O PEQUENO PESCADOR (3)

O gesto de Antonelli imitando Usain Bolt: nova marca registrada?

SÃO PAULO (chega suado e veloz do batente…) – Kimi Antonelli fez história de novo. Adoramos escrever “fez história”. Quando a história é efetivamente feita, claro. No caso, a história do moleque é essa: tornou-se o mais jovem líder de um Mundial de F-1 desde os tempos dos dinossauros. Aos 19 anos, 7 meses e 4 dias de tenra idade, o italiano da Mercedes assumiu a ponta da classificação ao vencer o GP do Japão, em Suzuka. Foi sua segunda vitória na carreira, a segunda seguida.

E vamos logo passar a régua nos números e nas façanhas do menino para não esquecer nada. O recorde anterior de liderança precoce pertencia desde 2007 a Lewis Hamilton, que com um segundo lugar na Espanha pulou para o primeiro lugar no campeonato com 22 anos, 4 meses e 6 dias de vida. A vitória no Japão levou Antonelli aos 72 pontos, contra 63 de seu companheiro George Russell, quarto colocado na corrida da madrugada. Kimi deu à Itália duas vitórias seguidas pela primeira vez desde 1953. Isso mesmo, 1953, ano em que a rainha Elizabeth foi coroada, a Petrobras foi criada e a TV Record foi fundada. Pelé jogava bola no Baquinho de Bauru, faltavam quatro anos para a URSS lançar seu primeiro satélite ao espaço e o homem só chegaria à Lua 16 anos depois. Em 1953, Giuseppe Farina venceu o GP da Alemanha e na corrida seguinte, na Suíça, a vitória foi de Alberto Ascari. Depois disso, nunca mais a Bota comemorou dois triunfos consecutivos na categoria.

O pódio em Suzuka: McLaren, Mercedes e Ferrari

A terceira etapa do Mundial teve no pódio, junto de Antonelli, o australiano Oscar Piastri, da McLaren, e o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari. A Mercedes venceu todas as corridas do ano até aqui, incluindo a Sprint da China. Assim, lidera entre as equipes com 135 pontos. A Ferrari é a segunda colocada com 90.

A vitória de Antonelli, quando se olha para a classificação final da prova, foi bem tranquila. Ele recebeu a bandeira quadriculada 14s antes de Piastri. Mas o início não foi dos mais sossegados. Os dois carros da Mercedes, que estavam na primeira fila pela terceira vez no ano, largaram como se seus pilotos tivessem engatado a quarta marcha, em vez da primeira. Já tentou sair do lugar em quarta? Pois é.

(Claro que a pergunta é direcionada a motoristas que ainda engatam marchas manualmente. Como nunca tive carro automático, parto do princípio — equivocado — de que todo mundo sabe o que é alavanca de câmbio, engatar marcha, pedal de embreagem. Mas quase todo mundo hoje prefere carro automático, já há mais de uma geração que só sabe o que é D, P e R, uma chatice inventada por brasileiros, inclusive, e adotada muito rapidamente pela indústria automotiva estadunidense. Por isso, inclusive, sempre atribuí à burrice dos americanos a popularidade do câmbio automático, um troço mais chato, inclusive, do que escutar o Luciano Burti falando de macarrãozinho. A propósito, ele falou, hoje? Não assisti pela Globo. Não deve ter falado, porque ninguém teve problema de pneu.)

Início de prova: dupla da Mercedes despenca após má largada

A largada anêmica dos mercêdicos empurrou Antonelli para sexto e Russell, para quarto. Piastri e Leclerc vieram como dois foguetes e assumiram as duas primeiras posições. Gabriel Bortoleto caiu de nono para 13º e seu companheiro Nico Hülkenberg, de 13º para 19º. A Audi, histórica rival alemã da Mercedes, resolveu largar tão mal quanto.

A dupla que estava na primeira fila, então, teve de começar a remar para recuperar o que havia perdido com a partida vagarosa. Decidido, seu Jorge passou Lando Norris e Chaleclé e na quarta volta se colocou em segundo, enquanto Kimi sofria um pouco mais, empacado na quinta colocação. Era o melhor cenário do mundo para o inglês. Quando seu companheiro conseguisse se livrar dos chatos à sua frente, ele já estaria bem distante, podendo controlar o ritmo da corrida.

No fim da oitava volta, Russell foi buscar a liderança e passou Piastri na chicane, aquela chicane onde Senna blá-blá-blá. Mas, com menos bateria, foi repassado pelo tagarela maclariano no fim da reta dos boxes. O que havia funcionado contra Norris e Leclerc não se repetiu com Oscar. Paciência. Charlinho, Landinho e Kimi, o italianinho, vinham um pouco mais atrás, os três colados, mas evitando tentativas suicidas e/ou condicionadas pela energia disponível que os painéis de seus carros indicavam. Isso quando a corrida já atingia sua primeira dezena de voltas.

Antonelli finalmente deixou Norris para trás no fim da volta 11, assumindo a quarta colocação. Lando não deu o troco. Piastri, Russell, Leclerc, Antonelli, Norris, Hamilton, Pierre Gasly, Max Verstappen, Esteban Ocon e Arvid Lindblad eram os dez primeiros na volta 14. Gabriel aparecia em 14º.

(Verstappen é aquele mesmo, tetracampeão mundial e melhor piloto do planeta na atualidade. Mas ele largou em 11º e está de mal com a vida. Por isso, mal será mencionado no relato de hoje. E porque não fez nada de muito espetacular, mesmo, exceto insinuar, mais uma vez, que ninguém deve se espantar se ele desaparecer de repente e começar a postar fotos fazendo trilhas no Nepal ou dando a volta ao mundo numa Kombi.)

Verstappen após a corrida: deixando a F-1?

A McLaren surpreendia com Piastri na ponta. Depois do ioiô na oitava volta contra Russell, ficou com o “iô” definitivo e abriu mais de 1s3 sobre o inglês da Mercedes. Novo troca-troca aconteceu na volta 16, quando Antonelli passou Leclerc na mesma chicane e perdeu a posição de novo no meio da reta, com menos bateria que o monegasco. Ficou tudo como estava, Charles em terceiro, Kimi em quarto.

Na volta 17, Norris parou para trocar pneus, abrindo a janela de pit stops. Todos tinham largado com médios, exceção feita a Bottas, que escolheu os duros. A tática era padrão: uma parada, tirar os médios e colocar os duros (ops!) e seja o que a Pirelli quiser. Leclerc foi chamado na 18ª. Piastri, na 19ª. Russell e Antonelli, assim, ficaram em primeiro e segundo – suas posições naturais em 2026. George tinha 3s de vantagem sobre o companheiro de equipe.

Oscar voltou em sexto, com Leclerc em sétimo e Norris em oitavo. Ninguém podia perder muito tempo, porque os dois carros da Mercedes, de cara para as cerejeiras floridas, tendiam a abrir do resto do pelotão, para tentar voltar de seus pit stops na frente de todo mundo. Era o que indicava a lógica. George parou na volta 21. Não conseguiu, porém, ganhar a posição de Piastri no box e voltou atrás dele. Aí, sua sorte começou a mudar de vez. Na hora em que saía dos boxes, Oliver Bearman bateu. O safety-car foi acionado. Antonelli, que assumira a liderança quando Russell parou, foi chamado para trocar seus pneus. Hamilton e Gasly, segundo e terceiro, também foram para os boxes. Todos se deram muito bem. Lewis ganhou duas posições, nessa brincadeira. E Kimi se manteve em primeiro.

O acidente de Bearman foi muito violento. Ele se deparou com Franco Colapinto num trecho de alta velocidade, antes da curva conhecida como Colher, e o argentino perdeu potência de repente, por causa do diabo da bateria descarregada. O inglês da Haas jogou o carro na grama para não encher a traseira da Alpine, perdeu o controle e foi direto numa barreira de pneus. Saiu mancando do carro. A equipe, mais tarde, informou que ele não quebrou nada e só teve uma contusão no joelho. A FIA disse que Franco estava a 174 km/h. Bearman, a 262 km/h. O impacto foi equivalente a 50G. “Isso vai acontecer direto”, alertou Carlos Sainz, da Williams. “Tem gente que está achando legal. Não, não é legal.”

Parabéns a quem inventou esses motores de merda. Quando morrer alguém, vão chorar no caixão.

Russell, pelo rádio, lamentou seu azar. “Vejam, tenho sido extremamente desafortunado nas duas últimas corridas. O safety-car foi acionado justo quando eu saía dos boxes após a excelente troca dos pneumáticos de meu carro. Por isso meu jovem companheiro pôde parar sem perder tanto tempo, com a bandeira amarela que nos alerta sobre perigos na pista. Bafejado pela sorte, o bambino. Bambino é garoto em italiano, não? Tenho aprendido algumas palavras em italiano, acho simpático para conversar com ele e sua simpática mamma. Kimi é um bom menino e tem uma família ótima. Ah, se eu tivesse esperado mais uma volta… Mas como saber, não é mesmo? É impossível adivinhar o futuro. By the way, quem foi que bateu?” “Ollie”, respondeu alguém. “Oh, Ollie… Outro jovem. Impetuoso, destemido. Espero que esteja bem. Mas precisa dar um jeito naqueles dentões. Vocês sabem, piloto de F-1 tem de zelar pela boa aparência. Nem todos têm olhos azuis como bolas de gude e cabelos naturalmente ondulados como os meus. Precisam de uma ajudinha, se é que me entendem. Eu indicaria a ele um bom dermatologista para ver aquela acne, também.” “Do que ele está falando?”, perguntou Toto Wolff. “Espinhas”, respondeu o engenheiro.

Safety-car na pista: Antonelli, de repente, vira líder

O safety-car saiu no fim da volta 27 com Antonelli, Piastri, Russell, Hamilton, Leclerc, Norris, Gasly, Verstappen, Liam Lawson e Bortoleto nas dez primeiras posições. O brasileiro também tinha parado sob bandeira amarela, galgando alguns postos. Na relargada, Lewis atacou Russell e passou o desafortunado dos olhos de bola de gude, assumindo o terceiro lugar e partindo para cima de Piastri. Antonelli, esperto, escapou na liderança.

No passa-e-repassa mais para o meio do pelotão, Bortoleto foi superado por Ocon e Hülkenberg, mas Hulk ficou sem bateria depois de passar o brasileiro. Enquanto procurava o carregador, foi ultrapassado pelo companheiro, por Isack Hadjar e por Lindblad. Aí carregou a bateria e repassou o estreante da Pode Parcelar em Três. Aquelas coisas desta F-1 mezzo elétrica, mezzo turbo: passa, descarrega, é ultrapassado, carrega de novo, passa outra vez e beleza, vamos em frente que atrás vem gente.

Na altura da volta 35, a 18 do final, Russell já se convertera em decepção do dia, encaixotado entre Hamilton e Leclerc na quarta colocação sem conseguir atacar a Ferrari #44. Suzuka se mostrava uma pista difícil de ultrapassar com qualquer regulamento. O tal do botão de ultrapassagem não estava servindo para nada. O “boost”, outro botão introduzido neste ano, tampouco. Aliás, essas duas novas bossas do regulamento de 2026 foram relegadas à indiferença tanto da transmissão da TV nas informações disponíveis na tela, quanto dos narradores e comentaristas britânicos da F1TV – vou lembrar que assisti à prova no aplicativo, obviamente, ou seja, vou te dizer que não vi na Globo.

Leclerc insistiu, insistiu e acabou passando Russell na volta 37, partindo para cima de Hamilton. George, efetivamente, vivia um domingo pouco auspicioso depois da infelicidade no pit stop. Antonelli, por sua vez, tinha desaparecido na frente com a segurança de um veterano. Parecia ter 19 anos de F-1, não de idade.

Hamilton e Leclerc, entrando na reta final da corrida, travavam a briga do momento. Valia pódio. Chaleclé atacou o parceiro no fim da volta 41. Não conseguiu. Chegaram a se tocar. Nos “esses” de alta, arriscou e passou. Foi a ultrapassagem mais bonita do dia. Russell se animou um pouco, viu como o monegasco tinha feito e, na volta seguinte, fez o mesmo. Passou Lewis e foi para quarto.

Na volta 51, George passou Leclerc e Norris passou Hamilton. Metros depois, Leclerc passou George e Hamilton passou Norris. No Reino Divino das Baterias, São Duracell celebrou com Santa Ray-O-Vac o sucesso de seu rebanho. A satisfação só não foi plena porque Lando insistiu e, na volta seguinte, ganhou a quinta posição do inglês da Ferrari.

Antonelli, Piastri, Leclerc, Russell, Norris, Hamilton, Gasly, Verstappen, Lawson e Ocon foram os dez primeiros. Bortoleto viu a quadriculada em 13º. Kimi, na primeira entrevista pós-vitória, reconheceu que sua largada foi “desastrosa”, disse que “é cedo para pensar em campeonato” e admitiu que teve sorte no safety-car. “Mas o ritmo depois disso foi incrível”, derreteu-se, enamorado do W17. W17 é o nome do carro da Mercedes.

A categoria agora faz uma pausa forçada de mais de um mês. As corridas do Bahrein e da Arábia Saudita, marcadas inicialmente para 12 e 19 de abril, foram canceladas por causa da guerra deflagrada pelo lunático Donald Trump contra o Irã, em conluio com os assassinos do governo israelense. A temporada será retomada no começo de maio, com o GP de Miami – segunda etapa com Sprint do ano.

ATRASO – O GP do Japão começou com dez minutos de atraso por causa de um acidente feio na preliminar da Porsche Cup. Um carro decolou no outro, levantou voo, arrebentou o alambrado e quase caiu em cima de torcedores. Felizmente o piloto não se machucou. Mas a proteção teve de ser refeita, o que demorou mais do que se esperava.

Alonso: levou a carroça até o final

TERMINOU – Registremos a alegria de Fernando Alonso, que terminou a primeira corrida do ano pela Aston Martin. O espanhol, que se tornou pai de um menino na semana passada, falou que a equipe vai levar umas dez corridas para resolver seus problemas. Esforçou-se para levar o carro até o fim. Tem sido muito profissional e evita criticar a Honda ou o time. Mas dificilmente segue a carreira no ano que vem. Vai fazer 45 anos em julho. Não tem mais idade para ficar se arrastando numa cadeira elétrica de uma F-1 que considera desagradável. “Ninguém precisa ter nenhum talento especial. Hoje você vem numa velocidade, o carro da frente diminui de repente porque acaba a bateria, e aí ou você se arrebenta na traseira do cara, ou passa ele. Isso é manobra evasiva, não ultrapassagem”.

Boné da Audi salvo na Globo: agradecimentos no guichê ao lado

SOS BONÉS – Peguei o finalzinho da transmissão da Globo e não pude deixar de notar que o cinegrafista, hoje, não cortou o logotipo do boné de Bortoleto. Antes tarde.

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Marcelo Duarte
Marcelo Duarte
2 meses atrás

Mas o seu Jorge carrega um azar na carreira, hein. Na Williams foi aquela demora pra pontuar, aí chegou na Mercedes e “na minha vez, c*garam no carro”, e agora que tudo indicava que a taça viria fácil, aparece o Kimi engrossando o caldo…

Sebastian Koerk
Sebastian Koerk
Reply to  Marcelo Duarte
2 meses atrás

Jorge é cagado de urubu

Carlos
Carlos
2 meses atrás

Existem dois caminhos para salvar a temporada de 2026 em termos de emoção. A primeira é uma alteração significativa no regulamento de forma a proporcionar uma aproximação no desempenho das equipes. A segunda é termos um embate doméstico na Mercedes. Ao menos nos números, pois a dupla Russel e Kimi não tem o mesmo apelo dramático que pilotos como Senna, Prost, Hamilton, Alonso e Rosberg.

Fabio Ribeiro
Fabio Ribeiro
Reply to  Carlos
2 meses atrás

Oi Carlos, você está invertendo a relação causa-efeito. Senna, Prost, Hamilton, Alonso e Rosberg só ganharam “apelo dramático” depois de seus embates na pista, só se tornaram os grandes pilotos que são por causa dos embates. Então existe sim uma chance desse embate que se configura entre Russell e Antonelli tornar-se dramático e memorável, e mudar esses pilotos de patamar.

(é claro que toda a celeuma em torno dos regulamentos vai interferir nisso também)

José
José
2 meses atrás

Flavio, se o Burti falou macarrãozinho, não posso te confirmar pois peguei no sono em alguns momentos… mas lamentavelmente eu ouvi durante a classificação, chamarem os pneus soft de “pneus fofinhos” e no grid antes da corrida, quando mostraram o carro do “brasileiro Gabriel Bortoleto” ainda coberto, Burti disse que o carro estava “nanando”… é de cair o cu da bunda. Eu já achava ridículo os apelidos que o Sérgio Maurício colocava nos pilotos, mas essa linguagem infantil é tratar o telespectador como imbecil, incapaz de entender um termo técnico simples. É ridículo.

Jader
Jader
Reply to  José
2 meses atrás

Eu vi essa vergonha alheia do carro ‘nanando’ também.

O pré corrida feito pelo sportv e globo, fiquei alternando entre um e outro, é deprimente. Melhor nem fazer. Mariana Becker e o Courrege falando abobrinhas pra encher linguiça é triste. E com diferença de alguns minutos, apareciam tanto na globo, quanto no sportv.
Comecei a ver a transmissão da corrida pela globo, por causa do Everaldo Marques, depois de meia hora mudei pra Sportv, porque os comentaristas são melhores e o próprio narrador é mais comedido. O Everaldo ainda tá se habituando, eu acho, parece afobado e quer passar milhares de informações sem parar.

Sobre a corrida, não achei essa desgraça toda que o pessoal fala nos comentários. As ultrapassagens são meio fake mesmo, mas também eram com a asa móvel ano passado. Pode ser melhorado, foram os primeiros meses das novas regras. Não é o fim do mundo também.

Mas não é só a globo que faz palhaçadas na pre prova, o pessoal da F1 também fez umas, como aquela apresentação sem noção de uma banda de rock, que durou segundos e parece só encheção de linguiça também, uma dancinha com moças japonesas vestidas todas iguais, o pessoal do filme Super Mario (é marketing, eu sei)…

A F1 está virando um simples entretenimento e perdendo o foco no esporte. Não que não fosse antes, mas agora me parece exagerado.

Luiz
Luiz
Reply to  José
2 meses atrás

Talvez por estarem querendo agradar a geração TIKTOK. Verdadeiros fâs de F1 não aceitam essas coisas. MAs lembre que apelidos sempre fizeram parte, como Escocês Voador, por exemplo!

José
José
Reply to  Luiz
2 meses atrás

Ok, Luiz, mas “Escocês Voador”, “Leão” ou “Iceman” é muito diferente de “Jorjão da Massa” ou “Monegato”, né?

Luiz
Luiz
Reply to  José
2 meses atrás

Sem dúvida! O que eu quis dizer é que apelidos sempre fizeram parte…não os ridículos do ex-funcionário do SporTV.

Paulo Leite
Paulo Leite
Reply to  José
2 meses atrás

Apenas FG possui autorização para colocar apelidos, como não lembrar de: Divide em 10, Débito ou Crédito, Gola Profunda, Labubu da Formula 1…o que será Labubu ?

Wbj
Wbj
2 meses atrás

A pergunta que nao quer se calar: que mato esses caras fumaram la atras pra terem criado esse regulamento esdruxulo sem pé nem cabeça ? E o pior: quem validou essa mherdah ?

Luiz
Luiz
Reply to  Wbj
2 meses atrás

Quiçá muito Red bull!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Paulo Leite
Paulo Leite
2 meses atrás

Manchetes após o GP do Japão de domingo.

Manchete 1:

Em entrevista à DAZN, Toto Wolff elogiou as mudanças recentes na Fórmula 1 após o Grande Prêmio do Japão. Segundo ele, o novo cenário deixa as corridas mais estratégicas e emocionantes, com maior foco na gestão de energia ao longo das provas.

Comentário 1: O jovem Lobo da Mercedes conseguiu o milagre de dizer o certo no modo errado.

Desde a primeira corrida de F1 que toda corrida é estratégica, como qualquer corrida. Porque piloto que se preze sempre se preocupa, estrategicamente, com desgaste de pneu, de combustível, de óleo, de freio, de caixa de mudança, da pista, do tempo, com o sol na cara, com o carro da frente, com o carro de trás, com a pressão do turbo, com o bico do injetor, com os respingos de óleo na viseira.

Em nenhuma época existiu estratégia de piloto acelerar o carro de pé embaixo em prise até a última volta. Isso não existe

O velho Lobo esqueceu ou fez que esqueceu de comentar que nenhum regulamento, até o deste ano, obrigou piloto nenhum a levantar o pé do do pedal acelerador na reta para ir mais rápidos na curva. Nem sabemos com certeza se esses carros tem pedal ou joystick, chamado de manche em Campina Grande.

Manchete 2:

“A Fórmula 1 está mudando. Está se tornando corrida pura. Ver um piloto recarregar a bateria enquanto o outro a utiliza é muito emocionante. Não é tão fácil quanto era antes”, afirmou Wolff.

Comentário 2: Desta vez o Lobo da Mercedes se superou no quesito otimismo. Quem se excita com corrida de F1 pura, sem artifícios, ao assistir usar enquanto outro recarrega as baterias.

Manchete 3:

Diálogo do outro mundo entre Lewis e o engenheiro de corrida Santi nas voltas finais do Japão:

“Lewis: Ei Santi, diga lá coração, como faço para alcançar Piastri ? Ele tá indo embora nas retas.”

Santi: “Tá fácil demais, colega, basta levantar o pé do acelerador em 15% na curva 6 que conseguirá mais força da bateria pra chegar nele”.

Comentário 3: Sem comentários, temos aí definição ideal do que é a F1 2026.

Paulo Mendes
2 meses atrás

“Pra não dizer que não falei das flores”

… Chega suado e veloz do batente
E traz sempre um presente pra me encabular
Tanta corrente de ouro, seu moço
Que haja pescoço pra enfiar

Last edited 2 meses atrás by Paulo Mendes
Felipe Sangali
Felipe Sangali
2 meses atrás

Ainda bem que ainda temos pessoas como você, um dos poucos a colocar o dedo nesta ferida!
Não, não está legal!
E acima de tudo está perigoso!
Um grande abraço!

Adriano
Adriano
2 meses atrás

Impressiona o número de “comentadores” dizendo que “acabou”, “Não assisto mais à F1”, e coisas do tipo! Bobagem! Na próxima corrida, estarão todos aqui de novo! Sim, o novo regulamento é uma bosta, “artificial” (como se os DRSs da vida não fossem), ou seja lá o adjetivo que quiserem usar. Sim, preferíamos um V10, ou um V8 que fosse, com ronco de verdade e disputas na freada, mas alguém aqui vai me convencer de que não ficou se contorcendo no sofá com a briga de Leclerc e Hamilton, ou que não achou bacana que o menino Kimi tenha caído para sexto na largada e tenha recuperado depois e brilhantemente vencido a prova em cima de um Piastri que correu muito bem a sua primeira prova do ano? Se tem uma coisa que aprendemos (ou deveríamos ter aprendido), é que a F1 é uma constante evolução. Daqui a 6 meses, ou um ano, as ultrapassagens serão menos “artificiais” (seja lá o que isso queira dizer). Para aqueles que se dizem “velhos de guerra” e “saudosistas”, lembrem-se que TODO início de regulamento a galera cai de pau na novidade da vez: motor traseiro, carros com asas, turbo, DRS, halo, etc, e depois de algumas provas ou campeonatos, todo mundo volta a assistir como se tivesse sido assim a vida toda. Amamos esse esporte e ele vai continuar sendo a F1, ou seja, um campeonato de construtores (principalmente) e de 22 pilotos que vão se estapear para ficar no topo.

Fernando
Fernando
Reply to  Adriano
2 meses atrás

Falou tudo. Pessoal aqui é “purista” demais. Regulamentos vão e vem, pessoal reclama, a F1 se adapta, é assim desde sempre. Os fãs também acabam se adaptando.

Last edited 2 meses atrás by Fernando
Carlos Frederico Pereira da Silva Gama
Reply to  Adriano
2 meses atrás

Miguxo,

Antonelli venceu gracas ao Safety Car. A unica ultrapassagem de verdade desse GP. “Undercut”.

Tempo, senhor dos carregadores de baterias eletricas

Adriano
Adriano

Ok, Mala! Pare de assistir então e não encha mais nosso saco.

O Cítrico
O Cítrico
Reply to  Adriano
2 meses atrás

A “galera” pode ter caído de pau a toda mudança, mas foi a única que eu achei realmente merda em mais de 35 anos que eu vejo F1. Vou parar de ver? Provavelmente não. Mas que tirou um pouco o prazer, tirou sim

Adolfo Bras
Adolfo Bras
2 meses atrás

Sem dúvida alguma, assustador o acidente do Bearman… A parada no calendáio, mesmo que não intencional, vai ser providencial para se pensar em alguma solução para que esse tipod e situação não venha a ocorrer novamente… Particularmente, não sei se tem como resolver assim em pouco mais de um mês (mas, bom, isso sou eu, professor de História que não entendo nada de mecânica… kkkkkkk)…

De resto, corrida morna que demonstrou a superioridade da Mercedes e a capacidade de desenvolvimento da McLaren… Além da Ferrari, continuando bem no campeonato…

Sobre Verstappen resmungando, dando piti com jornalista e exigindo a retirada da coletiva (UM ABSURDO!!!), ameaçando abandonar a F1 e etc… Bom, me pergunto se ele faria o mesmo (do jornalista acho que faria, infelizmente) se estivesse a frente no campeonato, com um carro dominante… Provavelmente não…

Barreto
Barreto
2 meses atrás

O burocrata que fez este regulamento não deve entender muito de corridas de automóveis.
O cancelamento da prova ärabe foi providencial, pois aquele circuito super veloz e cheio de pontos cegos com estes carros que de repente “morrem” seria muito mais perigoso.

André Luiz
André Luiz
Reply to  Barreto
2 meses atrás

Nikolas Tombazis nunca fez grande coisa na Ferrari. Claro que não faria um grande regulamento…

Gabriel
Gabriel
2 meses atrás

Parem de reclamar.
O novo mundo é assim e ponto final ( gostem ou não, os incompetentes e os idosos )
Ultrapassagem é ultrapassagem, não tem essa de natural ou artificial.
Tem é, competência ou não para retomar o lugar. ( E se é tão artificial, por que não ocorre a corrida inteira ??? )
A F1 está sensacional, tanto que no pódio tinha piloto de 3 equipes diferentes..
O que prova que não teremos o marasmo de só 1 equipe estar em todos os pódio.
Parabéns a Fia pela novas regras.
Quanto ao caso Colapinto/ Berman
É só colocar as mesmas regras da classificação. (Quem esta lento, sai do caminho para não atrapalhar)

Luiz
Luiz
Reply to  Flavio Gomes
2 meses atrás

Cretino tipo desrespeitoso!

José
José
Reply to  Gabriel
2 meses atrás

Se você pintar 20 caracóis de cores diferentes e colocá-los pra andar juntos, pela sua lógica então, não é um marasmo, já que “3 caracóis de ‘equipes’ diferentes”… emocionante, não?

Luiz
Luiz
Reply to  Gabriel
2 meses atrás

Com licença, idoso é o diabo que te carregue, como se dizia antigamente!

Danilo
Danilo
Reply to  Gabriel
2 meses atrás

É um desperdício vc trazer esse conhecimento nesse espaço, vc é um gênio, trouxe a solução para a preocupação e discussão dos pilotos, engenheiros, dirigentes e técnicos da FIA…, como ninguém pensou nisso antes… cara vc é pica, o fodão do bairro peixoto, tenho certeza que um e-mail para a FIA sera suficiente para eles perceberem que vc é um tremendo talento que estava escondido. Vc é indispensável para o automobilismo.

Alberto Silva
Alberto Silva
Reply to  Gabriel
2 meses atrás

Vai ver corrida de carro de choque!

LeidoJr
LeidoJr
2 meses atrás

Correndo o risco de ser mal interpretado, mas foi bom esse acidente do Bearman. Ainda bem que nada grave aconteceu com ele. Mas o ocorrido serviu para abrir os olhos da FIA. Se fôssemos para a “pausa forçada” com tudo como estava, a chance da FIA se fazer de doida e aplicar mudanças mínimas seria enorme. Agora não há mais como esconder, o perigo tá aí e algo precisa mudar urgentemente.

O Cítrico
O Cítrico
2 meses atrás

O absurdo do acidente (na onboard do Bearman parecia que Colapinto tava quebrando) ofuscou outro absurdo.

No replay da largada mostraram que o tempo de reação do Antonelli foi MELHOR que o do Piastri (um pentelhésimo, mas melhor). E o resultado foi aquele medonho.

IRIO
IRIO
2 meses atrás

Triste despedida. Infelizmente acabou, assisto F1 desde 1974, quando tinha 6 anos. Torcia para o Emerson, supermercados não tinham sacolas plásticas, eram de papel. Cortava elas com uma tesoura e fazia uma fenda, uma viseira, colocava na cabeça e era meu capacete. Subia no meu triciclo de metal e andava pela minha humilde casa, fazendo curvas igual ao Rato…ví de tudo, vitórias, campeões morrendo de forma tosca pelo despreparo da época. Quando mudaram para os híbridos, com o barulho de liquidificador, relevei porque eram ” ecologicamente corretos” . Hoje, 2026, temos combustíveis sintéticos, mas os V8 e V10 não voltaram e não voltarão. Despedida porque hoje no Japão aconteceu um acidente porque um piloto estava 100km/h a mais que o outro…sem o ronco de antigamente e com esse regulamento patético. Sabe o que parece? Uma guerra, onde idosos no ar condicionado, comandam jovens que se matam sem nem saber o motivo. Quando a F1 voltar, se ainda estiver vivo, vou assistir novamente e serei muito mais feliz. Foi um prazer te acompanhar Flávio. Até mais

Wbj
Wbj
Reply to  IRIO
2 meses atrás

Assisto F1 tbem desde 74…lembro-me de Watkins Glenn…nao consegui assistir corrida ou treino algum esse ano. Em nome da lacraçao destruiram com esse esporte e espero que consigam em breve consertar essa monumental e perigosissima k-ghada para que a F1 volte a ser o que era antes.

Luciano Basso
Luciano Basso
2 meses atrás

Flávio, alguém da Globo te lê… Além de mudarem o enquadramento eles mudaram de vocabulário. Saiu macarrãozinho e repetiram um milhão de vezes “graining”…

Hilton Vaz Pezzoni
Hilton Vaz Pezzoni
2 meses atrás

Fiquei acordado. F1 me deu sono com essas “disputas” sem sal.
Baterias ainda sao feitas de sal ?

Ed Binotto
Ed Binotto
2 meses atrás

Ridículo. Carro anti piloto talentoso. Nivelou a F1 pelo carro exclusivamente. Se o cara nao pode atacar a curva ele nao fez diferença no conjunto. Ridículo.

Sebastian Koerk
Sebastian Koerk
2 meses atrás

Vou dizer o meu escolhido pra 2026 FLÁVIO!!!!
é um questão de lógica.
Se é pra ser melhor, novas regras, nova realidade e tal meu preferido será(ão): ANTONIELLE, PIASTRI e LECREC!!!
que estes vençam todas as corridas poles podios e sprnts e o resto que se danem, que fiquem chupando o dedo, que se contentem com migalhas.
FLAVIO em 2026 tem que ser assim!!!
ou vai ou racha…

Edison
Edison
2 meses atrás

Até agora nao assisti nenhuma corrida, estou acompanhando o campeonato aqui pelo blog, pelo visto não perdi nada .
Cagaram legal os motores….

Fabio Burian
Fabio Burian
2 meses atrás

Flavio

Vc e um expert. O que vc acha desse novo regulamento?

Eu assisto faz 40 anos. E eu acho pessimo. Em varias coisas. E fatalnente ira machucar alguem feio.

Em nome de ultrapassagens fake destruiram a F1. Estou bem descontente.

O que vc pensa? Como expert e piloto dos bons

Fabio Burian
Fabio Burian
Reply to  Flavio Gomes
2 meses atrás

Sim. Eu vi os videos e leio todos os textos. Talvez tenha me expressado mal.
Eu quis dizer frente a este acidente. Se algo deve ser feito.

PRNDSL
PRNDSL
2 meses atrás

Flávio, se os GPs do Qatar e Abu Dhabi forem também cancelados (o que eu acho bem provável) , você acha que a F1 decidirá isso antes de novembro? (Tipo GP do Brasil).

Marcelo
Marcelo
2 meses atrás

Os motores a combustão de 2026 tem menos potência do que os do ano passado ou são “apenas” limitados para forçar o 50 / 50% entre combustão e elétrico ?

Marcelo
Marcelo
Reply to  Flavio Gomes
2 meses atrás

Então para resolver o problema seria “apenas” admitir a besteira que fizeram e liberarem a potência do combustão e reduzir a importância da parte elétrica? Seria simples assim ?

Mario Henrique
Mario Henrique
2 meses atrás

Classificação ruim de ver, corrida pior ainda. Acidente muito perigoso com o Bearman. A disputa essa fake demais. Comprei ingresso pro GP Brasil, já tô arrependido.

Diego Monteze
Diego Monteze
2 meses atrás

É deprimente assistir às corridas hoje. Fiquei acordado até às 2h10 e não precisou de muito para que eu me arrependesse.

Desde a largada a corrida já é deprimente. Fico imaginando a impressão de amadorismo que alguém que não conhece a F1 – vindo de Marte – tem ao ver aquela largada cheia de problemas. Como que um conjunto de carros onde deveria ser a Meca do automobilismo, simplesmente não consegue sair do lugar ao apagarem as luzes vermelhas?

A única coisa boa pra quem quer emoção são as milhares de ultrapassagens na corrida, por conta de carros brochas, favorecendo os DUELOS.

Que loucura fizeram com a F1.

Leandro Almeida
Leandro Almeida
2 meses atrás

“Manobra Evasiva”: o que de mais relevante foi dito (não o que aconteceu) no fim de semana de Suzuka. O acidente foi feio. E poderia ser ainda mais. Precisam rever isso urgentemente. A pista japonesa é muito exigente. Foi muito significativo ver a McLaren andando bem e a Ferrari não ficando pra trás. Mas a tônica da corrida foi dada pela largada engazopada da Mercedes e pelo Safety Car (no Sportv falam assim; na Globo, teve uma época em que era obrigatório falar “carro de segurança”). Não dá pra dizer que temos um campeonato. Mas essa corrida não foi modorrenta como as duas primeiras. Nas anteriores, foi o frisson do início (com aquela empolgação de ultrapassagem em oval de 500 milhas que só o Teo José se esgoelava pra narrar mesmo que fosse nas primeiras voltas!) e só chatice depois. Na de Suzuka, houve uma corrida menos artificial. Torço muito pra que alguém consiga salvar a temporada do domínio alemão. Se não der, que pelo menos o Antonelli nos livre de outro campeão sem carisma, por favor!

Bruno
Bruno
2 meses atrás

Amo os rádios do Russel kkkkkk, texto impecável como sempre.

Felipe
Felipe
2 meses atrás

Queria dizer, ou melhor escrever, obviamente, ou seja, vou te dizer, apenas duas coisas: ou a F1 nesse mês que ficará parada toma alguma providência em relação a esses motores ou teremos, com certeza, obviamente, vou te falar, uma morte até o final do ano. É quase impossível que algum acidente muito grave não ocorra. Oliver Bearman poderia ter se estatelado feio. Felizmente está bem. Na boa, encheu o saco esses motores mezzo elétrico mezzo combustão.
Segundamente, ótima corrida do Antonelli ( torço por ele ), mas até o despiste do indigitado Bearman a corrida estava na mão do australiano falador Oscar Piastri. Damon Hill, na entrevista pós corrida, brincou com ele: “Ao menos, você completou a corrida!” E o australiano: “Sim”

Gilberto
2 meses atrás

A história do gp foi a mesma dos outros, baterias fazendo as diferenças, só q desta vez deu merda com o Bearman.
A Globo deve ter visto seu vídeo e não cortou as marcas dos Pilotos! Parabéns pelo texto .

Albert
Albert
2 meses atrás

Imaginem essa situação de diferença de velocidade numa pista como Jeddah, com uma sequência de curvas cegas de alta velocidade…

Leonardo Lima
Leonardo Lima
2 meses atrás

Caro Flavio, conseguiram acabar com o esporte . Hoje tenho interesse em ler os seus relatos mas não me atrevo a ver uma corrida artificial. Não entendo onde a FIA quer chegar causando nitidamente o desinteresse da audiência e dos pilotos . Uma tristeza. São quase 40 anos acompanhando corridas. Vc tem alguma explicação razoável para esse regulamento esdrúxulo ?
Abraços domingueiros matinais !

Mahatma Marucci
Mahatma Marucci
2 meses atrás

A superficialidade das corridas, com estes carros, é algo simplesmente broxante. E com o acidente Colapinto x Bearman, broxante e criminalmente perigosas.

Diogo
Diogo
2 meses atrás

A McLaren enfim despertou e descobriu como dar partida no motor a bateria.

Megas Alexandros
Megas Alexandros
2 meses atrás

Imagina só quando o Antonelli aprender a largar direito…

Dinho Amaral
Dinho Amaral
2 meses atrás

Trump bosta fode até com a F1 …PATRIOTARIO BOM É PATRIOTARIO PRESO

Luiz
Luiz
Reply to  Dinho Amaral
2 meses atrás

Seu comentário foi fudi…..Dinho!

Heriank
Heriank
2 meses atrás

Falou certo o FG. Motores de merda. Tenho uma GSX 1000 e a velocidade de cruzeiro nela é 180 direto. Imaginar um carro de F1 em plena reta a 174 km/h é um absurdo. Que desgraça fizeram nesses carros !

Zé Maria
Zé Maria
2 meses atrás

Tirando de lado a zoeira que o Flavio sempre faz com o Russell, o cara não passa de um mala.
Se acha o rei da cocada preta, imaginou que teria tudo e todos da Mercedes exclusivamente a seu lado, e pelos rádios do Toto, e digo daqueles que são liberados, já percebeu que não é nada disso, e nem poderia ser.
Está sentindo a pressão, sabe que o menino da garagem ao lado não é bobo, periga de passar o ano inteiro nesse mimimi, enquanto o Antonelli rema de braçada.
Aliás, sendo justo com os fatos, se cansei de dizer que Russell era melhor que o “Dando Mollis”, também tenho certeza absoluta de que Bearman é melhor que George, e por larga margem.

Igor
Igor
Reply to  Zé Maria
2 meses atrás

E ainda acho que se tiverem que tirar alguém pra dar lugar ao Max seria o George…

Carlos Frederico Pereira da Silva Gama
2 meses atrás

Amigos,

Australia -> vitoria da MERCEDES
China -> vitoria da MERCEDES (e vitoria da MERCEDES no falso GP)
Japao -> vitoria da MERCEDES

Mudou tudo na Formula 1.

Agradecam a Trump, senao vosotros veriam outras duas vitorias da MERCEDES mes que vem.

Agradecam ao Safety Car, senao vosotros nao veriam nenhuma ultrapassagem verdadeira na pista do GP2 Engine (o “undercut”).

Tempo, senhor da juventude do falso Raikkonen

Carlos Pereira
Carlos Pereira
2 meses atrás

A dona FIA diz que vai alterar o regulamento de BOTTA depois do acidente do Bearman. Bacana. Será como a FIFA dizer que o adversário não pode tocar mais na bola depois de estar vencendo por 7×1 aos 44 do primeiro tempo em plena final da Copa. Será que, toda tecnologia que empregam na categoria, não foi suficientemente boa ou inteligente para prever um desastre? Faltou pouco para um acidente mais sério. Alguém terá que morrer para retirarem essa porcaria de motores?

Mauricio
Mauricio
2 meses atrás

A Globo deveria contratar o Celso Portioli para narrar os GPs. Programa Passa e Repassa….
É o que virou esta F1 fake.

Vinícius
Vinícius
2 meses atrás

O Russel dos relatos daqui do blog parece o vestibulando que tá processando a USP por tomar zero na redação, hahaha

Erton Lima
Erton Lima
2 meses atrás

A transmissão da Globo se superou… Tudo lembrava o Senna… “Olha o número 12 do menino Kimi, era o mesmo número do Senna…” A data no calendário: “Hoje faz 38 anos da vitória e o Japão ama o Senna…” ” Olha aquela loira chupando um sacolé de niguiri na arquibancada: Que saudade do Senna que só pegava loira…” Putz!!! Tá demais maninho, na moralzinha!
O melhor foi a Mariana Becker segurar o capacete do Senna, que um fã arrematou em um leilão , desferir as seguintes palavras ao tocar o santo sudário do Aílton: “Nossa que emoção! Era aqui que ele colocava a cabeça…”

Last edited 2 meses atrás by Erton Lima
Edison
Edison
Reply to  Erton Lima
2 meses atrás

Fico imaginando o ginecologista fã do Senna examinando a Galisteu: “era aqui que ele colocava a cabeça ” kkkkkkk

Barreto
Barreto
Reply to  Edison
2 meses atrás

Pode ter sido um pouco politicamente incorreto, mas foi genial o seu comentário.

ivalzaf@hotmail.com
2 meses atrás

Gostei da narração, alegre e bem humorada.
Parabéns 👍

Jeferson Araújo Pereira
Jeferson Araújo Pereira
2 meses atrás

George Russell reclamou com Toto Wolff. Ele disse que o Kimi Antonelli precisa respeitar a Lei nº 1 do Romário: “O cara chegou agora no ônibus e já quer sentar na janelinha”. Wolff perguntou: “Quem é Romário”?

Andre
Andre
2 meses atrás

O cinegrafista passará no RH ainda hoje.
F1TV não tem macarrãozinho.

lagerbeer
lagerbeer
2 meses atrás

Kimi, o meu guri, trazendo lenço, caderneta, chave e documento pro Toto finalmente se identificar ! Linda musica !

Ricardo
Ricardo
2 meses atrás

A julgar pelas mudanças nas transmissões após as suas observações, penso que a sua audiência é mais qualificada do que imagina…