SOBRE ONTEM À TARDE
A IMAGEM DA CORRIDA

SÃO PAULO (apostas?) – Ontem no FÓRMULA GOMES, tradicional programa do YouTube que concentra as maiores audiências da internet, um rapaz me alertou para o fato de que em 2010, na Ferrari, o engenheiro de Fernando Alonso era Andrea Stella. Vocês se lembram, El Fodón chegou a Abu Dhabi com 246 pontos, contra 238 de Mark Webber e 231 de Sebastian Vettel, a dupla da Red Bull. Alonso, por não parar para trocar pneus no começo da corrida — se bem me lembro, teve um safety-car e ele ficou na pista, mas posso estar enganado e não vou ver o videoteipe –, voltou no tráfego depois de seu pit stop e empacou por 500 voltas atrás do lindo Renault patrocinado pela Lada de Vitaly Petrov. Terminou em sétimo. Tião Alemão ganhou e foi o campeão.
O espanhol tinha largado em terceiro. Seu companheiro Felipe Massa partiu de sexto no grid e acabou em décimo. O chefe da Ferrari era Stefano Domenicali, hoje CEO da Fórmula 1. Stella está na McLaren e é o cara que cuida das estratégias da equipe, porque Zak Brown só sabe dar “give me five”.
Se eu fosse o Lando Norris, estaria preocupado, agora.


A primeira foto lá do alto é a escolhida como imagem mais importante do GP do Catar porque retrata o erro crasso da equipe papaia ao não chamar seus pilotos para trocar pneus na sétima volta, quando o safety-car foi acionado para recolher os restos mortais de Nico Hülkenberg. O alemão rodou depois de um toque em Pierre Gasly e espalhou pedaços de isopor pela pista, além de perder um pneu.
A McLaren argumenta que se tivesse de parar os dois pilotos ao mesmo tempo, Oscar Piastri em primeiro e Norris em terceiro, faria com que o inglês, forçosamente, perdesse tempo esperando o australiano fazer o trabalho nos boxes. “Não esperávamos que todos fossem parar. Quando você está na frente, não sabe o que os outros vão fazer. E Lando perderia tempo numa parada dupla”, disse Stella. Mas, gente… Uma parada ruim leva três segundos, cinco com algum atraso numa operação de dois carros. Se esse fosse o prejuízo de Norris — e não seria, porque ele chegaria à garagem alguns segundos depois, e não colado no rabo do outro –, teria sido bem menor do que parar depois sob bandeira verde com todo mundo socando o pé.
Deu no que deu. Perdeu o pódio e ainda salvou um quarto lugar no fim.
Mas, agora, Inês é morta — que linda história de amor, a de Inês, embora macabra. Mesmo com todos os piripaques recentes, Lando tem nas suas mãos e pés o título de 2025. É só não fazer nenhuma bobagem e se blindar de besteiras alheias. Foram fartas, nas últimas duas corridas. Não nos esqueçamos das pranchas desgastadas além do permitido em Las Vegas.

Ainda acho que Norris vai ser o campeão. O inglês tem 12 pontos a mais na algibeira que Max Verstappen e 16 mais que Piastri. Se ganhar o título, terá sido merecido. O mesmo vale para qualquer um dos outros dois, claro. Um campeonato se faz de 24 corridas, altos e baixos, idas e vindas. No fim, em geral, ganha mesmo o melhor. A melhor história, evidente, seria Verstappen campeão. O sujeito tinha 104 pontos menos que o líder na Holanda, na 15ª etapa — no caso, Oscar. O placar estava 309 x 205 para o australiano. Em oito corridas, Max passou Piastri e está a 12 do novo líder. Depois da prova de Zandvoort, venceu cinco de oito GPs. Seria uma virada épica, um título histórico. Se Norris ganhar, o impacto não será o mesmo. Ficaremos com a sensação de que, no fim das contas, apesar dos soluços papaia, deu a lógica.
Minha aposta é em Norris. Mas eu gostaria que Verstappen fosse o campeão. Acho mais legal.


As combinações possíveis de resultados em Abu Dhabi são muitas, já falamos delas ontem, mas para resumir Norris precisa de um pódio para ser campeão. Se Verstappen for o segundo, Lando pode chegar em sétimo, desde que Piastri não vença. Agora, imaginem a situação, especulada ontem no mesmo FÓRMULA GOMES: última volta, Max em primeiro, Russell em segundo, Piastri em terceiro, Norris em quarto. Ou mesmo Piastri em segundo, qualquer um em terceiro, Norris em quarto. O que faz a McLaren?
Sim, manda Oscar parar o carro, e está certa. F-1 é esporte coletivo, também. Sempre digo: as ordens de equipe são, em 99% das vezes, uma chatice desnecessária, uma demonstração de poder de quem manda. Mas tem hora que é preciso. Se acontecer algo parecido domingo, às favas o pudor e as incensadas regras papaia. Vale taça.
Nas tabelas acima, nota-se também que a Williams garantiu o quinto lugar no Mundial — fantástico, tinha ficado em nono no ano passado com ridículos 17 pontos — e a Aston Martin subiu para sétimo, deixando a Haas para trás entre os Construtores. Cortesia de Alonso, que se vira como dá e segue na torcida para que Adrian Newey faça um foguete para o ano que vem. A equipe, a propósito, já marcou a apresentação do carro novo, assim como Red Bull e No Pix Damos Desconto. As datas estão aí embaixo.


A FRASE DE LUSAIL
“Pode ser. Acho que eles estão numa situação difícil, porque têm de tratar os pilotos de forma justa. Assim, podemos tirar vantagem disso. Deve estar sendo difícil para eles.”
Hannah Schmitz, estrategista da Red Bull

Foi da estrategista Hannah Schmitz a decisão de parar Verstappen no safety-car, mesmo observando que a McLaren não chamara Piastri para a troca de pneus. “Você tem certeza?”, me perguntaram. “E eu disse que sim. Quando vi que todos pararam, tive certeza de ter feito a coisa certa.” Sempre fica uma dúvida, claro, por maior que seja sua convicção. Estamos falando de decisões tomadas em questões de segundos.
Na frase destacada acima, um repórter tinha perguntado a Hannah se ela achava que a McLaren tinha optado por deixar seus dois pilotos na pista para não dar a impressão de que estava favorecendo um deles. Ela foi bem clara e sincera. É muito boa, essa moça. A Red Bull e Verstappen devem muito a ela.
O NÚMERO DO CATAR
7
…vitórias no ano tem Verstappen, o mesmo que Piastri e Norris. As outras duas desta temporada foram de George Russell, da Mercedes.
GOSTAMOS & NÃO GOSTAMOS
GOSTAMOS… do segundo pódio no ano de Carlos Sainz, que nas últimas sete corridas marcou 48 pontos. A arrancada se deu a partir do terceiro lugar em Baku. No mesmo período, seu companheiro Alexander Albon marcou apenas três. Mas está na frente no campeonato, 73 x 64. Importante, para a Williams, foi assegurar o quinto lugar entre as equipes, como já mencionado lá em cima neste rescaldão. Quem viu essa equipe no ano passado “definhando em nono”, como falou o chefe James Vowles, quase não a reconhece agora.


NÃO GOSTAMOS… do que disseram, primeiro, Gianpiero Lambiase (engenheiro de Verstappen); depois, Helmut Marko, o guru sem filtro da Red Bull. Ambos acusaram Kimi Antonelli de deixar Norris passar no final para prejudicar Verstappen, porque a McLaren usa motores Mercedes. Valeu o quarto lugar para Lando. Toto Wolff reagiu na hora e disse que, irritado, foi falar com “GP” — que teria pedido desculpas. A equipe emitiu uma nota se desculpando, também, porque a consequência da verborragia foi um ataque insano das milícias digitais ao jovem italiano — com ofensas homofóbicas, ameaças a sua família e coisas do tipo. Marko, porém, reiterou a acusação que não tem nenhum cabimento. É um idiota completo.
Na decisão de 2010, Alonso não parou durante o SC. Mas essa decisão foi a norma naquela corrida, não a exceção. Os candidatos ao título foram pelo mesmo caminho.
Eis que a própria McLaren diz que não mandou parar para não prejudicar Norris. Não era imaginação fértil e nem mesmo teoria da conspiração.
Onde Piastri foi tratado com justiça nisso? Poderia ter 7 pontos a mais…pontos estes que se somam com aqueles do GP italiano. A equipe não fez ele devolver a posição por um erro de pit? Agora cometem um erro proposital para não prejudicar o outro?
E ainda é capaz de ter que entregar posição ou, conforme dito no texto, parar o carro no último GP.
E ainda se dizem uma equipe que joga para os dois?
Eu duvido que a decisão fosse a mesma se Norris estivesse em primeiro.
Até em razão da minha mania de buscar respostas racionais para as tomadas de decisões durante a corrida, eu juro pelos meus filhos que a minha impressão da burrada cometida pela Mclaren era justamente um cuidado em “proteger” o Norris que talvez caísse da terceira para a quarta posição… e mesmo que o resultado final fosse Piastri em 1 e Norris em 4, é uma tremenda burrada, pois para o inglês seria mais confortável uma diferença menor de pontos para o australiano do que para o Max na última corrida. A dita filosofia papaya de não privilegiar um piloto tem alguns furos e na boa, eu não acho nenhum pecado a equipe ter a sua preferência, até pq o inglês é mais talentoso do que o australiano, mas o que enche o saco é o discurso de imparcialidade na disputa que não se prova verdadeiro na prática. Se o Max se tornar campeão será por méritos e talvez o mais significativo dos seus títulos, mas só foi possível pela postura papaya.
Eu concordo que o Norris ainda é o grande favorito na disputa, mas a lembrança do colega sobre o passado do A Stella leva a questão de como lidamos com o inevitável erro, aprendemos ou persistimos? Não parece que ele tenha aprendido…
Flávio,
A decisão de parar cabe exclusivamente a equipe?
Grandes pilotos teriam essa percepção que seria o momento correto e peitado a decisão da equipe e entrado nos boxes.
Max é o últimos dos pilotos com algum brio próprio e colhões na geração atual da F1.
Torcer para o título do Verstappen esse ano não era algo que eu esperava. O mesmo que, nos últimos 3 anos, embalou uma sequencia de 10 vitórias consecutivas e 21 pódios em uma temporada, agora, está tal qual equipe no rebaixamento da Série A fazendo contas e combinação de resultados para não cair.
O Andrea Stella tem um histórico antigo de decisões burras.
Além de Abu dhabi 2010, acho que ele também estava na Ferrari no tempo do “Fernando is faster than you”.
Ano passado, na Hungria, eles mandaram o Norris ceder a vitória para o Piastri, por terem chamado o Inglês para o pit stop antes do australiano.
O Norris estava em segundo no campeonato e reagindo em relação ao Verstappen, que perdia desempenho. Enquanto o Piastri estava bem atrás.
E fizeram a mesma bobagem em Monza este ano, mas com pilotos em posições invertidas.
São muito ruins de estratégia.
A equipe desaprendeu a vencer.
Que burrice da Red Bull dispensar o Tsunoda antes da última corrida que vai decidir o campeonato.
Só lembrar como o Pérez foi importante em 2021.
Já a McLaren conta com Dando Molis, PS3, Russel e Antonio L.
Amadorismo.
Os caras da Mercedes claramente não dificultarão para a McLren.
Não ajudarão a RBR de jeito nenhum. A rivalidade ainda ferve.
Nem deu tempo de agradecer Yuki TikTok por seus MUITOS radios eternos.
O olho clinico de Herr Marko gargalhou vendo o japones sofrer esse ano.
Sem reclamar uma so vez da incompetente equipe do Boi Vermelho.
Pobre Yuki…
Sentiremos falta, especialmente depois de batidas, erros e punicoes bizarras.
E mesmo assim ele ficara na frente de nosso lento Borto em 2025.
Ha coisas que so a Honda faz por voce.
Como Norris precisa praticamente fazer o “dever de casa”, chegar ao pódio não será nada milaculoso. Para mim o que pode acontecer é a Mercedes se enfiar no meio desta disputa.
Sobre Piastri ajudar Norris na situação do exemplo, acho aceitável e Ok, como você bem disse, está valendo o campeonato.
Vou ser uma voz dissonante e dizer que não acho que o erro da McLaren tenha sido crasso. Explico: olhando para trás, claro que foi um erro crasso. Mas o que você escreveu sobre a fala da Hanna mostra uma coisa interessante e que ficou como uma pulga atrás da minha orelha. Todos pararam! E nem a Hanna tinha certeza de que isso aconteceria. Isso também foi dito pelo Palmer (ou pelo Montoya?) na transmissão da F1TV. Se alguns outros carros — e nem precisaria de muitos — não tivessem parado e entrado entre o Max e os McLarens, não sei se o Max teria vencido. Ou seja, foi uma aposta que deu errado. Muito errado! Mas poderia ter dado certo se uns cinco carros mais lentos tivessem continuado e tentado dar o pulo do gato. Imagina o Alonso segurando a procissão? Na minha visão (lembrando que sou um fã sentado em um sofá e não um profissional na pista), seria mais racional a McLaren ter dividido a estratégia, parando um e não o outro. Mas… aí teriam as vozes que diriam que um foi favorecido em detrimento do outro. Enfim, eles estavam na posição de vidraça e o Max era a pedra de qualquer forma. Lembrou Abi Dabhi em 2021: e se o Hamilton tivesse parado e o Max não? O Max estava em uma posição ‘confortável’ para ver o que os outros fariam e reagir, ou não.
Eu acho que foi um erro crasso em razão das circunstâncias, SC no início da corrida que obrigatoriamente teria 2 paradas e no regime de SC perde-se menos tempo na parada. O caso de 2021 as circunstâncias eram bem diferentes, final de corrida com uma boa chance de terminar no regime de SC e um diretor de prova despreparado que não fez o básico…
Okay, concordo que as circunstâncias pediam a parada, mas se algumas equipes menores resolvessem apostar e mantivessem alguns carros na pista, as McLarens teriam se dado bem. A referência a 2021 foi pra chamar a atenção para o fato de que o Max estava em uma posição vantajosa, podendo reagir ao adversário, e não para comparar os supostos ‘erros’ de estratégia.
Desculpa mas que diferença ia fazer pras McLarens se o resto do grid tivesse parado? Ainda assim o Verstappen teria feito um pit stop perdendo muito menos tempo em relação aos papaias. Essa diferença não ia ser tirada pelos retardatários quando ele voltasse não.
A sua tese de alguns não pararem e se criar uma procissão que favorecia a Mclaren é correta, ainda assim eu acho que foi uma grande vacilada pelo receio de prejudicar o Norris que talvez poderia perder tempo em uma parada dupla, apesar do SC havia uma distância que na pior das hipóteses o deixaria em quarto. Apesar do discurso é claro que a equipe tem preferência pelo inglês – sem juizo de valor, apenas constatação – porém esse equilibrismo manco atrapalha a leitura do que deveria ser feito. Se a corrida terminasse com Piastri, Max, Antonelli e Norris seria melhor para o inglês, chegaria na última corrida com margem maior de pontos para o Max que é o seu principal adversário. Ao deixar de fazer o simples, acabaram prejudicando ele.
Imagina o que teriam feito com o Timo Glock em 2008, se as redes sociais estivessem no estágio atual.
Lamentável o que estão fazendo com o Kimi, já passou da hora do Marko se afastar.
Lando Noris é palmeirense e palmeirense não tem mundial. Logo, a disputa será entre Vestappen e Piastri
Excelente texto, como sempre.
O Helmut Marko já deveria ter se aposentado há tempos. Só fala besteira mesmo
Eu também gostaria que o Max Verstapen fosse o campeão. A dupla da MacLaren é muito sem sal
CQD
https://www.grandepremio.com.br/galeria/f1/piloto-b-mente-sul-americana-vezes-helmut-marko-passou-limites-declaracoes/
Se o raciocínio sobre os motivos da McLaren não parar forem estes ela merece perder o campeonato de pilotos. Norris já estava mais de três segundos de Piastri e dando uma segurada na entrada dos Boxes voltaria em terceiro, no máximo quarto e ainda haveria mais uma troca de pneus.
Falta uma bandeirada do Flavio para acabar o campeonato…será dada na semana que vem.
Eu acho que Max será campeão.
Fim de semana será tenso.
Preparem o milho de pipoca e o melhor lugar na sala para ver a corrida.
Queimadores de combustiveis fosseis, Queimadores das florestas amazonicas e Queimadores do filme do pais na quente e tecnobrega Belem,
E chegada a hora do fim do ano e de algo que nao mais teremos ano que vem.
Nada mais justo que agradecer os servicos prestados a nacao tropical varonil.
Obrigado Rede Band!
Colocou o tema da Formula Indy como tema da Formula 1.
E como nos ciclos de Nietzsche, agora a Formula 1 voltou a ser Formula Indy.
A formula da emocao!
Obrigado Sergio Mauricio, por dar voz ao pachequismo na era pos-Senna!
Como vosotros estariam torcendo pelo piloto 19o de 20 sem apoio moral?
Como aceitariam o vareio alemao 7X1 da Audi-Hulk sem a torcida digital?
Nao e a toa que os patrioticos pachecos pagaram seu salario, viralizaram seus comentarios e mantiveram seu nome entre os mais twittados em 2025.
Tambem sentiremos falta dos abracos para o Zezinho da farmacia.
Make Brazil Great Again!
Obrigado Regi, genio do comentario esportivo automobilistico tupiniquim!
Farao falta seus comentarios (mesmo aqueles estilo Joe Biden) diante dos ridiculos adjetivos de Everaldo e dos mediocres lugares comuns de Burti.
Sai da telinha para a historia. Curta a aposentadoria com um bom vinho.
Obrigado Mari Becker, por ter tomado tantos vinhos em Montecarlo com os famosos do grid, e por ter aturado todas as cortadas mansplanning de SM ao longo dos anos em meio as suas entrevistas-relampago com os pilotos.
Teremos que aturar ex-big brothers, ex-coaches, semi-celebridades, influencers fracassados e refugos de outras emissoras no seu lugar.
Outro bom vinho para voce.
Obrigado Max Wilson, por fazer na Rede Band o papel que Borto faz na Audi.
O de coadjuvante, regra 2, escada para o ator principal, no caso SM.
O que faremos sem ouvir “Monegato” e “HULLLLKENBEEEERG” em 2026?
Mais um vinho para a Rede Band.
Ah sim.
Landinho rapidinho precisa apenas subir ao podio (pela 15a vez) com essa bela e quase invencivel Papaya Racing do Papa Papaya Zak.
C’est fini mon ami. Sem #mimimi.
Vosotros aturaram Villeneuve campeao mundial. Torcem o nariz para Rosberg.
Choro e vaia nao pagam tarifas, nem ajudam Nicolas Maduro…
C’est la vie.
Tempo, senhor da Rede Band.
Quando o FG aponta um possível campeão… é hora de ficarmos à espreita.
Já que Max levou essa Doha, fica a pergunta final:
Quem vai Qatar?
Yabu Dhabi Doo…!
Tá vendo chupador, como o Dr. Helmut, você é um idiota completo …
Essa pista não é boa pra Red Bull. Se não me engano, foi dobradinha da Mclaren ano passado. Norris vai ser campeão.
Acho Verstappen Maia piloto, deve ganhar mais títulos, mas em função dessa versão Flávio Briatore envelhecida chamado Helmut Marki, vou torcer pelo Norris-Piastri, até porque acredito que será o único título desta dupla.
Se não fosse aquela frescurada do GP da Itália, Piastri estaria 10 pontos atrás e poderia ser campeão com uma vitória e Lando em terceiro