Me lembro do Koisistranha !
Era a estrutura de um Galaxie completamente modificado para ter uma aparencia off-road. Ele chegou a ser terminado ? Me lembro de ter visto umas fotos numa Motor 3 da estrutura tubular dele, feita a partir do arco do parabrisas, parecia que a intenção era deixá-lo com a configuração de perua mantendo as 4 portas…
Sim, o Koizyztraña (Era assim que se escrevia) foi terminado, e a revista chegou a fazer um teste com ele. O carro até foi exposto no Salão do Automóvel (Não me pergunte o ano, não tenho as revistas). Segundo o pessoal da revista, tinha um bom desempenho, apesar de meio pesado.
anselmo
19 anos atrás
avallone com um de seus inventos.
parece DERIVADO dos prototipos fabricados por ele
Estranho é o escriba dar essa sumida ‘malandra’.
Será que está Porto Alegre???
Será que pediu 90,7% de aumento???
Sei não…
Cabral
19 anos atrás
Na verdade os Piquets correram os 1000 Km de brasília com um F-3 com rodas cobertas., não foram só treinos livres. O carros quebrou… Mas eles mesmos venceram com um MCR Turbo…
Cesar Costa
19 anos atrás
No fundo, no fundo o Avallone queria fazer um Patinho Feio Vitaminado…
Lucas
19 anos atrás
É um verdairo Frankenstein: o bico é de um F-1 dos anos 60, o chassi parece coisa dos protótipos de Indianápolis e a traseira é de Dragster!
Genial!
Colorada Campeão do
19 anos atrás
Se não estou equivocado o pessoal da Andreas Matheis, ainda no tempo do Xandy Negrão, andou testando um carro da Stock um pouco diferente, pra testar os novos pneus italianos, isso deu o maior quiprocó na época.
Marcelo
19 anos atrás
Alias – avisa o pessoal da Stock. É só cortar os paralamas dizer que é um protótipo e treinar até ´não poder mais. Mas acho que já fazem isso – tem tantos lugares perdidos nesse Brasil. Inclusive pistar particulares. Vai saber!
Marcelo
19 anos atrás
Nelsinho Piquet utilizou o mesmo “truque” para treinar de F3 para o sul-americano, quando treinos eram proibidos. Maquearam um F3 com paralamas e outros apêndices. Afinal, regulamentos deve ser interpretados no seu limite.
Ombudsman
19 anos atrás
Talvez o blogueiro LADA devesse trocar seu nickname, pois trata-se de uma psicose do dono do blog.
ATROZ-HP
19 anos atrás
Esse carro não tem as rodas descobertas pra poder ser guiado pelo Totó Bueno
Burgão
19 anos atrás
Se tiver motor americano, pelo menos, ele deve acelerar bem…
Rodrigo Tosetti
19 anos atrás
Interessantes são as “modificações” para se adaptar o carro ao regulamento, quase não são perceptíveis rsrsrsrss
Oi Peralta,
Eu lembro do Koisaestranha. Se não me engano era mecãnica do Ford Galaxie. Eu gostava da Motor 3. Infelizmente de uma hora para outra ela sumiu.
VIRGO
19 anos atrás
Secundando Mestre Joa, (ponto) e Bifulco também arrasam…
Obrigado a voces pelos esclarecimentos. Abraço
prperalta
19 anos atrás
Trapizonga por trapizonga, alguém se lembra do ‘Koisaestranha’ da revista Motor3 ? Tinha motor V8, não era de competição de velocidade, mas sim um todo-terreno.
A Can Am iniciou sua decadencia em 1974 quando, devido a crise do petroleo, normas de consumo foram impostas aos carros. Como os motores eram verdadeiros monstros beberroes, a serie perdeu seu proposito, pois o foco nao era mais a velocidade pura mas sim regularidade. Com a saída da equipe oficial da Porsche e apos a vitoria esmagadora da Shadow no campeonato, a serie só decaiu nos anos seguintes.
Com referencia aos carros correrem em uma configuracao semelhante ao Avallone que foi mostrado no post, fvr consulte o link: http://racingsportscars.com/photo/Mosport-1977-08-21c-photo.html ou a pagina central http://www.racingsportscars.com e na galeria vá até a opção da can am. Voce encontrará varios Lolas ex formula 5000 monopostos (especialmente a T 333) travestidos. Basta olhar o cockpit destes carros e observar que trata-se de um monopost o (apenas 1 lugar )e nao esporte prototipo(dois lugares). E esta configuração seguiu pelos anos seguintes, creio que até o final desta categoria.
Isto em 1993, para citar alguns exemplos. A pagina é http://racingsportscars.com/photo/Donington-1993-09-26-photo.html.
Tinha inclusive, um tal de “Frederico Careca” que corria com este pseudonimo para que nao soubessem seu nome verdadeiro , e tem até uma historia que quem sugeriu este nome para ele foi o Ayrton Senna de gozação em uma ocasiao que conversaram.
Espero ter ajudado.
Um abraço
Ricardo
joaquim
19 anos atrás
Ainda respondendo à rapaziada, o que sobrou do acervo original do Avallone, incluindo uma Lola que jamais correu, hoje está nas mãos de um blogueiro que aqui comenta com uma certa frequëncia. Ele, portanto, que se manifeste…
Virgo, o F5000 na sua genese, era um F-1de aço e chassis tubular. Usavam um motor de bloco de ferro de 5 litros, daí o 5000, caixa Hewland (creio que a DG300), e suspensões e freios praticamente os mesmos da F-1 de então. O grande nome da categoria foi Peter Gethin e seu Chevron e em algumas provas na Inglaterra costumavam completar o grid da F-1 com carros da F5000, lá por 69, 70. O brasileiro Luisinho Pereira Bueno tentou participar deste campeonato em 1970, não o fazendo por falta de patrocínio. Ingo Hoffmann andou fazendo umas provas de F5000 na Inglaterra, logo que deixou a F-3, com o intuito de pegar a mão antes de se sentar no Copersucar. Abs.
.
19 anos atrás
…mas o motor original já está lá de volta !
.
19 anos atrás
Para o Virgo:
Se andava bem ????
Mas que pergunta !!!!
Em 1967 e 1968, em algumas provas, os F5000 corriam junto com os F1, e dependendo do circuito, até andavam na frente !
O “pobrema” nesta invenção do Ava, é que o motor Chrysler 318 c.i. não empurrava tanto quanto o GM 302 original, preparado pela Vegantune.
Zuquim
19 anos atrás
Post Scriptum:
Blogaiada: o Desafio das Estrelas em Floripa está bem legal. Mandei material para o piloto-jornalista e ele ainda não deu sinal de vida. Deve ter sido o tal churrasco acompanhado de caipirinha. Mas vocês poderão conferir a galera da pesada que está lá no site http://www.clicrbs.com.br
Basta ir à seção de Santa Catarina, clicar em jornais e escolher o Diário Catarinense, que está cobrindo legal este evento. Tá cheio de pilotos e ex-pilotos de F-1, brasileiros e estrangeiros. Pena que o Gomes está babando no travesseiro. Confiram.
Zuquim
19 anos atrás
Novamente me curvo, respeitosamente, ao Mestre Joaquim.
E ao . (ponto) também.
Este blog é demais.
VIRGO
19 anos atrás
Grande Joaquim, o verdadeiro Blockbuster do blog, quando entra, arrasa…
Só uma pergunta, mestre Joa: afinal essa estrovenga andava bem?
Thiago
19 anos atrás
Dá pra ver nos paralamas traseiros, um patrocínio da Varig, que estreava seus DC-10…..
esquisito, pra dizer o mínimo.
.
19 anos atrás
Para o Ricardo Bifulco.
Os monopostos que competiram na CanAm e Interseries eram obirgados a andar com carroceria integral, cobrindo as rodas.
Eram chamados de Frisbees.
.
19 anos atrás
Dá-lhe, Joaquim !
Complementando:
Este carro tem um belo pedigree, e está novamente na configuração original.
Foi o primeiro Formula 5000 construido pelo Eric Broadley.
Venceu várias provas na Inglaterra, Africa do Sul e Tasmânia.
Lola T142-1 1967, ex Works Team.
Caroline Pettitt on 04/12/2000 09:28:11 AM
To:
cc:
Subject: T142-1
Thank you for your email relating to the Lola T142-1. We can confirm That this chassis had the gearbox number L/600/98 and was built as a prototype in November 1967, tested by David Hobbs and raced by Mike Hailwood in 1968 as works car. It was sold 10-4-70 to Carlos Avallone.
I hope this information is of use to you.
Regards
O ano é 1974 e AC Avallone estreou este F5000 travestido de Div-4 na inauguração do Autódromo de Goiânia, tirando um segundo lugar, atrás de Antonio Castro Prado, com um Avallone-Ford “regulamentar” da equipe Mercantil Finasa – o mesmo que está no Museu do Trevisan.
Avallone, quando retornou da Europa no final de 1969, arrematou todo o work team da Lola e para cá trouxe dois chassis completos de Lolas F5000 (um inclusive que havia pertencido a Mike Hailwood) e o seu próprio, sendo que este alargado de fábrica, mais duas carenagens de Lola T-163 Can Am e uma T-222, além de uma porção de peças, cubos, caixas de direção, freios, rodas, etc. Aqui montou o primeiro A-11 (aquele do filme Roberto carlos a 300 Km por Hora) e que andou emm 71 nas mãos do J.P.Chateaubriand. Como a carenagem foi destruida num treino, passou a ser usada a da T-222, modelo este pelo qual o Avallone é mais conhecido. No Brasil, quem construia as carenagens para o velho Ava era a Glaspac. Acho que é isso.
Rodrigo Mattar
19 anos atrás
É AC Avallone adaptando seu Lola T-142 de Fórmula 5000 para correr de… Divisão 4. O ano, não faço a menor idéia. E a trapizonga é mesmo um horror!
O que eu não entendo, é tipo: Quanto custaria um jogo destes pneus hoje? A Scorro que fazia as rodas? Para montar um PROTÔTIPO desses, afinal nem protótipo era, quanto custaria? E os grids quando a indústria automobilística engatinhava eram cheios. Hj………
E-Souza
19 anos atrás
REparem no desespero do piloto em ter q correr com essa coisa!! q mico
ricardo bifulco
19 anos atrás
Oi pessoal!
Este carro era a ultima evolução do Avallone Divisao 4. Na realidade era o Lola de Formula 5000 que o Avallone acrescentou algo parecido com para-lamas para que o carro ficasse enquadrado na categoria. Ele acreditava que esta seria a evolucao natural da categoria até que se conseguisse chegar a construcao de um formula 1 nacional acessivel a todos. A coisa nao deu certo…
Um detalhe:
Na European Interserie e Can AM, mais especificamente na European Interserie, durante a Decada de 90, varios EX formula 1, ex-f Indy/CArt, corriam contra prototipos nas mesmas configuracoes, ou seja, os formula tinham somente as rodas cobertas e corriam desta forma.
Pelo visto o Avallone teve a ideia duas decadas antes…(mas que era feio era…)
Um abraço!!
Episcopo
19 anos atrás
Fácil !!
É o carro de corridas de Herman Monstro !!(rs)
O motor da trapizonga é da Chrysler ? (tem um símbolo da Dodge logo na frente do piloto…)
Samuca
19 anos atrás
Esse Avallone passou a vida inteira, aquela parte útl da vida, trapaceando. Sempre se achou acima do bem e do mal. Certa vez numa corrida de Stock foi proibido de largar por falta de carteira renovada. Pois saiu do box e foi alinhar de atravessado na frente do grid em Interlagos. Com muita conversa foi convencido a desistir e voltou ao box. Dada a largada partiu em disparada do box no meio da turma até que um piloto já cheio da história deu-lhe um chega-pra-lá na saída do “sargento” e ali o otário ficou.
Mefistófeles
19 anos atrás
Avalonne tinha licença e plantas para fabricar as Lolas Protótipo e F 5000, este da foto é F 5000
Adriana
19 anos atrás
kkkkkkkkkkk..RC…vou acertou!!!!Perfeito.
Campes
19 anos atrás
Esse carro deve ser tio-avô do carro da Stock Júnior!
O coisinha esquisita!
RC*
Edison Guerra
19 anos atrás
O Johnny ‘O já disse tudo.O Antonio Carlos Avallone tentou uma brecha no regulamento,colocando adereços para deixar o carro com característica da Div 4,participando da etapa de Goiânia.Os demais concorrentes reclamaram e a trapizonga foi aposentada.
Diz mais aí,ó Matuza-mor Joaquim.
John Locke.
19 anos atrás
Fácil, isto é um protótipo de um novo carro para a superc-classic, juntando várias peças de outros DKVs, Ladas, Kombis, Fuscas e Corcéis!
Herik
19 anos atrás
O carro mais interessante já colocado no no blog!!!! Que trapizonga maravilhosa!
jonny'O
19 anos atrás
Ora ora,este é um Lola de F5000 que o Avallone trouxe e colocou esse monte de recortes para parecer um prototipo ,e o mais gosado é o aerofolio traseiro tipo carro de arrancadas.Feio que dói!!
jose carlos
19 anos atrás
parece coisa dos anos 70 usando tec americana mistureba com super ve
parece muito com coisa da heve
Zuquim
19 anos atrás
E o retrovisor central? Credo!
Zuquim
19 anos atrás
Pela calça boca-de-sino do técnico deve ser coisa de americano.
Jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.”
Me lembro do Koisistranha !
Era a estrutura de um Galaxie completamente modificado para ter uma aparencia off-road. Ele chegou a ser terminado ? Me lembro de ter visto umas fotos numa Motor 3 da estrutura tubular dele, feita a partir do arco do parabrisas, parecia que a intenção era deixá-lo com a configuração de perua mantendo as 4 portas…
Sim, o Koizyztraña (Era assim que se escrevia) foi terminado, e a revista chegou a fazer um teste com ele. O carro até foi exposto no Salão do Automóvel (Não me pergunte o ano, não tenho as revistas). Segundo o pessoal da revista, tinha um bom desempenho, apesar de meio pesado.
avallone com um de seus inventos.
parece DERIVADO dos prototipos fabricados por ele
Estranho é o escriba dar essa sumida ‘malandra’.
Será que está Porto Alegre???
Será que pediu 90,7% de aumento???
Sei não…
Na verdade os Piquets correram os 1000 Km de brasília com um F-3 com rodas cobertas., não foram só treinos livres. O carros quebrou… Mas eles mesmos venceram com um MCR Turbo…
No fundo, no fundo o Avallone queria fazer um Patinho Feio Vitaminado…
É um verdairo Frankenstein: o bico é de um F-1 dos anos 60, o chassi parece coisa dos protótipos de Indianápolis e a traseira é de Dragster!
Genial!
Se não estou equivocado o pessoal da Andreas Matheis, ainda no tempo do Xandy Negrão, andou testando um carro da Stock um pouco diferente, pra testar os novos pneus italianos, isso deu o maior quiprocó na época.
Alias – avisa o pessoal da Stock. É só cortar os paralamas dizer que é um protótipo e treinar até ´não poder mais. Mas acho que já fazem isso – tem tantos lugares perdidos nesse Brasil. Inclusive pistar particulares. Vai saber!
Nelsinho Piquet utilizou o mesmo “truque” para treinar de F3 para o sul-americano, quando treinos eram proibidos. Maquearam um F3 com paralamas e outros apêndices. Afinal, regulamentos deve ser interpretados no seu limite.
Talvez o blogueiro LADA devesse trocar seu nickname, pois trata-se de uma psicose do dono do blog.
Esse carro não tem as rodas descobertas pra poder ser guiado pelo Totó Bueno
Se tiver motor americano, pelo menos, ele deve acelerar bem…
Interessantes são as “modificações” para se adaptar o carro ao regulamento, quase não são perceptíveis rsrsrsrss
vejam esta belezinha que veio da terrinha do LADA…
http://www.autoblog.com/2006/12/05/vervolf-the-mysterious-russian-limo/
Oi Peralta,
Eu lembro do Koisaestranha. Se não me engano era mecãnica do Ford Galaxie. Eu gostava da Motor 3. Infelizmente de uma hora para outra ela sumiu.
Secundando Mestre Joa, (ponto) e Bifulco também arrasam…
Obrigado a voces pelos esclarecimentos. Abraço
Trapizonga por trapizonga, alguém se lembra do ‘Koisaestranha’ da revista Motor3 ? Tinha motor V8, não era de competição de velocidade, mas sim um todo-terreno.
Já que todos sabem tudo.
Vão lá na Confraria e matem mais…
Credo…
Para o “.”
A Can Am iniciou sua decadencia em 1974 quando, devido a crise do petroleo, normas de consumo foram impostas aos carros. Como os motores eram verdadeiros monstros beberroes, a serie perdeu seu proposito, pois o foco nao era mais a velocidade pura mas sim regularidade. Com a saída da equipe oficial da Porsche e apos a vitoria esmagadora da Shadow no campeonato, a serie só decaiu nos anos seguintes.
Com referencia aos carros correrem em uma configuracao semelhante ao Avallone que foi mostrado no post, fvr consulte o link:
http://racingsportscars.com/photo/Mosport-1977-08-21c-photo.html ou a pagina central http://www.racingsportscars.com e na galeria vá até a opção da can am. Voce encontrará varios Lolas ex formula 5000 monopostos (especialmente a T 333) travestidos. Basta olhar o cockpit destes carros e observar que trata-se de um monopost o (apenas 1 lugar )e nao esporte prototipo(dois lugares). E esta configuração seguiu pelos anos seguintes, creio que até o final desta categoria.
Com relacao a Interserie, por fvr acesse o mesmo link e veja:
http://racingsportscars.com/photo/1993/Donington-1993-09-26-004.jpg.Trata-se de um penske da indy, somente com as rodas cobertas. TEm tb a Lola
http://racingsportscars.com/photo/1993/Donington-1993-09-26-006.jpg.
Isto em 1993, para citar alguns exemplos. A pagina é
http://racingsportscars.com/photo/Donington-1993-09-26-photo.html.
Tinha inclusive, um tal de “Frederico Careca” que corria com este pseudonimo para que nao soubessem seu nome verdadeiro , e tem até uma historia que quem sugeriu este nome para ele foi o Ayrton Senna de gozação em uma ocasiao que conversaram.
Espero ter ajudado.
Um abraço
Ricardo
Ainda respondendo à rapaziada, o que sobrou do acervo original do Avallone, incluindo uma Lola que jamais correu, hoje está nas mãos de um blogueiro que aqui comenta com uma certa frequëncia. Ele, portanto, que se manifeste…
Virgo, o F5000 na sua genese, era um F-1de aço e chassis tubular. Usavam um motor de bloco de ferro de 5 litros, daí o 5000, caixa Hewland (creio que a DG300), e suspensões e freios praticamente os mesmos da F-1 de então. O grande nome da categoria foi Peter Gethin e seu Chevron e em algumas provas na Inglaterra costumavam completar o grid da F-1 com carros da F5000, lá por 69, 70. O brasileiro Luisinho Pereira Bueno tentou participar deste campeonato em 1970, não o fazendo por falta de patrocínio. Ingo Hoffmann andou fazendo umas provas de F5000 na Inglaterra, logo que deixou a F-3, com o intuito de pegar a mão antes de se sentar no Copersucar. Abs.
…mas o motor original já está lá de volta !
Para o Virgo:
Se andava bem ????
Mas que pergunta !!!!
Em 1967 e 1968, em algumas provas, os F5000 corriam junto com os F1, e dependendo do circuito, até andavam na frente !
O “pobrema” nesta invenção do Ava, é que o motor Chrysler 318 c.i. não empurrava tanto quanto o GM 302 original, preparado pela Vegantune.
Post Scriptum:
Blogaiada: o Desafio das Estrelas em Floripa está bem legal. Mandei material para o piloto-jornalista e ele ainda não deu sinal de vida. Deve ter sido o tal churrasco acompanhado de caipirinha. Mas vocês poderão conferir a galera da pesada que está lá no site
http://www.clicrbs.com.br
Basta ir à seção de Santa Catarina, clicar em jornais e escolher o Diário Catarinense, que está cobrindo legal este evento. Tá cheio de pilotos e ex-pilotos de F-1, brasileiros e estrangeiros. Pena que o Gomes está babando no travesseiro. Confiram.
Novamente me curvo, respeitosamente, ao Mestre Joaquim.
E ao . (ponto) também.
Este blog é demais.
Grande Joaquim, o verdadeiro Blockbuster do blog, quando entra, arrasa…
Só uma pergunta, mestre Joa: afinal essa estrovenga andava bem?
Dá pra ver nos paralamas traseiros, um patrocínio da Varig, que estreava seus DC-10…..
esquisito, pra dizer o mínimo.
Para o Ricardo Bifulco.
Os monopostos que competiram na CanAm e Interseries eram obirgados a andar com carroceria integral, cobrindo as rodas.
Eram chamados de Frisbees.
Dá-lhe, Joaquim !
Complementando:
Este carro tem um belo pedigree, e está novamente na configuração original.
Foi o primeiro Formula 5000 construido pelo Eric Broadley.
Venceu várias provas na Inglaterra, Africa do Sul e Tasmânia.
Lola T142-1 1967, ex Works Team.
Caroline Pettitt on 04/12/2000 09:28:11 AM
To:
cc:
Subject: T142-1
Thank you for your email relating to the Lola T142-1. We can confirm That this chassis had the gearbox number L/600/98 and was built as a prototype in November 1967, tested by David Hobbs and raced by Mike Hailwood in 1968 as works car. It was sold 10-4-70 to Carlos Avallone.
I hope this information is of use to you.
Regards
Caroline Pettitt
Sales & Marketing Executive
http://www.lolacars.com
REMEMBER ROSWELL!!!
O ano é 1974 e AC Avallone estreou este F5000 travestido de Div-4 na inauguração do Autódromo de Goiânia, tirando um segundo lugar, atrás de Antonio Castro Prado, com um Avallone-Ford “regulamentar” da equipe Mercantil Finasa – o mesmo que está no Museu do Trevisan.
Avallone, quando retornou da Europa no final de 1969, arrematou todo o work team da Lola e para cá trouxe dois chassis completos de Lolas F5000 (um inclusive que havia pertencido a Mike Hailwood) e o seu próprio, sendo que este alargado de fábrica, mais duas carenagens de Lola T-163 Can Am e uma T-222, além de uma porção de peças, cubos, caixas de direção, freios, rodas, etc. Aqui montou o primeiro A-11 (aquele do filme Roberto carlos a 300 Km por Hora) e que andou emm 71 nas mãos do J.P.Chateaubriand. Como a carenagem foi destruida num treino, passou a ser usada a da T-222, modelo este pelo qual o Avallone é mais conhecido. No Brasil, quem construia as carenagens para o velho Ava era a Glaspac. Acho que é isso.
É AC Avallone adaptando seu Lola T-142 de Fórmula 5000 para correr de… Divisão 4. O ano, não faço a menor idéia. E a trapizonga é mesmo um horror!
O que eu não entendo, é tipo: Quanto custaria um jogo destes pneus hoje? A Scorro que fazia as rodas? Para montar um PROTÔTIPO desses, afinal nem protótipo era, quanto custaria? E os grids quando a indústria automobilística engatinhava eram cheios. Hj………
REparem no desespero do piloto em ter q correr com essa coisa!! q mico
Oi pessoal!
Este carro era a ultima evolução do Avallone Divisao 4. Na realidade era o Lola de Formula 5000 que o Avallone acrescentou algo parecido com para-lamas para que o carro ficasse enquadrado na categoria. Ele acreditava que esta seria a evolucao natural da categoria até que se conseguisse chegar a construcao de um formula 1 nacional acessivel a todos. A coisa nao deu certo…
Um detalhe:
Na European Interserie e Can AM, mais especificamente na European Interserie, durante a Decada de 90, varios EX formula 1, ex-f Indy/CArt, corriam contra prototipos nas mesmas configuracoes, ou seja, os formula tinham somente as rodas cobertas e corriam desta forma.
Pelo visto o Avallone teve a ideia duas decadas antes…(mas que era feio era…)
Um abraço!!
Fácil !!
É o carro de corridas de Herman Monstro !!(rs)
O motor da trapizonga é da Chrysler ? (tem um símbolo da Dodge logo na frente do piloto…)
Esse Avallone passou a vida inteira, aquela parte útl da vida, trapaceando. Sempre se achou acima do bem e do mal. Certa vez numa corrida de Stock foi proibido de largar por falta de carteira renovada. Pois saiu do box e foi alinhar de atravessado na frente do grid em Interlagos. Com muita conversa foi convencido a desistir e voltou ao box. Dada a largada partiu em disparada do box no meio da turma até que um piloto já cheio da história deu-lhe um chega-pra-lá na saída do “sargento” e ali o otário ficou.
Avalonne tinha licença e plantas para fabricar as Lolas Protótipo e F 5000, este da foto é F 5000
kkkkkkkkkkk..RC…vou acertou!!!!Perfeito.
Esse carro deve ser tio-avô do carro da Stock Júnior!
O coisinha esquisita!
RC*
O Johnny ‘O já disse tudo.O Antonio Carlos Avallone tentou uma brecha no regulamento,colocando adereços para deixar o carro com característica da Div 4,participando da etapa de Goiânia.Os demais concorrentes reclamaram e a trapizonga foi aposentada.
Diz mais aí,ó Matuza-mor Joaquim.
Fácil, isto é um protótipo de um novo carro para a superc-classic, juntando várias peças de outros DKVs, Ladas, Kombis, Fuscas e Corcéis!
O carro mais interessante já colocado no no blog!!!! Que trapizonga maravilhosa!
Ora ora,este é um Lola de F5000 que o Avallone trouxe e colocou esse monte de recortes para parecer um prototipo ,e o mais gosado é o aerofolio traseiro tipo carro de arrancadas.Feio que dói!!
parece coisa dos anos 70 usando tec americana mistureba com super ve
parece muito com coisa da heve
E o retrovisor central? Credo!
Pela calça boca-de-sino do técnico deve ser coisa de americano.