente claro do lado da McLaren). Meio óbvio (acho) isso mas por vezes o óbvio precisa ser dito kk.

Mas sabemos que o imponderável pode ocorrer…é uma corrida que pode ser descrita como uma equação…muitos fatores.

Lembremos de 2021, quando a batida do Latifi mudou tudo. Não que vá ocorrer hoje claro. Pode ser uma corrida tipo trenzinho, como escrito em um outro comentário. Mas…

Sempre lembro da música do Metrô: “no balanço das horas tudo pode mudar”. Na F1 (e mais especificamente hoje) tudo pode mudar no balanço dos milésimos de segundo…

Uma coisa é certa : que temporada! Vai deixar saudades. Vamos que vamos!

Leandro Batista
Leandro Batista
5 meses atrás

Amanha é despedida da Band tambem. Ano que vem voltaremos com o padrão Globo de transmissões da F1, com o inicio na metade da volta de apresentação e, se der, o podio. Ah…..e a ta entrevista e salinha? Esqueçam…nessas horas irão para o intervalo e retornarão só para o hino no podium. Quem viver, verá.

Leandro Batista
Leandro Batista
5 meses atrás

Norris só precisa fazer uma corrida burocratica amanha e ficar em terceiro. Nao precisa nem ir pra cima. É ficar onde está e rezar pra nao acontecer nenhuma presepada durante a corrida.

Márcio Haddad
Márcio Haddad
5 meses atrás

Que final! Max: “O cara”. Lando: O, frágil.
Alea jacta est!

Hilton Vaz Pezzoni
Hilton Vaz Pezzoni
5 meses atrás

Magic Max P1 ! Borto P7 só .002 atrás do Alonso P6. Belos desempenhos !

O Cítrico
O Cítrico
5 meses atrás

Norris largará demasiadamente cauteloso, cairá pra 5º ou 6º e essa será a emoção da corrida

Fabio FC
Fabio FC
5 meses atrás

Bortoleto, afobado que é, vai avançar na turma da frente na primeira volta e esculhambar qualquer previsão de todos que comentam aqui neste post, inclusive do autor deste blog. Anotem.

Zé Maria
Zé Maria
5 meses atrás

Rápido e objetivo:
No final das contas, os pontos perdidos em Barcelona, decidiram o campeonato.
Pena, porque eu queria muito ver o penta, em cima dessa dupla de Enzos.
Torcendo para morder a língua, ok!

Marcio
Marcio
5 meses atrás

Esse campeonato lembra um pouco o ano da Brawn. Começou o ano aniquilando todo mundo, mas depois apareceu a Red Bull de Vettel, embora tarde, deu uma canseira e roubou o vice do Barrichello. Talvez seja este o campeão do mundo mais “sem graça” dos últimos 30 anos: Button. E o Norris está aí para ocupar essa vaga de campeão sem brilho, bastando um coincidente 3o. lugar, o mesmo que o Button teve em Abu Dhabi, inutilizando a vitória do Vettel.

O Piastri merece um capítulo especial. Não sei se foi sabotagem no carro, ou algum terapeuta entrou na mente gelada dele e fodeu tudo, mas o fato é que ele percebeu que a Mclaren não é uma casa para ele ficar por muito tempo. Eu chutaria o pau da barraca amanhã cagando para ordens de equipe, tem Hamilton depressivo, tem Aston Martin esperançosa, mas eu recomendaria ele buscar outros ares, para não virar um “segundão”.

Enfim, a estratégia do Verstapen não será acelerar tudo e sumir. Ele está com carro bem configurado para as retas. Ele precisa fazer um trenzinho de carros para alguma coisa diferente na corrida acontecer.

Fabio FC
Fabio FC
Reply to  Marcio
5 meses atrás

Button foi campeão na corrida do Brasil.

Shindi Uehara
Shindi Uehara
5 meses atrás

Boa Tarde FG
Se tudo for normal na corrida LN4 e Campeão sem problemas, agora se alguém se envolver em confusão quem sabe MV33 sai com o caneco amanhã.
Continue com o blog se possível, venho acompanhando desde 2006 quando eu morava no Japão. Abraços

Fabio FC
Fabio FC
Reply to  Shindi Uehara
5 meses atrás

Tem Bortoleto largando na metade da frente. Quem sabe essa confusão aconteça.

Chupez Alonso
Chupez Alonso
5 meses atrás

É, Hamilton desistiu mesmo da F1.

Mas ensinou ao Verstappen o que fazer amanhã: Abu Dhabi 2016.

A ver…

Max PS
Max PS
5 meses atrás

Se não ficarem espertos, ainda tem o Russel no cangote dos dois.

WBJ
WBJ
Reply to  Max PS
5 meses atrás

O mala afetado do Russel (eterno piloto inexpressivo) detesta e tem recalques do Max. No que depender dele, os 2 papaias irao passa-lo mais escancaradamente que o Norris passou pelo Antonelli na ultima corrida

Pedro HM
Pedro HM
5 meses atrás

Flavinho, a Petrobras não entra de sola mais por conta do Capitão Fujão! Em 2019 ele vendeu a BR Distribuidora. Hoje, os postos Petrobras não são da Petrobras, mas sim da Vibra! Daí não vejo sentido a Petrobras investir os tubos, reforçar sua marca na F1 e, no fim, o consumidor final abaster nos postos da Vibra. Esse é mais um legado privatista da turma do Bozo. A máxima de outrora “Vença no domingo e venda na segunda”, não vale mais para a Petrobras, infelizmente.

Adendo: Se o Bozolóide não tem encerrado o patrocínio da Petrobras com a Mclaren, poderíamos ter uma marca brasileira campeã mundial de F1 desde o ano passado. Fora a mega exposição para a marca com a F1 pós-Liberty. Com a youtibização da F1, a exposição dos patrocinadores explodiu. Mas pensamento pequeno dá nisso.

Paulo Leite
Paulo Leite
5 meses atrás

Lando tem que se esforçar muito para não ser campeão, apesar da minha torcida. Também não ofenderei se Max for campeão, porque Max fala o que gosto de ouvir. Na entrevista antes do primeiro treino, Max disse que já atingiu tudo que queria na F1, o que vier daqui pra frente é lucro. Quem pensa assim é realmente diferenciado, sinal de que Max não foi contaminado pelos pensamentos do sogro.

Massa era um bom piloto nas pistas, mas fora dela fala muita merda, como qualquer bozó da vida. Um dia disse que era fã de Pharrel Willams e Bruno Mars, afimaria. No outro era fã de Eric Clapton, de quem virou amigo ganhando guitarra autografada de presente. Eric, por sua vez, também abusou de falar merda no passado, muita merda racista. No entanto, recentemente emiti decreto o perdoando pelas falas, quando o vi tocando em concerto de apoio com a bandeira da Palestina pintada na guitarra. O meu perdão foi incondicionall, porque minha primeira filha se chama Layla.

Rodrigo Molina
Rodrigo Molina
5 meses atrás

Flavio, a largada será às 10h de Sobradinho, e não às 11h como está no texto.

Zé ruela
Zé ruela
5 meses atrás

a Petrobrás n patrocina nada na f1 pq a marca que hj aparece nos postos br pertence a vibra, que comprou a Petrobrás distribuidora a preço de banana nos anos Bozo. n cabe então a Petrobrás (exploradora e refinadora de petróleo ) gastar em algo que favoreça a vibra. mal escrito pq estou no celular mas acho que dá pra entender

Carlos Frederico Pereira da Silva Gama
5 meses atrás

Amigos da Rachadinha, Parcas do Mensalao, Simpatizantes do Careca do INSS,

A pista = horrivel, mas…

Foi bom para Franz? Sim. Na medida certa.
Foi bom para Landinho? Sim. Mais do que o necessario.
Foi bom para Oscarito? Nao. Apesar de ter sido rapidinho.
Foi bom para Sir Jorjao? Sim. Sem exageros.

Ceteris Paribus, basta Landinho e Oscarito nao fazerem como Lucas Di Grassi que Papa Papaya Zak tera vencido tudo em 2025 sobre os incompetentes do Boi Vermelho, da Scuderia Enzo e do Mercedon do Toto.

Yes, you can.

Foi bom para Borto? Sim. Levou vareio o ano todo mas terminou bonito na fita.

40 pontos atras mas larga na frente. Ultima volta da Sauber em treinos na F1.

Parabens, Borto. So nao faca como seu compatriota e pacheco Lucas di Grassi.

Foi bom para Monegato? Sim. Como sempre, rapidinho e dono de Maranello.
Foi bom para Lewis Mimimi?

Tempo, senhor de Hollywood

Adriano
Adriano
5 meses atrás

Norris não precisa se preocupar com a largada. Deixe o Max ir embora e, mesmo que o Oscar passe, basta manter o terceiro lugar (bring it home, dirá o engenheiro). A não ser que ocorra algum problema técnico, ou alguma grande merda na corrida, o campeonato deve ser dele. Teve méritos. Aliás, os três tiveram e, na minha opinião, o campeonato será justo se qualquer um deles ganhar. Bortoleto fez bonito e fecha o ano muito bem, em termos de qualificações. Acho que poucos imaginariam, no começo do ano, que ele daria essa canseira no Niko. Pode trazer pontos importantes para o campeonato da Sauber no seu último ano, o que daria muita moral para começar bem em 2026.

Alexandre Hoelz
Alexandre Hoelz
5 meses atrás

Max certamente vai tentar de tudo para atrapalhar a dupla da McLaren amanhã , o que inclui, por exemplo, andar num ritmo mais lento como fez Lewis Hamilton em 2016. Na última corrida daquele ano, Nico Rosberg precisava apenas de um terceiro lugar para ser campeão, igualzinho a Lando Norris amanhã. Lewis pulou na ponta e, sem nada mais para fazer, começou a andar lentamente pela pista para que outros pilotos pudessem se aproximar de Rosberg e tentar ultrapassá-lo. Verstappen chegou e passou, mas Sebastian Vettel, que estava em quarto, apenas comboiou seu compatriota, que conquistou o título. Tudo isso em slow motion pelo asfalto de Yas Marina. A equipe papaia terá duas opções se isso acontecer: ordenar que Oscar Piastri fique em terceiro protegendo seu companheiro de equipe para que este seja campeão ou liberar o australiano para brigar pela ponta com o holandês, que, se andar muito devagar, poderá ser ultrapassado devido à asa móvel. A diferença em relação a 2016 é que naquele ano a Mercedes tinha um carro muito superior à concorrência, enquanto que a Red Bull de 2025 tem na McLaren uma adversária difícil de segurar. Quem viver, verá.

Jose Wanderley
Jose Wanderley
5 meses atrás

Flavio, coincidencia ou podemos afirmar que após Horner sair, Vestappen comecou a tirar a diferenca pra Mclaren? e q se ele sai umas 3 corridas antes, talvez Max ja chegaria campeao em Abu Dabhu?

Alexandre Neves
Alexandre Neves
5 meses atrás

Previsão (e nem precisa ser bidu): corrida chata e burocrática, Max leva a corrida e Norris o campeonato. A Redbull não tem um 2° piloto para tirar pontos das McLarens; e Mercedes e Ferrari também não têm carro para chegar nas primeiras posições. Só o famoso imponderável tira o título de Norris.

Leonardo
Leonardo
Reply to  Alexandre Neves
5 meses atrás

Esperança da Red Bull provavelmente é o Russell em quarto, quem sabe conseguindo ganhar uma ou duas posições na largada ou, pelo menos, conseguir subir para terceiro nas primeiras voltas. Não acho que seja fácil de acontecer, mas parece ser o que pode dar emoção pra corrida, porque a McLaren se esgoelar pra tentar incomodar o Verstappen é perda de tempo.