VI O SOL NASCER

Senti de verdade que o tempo parou, e se mo pareceu é porque eu queria mesmo que parasse. Queria que parasse, para que aquele amanhecer demorasse bastante para deixar de ser um amanhecer e virar dia. Queria que aquele amanhecer não terminasse nunca. Queria não ter outro dia. Queria só aquele amanhecer, não mais um dia. Queria que o sol me cegasse cada vez que entrasse na Curva do Sol, e fizesse o mesmo com todos nós que estávamos na pista. Só ali, na Curva do Sol, por breves instantes: uma piscadela, para nos cegar de novo na outra volta, e na outra e na outra; mas só ali, com o dia amanhecendo.
Trechinho da minha newsletter desta semana. O texto na íntegra está aqui.
Poesia ! Perfeito!
Pena que a curva do Sol foi invertida em 1990….
Mais um texto sensacional, obra de quem tem talento e um enorme amor pelas corridas…
Já ouvi uma versão da história sobre os nomes das curvas, que em priscas eras, a chamada Curva do Sargento, foi assim denominada, por haver, nas corridas, estacionada bem próxima dela, uma rádio patrulha… mas não sei a origem da versão, e nem se é verídica.
Parabéns Flavio!
Viva o FLÁVIO
FLAVIO na Globo !
FLÁVIO pra Presidente !
Legal Flavinho, dividimos a pista no mesmo instante, inclusive disputamos posição, eu estava no volante do Sandero, 27, nesse momento. Parabéns pela prova!!!
Que legal, que legal! Tô vendo aqui, vocês andaram um pouco menos que a gente, devem ter tido algum piripaque. Mas chegaram ao fim. De Sandero! Sensacional! Parabéns!
tirando que perdemos uma roda durante a prova, perto do final nossa embreagem quebrou e tivemos de abandonar
Ah, não… Mas Mil Milhas é assim. Voltem mais fortes no ano que vem.