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sábado, 21 de março de 2009 - 13:05Cars & girls

CARS & GIRLS

SÃO PAULO (ou seria “Nas asas”?) – Lindo o Escort, não? Da menina, nem dá para dizer muita coisa. Mas devia ser bonita, também.

41 comentários

  1. Breno Peixoto disse:

    Prezado Tião:

    É sempre um prazer debater com alguém que cita referências. Sem querer polemizar vou tentar expor alguns dados que justificam minha forma de pensar.

    Realmente uma autonomia de 3330 km na Europa é significativo, mas no pacífico era uma distância irrelevante.

    A guerra no Pacífico foi muito mais difícil para os EUA que a guerra na Europa. Se traçarmos um raio de 1500 km a partir de Tókio veremos que não havia muitas opções de base de lançamento. Carregar combustivel extra significa carregar menos armamento.

    Assim como acontece hoje, o exército e a marinha americana são totalmente independentes uma da outra. Gostavam de aviões específicos com características específicas. Por questões logísticas e econômicas as grandes empresas aéreas priorizavam a produção para cada uma das forças. A produção da guerra na europa saia pela costa leste, e para o pacífico saía pela costa oeste dos EUA. vou citar o Tomcat como um avião típico da guerra do pacífico.

    É claro que havia exceções, como a missão que vocês citou. Com o fim da guerra na Europa em abril de 45, certamente todo o material bélico disponível foi direcionado para o pacífico.

    Até então, o Japão e a sua cultura milenar NUNCA tinham sido derrotados em qualquer guerra, e em abril de 45 demonstravam que poderiam resistir aos métodos covencionais por muito tempo.

    Foi por isso que os americanos (após anos de bombardeio sem resultados efetivos) resolveram enviar o B-29 Enola Gay, (sem escolta) com a bomba atômica. se não fizessem isso o desfecho seria parecido com o da Guerra do Vietnam ou mesmo a guerra do Iraque.

    Na minha modesta opinião, o avião aliado mais importante da WWII foi o inglês Spitfire, que foi capaz de conter o avanço alemão ainda no início da guerra. Se a a Alemanha dominasse a ilha, certamente o mundo hoje seria outro.

    Um abraço amigos.

  2. Guilherme Almeida disse:

    Tinha alguma “Autolatina” gringa, fazendo numa mesma linha de montagem Escort e Dodge Polara? Que depois esticaram e virou o Corcel II?

  3. Felipe Passos disse:

    O P-51 tinha um grande alcance sim. Neste link que passei logo acima fala sobre isto. Tanto que usaram os P-51 como escort no lugar do Spitfire e do P-47 Thunderbolt, porque estes sim tinham um alcance limitado.

  4. Roberto disse:

    Parece o desenho do Dodge 1800 e Polara!
    Será que copiaram?

  5. Tião disse:

    Caro Breno Peixoto,
    segundo o livro “P-51 MUSTANG, O CORCEL DOS ARES”, ESCRITO POR WILLIAM HESS, O RAIO DE AÇÃO DO P-51D ERA DE1.520KM E, COM DOIS TANQUES DESCARTAVEIS, 3.330 KM.
    HÁ RELATOS NO LIVRO SOBRE OS ATAQUES DE B-29 A TOQUIO, ESCOLTADOS POR P-51.